Em setembro houve uma queda de 2,4% na intenção de consumo das famílias brasileiras. Além disso, 55,8% das famílias estão consumindo bem menos do que em 2014.

Um levantamento feito pela CNC – Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo – apontou que a intenção de consumo das famílias brasileiras continua em baixa, apresentando uma queda de 2,4% neste mês de setembro.

A comparação foi realizada em relação ao mês de agosto e se compararmos com o mesmo período de 2014, teremos uma queda de 34,5%.

O resultado é alarmante e deixa claro como é grave a situação que o país atravessa. As famílias estão cortando todos os gastos possíveis e já começaram até a reduzir as idas aos supermercados para conseguirem uma redução nos gastos familiares.

Este resultado apresentado pela CNC é preocupante também porque esta é a 8ª queda seguida e chegou ao menor patamar desde 2010 quando os dados começaram a ser coletados.

Vale destacar a redução na perspectiva de consumo que apresentou uma queda de 5,5% deixando claro para o comércio de um modo geral que nem adianta sonhar com vendas melhores no fim de ano que é o melhor período para vendas, porque as famílias estão mesmo dispostas a gastarem bem menos do que de costume.

Em agosto houve uma desaceleração da inflação, mas nem isso convenceu as famílias que a hora era propícia para voltarem às compras.

A pesquisa apontou que 55,8% das famílias estão consumindo bem menos do que em 2014 e se a crise não melhorar, a redução no consumo continuará pelos próximos meses até o final do ano.

Uma das principais causas para a redução no consumo é o custo de crédito que continua elevado, além do endividamento crescente das famílias e o alto preço dos produtos que veem aumentando muito nos últimos meses e apesar da inflação ser menor, ela continua existindo e fazendo com que as famílias sejam obrigadas a gastarem menos do que gostariam.

Há vários fatores que estão contribuindo para a queda na intenção de consumo das famílias. Até a alta do dólar é um dos motivos, pois os produtos importados custam mais caro e os produtos brasileiros preferem vender sua produção para o exterior para receberem em dólar do que vender no mercado interno e receber em real. Com isto, a oferta interna de produtos cai e consequentemente o preço fica elevado.

Por Russel

Compras


A busca por combustíveis alternativos como o etanol nos Estados Unidos está fazendo com que os seus produtores busquem outros mercados para garantir o faturamento de suas produções.

Para isso eles estão tentando vender o produto para outros países bem como estão fazendo produtos variados com o milho como alimentos e insumos para a indústria.

Esta situação se deve ao fato de que o E85 (com 85% de etanol e 15% de gasolina) não caiu no gosto dos motoristas norte-americanos ficando, assim, em um preço mais elevado.

Por isso, é esperado que o uso do etanol enquanto combustível tenha um crescimento de menos de 1% em 2012 fazendo os agricultores do milho se voltarem novamente para o seu setor de origem: a alimentação.

Por Ana Camila Neves Morais


Após o anúncio feito nesta semana pelo ministro Guido Mantega de que os bancos públicos – Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal – teriam mais recursos em 2013 para a concessão de crédito, a União divulgou nesta sexta-feira – dia 28 de dezembro de 2012 – que a CEF terá mais R$12,4 bilhões em seu capital para o próximo ano.

Para a liberação deste recurso, o governo federal irá liberar para a instituição bancária 7 bilhões de reais por meio de empréstimo e 5,4 bilhões de reais por meio de ações da Petrobrás pertencentes ao Tesouro Nacional.

Com este recurso, a Caixa Econômica Federal poderá aumentar a liberação de crédito aos consumidores brasileiros para buscar um maior crescimento econômico no Brasil em 2013.

Por Ana Camila Neves Morais


Os consumidores dos Estados Unidos estão preocupados com a crise financeira do país e a iminência de um possível abismo fiscal.

Por isso, estão menos confiantes causando, assim, uma queda nos movimentos de vendas de produtos para o Natal.

Toda esta preocupação dos norte-americanos tem fundamento em virtude dos impasses entre republicanos e o presidente Barack Obama na definição das medidas a serem utilizadas para evitar esta situação.

Com isso, os consumidores estão comprando menos e poupando para enfrentar possíveis tempos difíceis em 2013 com aumento dos impostos e no preço dos produtos em geral.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou dados de uma pesquisa feita com relação aos hábitos de consumo dos brasileiros.

