Dólar dispara e tem maior alta dos últimos 8 anos. Moeda subiu 4,73% em um único dia, fechando em R$ 3,361.

No dia 10/11, quinta-feira, o dólar fechou com a maior alta dos últimos 8 anos. Em porcentagem, a moeda norte-americana subiu 4,73% em um único dia, fechando em R$ 3,361. A disparada do dólar nessa quinta-feira foi atribuída a pelo menos três fatores: incertezas quanto ao governo de Michel Temer no Brasil, eleição de Donald Trump e ausência do Banco Central no mercado de câmbio.

Somente no dia 22/10/2008, mais de 8 anos atrás, o dólar tinha registrado uma alta tão considerável: 6,39%. Dentre os fatores que disparam o dólar estão as incertezas do governo Temer, a incógnita Trump, a saída de recursos do Brasil (o que enfraquece a moeda) e a ausência do Banco Central nas negociações de câmbio.

Dentre as notícias que aumentaram o clima de instabilidade no governo Temer consta a apresentação de documentos que comprovariam doação de um milhão de reais feita pela empreenteira Andrade Gutierrez ao candidato à vice-presidência Michel Temer. Os documentos foram apresentados pela defesa da ex-presidente, Dilma Rouseff.

Outro fator relevante para disparada do dólar foi a eleição inesperada de Donald Trump. O mercado financeiro recebeu a notícia com surpresa e o Banco Central interrompeu as negociações de câmbios futuros para observar qual será o comportamente do mercado.

A tendência de alta do dólar une um cenário político frágil no Brasil, o que desvaloriza o valor do real, com as incertezas quanto ao modo que o republicano Donald Trump irá governar. Se as promessas feitas na campanha eleitoral forem seguidas, podemos esperar o fortalecimento da moeda americana e a redução nas importações por parte dos EUA. Donald Trump bateu constantemente na tecla de apelo ao nacionalismo ufanista e medidas que restrinjam a entrada de imigrantes.

Boa parte do mercado está receosa com o comportamento da bolsa e das moedas. Vale frisar que o momento é de bastante incerteza e um mercado volátil e pouco horizontal. No dia da eleição de Trump, bolsa como a da China registram quedas consideráveis. Os reflexos no Brasil ainda dependem de fatores políticos que envolvem o futuro do governo Michel Temer.

Por Matheus Griebeler

Dólar


Valor foi a maior alta diária que dólar teve nos últimos anos, com valorização de aproximadamente 3,6%.

A baixa do dólar que ocorreu no dia 9 de outubro de 2015, na sexta-feira, fez com que a moeda fechasse o dia com o seu menor valor registrado nas últimas semanas, sendo cotado em R$ 3,75. Durante a semana passada houve uma queda de 4,87% e durante o mês essa redução foi de 5,61%, o que não foi suficiente para tranquilizar a população nesse período de instabilidade e crise financeira.

O motivo da diminuição desse valor foi uma possibilidade do Banco Central de postergar o ajuste monetário Norte Americano, já que dessa forma previne que os países emergentes retirem seus investimentos do Tesouro Americano. Para haver decisão de aumento dos juros básicos nos Estados Unidos será preciso esperar os efeitos da desaceleração da China.

A alegria não durou muito tempo, pois no dia 13 de outubro de 2015, mais uma vez o dinheiro americano comercial encerrou o dia valendo R$ 3,89. Novamente com o valor nas alturas, essa foi a maior alta diária que dólar teve, ou seja, uma valorização de aproximadamente 3,6%, desde setembro do ano de 2011, quando a porcentagem chegou a ser de 3,75%.

Algumas situações que podem contribuir para a desvalorização do real é o atual cenário político brasileiro, inclusive com a mobilização feita pela oposição para que haja o impeachment da Presidente Dilma. Entretanto essa possibilidade, por ora, já foi excluída pelos Ministros do STF que votaram contra o prosseguimento do feito. Todos esses acontecimentos deixam os investidores em alerta, mais temerosos e inseguros com o mercado financeiro nacional.

Além disso, existem diversos outros fatores que contribuem para inconstância do mercado econômico deixando-o mais frágil como, por exemplo, o anúncio feito pelo governo chinês sobre a queda no percentual de importações que foi registrada em 18%, se comparado com o mesmo período do ano passado.

Por Paula Barretto Guerra

Dólar


Moeda norte-americana encerrou o dia em R$ 4,0591, sendo uma cotação histórica.

Impressionantemente a notícia mais comentada do momento chegou ao Brasil como um gol de bicicleta no ângulo, o dólar no dia 29 de setembro fez com que muitos brasileiros ficassem preocupados com a economia do país, pois a moeda americana subiu muito, encerrando o dia em R$ 4,0591.

