O Banco Itaú está realizando ações financeiras em diversos ramos como ferrovia e exploração de óleo e gás para aumentar o seu capital econômico.

E agora o seu rol de investimentos deve aumentar, pois a instituição financeira divulgou que irá investir em 2013 de forma maciça no setor de construção civil o qual deve manter o seu ritmo de crescimento no próximo ano.

Além disso, o Itaú Unibanco pretende ainda aumentar o montante de financiamento imobiliário disponível para seus clientes em decorrência do grande sucesso desta linha de crédito durante este ano que está terminando.

Por Ana Camila Neves Morais


O mercado de equipamentos para o setor da construção possui dados recentes para análise, pois segundo o Estudo Sobratema sobre o Mercado Brasileiro de Equipamentos para Construção da Associação Brasileira de Tecnologia para Equipamentos e Manutenção as vendas deste tipo de insumo teve uma redução de 19% no ano de 2012 enquanto que as vendas de equipamentos da chamada linha amarela teve uma diminuição de apenas 3% em comparação ao ano de 2011 ao passo em que o comércio de rolos compactadores e motoniveladoras teve uma queda de 30% nestes nove meses do ano de 2012.

Este estudo, realizado desde o ano de 2007, considera equipamentos de terraplanagem, compactação, plataformas aéreas, gruas, tratores agrícolas, guindastes, manipuladores telescópicos, compressores portáteis e caminhões utilizados por construtoras.

Segundo Mário Humberto Marques, vice-presidente da Sobratema, esta diminuição nas vendas ocorreu principalmente pela menor quantidade de obras de infraestrutura neste ano de 2012 além da redução nas vendas de caminhões que correspondem a cerca de 40% deste tipo de equipamento para construção.

Apesar destas reduções apresentadas pelo estudo da Sobratema, o setor de equipamentos para construção terá no Brasil um desempenho melhor do que no exterior onde a redução das vendas foi maior do que a vivenciada no país.

Ao considerar as importações deste tipo de equipamento, a pesquisa aponta uma diminuição de 14% em comparação com o mesmo período do ano de 2011 ao lado de uma preferência maior por equipamentos para construção produzidos no Brasil.

Esta opção se justifica por vários fatores como a desvalorização de moedas estrangeiras em decorrência das variações cambiais e o PSI (Programa de Sustentação do Investimento) do BNDES que concede crédito especial para aquisição de máquinas brasileiras.

Além dos dados atuais, o estudo da Sobratema também mostrou as tendências deste mercado para o futuro com uma estimativa de crescimento de até 20% nas vendas do setor para o ano de 2013 e uma projeção de crescimento médio anual de 10,42% até o ano de 2017.

Esta boa perspectiva no futuro do comércio de equipamentos para construção se deve a questões macroestruturais como aumento de projetos de infraestrutura, evolução positiva da economia brasileira, diminuição dos juros e pelo anuncio do Governo federal de diversas medidas para estimular obras como concessões para produzir ferrovias, rodovias e outros projetos na área da construção.

Por Ana Camila Neves Morais


A pesquisa "Sondagem Indústria da Construção", da Confederação Nacional da Indústria (CNI), apontou que o nível de atividade no setor da construção civil registrou queda em fevereiro. No mês, o indicador ficou no patamar de 49,1 pontos. A retração foi impulsionada pelas pequenas empresas que atuam no segmento. Os dados foram divulgados na segunda-feira (dia 26 de março).

O resultado atingido pela construção civil foi considerado preocupante, já que o indicador varia de zero a 100 pontos e são considerados positivos os valores acima de 50, porque representam atividade acima do comum e previsões positivas para os próximos meses.

O levantamento ainda apontou que, nos últimos oito meses, as empresas de pequeno porte da construção civil ficaram num patamar abaixo de 50. Em fevereiro, elas somaram apenas 46 pontos. As empresas de médio e grande porte apresentaram estabilidade, com índice de 49,9 pontos para as médias e de 9,3 pontos para as grandes.

De acordo com o analista da CNI, Danilo Garcia, deverá haver uma recuperação gradual nos próximos meses, mas a tendência é que as pequenas empresas sofram mais dificuldades nesse processo.

Fonte: Confederação Nacional da Indústria

Por Matheus Camargo


A construção civil é um dos segmentos que conta, parcialmente, com estímulos fiscais, mais especificamente sobre os materiais necessários para a edificação e decoração de novas (ou já usadas) moradias – algo aplicado há bons meses por meio da exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Na última terça-feira, 26 de outubro, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou que o Índice Nacional de Custo da Construção-M (INCC-M) avançou 0,15% neste mês, pouco abaixo da alta de setembro, quando o indicador atingiu a casa de 0,20%. Somente em 2010, revela o portal de Economia Terra, o apontador acumula crescimento de 6,56%.

