A Petrobrás irá registrar neste ano de 2012 o seu maior nível de déficit comercial desde o ano de 1995.

Na análise da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, a variação entre suas importações e exportações era 30% maior do que em novembro do ano anterior com 9,8 bilhões de dólares.

Deste modo, houveram mais importações de petróleo, diesel e gasolina do que exportações de óleo combustível e petróleo.

Esta situação ocorre pelo aumento do consumo de combustível pelos brasileiros que deve continuar aumentando em 2013.

Para melhorar esta situação é preciso, segundo Walter de Vitto analista da Tendências Consultoria aumentar a capacidade de refino no país para diminuir as importações, pois o Brasil exporta petróleo pesado e importa o petróleo leve por não ter as tecnologias necessárias para a sua melhoria.

Diante deste panorama, não é esperada uma recuperação na capacidade de refino antes de 2015 com a abertura da refinaria de Abreu e Lima em Pernambuco.

Por Ana Camila Neves Morais


A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou dados de uma pesquisa feita com relação aos hábitos de consumo dos brasileiros.

De acordo com o estudo feito cerca de 60% dos consumidores entrevistados irão reduzir os gastos por causa do endividamento em que se encontram e da crise econômica mundial.

Esta situação se justifica pelo fato de que 41% dos participantes possuem dívidas ou algum tipo de financiamento chegando ao nível máximo de comprometimento da renda.

Por Ana Camila Neves Morais


As empresas General Electric e Renova Energia fecharam um acordo milionário neste mês de dezembro.

A transação comercial, no valor de 394 milhões de dólares, foi referente à compra de 230 turbinas eólicas do tipo 1.68-82.5.

Esta negociação integra um plano da empresa Renova Energia para o complexo do Alto Sertão II que irá criar na Bahia cerca de 15 parques eólicos com capacidade instalada de 386 megawatts.

Com o acordo firmado junto à General Electric, a Renova Energia pretende obter a energia adicional que precisa para ativar o completo de Alto Sertão II.

O contrato fechado terá duração de 10 anos e a empresa americana irá operar as turbinas eólicas diretamente de seu centro de controles sem a necessidade de vir ao Brasil.

Por Ana Camila Neves Morais


No mês de dezembro de 2012 foi divulgada uma pesquisa realizada na ESALQ (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz) da USP, em Piracicaba, que avaliou a oferta de alimentos orgânicos nas casas brasileiras.

Este estudo foi baseado na Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE entre maio de 2008 e maio de 2009 e abordou 55.970 domicílios em todo o Brasil.

Segundo a pesquisa há uma relação direta e importante entre o aumento da renda familiar e o consumo de alimentos orgânicos.

O uso de alimentos orgânicos está aumentando cada vez mais tanto para garantir uma melhoria na qualidade de vida tanto para auxiliar na preservação do meio ambiente.

O estudo mostrou um maior consumo de produtos orgânicos de origem animal, como laticínios, em detrimento de alternativas mais baratas como frutas, verduras e legumes.

Ao analisar o Valor Energético Total que avalia a presença de macronutrientes energéticos como vitaminas, fibras e carotenóides vindos dos alimentos orgânicos consumidos foi percebido um valor baixo para todas as regiões.

Enquanto isso, a energia média diária obtida por meio destes alimentos tem uma tendência crescente que se eleva à medida que a renda familiar também aumenta.

Sobre o perfil da população que consome alimentos orgânicos ela se constitui, na maioria das vezes, em pessoas acima de 60 anos, em domicílios com poucos moradores e em um aumento na disponibilidade à medida que a renda se eleva.

Diante destas questões, a pesquisa sugere a criação de ações voltadas para fortalecer a agricultura orgânica bem como para realizar mudança de hábitos alimentares na população brasileira.

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta última semana foi divulgado um levantamento da Secretaria Municipal de Planejamento Estratégico, Ciência, Inovação e Tecnologia de São José do Rio Preto no estado de São Paulo com os valores da inflação na cidade para o mês de novembro.