O Governo, de olho em toda a situação, no momento tem como meta reequilibrar as contas públicas de forma inteligente e rápida, isso para evitar que o Brasil fique com má fama.

A cotação é a maior da história, nunca vista anteriormente. Muitos comerciantes, empregados e empregadores ficam balançados com a situação e comentam que depois desta situação, pode-se esperar qualquer coisa nos próximos noticiários.

O atual comentário, que com maior frequência está sendo dito no momento, é que agentes do mercado estariam testando a capacidade de atuação do Banco Central, a notícia presente nos diz que na quinta-feira a moeda mais valiosa do momento chegou a renovar o recorde intradia, a aproximadamente R$ 4,24,porém a operação de avanço simplesmente ficou completamente anulada depois do BC elevar as suas intervenções no mercado de câmbio.

Além de tudo isso o resultado fiscal do mês de agosto superou o seu padrão comum e muita coisa mudou surpreendendo o povo brasileiro. As cotações ao longo do dia mostram como o dólar ficou no topo, e oscilando por várias vezes, porém não saindo do nível atual de R$ 4.

Muitas pessoas comentam se existe um lado bom nessa história toda, e sim existe, na verdade a alta do dólar acaba sendo bom para as exportações e o turismo nacional é um ponto pouco abordado devido à situação econômica estar sendo alvo de grande preocupação.

O economista Gesner Oliveira afirma que entre perdedores e vencedores a alta do dólar não é uma arma fatal contra a economia brasileira, pelo contrário, isso ajuda e muito o estado crítico momentâneo da economia do país. Afirma também que é muito importante melhorar o consumo e a balança comercial brasileira. As empresas exportadoras comemoram o momento, pois agora é uma boa hora para faturar um lucro maior.

Por Cristiano Moreno Nascimento

Dólar


Valor do dólar atingiu seu recorde desde a criação do Real, fechando o dia 22 de setembro de 2015 em R$ 4,054. Neste ano de 2015, o percentual de alta da moeda norte-americana já acumula 52,47%.

É  de conhecimento geral que a economia brasileira está passando por um momento de muitas dificuldades e foi neste contexto que no dia 22 de setembro de 2015, pela primeira vez, desde a criação do Real, o dólar fechou o dia com valor superior a R$ 4, sendo que ele estava sendo vendido a R$ 4,054, valor este que representa um novo recorde, tendo em vista que o recorde anterior ocorreu no dia 10 de outubro do ano de 2002, ocasião em que a moeda norte-americana teve o fechamento da sua cotação em R$ 3,99.

O dólar ficou acima de 4 reais durante toda a sessão. A cotação máxima do dia ocorreu por volta das 14h30, momento no qual a moeda chegou a ser comercializada por R$ 4,061. Apenas neste mês de setembro a divisa acumula uma alta de 11,76%, já no ano de 2015 o percentual mensurado é de 52,47%.

O contrário do ocorrido no dia 21 em que o Banco Central realizou uma intervenção no mercado de câmbio, no dia 22, a instituição preferiu não intervir, sendo que o órgão apenas continuou com a renovação dos leilões de swaps cambiais, os quais correspondem à comercialização de dólares no mercado futuro.

Com a rolagem de US$ 6,74 bilhões de um lote que possui o total de US$ 9,46 bilhões, valor que corresponde a 71% do total, o Banco Central, até o presente momento, só está conseguindo fazer o adiamento do vencimento de contratos que foram leiloados nos meses anteriores.

Outro fator que também contribuiu sobremaneira para o aumento do dólar foi o atual cenário internacional. E como se não bastasse, ainda nesta terça-feira, os integrantes do Federal Reserve (FED), denominação do Banco Central dos Estados Unidos, já deixaram algumas pistas de que a instituição poderá aumentar os juros dos Estados Unidos até o final do ano, reajuste este que faz um pressionamento na cotação do dólar em todo o planeta.

Então, na atual conjuntura, as expectativas não serão das melhores nos próximos meses.

Por Adriano Oliveira

Dólar


Moeda norte-americana chegou à marca de R$ 3,9964 durante o dia 21 de setembro e encerrou o dia em R$ 3,9809.

Nesta segunda-feira (21/09) a moeda norte-americana subiu 0,57% e foi a R$ 3,9809 para venda, sendo esse o segundo maior valor em toda a história! O motivo do dólar chegar a quase R$ 4,00 é por causa da reação do mercado em relação ao cenário fiscal no País e tem ainda a questão dos Estados Unidos optarem por uma alta de juros o que iria atrair mais investidores.