De acordo com o estudo feito cerca de 60% dos consumidores entrevistados irão reduzir os gastos por causa do endividamento em que se encontram e da crise econômica mundial.

Esta situação se justifica pelo fato de que 41% dos participantes possuem dívidas ou algum tipo de financiamento chegando ao nível máximo de comprometimento da renda.

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta quarta-feira, dia 12 de dezembro de 2012, a Câmara dos Deputados votou a Medida Provisória 579 referente à redução da tarifa na conta de luz e prorrogação antecipada nas concessões relacionadas ao setor elétrico.

O relatório apresentado sobre a MP e que foi aprovado pela comissão mista não permite novo prazo para as concessionárias de energia elétrica decidirem sobre a sua adesão ao plano do governo, já que o anterior foi encerrado no dia 04 de dezembro de 2012.

Assim, empresas como Cemig, Copel e Cesp que não decidiram sobre a concordância com as novas normas não poderão mudar de opinião.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


O nível de inadimplência das empresas aumentou 0,2% em fevereiro, segundo dados da Serasa Experian apresentados na quarta-feira (18/04). Com a alta, o indicador atingiu o nível de 103,3 pontos. Os especialistas da empresa acreditam que, como o patamar ainda está acima dos 100 pontos, a inadimplência deve continuar crescendo até fechar os primeiros seis meses do ano.

Os fatores que deverão impulsionar esse resultado negativo são a crise internacional, o custo financeiro elevado das empresas, a alta inadimplência dos consumidores e a reativação lenta do processo econômico brasileiro. Além disso, as quedas na taxa Selic devem contribuir para manter o nível de inadimplência elevado.

Já o oposto foi registrado no levantamento feito sobre o nível de inadimplência do consumidor. O indicador sofreu retração de 1,3% no mesmo período analisado, sendo esta a oitava redução consecutiva. O patamar do índice ficou em 95,8 pontos, o que significa que o nível de inadimplência relativa aos consumidores deve continuar diminuindo, mas terá um ritmo maior a partir de agora.

Os fatores que impulsionaram o resultado foram o aumento do salário mínimo, a retração da inflação, o nível baixo de desemprego, a redução contínua das taxas de juros e a alta mais moderado do endividamento do consumidor.

Por Matheus Camargo

Fonte: Serasa Experian


O crescimento da economia brasileira é pautado a partir de vários pontos específicos, porém intrínsecos entre si. A criação de empregos nos últimos oito anos, segundo Luiz Inácio Lula da Silva, possibilitou aumento da renda do trabalhador, algo estritamente ligado (como já pincelado) no acesso ao crédito. Cada um possibilitou, por exemplo, que a classe C, ou a nova classe média, começasse a adquirir inúmeros bens antes quase impossíveis, como é o caso de moradias.

Pesquisa divulgada pela Serasa Experian em 1º de novembro prevê que o mercado de crédito deve crescer ainda mais na esfera de crédito imobiliário devido ao incremento na concessão de crédito aos consumidores e às empresas. O Indicador de Perspectiva do Crédito às Empresas aumentou 0,2% entre agosto e setembro, para 103,1 pontos, e o Indicador de Perspectiva do Crédito ao Consumidor arrefeceu 1,8% na mesma base comparativa, para 100,5 pontos.

Matéria regida pelo portal R7 sopesa que os percentuais assinalam que as operações de créditos às empresas brasileiras acelerarão nos próximos meses, sentido parecido nos empréstimos às pessoas físicas, que continuará, sim, a crescer, mas num nível bem menor.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Num ambiente sadio em alguns pontos, é verdade, os brasileiros têm procurado se valer do bom posicionamento da economia brasileira. Os últimos dados referentes a empregos, crédito e renda continuam a refletir, singularmente, o índice de confiança, que em outubro chegou a 121,8 pontos, já com ajuste sazonal.

Para Aloísio Campelo, economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV), mesmo com o ameno incremento de 0,1%, a confiança do consumidor voltou a atingir recorde, o quarto consecutivo dentro do oitavo mês seguido de crescimento. Segundo ele, matematicamente constata-se avanço, porém entre outubro e o mês passado, estabilidade.