A pesquisa foi feita com base nos preços de 20 mil produtos tendo como base o IPC Geral (Índice de Preços ao Consumidor).

Segundo o estudo, a inflação na cidade de São José do Rio Preto está em 3,818% que é um valor 76% mais alto do que no mês de outubro e há a tendência de que este indicador econômico feche o ano com 4,3%.

Os principais responsáveis por esta alta na inflação foram os aparelhos eletrodomésticos – correspondendo a 0,286% da inflação – e os alimentos.

Por isso, analistas econômicos alertam a população a realizar uma pesquisa de preços e programar as compras, pois com a proximidade do Natal os valores dos produtos irão subir.

Por Ana Camila Neves Morais


A CNI (Confederação Nacional da Indústria) divulgou nesta quarta-feira – dia 12 de dezembro de 2012 – os resultados de uma pesquisa sobre o consumo dos brasileiros.

Este estudo foi conduzido pelo Ibope e apresentou uma realidade de redução do nível de consumo no país.

Os dados foram obtidos com 2.002 pessoas em 141 município no mês de junho de 2012 e mostrou que 60% dos participantes desejam reduzir o nível de consumo.

Esta situação se justifica por diversos fatores como a crise econômica e o alto nível de dívidas dos brasileiros com 42% das pessoas estando em um limite de comprometimento das contas mensais.

Com relação a isso, cerca de 38% daqueles que possuem dívidas estão com valores atrasados e mais da metade destes consumidores estão com um volume de dívidas maior do que no ano anterior.

Ao considerar as empresas para as quais os brasileiros possuem parcelamentos ou empréstimos, a maioria (41%) são de bancos, 31% para lojas comerciais e 29% para cartões de crédito.

Outra questão interessante mostrada pela pesquisa da CNI é a pretensão de 63% dos entrevistados comprar um bem durável e que se ganhasse mais iriam aumentar seu nível de consumo.

Por Ana Camila Neves Morais


A consultoria IDC divulgou resultado de pesquisa nesta sexta-feira – dia 30 de novembro de 2012 – que mostra a diminuição nas vendas de computadores no Brasil.

Segundo o estudo, os 4,05 milhões de computadores vendidos representam uma queda de 0,3% no terceiro trimestre de 2012 que ao ser comparado com o período anterior passa a ter o valor de 7,9% a menos.

Conforme a IDC, no terceiro trimestre, cerca de 61% dos aparelhos vendidos foram notebooks com um consumo doméstico destes aparelhos em 65% dos casos.

Esta redução no comércio de computadores já era prevista, pois desde o início de 2012 este mercado estava bem abaixo do esperado.

Ainda conforme a avaliação divulgada,é esperado que ocorra um crescimento nas vendas deste setor de 2% contrastando em muito com os 15% esperados no início de 2012.

Por Ana Camila Neves Morais


A crise econômica atinge o mundo todo e, em especial os países europeus que sofrem com pouco crescimento da economia e um sério estado de recessão.

Nesta sexta-feira – dia 30 de novembro de 2012 – o Insee (Instituto de Estatística da França) apresentou mais um dado decorrente da crise já que os gastos na França com consumo diminuíram em 0,2% no mês de outubro indo de encontro ás expectativas dos analistas do mercado financeiro.

De forma mais específica, houve uma redução de 0,5% nos gastos com energia e diminuição de 0,6% em gastos com fumo e alimentos por parte dos franceses.

Esta diminuição no consumo reflete o momento complicado que o país enfrenta fazendo o aumento dos impostos locais em uma busca para aumentar as receitas e melhorar a economia da França.

Por Ana Camila Neves Morais


O mercado energético do Brasil foi movimentado neste mês de novembro com a notícia de que a Eletrobrás poderá ter um prejuízo em suas receitas de até 9,6 bilhões de reais por ano se renovar de forma antecipada as suas concessões elétricas que estão valendo até os anos de 2015 a 2017.