Mesmo sem ter muito sucesso, o Banco Central continuou com os leilões e ofereceu até US$ 3 bilhões e com a certeza de recompra para tentar barrar a disparada da moeda americana.

Desde outubro de 2002 que não se via o dólar tão alto assim, pois no dia 10 daquele mês ele chegou a R$ 3,99.

No decorrer do dia 21, esta última segunda-feira, o dólar chegou a custar R$ 3,9964. Logo no início da manhã estava custando R$ 3,9773. No início da tarde caiu um pouco indo para R$ 3,9964. Quase no final da tarde estava a R$ 3,9975 e no final do dia ficou em R$ 3,9809.

O dólar turismo que custa mais caro, nas casas de câmbio estava sendo vendido quase que a R$ 4,50 já incluso o IOF.

No início de uma semana complicada para o Governo brasileiro, os investidores estão apostando no mercado americano que está melhorando e ainda poderá ter juros mais atrativos.

Nesta terça-feira (22) o dólar comercial continuou subindo e logo pela manhã já ultrapassava os R$ 4,00. Exatamente às 11h40 a moeda norte-americana estava valendo R$ 4,0462. É a primeira vez que o dólar ultrapassa o valor de R$ 4,00.

Os economistas estão apostando que o dólar vai ultrapassar os R$ 4,50 porque o País não consegue resolver a sua crise.

Brasileiros que precisam viajar para o exterior terão que adiar sua viagem, se for possível, para não ter um gasto muito acima do planejado.

A tendência para os próximos meses é que o dólar continue subindo, só não se sabe quanto ele estará valendo em dezembro, pois os mais pessimistas acreditam que chegará a R$ 4,50 já em dezembro e os mais otimistas acham que até o fim do ano a moeda vai chegar a R$ 4,20.

Por Russel

Dólar


Após o banco central americano divulgar a permanência da taxa de juros, a moeda norte-americana encerrou o dia valendo R$ 3,9582.

A economia no Brasil vive um momento de grande apreensão, mas uma das informações mais preocupantes é com relação à moeda norte-americana, o Dólar, pois ele conseguiu fechar na Bolsa de Valores do dia 18 de setembro de 2015 na marca de R$ 3,95, sendo esse valor maior que o do mês de outubro de 2002, precisamente no dia 10 de outubro de 2002.

Nessa data o Federal Reserve, que é conhecido como o banco central dos EUA, tomou a decisão de manter inalterada a taxa de juros, pois logo no começo do dia, no horário das 09h49 a moeda já estava na marca de R$ 3,8716 com uma queda de 0,237% em relação ao dia anterior, mas depois de muitos altos e baixos ao longo do dia, no horário após as 16h15, o Dólar subiu 1,95% e ficou cotado na marca de R$ 3,9582. Outros dados interessantes é que o Dólar teve uma alta nesses 9 primeiros meses do ano de 2015 em 48,88%, enquanto que nesse último mês de setembro a alta acumulada fica em 9,13% e na semana em 2,09%.

O Brasil passa por tudo isso imerso em vários processos que nos próximos dias devem ser determinantes para o Governo Federal mudar a situação política e econômica da nação, pois uns dos fatores mais preocupantes é a falta de investimento que pode surgir nos próximos meses, principalmente depois que a Standard and Poor’s (conhecida como S&P) colocou o país em um nível de rebaixamento.

Preocupações desse tipo influenciaram na última sexta-feira, dia 18 de setembro, a queda da Bovespa em 2,56%, chegando em 47.264 pontos, mas com um saldo positivo na semana de 1,86%.

A situação é incerta, mas o Bacen (Banco Central) vem realizando várias interferências no câmbio e ainda nas rolagens dos swaps cambiais, que já têm vencimento para o próximo mês de outubro, com uma oferta total de até 9,45 mil contratos.

O que isso significa?

Significa que já foi disponibilizado US$ 5,860 bilhões, que valem 62% do total do lote ou precisamente US$ 9,458 bilhões com todas as atualizações. 

Por Fernanda de Godoi

Dólar


Com a notícia do Brasil ter sua nota de crédito rebaixada, o dólar disparou e chegou a R$ 3,90 no dia 10 de setembro.

Assim que a agência de risco Standard & Poor's mudou a classificação do Brasil, tirando do país o selo de "bom pagador", como era de se esperar, o dólar disparou e foi acima dos R$ 3,90 sendo preciso que o Banco Central anunciasse leilões da moeda americana para que a alta fosse contida e não ultrapassasse os R$ 4,00.

Outro fator que ajudou a segurar o dólar foi o fato de que uma outra agência de risco, a Fitch, deu sinais de que irá manter, pelo menos por enquanto, o mesmo grau de investimento no Brasil.