Em matéria veiculada pela agência de notícias Reuters Campelo avalia que o consumidor está confiante com base em alguns fatores significativos, entre os quais a evolução do mercado de trabalho, a oferta mais ampla de crédito, os juros e a inflação.

O elemento da situação atual, porém, decresceu 0,1% em outubro, para 140,7 pontos, ao mesmo tempo em que o componente de expectativas abarcou acréscimo de 0,2%, para 111,8 pontos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os brasileiros têm a seu dispor momento econômico altamente viável para investimentos e compras, tanto que a Pesquisa Trimestral de Intenção de Compra no Varejo, do Programa de Administração do Varejo (Provar), assinalou que 76,2% das pessoas indagadas no levantamento almejam adquirir ao menos uma mercadoria no último trimestre, período antecedente ao Natal e demais festas de final de ano.

O índice representa alta de 0,6% em comparação ao terceiro trimestre deste ano, porém, arrefecimento de 0,8% ante os últimos três meses de 2009, ocasião em que 77% dos consultados se mostraram propensos em comprar produtos. Para Claudio Felisoni, coordenador-geral do Provar, o baque é leve, mas tem-se de levar em consideração a alta base comparativa do ano passado.

São dez os grupos de bens analisados pelo Provar, segundo o portal de Economia UOL, entre eles eletroeletrônicos, linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar), automóveis e motos, material de construção, informática e telefonia e celulares. Os itens compreendidos em Cine e Foto são os destaques, pois 14,2% dos cidadãos entrevistados almejam adquirir pelo menos uma mercadoria da categoria.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O consumidor brasileiro está propenso, atualmente, em contrair novas dívidas, tendência observada ao longo deste ano. Para Guido Mantega, ministro da Fazenda, a população tem a possibilidade de se endividar ainda mais, não que deseje isso, mas porque existe possibilidade de, por exemplo, contração de imóveis, tipo de investimento que rende mais do que a própria poupança.

Leia mais: Economia Brasileira está propícia para Consumidores contraírem novas Dívidas

Dados divulgados pela Serasa Experian indicaram que no mês passado a inadimplência do consumidor avançou 1,6% em comparação a agosto. O índice, ressalta a entidade, é o maior para setembro desde 2000, quando o indicador começou a ser diagnosticado. Além desse fator, esta foi a quinta marca seguida de crescimento mensal.

Para a Serasa o movimento reflete o endividamento da população por meio de compras parceladas em datas festivas e em feriados estendidos. Um porém, singularmente, poderá acontecer: manutenção de alta nos próximos meses. Apesar disso, a entidade sopesa que o aumento do emprego com carteira de trabalho assinada e a elevação da renda têm contribuído para evitar um crescimento ainda mais acelerado.

A comparação anual, de acordo com o portal de Economia Terra, também não é das mais felizes, uma vez que o índice saltou 15,3%, o maior resultado desde março de 2009, período em que o colapso financeiro global já afetava as atividades pelo país.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um dos destinos mais vislumbrados pelos brasileiros, Buenos Aires é tido como um local bem atrativo e simpático. O tango, dança amplamente fomentada na Argentina, atrai atenção especial devido à sensualidade e precisão dos passos, tanto que é representada, por exemplo, por meio de competições de danças promovidas em canais de televisão do Brasil.

No mês passado, segundo dados divulgados pela Global Blue, uma das companhias locais responsáveis por operar o sistema de restituição do Imposto sobre Valor Agregado (IVA), as compras de turistas brasileiros, em Buenos Aires, aumentaram 214% em comparação a setembro de 2009.

A alta foi tão considerável, de acordo com o portal de Economia UOL, que uruguaios, chilenos, norte-americanos, venezuelanos e espanhóis não conseguiram chegar a índices semelhantes. Por outro lado, uma estatística nada positiva acompanhou o crescimento de compras feitas pelos brasileiros: foco de quadrilhas especializadas em furtar mochilas, bolsas e carteiras na capital argentina.

Em setembro, por exemplo, mais de 2,1 mil brasileiros buscaram o documento Autorização de Retorno ao Brasil (ARB), fornecido excepcionalmente pelo consulado quando são reportados casos de roubo ou perda de documentos. No período igual do ano passado, foram menos de 1,4 mil autorizações.