Esta informação foi divulgada pela própria estatal energética a qual apresentou ainda, em seu último demonstrativo de resultados, um valor de R$32,8 bilhões que correspondem a R$14,3 bilhões para geração de energia elétrica e 18,5 bilhões de residual contábil para ativos em transmissão de energia.

Esta situação de uma possível renovação antecipada de suas concessões foi proposta pelo governo federal o qual irá oferecer à companhia R$14 bilhões como indenização, mas até o momento a Eletrobrás não decidiu a questão movimentando, ainda mais, as especulações no mercado financeiro.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


O Ibope divulgou mais uma pesquisa com relação ao mercado brasileiro e a notícia do momento está relacionada com produtos de beleza os quais irão corresponder a aproximadamente R$36,24 bilhões de reais gastos pelos brasileiros até o final do ano de 2012.

Este valor, segundo a ferramenta Pyxis Consumo utilizada pelo Ibope para realizar este estudo, representa um aumento de 15% nas vendas deste setor com relação ao ano de 2011.

Os produtos de beleza mais comprados foram os seguintes: creme hidratante, perfume, desodorante, filtro solar, colônia, tinta para o cabelo, maquiagem e esmalte.

Outro dado desta pesquisa foi a divisão deste consumo pelas regiões do Brasil e o resultado obtido demonstrou que o gasto com produtos de beleza está concentrado em 50% na Região Sudeste, 18% na região Nordeste, de 16% na região Sul e 16% nas regiões Norte e Centro-Oeste.

Com relação às classes que mais compraram produtos de beleza neste ano de 2012 a Classe B corresponde a 41,52% deste consumo (R$ 15,05 bilhões) enquanto a Classe C comprou cerca de 42,6% (R$15,43 bilhões) deste tipo de mercadoria.

Um outro dado interessante desta avaliação revela que, apesar da região Sudeste possuir a maior quantidade de consumo global em produtos de beleza ao se considerar os gastos por habitante a Região Sul possui um valor de R$252,83, a região Centro-Oeste tem um gasto de R$245,86 e a região Sudeste apresenta um valor de R$239,45 por pessoa.

Por Ana Camila Neves Morais


O incentivo às compras tem vários momentos todos os anos, sobretudo se relacionado às principais datas comemorativas, entre elas Natal, Páscoa, Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia dos Pais e Dia das Crianças. O consumidor brasileiro geralmente quer conferir a parentes e amigos mimos e presentes que satisfaçam o presenteado.

Outro evento neste ano fez a população tupiniquim, bem como a mundial, gastar mais um pouquinho: Copa do Mundo. A inadimplência, consequentemente, conseguiu se armar e registrou alta de 11,5% em agosto ante o mês igual de 2009. De acordo com a Serasa Experian, essa é a maior elevação diagnosticada a esses 31 dias desde 2005.

Para a empresa, com o advento da Copa na África no Sul o brasileiro aproveitou para adquirir produtos de valores mais elevados que, somados a outras dívidas já contraídas, teve dificuldades em honrar seus compromissos.

Em confronto a julho deste ano a inadimplência registrou ascensão de 1,8% e outros 0,2% se considerado o acumulado anual ante o período similar de 2009.

Apesar dessa constatação, indicam economistas da Serasa por meio da agência de notícias Reuters, o reaquecimento econômico no terceiro trimestre deste ano, a ininterrupção da criação de empregos e o aumento da massa salarial contribuirão para a diminuição da inadimplência.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), atual e diretamente presente na vida da população em virtude do Censo 2010, também atribui dados aos antenados à economia para salientar o bom crescimento do Brasil, ou melhor, como o país se comporta mês a mês, mesmo que existam baixas.