Logo que o dia começou (10/09), a moeda americana teve a maior alta desde outubro de 2002, aumentando 3,1% e chegando a R$ 3,9173. Ainda na parte da manhã o Dólar teve uma pequena queda e por volta das 11h estava em R$ 3,85, mas no período da tarde começou a subir novamente, depois teve uma queda chegando a R$ 3,83 e pouco depois das 16h estava a R$ 3,8603.

Nesta semana, o dólar teve uma queda acumulada de 0,26% só que se levarmos em consideração o ano de 2015 a valorização já chega a 44,82% e no mês de setembro a valorização já chega a 6,16%.

Um fator que tem contribuído para a valorização do dólar comercial é justamente o dólar turismo que tem sido vendido nas casas de câmbio por valores bem elevados. O dólar turismo nesta quinta-feira (10) chegou bem perto de R$ 4,30.

E o futuro favorece a alta do dólar, basta levar em consideração o conjunto de fatores que tendem a fazer com que isso aconteça, entre eles os problemas interno do Brasil tanto no que diz respeito à política como também a economia, além da valorização do dólar no mercado estrangeiro.

Tem ainda a questão da reação do mercado diante da ação tomada pela S&P e ainda a entrevista de Joaquim Levy, ministro da Fazenda, que não trouxe nada de concreto para o mercado e só deixou ainda mais claro o quanto o Governo está despreparado para resolver os problemas que tem enfrentado.

Por Russel

Dólar


Moeda norte-americana encerrou o dia em R$ 3,01, atingindo queda de 0,58%

Após um período histórico de alta da moeda norte-americana, em que chegou a ser cotada em R$ 3,29, a quinta-feira, 16 de abril, foi de queda do dólar. Pelo terceiro dia consecutivo desta semana, a moeda, que já chegou a ultrapassar a cotação do euro, fechou o dia em R$ 3,01, recuando 0,58%.

Desde o dia 5 de março que a moeda não atinge valores maiores, fechando a quinzena de abril no menor valor desde então. Acredita-se que a queda tenha ocorrido em decorrência da divulgação de alguns dados sobre trabalho nos Estados Unidos. Conforme um relatório divulgado pelo Departamento de Trabalho do país americano, na primeira semana de abril o número de pedidos de auxílio desemprego aumentou em cerca de 12 mil, valor considerado altíssimo por significar que o desemprego, ao invés de diminuir, está subindo, o que acaba influenciando no valor da moeda.

O fato do dólar estar oscilando tanto no Brasil é devido às instabilidades, sejam elas políticas ou econômicas. Ou seja, quando maior a instabilidade no país, mais a moeda vai oscilar, para mais ou menos. Caso ela volte a aumentar, quem ganha são os investidores, que compram a moeda por um determinado valor do que está registrado durante a venda e, assim, ele fica com a diferença. Já se a moeda continuar sendo desvalorizada, quem ganha é o turista, que poderá viajar por um preço bem menor do que se a moeda estiver em alta. Ainda, além do preço das passagens, ele ganha com a compra do dólar, afinal, poderá comprar mais da moeda norte-americana por menos valor.

A última vez que o dólar ficou abaixo dos R$ 3,00 foi no início de março deste ano. Após a queda, reergueu-se e atingiu a maior cotação em doze anos, ou seja, R$ 3,29. Ainda, a quinta-feira também foi de declínio na bolsa de valores.

A brasileira Bovespa, afetada pela queda no valor das ações da Petrobras, encerrou o dia com 54.674 pontos.

Por Andréa Corneli Ortis

Dólar


Dólar ficou instável durante o dia, oscilando entre R$ 3,18 e R$ 3,21

Após uma forte alta na quarta-feira (25), nesta quinta-feira (26) o dólar voltou a operar instável. Na véspera da quinta-feira o dólar fechou com uma alta muito elevada, de 2,42%, mas levando em consideração a semana houve uma queda de 2,82%. Porém, no comparativo de meses, março apresentou uma valorização da moeda norte-americana de 12%.

Na quinta-feira (26) o dólar começou o dia em queda e depois ficou oscilando entre os valores de R$ 3,18 e R$ 3,21. Um dos motivos para tanta oscilação foram os fluxos da moeda, tanto para a entrada quanto também a saída e teve um outro agravante que foram os rendimentos dos títulos do Tesouro Americano.
Exatamente às 16h42, o dólar recuou 0,64% sendo vendido a R$ 3,1828 e isso depois de subir 2,42% na véspera.

No início da quinta-feira, o que mais provocou a oscilação da moeda norte-americana pela parte da manhã foram as operações cambiais relevantes, mas especialistas concordaram sobre o exagero destas transações que foram muito rápidas.