Por Luiz Felipe T. Erdei


As características atuais da economia brasileira têm incidido positivamente sobre os consumidores tupiniquins. Inúmeros são os segmentos que parecem aproveitar o poder de compra do consumidor em alta e a geração de empregos neste ano. Entretanto, dados antes positivos estão começando a cair.

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), que em setembro bateu na casa de 161,1 pontos, caiu para 154,5 pontos em outubro, decréscimo de 4,1%. De acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), o arrefecimento pode marcar ajuste técnico, pois o indicador se manteve em patamares elevados nos meses anteriores (acima de 155 pontos).

O medidor, compreendido numa escala entre zero e 200 pontos, assinalou alta de 0,2% em comparação a outubro do ano passado de acordo com o portal de notícias G1. O Índice de Condições Econômicas Atuais (ICEA), um dos itens integrantes do ICC, caiu dos 161,9 pontos do mês passado para 153,9 pontos em outubro, baque de 4,9%.

Os consumidores com remuneração mensal superior a 10 salários mínimos (R$ 5,1 mil) foram os maiores responsáveis pelo resultado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma das maiores reclamações da população brasileira é a elevada taxa de juros em vários setores. Mesmo com tal insatisfação, a alíquota média para a pessoa física caiu em setembro, abrangendo 6,74% ao mês. De acordo com a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), esta é a quarta queda seguida, com o menor nível já constatado desde 1995.

Mesmo com os incrementos da Selic, entre agosto e setembro a taxa de juro média à pessoa física arrefeceu 0,01% (ou 0,25% ao ano). Segundo o portal de Economia Terra, em relação à pessoa jurídica a diminuição foi de 0,04% no mesmo período comparativo (ou 0,72% ao ano).

Para Miguel Ribeiro de Oliveira, responsável pela pesquisa e conselheiro da Anefac, a contração nos juros deve-se ao bom cenário enfrentado pela economia brasileira, à queda do número de inadimplentes e à normalização do mercado externo e do crédito global depois do colapso mundial nas nações europeias.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O cenário econômico brasileiro é considerado por muitos, inclusive pela equipe do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, como um dos melhores do mundo. Com base em informações do Produto Interno Bruto (PIB), do número de vagas formais criadas ao longo de 2010 e também do maior poder aquisitivo da população, cada discurso visa elucidar à população o quanto ela pode se manter otimista.

Guido Mantega, ministro da Fazenda, consentiu nas últimas horas que existe vazão para as famílias tupiniquins se endividarem, pois os consumidores estão entre aqueles com os menores índices de endividamento em todo o mundo. Apesar dessas palavras, afirmou que não aguarda, sinceramente, aumento na contração de dívidas, mas que essa condição ilustra existir potencial para incremento, com segurança e responsabilidade.

Para afastar qualquer ideia pessimista, de acordo com o portal de notícias G1 Mantega asseverou não endossar ampliação do endividamento, mas que as famílias do Brasil têm em seu favor espaço suficiente para, por exemplo, endividar-se ao adquirir um imóvel. Mesmo assim, não crê na formação de bolha imobiliária no país, diferentemente do ocorrido nos Estados Unidos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Costumeiramente, este espaço a vós dirigido ressalta inúmeros pontos para relacionar o atual ambiente econômico brasileiro, tais como maior poder de compra da população, acesso ao crédito menos restrito e demanda interna em crescente avanço a partir de inúmeros setores. Certamente, cada qual possui seu grau de responsabilidade, mas todos, de alguma maneira, acabam por influenciar o otimismo das pessoas.

Levantamento realizado em conjunto entre a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e o Ipsos revelou que a confiança do consumidor caiu serenamente no mês passado, para 153 pontos, abaixo em dois pontos do cálculo realizado em agosto, porém bem acima dos 135 pontos vistos em setembro de 2009.

Para Alencar Burti, presidente da ACSP, o comércio está satisfeito com o resultado, ilustrando, mais uma vez, que o nível de confiança dos brasileiros cresceu saudavelmente em comparação a 2009, algo que continuará, acredita, em 2010. Segundo ele, o Natal deverá ser um dos melhores da atual década.