O consumo dos lares brasileiros no segundo trimestre deste ano em 6,7% em comparação ao período igual do ano passado ficou abaixo dos primeiros três meses de 2010 ante a ocasião similar do ano passado, quando o IBGE registrou alta de 9,3%. Segundo Rebeca Palis, gerente de Contas Nacionais do órgão, a fraca base de comparação devido à crise financeira mundial e a retirada dos incentivos fiscais foram os dois pontos que contribuíram para o resultado diagnosticado.

Apesar de na comparação trimestral baixa ter sido calculada, segundo o portal de notícias G1, Rebeca avalia que o país continua a observar crescimento no consumo das famílias, principalmente porque a massa salarial real no segundo trimestre de 2010 em relação ao mesmo período de 2009 apresentou alta de 7,3%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Nesta segunda-feira, 23 de agosto, o Banco Central informou que os brasileiros tiveram um gasto de US$ 8,58 bilhões em despesas com viagens para fora do país, e com compras em sites estrangeiros, no período de janeiro a julho deste ano, o que representa um valor recorde da série do Banco Central para o período.

Com relação ao valor registrado em 2009, que foi de US$ 5,49 bilhões, os gastos dos brasileiros no exterior aumentaram em quase 60% de janeiro a julho deste ano. Já com relação às despesas de turistas estrangeiros que vieram para o Brasil, os sete primeiros meses de 2010 somaram um valor de US$ 3,37 bilhões, o que em 2009 somou um valor total de US$ 3,01 bilhões.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Band, O Globo


Para um país ser considerado emergente ou desenvolvido, uma série de fatores é levado em consideração, tais como o potencial econômico, os índices de desigualdade e outras questões que os brasileiros ultimamente ouvem da boca dos candidatos à presidência da República: infraestrutura, educação, saúde e sistema de transportes.

Os últimos meses de 2009 marcaram uma nova tendência para o Brasil, remetendo o discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando este afirmou ser a crise financeira mundial somente uma "marolinha". A nação tupiniquim, uma das últimas a fazer parte desse contexto econômico e uma das primeiras a sair, conquistou tal feito por meio de inúmeras medidas adotadas pelo governo e toda sua equipe.

Benefícios fiscais, certamente parte dos brasileiros não sabe do que se trata na teoria, mas na prática sabem sim. A exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a veículos automotores, linha branca (geladeira, fogões e máquinas de lavar) e materiais de construção possibilitou o alcance de inúmeros bens, portanto, confirmando tais estímulos.

Por essas e outras características, a intenção de consumo da população do país cresceu mais uma vez, pela quarta oportunidade seguida. Segundo a Confederação Nacional do Comércio (CNC) em reportagem expedida pelo portal de notícias G1, o Índice medidor de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) saltou de 133,6 pontos para 134,4 pontos entre julho e agosto, representando consequentemente, acrescimento de 0,7%.

Os lares mais endinheirados, segundo a entidade, foram os principais responsáveis por essa elevação, que tiveram em seu favor a melhoria na renda per capita e uma maior satisfação para com o mercado de trabalho.

Contudo, nem tudo é positivo. A CNC revelou que a intenção de compras a prazo cedeu um pouco, de 145,9 pontos para 144,1 pontos do mês de julho para agosto – representando recuo aproximado de 1,2%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


De acordo com a consultoria e-bit, os consumidores da classe C estão cada vez mais aumentando sua participação no setor de compras via internet. Isto é um reflexo do melhor poder aquisitivo e disponibilidade de crédito.

Os dados revelam que a maioria dos novos consumidores virtuais apresentam uma renda familiar de até três mil reais. De acordo com a e-bit, no primeiro semestre deste ano o número de pessoas que já fizeram pelo menos uma compra via internet chegou a vinte milhões e os consumidores da classe C já fazem parte de trinta por cento deste total.

Segundo Alexandre Umberti, diretor do e-bit, os clientes da classe C tem uma média de dois acessos à internet por ano com objetivo de aquisição de produtos. No entanto, os pedidos geralmente possuem valor alto e ocorrem após grande pesquisa de preços.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Folha de São Paulo, W2 Websites


De acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), o setor de vendas por profissionais autônomos vem crescendo nos últimos tempos.