E tem o fato do crescimento da economia dos Estados Unidos estar melhorando, o que tem atraído os investidores, fazendo o dólar subir não somente em relação ao real, mas também a várias outras moedas, inclusive o Euro.

Os investidores não estão sentindo segurança para investimentos a longo prazo e isso está deixando o mercado mais volátil. O resultado é este mercado imprevisível e na quinta-feira a oscilação do dólar mostrou justamente este cenário.

O Banco Central chegou a ofertar 2 mil swaps cambiais, referente à venda futura de dólar, sendo que o vencimento seria para 1º de dezembro de 2015 e também para 1º de março de 2015. E até um leilão foi feito pelo Banco Central, com vencimento para o próximo dia 1º de abril, equivalente a US$ 9,964 bilhões para até 7,4 mil contratos.

E mais uma semana vai chegando ao fim com a moeda norte-americana deixando o futuro totalmente imprevisto, pois nem os especialistas souberam dizer se para a próxima semana, o dólar poderá manter a alta ou se apresentará nova queda. Tudo vai depender do mercado mundial e principalmente do mercado norte-americano, na segunda-feira, dia 30.

Por Russel

Dólar


Dólar encerrou o dia em R$ 3,2035, com alta de 2,42%

O dólar chegou a ter 3 quedas consecutivas, mas com o fim do programa cambial, teve uma forte alta nesta quarta-feira (25/03), fechando a R$ 3,20. No período da manhã, o dólar até que chegou a oscilar um pouco, mas logo voltou à sua trajetória, encerrando o dia com forte alta.

Um dos motivos para a parada brusca na queda, foi a reação do mercado ao anúncio do Banco Central de que não vai mais renovar o programa de oferta diária de swaps cambiais, indo só até o dia 31 de março. Mas o Banco Central garantiu que vai renovar de forma integral, todos os contratos que vencerem a partir do dia 1º de maio.

Assim, o dólar fechou em R$ 3,2035 com uma alta de 2,42% frente ao real. Para a semana passada, o resultado é uma queda de 2,82%, mas se formos analisar o mês de março, teremos uma valorização do dólar em 12%.

No período da manhã, frente aos fracos resultados da economia norte-americana, o dólar oscilou e deu a entender que teria baixa pelo quarto dia consecutivo, mas ainda pela manhã esta baixa deu lugar a uma alta contínua, devido ao mercado ter os resultados dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos que devolveram as perdas.

Com o fim do programa cambial, o Banco Central deixará de injetar no mercado, cerca de US$ 2 bilhões por mês. O Banco Central já tinha informado que o estoque de swaps cambiais, que atualmente são de US$ 115 bilhões, atende perfeitamente a procura por proteção da economia no Brasil. E os agentes financeiros até que receberam bem esta notícia, o que leva a entender que a alta do dólar nesta quarta-feira foi mais pelas informações vindas dos Estados Unidos do que pelo fim do programa cambial.

Em outros países, que contam com moeda forte, o dólar recuou um pouco, assim que os investidores souberam que as encomendas de bens duráveis nos Estados Unidos, tiveram um recuo no mês de fevereiro.

Mas o fim do programa cambial significa maior pressão de alta sobre o dólar e para o restante desta semana espera-se novamente que o dólar volte a subir.

Por Russel

Dólar


Moeda norte-americana encerrou o dia cotada a R$ 3,127

 

E o dólar continua subindo e fechou em alta de 0,77% no último dia 11 de março. O dia foi de alta volatilidade com o dólar comercial variando entre R$ 3,08 a R$ 3,14 encerrando a quarta-feira valendo R$ 3,127.

Durante as variações do dólar no dia 11 de março, a mínima registrada no dia marcou uma queda de 0,67% e foi logo no início da tarde, mas quase que imediatamente voltou a subir, assim como ocorreu logo no início do dia.

E neste ano de 2015 a alta acumulada atinge a casa dos 17,64%. Só neste mês de março o dólar já sofreu uma valorização de 9,52%. Na terça-feira, dia 10, o dólar passou por uma sequência de altas como há muito não se via e depois caiu 0,82%, ficando a moeda americana cotada a R$ 3,104. Esta foi a primeira queda da moeda norte americana, frente ao real, desde o dia 27 de fevereiro.

E após esta queda de 0,82% o dia 11 foi marcado pelo sobre e desce da moeda com o dólar comercial chegando ao final do dia em alta, atingindo uma valorização de 0,77% com venda a R$ 3,128.
E a alta da moeda americana mais uma vez foi justificada pela preocupação apresentada pelos investidores em relação ao quadro político e econômico no Brasil. Um fato que repercutiu muito foi o Governo ter acertado, na noite anterior, com líderes do Congresso Nacional, a nova correção para o Imposto de Renda de Pessoa Física, o que levou a abrir mão de mais de R$ 6 bilhões.