A população do Centro Oeste e do Norte, de acordo com o Estadão, são as mais otimistas, com 181 pontos numa escala entre zero e 200. A classe C, representante de 50,5% da população do ano passado, atingiu 164 em setembro, mesmo resultado percebido em agosto.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os preços aos consumidores brasileiros crescem dum lado, mas cedem d’outro. Neste inicio de semana, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) divulgou aumento na inflação em São Paulo, inclusive além do aguardado para setembro, principalmente em virtude das pressões sobre os preços de vestuário e alimento.

A alta de 0,53% em comparação aos 0,15% do mês de agosto, dentro do Índice de Preços ao Consumidor (IPC), ficou superior aos 0,45% estimado pelos analistas consultados pela agência de notícias Reuters. As despesas do conjunto de Alimentação avançaram 1,57% no mês passado ante baque de 0,15% em agosto. Em contrapartida, o grupo de Vestuário ascendeu 0,54% depois da alta de 0,24% conjeturada anteriormente.

Os preços praticados na Habitação também cresceram, dos atuais 0,34% ante 0,27% do mês antepassado. Os custos de Despesas Pessoais avançaram, dos novos 0,19% em setembro sobre os 0,08% de agosto.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Em ambiente correspondente aos demais emergentes, o Brasil tem abiscoitado números positivos em várias áreas, sobretudo na econômica, que atualmente, embora a um já aguardado desaquecimento, deverá se manter suficientemente bem até o final do ano devido às atividades festivas, ao maior acesso ao crédito pela pessoa física e em virtude do aumento do número de empregos.

Os consumidores parecem continuar confiantes, tal como ilustra a Fundação Getúlio Vargas (FGV) por meio de seu estudo sobre a confiança. Em setembro, de acordo com a entidade, o índice avançou 0,7% em comparação a agosto, atingindo 121,7 pontos já com ajuste sazonal.

De acordo com a agência de notícias Reuters o componente de circunstância atual obteve crescimento de 3,5%, contabilizando o mais amplo registro da série histórica, para 140,8 pontos neste mês. Por outro lado, o de expectativas arrefeceu 1,1%, para 111,6 pontos.

Para a FGV em conformidade ao Índice de Confiança do Consumidor, o indicador de satisfação em relação à conjuntura da economia foi o que melhor cooperou para o progresso do índice, com elevação de 6,5% em setembro.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O incentivo às compras tem vários momentos todos os anos, sobretudo se relacionado às principais datas comemorativas, entre elas Natal, Páscoa, Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia dos Pais e Dia das Crianças. O consumidor brasileiro geralmente quer conferir a parentes e amigos mimos e presentes que satisfaçam o presenteado.

Outro evento neste ano fez a população tupiniquim, bem como a mundial, gastar mais um pouquinho: Copa do Mundo. A inadimplência, consequentemente, conseguiu se armar e registrou alta de 11,5% em agosto ante o mês igual de 2009. De acordo com a Serasa Experian, essa é a maior elevação diagnosticada a esses 31 dias desde 2005.

Para a empresa, com o advento da Copa na África no Sul o brasileiro aproveitou para adquirir produtos de valores mais elevados que, somados a outras dívidas já contraídas, teve dificuldades em honrar seus compromissos.

Em confronto a julho deste ano a inadimplência registrou ascensão de 1,8% e outros 0,2% se considerado o acumulado anual ante o período similar de 2009.

Apesar dessa constatação, indicam economistas da Serasa por meio da agência de notícias Reuters, o reaquecimento econômico no terceiro trimestre deste ano, a ininterrupção da criação de empregos e o aumento da massa salarial contribuirão para a diminuição da inadimplência.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O otimismo dos brasileiros, tanto do consumidor como dos empresários, é veementemente ressaltado pela imprensa brasileira e, em especial, por agentes especialistas. A Associação Comercial de São Paulo (ACSP), responsável por medir a confiança do consumidor brasileiro, contabilizou valor recorde de 155 pontos no mês passado, marca superior ao registrado em abril e maio passados, quando 150 pontos foram diagnosticados.

A ACSP abaliza, ainda, que o resultado está situado 27 pontos acima do notabilizado no mês similar do ano passado, quando a entidade conjeturou 144 pontos. Alencar Burti, presidente da Associação Comercial, pondera que o saldo aponta a boa comercialização exercida pelo comércio nos quatro últimos meses.