Materiais, equipamentos e serviços tiveram avanço de 0,27% ante 0,35% do mês passado. O componente mão de obra, por sua vez, pouco oscilou, do 0,03% em outubro ante 0,04% de setembro.

O Índice em questão faz parte de um dos três indicadores do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), o qual, singularmente, contribui por 10% desse referencial.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A crise financeira mundial foi um recente marco à contemporaneidade, tanto que as economias mais desenvolvidas do planeta, antes seguras até certo ponto, custam para retomar suas atividades observadas antes do colapso. Países como Brasil, por exemplo, conseguem nos dias atuais melhores resultados, sobretudo na criação de empregos e nos cálculos do Produto Interno Bruto (PIB).

O final de 2009 e inicio de 2010 ficaram marcados aos brasileiros pelas medidas de incentivo adotadas pelo governo, talvez a mais importante a exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a diversos setores, tais como linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar), veículos automotores e materiais de construção.

O último setor, em particular, conseguiu ampliação no benefício. Altamente atrelado a tal conceito figura o Custo Unitário Básico (CUB) da construção civil, que no Estado de São Paulo, em setembro, caiu 0,15% em comparação a agosto, totalizando R$ 904,63 a cada metro quadrado.

De acordo com o Estadão, esse medidor conjetura a variação dos gastos do setor para usabilidade nos rearranjos dos contratos de obras, então avaliado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP). Para o veículo de comunicação o arrefecimento ocorreu devido à deflação média de 0,33% dos materiais de construção. Mesmo assim, os custos administrativos e da mão de obra não sofreram qualquer modificação.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com período de coleta entre o dia 21 do mês anterior e o dia 20 do mês de referência, o INCC-M (Índice Nacional do Custo da Construção Civil – Mercado) que aponta a inflação referente à construção civil no país registrou no mês de Setembro uma alta menor em comparação com o índice registrado no mês anterior. Em Setembro este indicador teve alta de 0,20%, ficando abaixo do que foi apurado no mês de Agosto quando a aceleração dos preços foi de 0,22%. O resultado para os nove primeiros meses do ano já registra 6,40% e o acumulado nos últimos doze meses está na faixa de 6,94%.

Este indicador faz parte do conjunto de índices que formam um outro indicador de inflação igualmente importante no cenário da economia nacional, o IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) que calcula o reajuste dos aluguéis e o INCC-M representa no universo do IGP-M 10% do total. Mesmo tendo apresentado um recuo no mês de Setembro isto não foi o suficiente para desacelerar o IGP-M, pois a inflação do aluguel avançou se constituindo na maior para o mês de Setembro desde a apuração do mesmo mês em 2007.

Conforme a FGV (Fundação Getúlio Vargas) os materiais que apresentaram maiores quedas foram vergalhões e arames (decresceram 0,76%), tinta a base de PVA (menos 2,10%) e massa corrida PVA (preços 0,87% menores). Já os que mais subiram no período foram: tijolo/telha (1,52%), condutores elétricos (4,06%) e tubos e conexões PVC (2,33%).      

Por Mauro Câmara

Fonte: Economia IG


A fase de crescimento que tem favorecido o país nos últimos meses é fruto de inúmeras medidas adotadas tanto pelo governo como por meio dos empresários, refletindo, pois, o próprio otimismo da população brasileira. A expansão em diversos setores possibilita projeções futuras positivas, sobretudo se relacionado o Produto Interno Bruto (PIB).

A construção civil, bom segmento de análise, voltou a assinalar pelo sétimo mês seguido, em agosto, robusta elevação, segundo Sondagem emitida pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O nível de atividade da esfera alcançou 56 pontos dentro duma escala de zero a 100 pontos.

As médias e grandes empresas foram as responsáveis pelo maior avanço, com 57 e 58,9 pontos, respectivamente. Em julho, pela sondagem anterior, o desenvolvimento cerceou a pontuação de 54,8 e 57,4 pontos no confronto similar do registrado ainda neste parágrafo. Entre as pequenas empresas, revela o portal de Economia Terra, o indicador cedeu brevemente, dos anteriores 52,4 pontos para 51,7 pontos.

A edificação de prédios foi um dos setores de atividade que respondeu bem ao crescimento, deixando de figurar 54,7 para 55,1 pontos. As obras de infraestrutura também apresentaram avanço, de 53,5 para 53,9 pontos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Nesta última segunda-feira, 09 de agosto de 2010, a MRV Engenharia, construtora e incorporadora, divulgou que houve um crescimento de 103,6% em seu lucro líquido neste segundo trimestre de 2010, que é o melhor resultado já conseguido no período pela empresa.

O valor do lucro líquido registrado foi de R$150,5 milhões, perante uma estimativa anterior de R$137 milhões por parte de analistas da área. Considerando todo o primeiro semestre deste ano, a MRV apresentou um lucro 116,6% maior em relação ao mesmo período do ano anterior.