Há um temor muito grande no mercado de que o Governo brasileiro não consiga ajustar as contas públicas e assim a economia brasileira volte a crescer como era esperado. Pesou no aumento do dólar também a preocupação com as investigações que vêm sendo realizadas quanto ao escândalo da Petrobras. A Controladoria-Geral da União já determinou que serão abertos novos processos contra 10 novas empresas e que estas poderão ser impedidas até de fecharem novos contratos.

E a previsão para esta quinta-feira (12) é de um pouco de instabilidade na moeda-americana no correr do dia, mas fechando novamente em alta.

Por Russel

Dolar em alta


Na última quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015, o dólar conseguiu duas altas seguidas. Dessa forma, a moeda americana chegou ao seu maior valor desde setembro de 2004. A moeda americana tinha começado a quinta-feira operando em queda. No entanto, a mesma conseguiu duas altas sucessivas que acabou fechando uma valorização de 0,6% com R$ 2,885 na venda. Vale ressaltar que em setembro de 2004 o dólar havia fechado o dia a R$ 2,903.

Um dos principais motivos que levaram o dólar a este aumento recorde foi justamente os dados sobre os Estados Unidos. Tais dados sugerem que a Federal Reserve, o banco central norte-americano, deverá começar a elevar a taxa de juros no meio do ano. A notícia acabou causando um grande impacto na economia mundial, como mostrou a subida do dólar.

"Na margem, eu diria que os dados mantêm o Fed em vias de elevar os juros entre junho e setembro", destacou o economista da 4Cast Pedro Tuesta, agência de notícias Reuters.

É importante ressaltar que uma possível alta dos juros nos Estados Unidos preocupa bastante os investidores. Tal ação pode atrair para os Estados Unidos vários recursos onde, atualmente, os rendimentos são maiores, um exemplo disso é o Brasil. Por isso, tal aumento pode significar influências negativas em várias economias em todo o mundo.

Já no Brasil, o Banco Central ainda manteve seu programa de intervenções no mercado de câmbio, no entanto, o mesmo conta com apenas metade da oferta neste momento. Dessa forma, foram vendidos 2.000 contratos de swap cambial tradicional, sendo 500 deles com vencimentos em 1º de dezembro deste ano e 1.500 com vencimento em 1º de fevereiro de 2016.

As operações citadas acima, bem como as demais vendas de contratados movimentaram a quantia de US$ 631,4 milhões. Caso o banco Central mantenha a estratégia dos últimos meses e não faça leilão para rolagem na ultima sessão do mês, o BC terá rolado US$ 10,085 bilhões, o que significa algo em torno de 97% do lote total.

Por Bruno Henrique

D?lar


As ações para frear a alta do dólar continuam, mesmo assim a moeda norte-americana continua em alta e subindo mais, na última sexta-feira (06), o dólar fechou com o maior valor dos últimos 10 anos.
E uma das formas de segurar a cotação do dólar foram as vendas de dólares no mercado futuro, mas isso fez com que a dívida interna, que está vinculada ao câmbio, terminasse o ano passado com maior nível de todos os tempos.

A dívida mobiliária, por exemplo, que é corrigida por moedas estrangeiras, chegou à casa dos R$ 297,21 bilhões no final de 2014. Mas apesar desta alta em valores absolutos, houve uma ligeira queda na fatia do câmbio, que caiu de 13,74% em novembro, para 13,64% no início deste ano.

A questão é que as Operações de Swap Cambial Tradicional interferem em uma parte da Dívida Pública Federal, mesmo envolvendo emissões de títulos. A Swap Cambial é relativa à venda de dólares no mercado futuro. Todavia, o Tesouro Nacional não leva em consideração as operações da Swap e por isto a dívida mobiliária ficou estável, de acordo com o Tesouro Nacional, em 0,59% entre os meses de novembro e dezembro de 2014.

O Banco Central decidiu estender até o mês de junho o programa que para a venda de dólares no mercado futuro e, com isso, a tendência é que a proporção do câmbio na dívida mobiliária interna aumente bastante nos próximos meses. O Banco Central já investiu mais de 500 milhões de dólares desde agosto de 2013, nos leilões de Swap, mas no início de 2014 este investimento foi reduzido para 200 milhões de dólares diários e agora no mês de janeiro de 2015, houve outra redução, caindo para 100 milhões de dólares.