O maior otimismo observado, segundo o portal de notícias G1, ocorreu no Centro-Oeste e Norte do país, locais em que a marca atingiu a pontuação máxima de 200 pontos. A região Sul do país, por sua vez, aparece em seguida com 163, enquanto o Sudeste figura com 159 pontos.

Dividido por classes, o levantamento ilustra que o otimismo da classe média saltou de 151 para 164 pontos entre julho e agosto, situação na qual essa esfera passa a ser apresentada como a mais confiante.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), atual e diretamente presente na vida da população em virtude do Censo 2010, também atribui dados aos antenados à economia para salientar o bom crescimento do Brasil, ou melhor, como o país se comporta mês a mês, mesmo que existam baixas.

O consumo dos lares brasileiros no segundo trimestre deste ano em 6,7% em comparação ao período igual do ano passado ficou abaixo dos primeiros três meses de 2010 ante a ocasião similar do ano passado, quando o IBGE registrou alta de 9,3%. Segundo Rebeca Palis, gerente de Contas Nacionais do órgão, a fraca base de comparação devido à crise financeira mundial e a retirada dos incentivos fiscais foram os dois pontos que contribuíram para o resultado diagnosticado.

Apesar de na comparação trimestral baixa ter sido calculada, segundo o portal de notícias G1, Rebeca avalia que o país continua a observar crescimento no consumo das famílias, principalmente porque a massa salarial real no segundo trimestre de 2010 em relação ao mesmo período de 2009 apresentou alta de 7,3%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Após o Brasil superar a crise financeira mundial, governo e empresas conseguiram se restabelecer em muitos quesitos, tanto que os consumidores, por exemplo, começaram a adquirir produtos de vários segmentos, desde os ofertados com valores baixos até outros mais custosos, como é o caso de veículos automotores, linha branca, eletroeletrônicos e residências novas. O final de 2009 foi marcado por grande avanço, estendido ao primeiro trimestre de 2010 quando o Produto Interno Bruto (PIB) saltou 9% em comparação ao período de janeiro e março do ano passado.

As medidas de estímulos, entre elas a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) finalizada em março último a segmentos de grande relevância, contribuíram para o desaquecimento da atividade. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), relacionado a tais informações anteriormente versadas, constatou percentual de 55% das famílias do país com dívidas. De acordo com a entidade, 37,8% dos lares não têm como quitá-las, enquanto 36,7% deverão optar pelo parcelamento. Outros 22,8% pretendem pagar dívidas de maneira integral.

Embora os valores possam assustar, Márcio Pochman, presidente do Ipea, avalia que de um modo geral o endividamento da nação brasileira é muito baixa, mesmo existindo um grupo com certa dificuldade em abrandar suas dívidas. Para esse, conforme relatado à agência de notícias Reuters, tem-se de ter um cuidado especial, tais como a promoção no aumento do número de empregos.

A região Nordeste, segundo o Ipea, é a região com mais dificuldades em quitar seu endividamento.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os setores que movimentam diretamente altas cifras na economia brasileira têm agradecido amplamente o fato do sistema financeiro do país atravessar uma atual fase em que investir não é arriscar, mas sim prosperar – pelo menos é o que assinalam alguns indicadores. O consumidor brasileiro, com mais acesso ao crédito e maior poder de compra, mantém-se otimista quanto às possibilidades propiciadas pelo Brasil.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) revelou nesta terça-feira, 24 de agosto, que a confiança do consumidor da nação cresceu 0,7% em agosto ante o mês passado, totalizando atualmente 120,8 pontos. A entidade ressalta, também, boas expectativas da população para os próximos períodos – embora um desaquecimento já seja aguardado, sem grandes ressalvas.

Outros pontos abalizados pela FGV foram o componente de situação atual, que saltou 0,6% e agora atinge a marca de 135,7 pontos, bem como o de expectativas, com ampliação de 0,7% no mesmo período de análise, chegando aos 112,9 pontos.

De acordo com a entidade em reportagem enunciada pela agência de notícias Reuters, o indicador de impulso para a aquisição de bens duráveis foi o fator predominante e que melhor se comportou entre todos os quesitos analisados, tanto que a alta diagnosticada em agosto foi de 16,6%, superior em 2,6% à de julho deste ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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