De acordo com Leonardo Corrêa, vice-presidente financeiro da incorporadora, os resultados positivos são consequentes de uma maior disponibilidade de crédito imobiliário, aumentando a demanda no setor. A MRV pretende comercializar até o final do ano um valor entre R$3,7 bilhões e R$ 4,3 bilhões. Só neste segundo trimestre as vendas somaram um número recorde de R$ 981,9 milhões.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Folha de São Paulo, O Globo


Há cerca de três anos o mercado de imóveis está mais atento a um público da faixa etária de 25 a 35 anos.

Como exemplo pode-se citar que dos financiamentos realizados pela Caixa Econômica Federal, mais da metade deles são feitos por pessoas com no máximo 35 anos. E o que está facilitando o acesso deste público no mercado imobiliário é a grande oferta de financiamentos, bem como as melhores taxas de juros, conforme relatado por Romeu Braga, diretor de incorporação da Living construtora.

Esta é especialista no atendimento ao público jovem, tendo oitenta por cento de sua clientela nesta faixa etária. A Living está investindo atualmente em propagandas via internet como principal meio de comunicação com seus possíveis clientes, como forma de atrair ainda mais o público jovem.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Band


De acordo com dados publicados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta terça-feira, 27 de julho de 2010, os preços relacionados à construção civil diminuíram no mês de julho deste ano em relação ao mês anterior.

O índice medido foi o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) que enquanto no mês de junho foi de 1,77%, em julho apresentou-se em 0,62%. A pesquisa foi realizada no período de 21 de junho a 20 de julho de 2010.

Esta diminuição nos preços foi verificada tanto no segmento de materiais de construção, equipamentos e serviços, onde foi registrado um índice de 0,48% frente a 1,02% do mês anterior, quanto nos custos relacionados à mão-de-obra, que passaram de uma aceleração de 2,59% em junho, para apenas 0,77% no mês de julho.

Por Elizabeth Preático

Fontes: R7, Veja Abril


Investimentos é o termo mais utilizado pelos líderes do país no atual ambiente vivido pelo Brasil, informação correlata à avaliação divulgada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no início desta semana, que indica expectativa de aplicações anteriores aos níveis pré-crise.

Artigo anunciado pelo portal de economia do Estadão assinala que a estimativa vista na construção civil e no segmento de infraestrutura é superior em 54,6% para 2010 a 2013 ante o período compreendido entre 2005 e 2008. Ernani Torres, economista-chefe da entidade, avalia que esse é o ciclo mais extenso de investimentos pelo país em três décadas.

A partir do levantamento, o BNDES crê que as cifras de aplicação financeira ultrapassarão R$ 1,3 trilhão nesses quatro anos, com ênfase ao setor de petróleo e gás. Outro segmento não mencionado em mais detalhes pelo Estadão é o da construção civil, que tem no “Minha Casa, Minha Vida” e nos eventos esportivos de 2014 e 2016 (Copa do Mundo e Jogos Olímpicos, respectivamente) outro ponto relevante.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O estudo mensal divulgado pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) revela que o nível empregatício para o segmento de construção civil, pelo Brasil, conquistou alta de 1,55% em fevereiro ante o primeiro mês deste ano.

Com a inserção de 39.058 empregados, passaram a figurar no setor quase 2,56 milhões de trabalhadores formais, isto é, aqueles atuantes com carteira de trabalho assinada. De acordo com o portal de notícias G1, o percentual alcança o mais alto nível da série histórica.

No primeiro bimestre deste ano o índice de contratações para o segmento teve elevação de 4,14% – em números, quase 102 mil trabalhadores formais. Sergio Watanabe, presidente do SindusCon-SP, avalia que o resultado ratifica a estimativa de que a construção civil pelo Brasil alcançará o mesmo nível de crescimento da China (9%).

Verifique mais informações sobre o setor aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um dos setores mais importantes do país, construção civil, atravessa um momento extremamente propício, pois a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, ambas em território nacional, com certeza alavancarão o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil.

Além desses dois fatores, a edificação de novos prédios e condomínios induz as empresas do segmento a se sentirem, digamos, mais otimistas. Recentemente, um estudo realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) entre 4 e 22 de janeiro, com pouco mais de 280 empresas do setor, indica que a expectativa de atividades atinge 70,6 pontos – segundo a Reuters, a metodologia aplacada pela pesquisa considera 50 pontos o nível dividendo entre retração e crescimento.

Em reportagem veiculada pela já mencionada Reuters, José Carlos Martins, vice-presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, entidade parceira da CNI no aspecto de levantamento de informações, revela ser o programa “Minha Casa, Minha Vida” o expoente das perspectivas. Espera-se, portanto, que o setor venha a contratar novos trabalhadores nos próximos seis meses, dado o crescimento contabilizado desde o último trimestre do ano passado.

Para mais detalhes, informações e pontos de vista de especialistas, acesse aqui

Por Luiz Felipe T. Erdei





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