O Tesouro Nacional tem preferência pelos títulos prefixados porque estes garantem uma melhor previsão da dívida pública, pois é possível saber com precisão quanto terá que pagar futuramente, porém, estes papéis vinculados à SELIC oferecem um risco muito maior, já que a tendência é fazer com que a dívida aumente no caso do Banco Central reajustar os juros básicos, já que a inflação está de volta e com toda força.

Por Russel

D?lar subindo


Entre segunda-feira (20/01/2014) e terça-feira (21/01/2014) o dólar subiu um por cento e ficou acima de R$ 2,35. Interessante notar que na segunda-feira (20) o dia fechou com R$ 2,33 para cada dólar; fato que trouxe imagem positiva aos investidores doleiros que querem comprar, de forma principal porque não existiu fechamento baixo entre dólar e real como o de segunda-feira (20) desde o dia 17 de dezembro de 2013.

Em anos anteriores a moeda norte-americana diminuiu de valor cambial no primeiro mês do ano para aumentar o consumo entre as pessoas que viajaram aos Estados Unidos. Porém, no ano de 2014, acontece movimento contrário no qual o dólar aumenta ao comparar com o real e outras moedas do mundo, por consequência freando o ciclo do consumo.

No final do ano passado os Estados Unidos anunciaram o programa de venda dos títulos públicos, com disposição de negociar US$ 10 bilhões no mercado. A notícia elevou a expectativa entre investidores que queriam comprar o dólar desvalorizado, visto que de forma teórica iria existir maior oferta de moeda norte-americana.

No entanto, os números não seguem a tendência de baixa em janeiro de 2014. Começaram os boatos de que no final do mês o governo norte-americano vai diminuir a oferta de compras dos papéis públicos, ou seja, anunciará a queda na disposição do dólar no mercado, fato que faz o investidor não vender ou consumir, mas guardar e esperar maior valorização. Por consequência, diminui o valor da oferta de dólares no mercado nacional, aumentando a taxa em termos cambiais no comparativo com o real.

Com os boatos de que o valor disponível no programa público dos EUA deve diminuir, os investidores ficam com receio de acontecerem problemas na oferta da moeda norte-americana no mercado mundial e retêm o dólar nas mãos, diminuindo a disponibilidade e fazendo com que aconteça desvalorização do real (R$) e de outras moedas nacionais na Bolsa de Valores em termos cambiais.

Por Renato Duarte Plantier

Dólar

Foto: Divulgação


A economia brasileira não anda nada bem. E, por causa disso, os investidores estão com receio  de apostar na bolsa de valores. Com isso, em todo o caso, o valor do dólar subiu e a Bolsa teve uma queda de mais de 2% no dia 10/01/2014. Só para termos um balanço geral de todo o processo, o fato é que o IBOVESVA terminou com uma queda de 2,48%, a 49.321 pontos. Essa foi a maior baixa desde a data de 13 de setembro do ano passado onde, na realidade, a queda foi de 2,61%. 

Essa desvalorização ocorre por conta dos entraves econômicos que o Brasil está tendo de atravessar atualmente.  Seja lá como for, o dólar é que está tendo uma melhor cotação. A moeda americana, por sua vez está tendo, de acordo com seu valor comercial, um avanço de 0,29%, a R$ 2,397. Já no que tange ao câmbio, o dólar à vista está cotado no valor de  R$ 2,395 em relação ao real.

Reginaldo Siaca, superintendente de câmbio da Advanced Corretora, afirmou que o Brasil teve o maior êxodo de dólares desde o ano de 2002.  O Banco Central, buscando melhorias, adotou um programa de intervenções que tenta, a todo custo, conter a chamada escalada da cotação.  O grande problema, no entanto, é que especialistas não conseguem enxergar uma mudança a curto prazo para o quadro da economia nacional, sobretudo porque com a eleição, carnaval e com o grande evento que é a Copa do Mundo, o crescimento econômico será bem mais que comprometido.

O governo não pode fazer nada, afinal está de recesso. Assim, com esse cenário complexo, precisamos esperar os próximos capítulos para vermos como as coisas vão acontecer daqui para frente. Aliás, mesmo com a intervenção do Banco Central no mercado por meio de vendas de contratos, a alta do dólar ainda ocorreu.

Por Juan Wihelm

Dolar subiu em 10/01

Foto: Divulgação


Nesta sexta-feira, dia 28 de dezembro de 2012, o dólar comercial fechou as cotações do ano sendo vendido por R$2,045.

A moeda norte-americana iniciou o ano com valor de R$1,869 e chegou a R$2,14 no mês de novembro.

Esta oscilação representou uma valorização acumulada de 9,43% no ano e o dólar fechou o ano com uma cotação 0,05% mais alta.