Segundo a ABEVD, no primeiro semestre deste ano foi registrado um valor de R$11,8 bilhões em movimentações no negócio, o que indica um crescimento de 21,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Desconsiderando a inflação, tem-se um valor real de 16,4% de aumento no volume de vendas do setor. Além disto, também houve elevação no número de revendedores cadastrados, com um valor 16,7% maior nos primeiros seis meses de 2010 em relação ao primeiro semestre de 2009.

A maior parte do setor de vendas diretas é formada por produtos de cuidados pessoais, que representa 88% do segmento. A ABEVD possui atualmente 46 associados, onde estão inclusos empresas de vendas diretas, fornecedores e consultores.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Folha de São Paulo, Band


De acordo com dados informados nesta sexta-feira, 16 de julho de 2010, pela Fundação Getúlio Vargas, o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) apresentou uma acentuação da sua deflação na segunda medida do mês de julho deste ano. Isto aconteceu especialmente em função da diminuição dos preços dos produtos do segmento de alimentos, com destaques para o tomate, a batata-inglesa, a cebola, o açúcar refinado e o leite longa vida.

A primeira prévia de julho apresentou uma queda de 0,08%, e já na segunda a taxa passou para 0,13%. Além do setor de alimentos, os setores de vestuário e transporte também apresentaram retração nos preços. Em contrapartida, foram registrados aumentos nos preços dos segmentos de saúde e cuidados pessoais, educação, leitura e recreação e despesas diversas.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Abril, O Globo


O crescimento do Brasil foi puxado, parcialmente, pela casta social mais baixa, principalmente a classe C, que segundo Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do país, foi a responsável por sustentar o ambiente econômico da nação durante a crise financeira global.

O crescimento tem-se tornado viável devido à melhor distribuição de renda e acesso da população a novos empregos em todas as regiões do país. A Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio) acredita que de 2010 a 2013, as classes C a E deverão se desenvolver em um ritmo muito maior em relação às classes A e B.

De acordo com o portal Mercado UOL, a expansão do primeiro caso ocorrerá na casa de 7% e 8%, enquanto aos mais ricos, com rendas superiores a R$ 5,1 mil (ou dez salários mínimos), apresentarão elevação de 4%.

Fabio Pina, economista da Fecomercio, pondera que o consumo de arroz e feijão, por exemplo, não deverá ilustrar mudanças no consumo do brasileiro pertencente às classes com ganhos de até R$ 5,1 mil, mas poderá ser sentido, como já o é, em gastos habitacionais a partir do acesso a créditos facilitados.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Em todas as redes de comunicação e aqui mesmo, neste espaço, a crise financeira mundial é fortemente mencionada, seja pelas perdas registradas por pequenas e grandes empresas, seja pela superação de muitos países no já denominado pós-crise. Entretanto, durante esse período de grande apreensão, não houve somente prejuízos.

Os consumidores brasileiros, independente se por hábito ou para esquecerem problemas, passaram a bebericar uma das bebidas mais preferidas dos adultos: a cerveja. Registros apontam, segundo a Agência Estado, que o mercado cervejeiro cresceu mais de 5% em 2009 e ultrapassou, acreditem, a Alemanha, conforme ranking mundial do setor.

Novamente, o consumo da Classe C é uma das justificativas apontadas por especialistas. Não somente isso, mas o marketing registrado e visualizado nas embalagens e a comercialização de unidades com 1 litro e 260 mililitros impulsionaram as vendas.

O faturamento das empresas, com essa ascensão, apresentou aumento de 11% somente entre janeiro e novembro de 2009 em relação ao mesmo período de 2008. Isto porque, o acréscimo médio do valor por litro chegou ao percentual de 7,3%.

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Por Luiz Felipe T. Erdei





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