A redução no valor inicial do dólar foi possível graças a diversas medidas tomadas pelo Banco Central para manter esta moeda entre R$2,00 e R$2,10 conseguindo com isso um recuo de sua alta em 4,04%.

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta última sexta-feira – dia 30 de novembro de 2012 – o mercado financeiro se movimentou bastante, já que o dólar fechou com alta fechando a cotação a R$2,13.

Este valor foi o maior desde maio de 2009 significando um aumento de 1,6% e ocorreu principlamente depois do anúncio de que o PIB brasileiro fechou o terceiro trimestre com um crescimento menor do que o esperado.

A alta do dólar vem ocorrendo há alguns dias, sendo que no dia 23 de novembro de 2012 quando o dólar chegou a R$2,12 o Banco Central realizou um leilão de swap cambial para a venda de dólares no mercado futuro.

nesta transação o Banco Central ofereceu 62.800 contratos que vencem no dia 03 de dezembro de 2012 e conseguiu vender apenas 32.500 do total oferecido.

Assim, este fechamento em alta do dólar pode indicar um real com menos valor e a necessidade de se adotar juros mais baixos para buscar uma melhor recuperação da economia nacional.

Por Ana Camila Neves Morais


No dia 27 de fevereiro o dólar acabou fechando em queda  mesmo após ter oscilado com leves altas em comparação ao real. Ainda que o Banco Central tenha aberto mercado para compras à vista, o dólar comercial não resistiu e fechou o dia com um leve decrescimento em seu valor.

A bolsa registrou valores em queda de apenas 0,06%, apesar do bom movimento dentro do mercado internacional e nas taxas de câmbio. A moeda ficou cotada em R$ 1,7054 para venda, representando a porcentagem recém registrada. Ao longo do mês de fevereiro não foi diferente, já que o acúmulo de queda foi de quase 3%.  Valores referentes ao ano apontam quase 8% de decréscimo da moeda norte-americana.

Porém, alguns economistas acreditam que em breve, este cenário está para mudar frente a acontecimentos que vêm agilizando a movimentação do dólar no Brasil. O consultor financeiro da Previbank  afirma que existem muitas empresas que captam bastante dinheiro, alimentando ainda mais a emissão externa.

O Bradesco, por exemplo, captou um valor de US$ 1,1 bilhão através de uma emissão externa, sendo que já não é a primeira vez que a empresa está presente nestes assuntos. Ela já foi considerada uma grande esperança para que o valor do dólar volte a operar em alta.

Por Jéssica Monteiro

Fonte: G1


Quem ainda estiver pensando em viajar, é melhor começar a entrar em ação, para aproveitar a queda do dólar. A moeda americana tem a menor cotação em meses e há três dias vem caindo. Uma chance também de aproveitar a frente fria que chegou em algumas regiões do Brasil, e usar como desculpa para explorar novos horizontes fora daqui.

Em algumas casas de câmbio, o dólar turismo foi cotado a R$ 1,890, decrescendo 1,04%. Para especialistas do setor financeiro, há uma expectativa que as taxas de câmbio oscilem entre R$ 1,80 e R$ 1,85. Em 30 dias, o dólar já foi desvalorizado em 2,6%. Há uma tendência, mesmo com oscilação, de que se mantenha por essa faixa, havendo chances apenas de alta. Por isso, para os que aguardam a hora certa para viajar, ela chegou.


Poupar. Desde 2007 que uma das formas mais simples de investimento do país não obtinha uma alta tão significativa quanto este ano. O valor de R$ 6,67 bilhões atingidos em julho de 2009, só não foi maior que o R$ 9,13 bilhões investidos em dezembro de 2007, sendo que neste mês as entradas de recursos são maiores devido ao 13º salário.

Segundo o Banco Central, em dezembro é o período que a poupança registra os maiores valores desta modalidade de investimento.

Isso quer dizer que, desde 1995, exceto o mês de dezembro, que o BC não contabiliza um valor tão alto para a poupança quanto os R$ 6,67 bilhões registrados em julho 2009.


Para os fundamentalistas, as cotações diárias não tem grande relevância, uma vez que os objetivos estáo lá na frente (preço-alvo). Porém, para os analistas técnicos e grafistas, a cotação em tempo real é de suma importância para que o processo de compra e venda seja realizado de forma eficaz. 

Geralmente os sistemas de Home Broker do mercado possuem cotações instantâneas, então não há muito com o que se preocupar – você terá em sua frente sempre os preços reais e atuais daquela determinada ação. 

Uma alternativa é o acompanhamento direto pelo site da Bovespa, porém, as cotações tem atraso de 15 minutos (não aconselhável). Dependendo do cenário mundial, uma alta de 1% pode na verdade esconder uma queda de 3% em questão de 15 minutos.





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