O ICS (Índice de Confiança de Serviços) caiu 1% no mês de março de 2012 quando comparado ao mesmo período de 2011. O índice é medido mensalmente pela FGV (Fundação Getúlio Vargas).

O ICS passou para 130 pontos, sendo que em 2011 era de 131,3 pontos. Vale lembrar que em fevereiro esse índice apresentou uma redução mais intensa, de 3,2%.

Segundo o estudo, esse resultado foi influenciado pelas avaliações dos empresários em relação ao momento atual da economia no Brasil.

A pesquisa também analisou o Índice da Situação Atual, que apresentou uma melhora, passou de -8,1% em fevereiro para -2,7% em março, esse foi o melhor resultado apresentado desde o mês de novembro de 2011, quando o índice registrou -1,9%.

O ICS também revelou as previsões para os próximos meses. De acordo com a pesquisa, as expectativas são favoráveis devido à melhora dos resultados apresentados pela atividade econômica. O IE (Índice de Expectativas) teve aumento de 0,3% quando comparado ao mês de março de 2011, esse resultado confirmou as previsões para o período.

Ao todo foram consultadas mais de duas mil empresas, sendo que desse total 52,6% acreditam em um crescimento da demanda. 

Por Joyce Silva


A divulgação do Índice de Confiança de Pequenos e Médios Negócios (IC-PMN) apresentou que pequenos e médios empreendedores do setor de serviços estão um pouco menos otimistas se comparado ao último levantamento, em setembro do ano passado.

Nos três primeiros meses deste ano, o índice ficou em 73,3 pontos, numa avaliação que varia de zero a 100 pontos. Em setembro, a taxa tinha ficado em 73,7 pontos. O indicador é feito a cada trimestre.

Apesar da suave queda, os empreendedores continuam com perspectivas positivas nos quesitos lucro (que passou de 76,2 para 76,4 pontos) e na possibilidade dos empresários em investir (que passou de 70,5 para 70,9 pontos). Além disso, as previsões quanto às contratações ficaram estáveis (variando apenas 0,1 ponto). Já o faturamento sofreu redução de 78,4 para 76,8 pontos.

O setor mais otimista é o de serviços, registrando 73,5 pontos. A indústria e o comércio ficaram praticamente estáveis.

Quanto às regiões, a maior queda no IC-PMN foi registrada no Centro Oeste, sendo que o indicador passou de 77,3 para 72,6 pontos. Também foi apresentada queda nas regiões Sul e Nordeste.

O IC-PMN avalia mais de 1.200 empresas de todo o país, sendo que são abrangidos empresários dos setores de serviços, comércio e indústria.

Fonte: Insper

Por Matheus Camargo


O setor industrial brasileiro apresenta, atualmente, alguns fantasmas que têm incidido direta e negativamente sobre a opinião de especialistas, entre os quais Paulo Francini, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Apesar de alegar efeito de desindustrialização, houve boas notícias na última sexta-feira, 29 de outubro.

De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), a confiança na indústria do país avançou 0,5% em outubro ante setembro, mantendo pelo segundo mês seguido tendência de alta. Outro ponto informado pela entidade foi a capacidade do setor, que chegou a 114 pontos já com ajuste sazonal.

Em nota veiculada à imprensa pela FGV, a melhora do cenário só foi possível, em especial, devido às perspectivas mais otimistas referentes aos meses subsequentes. Segundo a agência de notícias Reuters, o componente de expectativa cresceu 0,7% entre um período e outro, para 112,9 pontos, o maior patamar sentido em 2010. Por outro lado, o elemento de situação atual angariou aumento de 0,3%, para 115,1 pontos, atravancando, portanto, uma série de baques iniciados em junho passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Num ambiente sadio em alguns pontos, é verdade, os brasileiros têm procurado se valer do bom posicionamento da economia brasileira. Os últimos dados referentes a empregos, crédito e renda continuam a refletir, singularmente, o índice de confiança, que em outubro chegou a 121,8 pontos, já com ajuste sazonal.

Para Aloísio Campelo, economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV), mesmo com o ameno incremento de 0,1%, a confiança do consumidor voltou a atingir recorde, o quarto consecutivo dentro do oitavo mês seguido de crescimento. Segundo ele, matematicamente constata-se avanço, porém entre outubro e o mês passado, estabilidade.

Em matéria veiculada pela agência de notícias Reuters Campelo avalia que o consumidor está confiante com base em alguns fatores significativos, entre os quais a evolução do mercado de trabalho, a oferta mais ampla de crédito, os juros e a inflação.

O elemento da situação atual, porém, decresceu 0,1% em outubro, para 140,7 pontos, ao mesmo tempo em que o componente de expectativas abarcou acréscimo de 0,2%, para 111,8 pontos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


As características atuais da economia brasileira têm incidido positivamente sobre os consumidores tupiniquins. Inúmeros são os segmentos que parecem aproveitar o poder de compra do consumidor em alta e a geração de empregos neste ano. Entretanto, dados antes positivos estão começando a cair.

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), que em setembro bateu na casa de 161,1 pontos, caiu para 154,5 pontos em outubro, decréscimo de 4,1%. De acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), o arrefecimento pode marcar ajuste técnico, pois o indicador se manteve em patamares elevados nos meses anteriores (acima de 155 pontos).

O medidor, compreendido numa escala entre zero e 200 pontos, assinalou alta de 0,2% em comparação a outubro do ano passado de acordo com o portal de notícias G1. O Índice de Condições Econômicas Atuais (ICEA), um dos itens integrantes do ICC, caiu dos 161,9 pontos do mês passado para 153,9 pontos em outubro, baque de 4,9%.

Os consumidores com remuneração mensal superior a 10 salários mínimos (R$ 5,1 mil) foram os maiores responsáveis pelo resultado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Costumeiramente, este espaço a vós dirigido ressalta inúmeros pontos para relacionar o atual ambiente econômico brasileiro, tais como maior poder de compra da população, acesso ao crédito menos restrito e demanda interna em crescente avanço a partir de inúmeros setores. Certamente, cada qual possui seu grau de responsabilidade, mas todos, de alguma maneira, acabam por influenciar o otimismo das pessoas.

Levantamento realizado em conjunto entre a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e o Ipsos revelou que a confiança do consumidor caiu serenamente no mês passado, para 153 pontos, abaixo em dois pontos do cálculo realizado em agosto, porém bem acima dos 135 pontos vistos em setembro de 2009.

Para Alencar Burti, presidente da ACSP, o comércio está satisfeito com o resultado, ilustrando, mais uma vez, que o nível de confiança dos brasileiros cresceu saudavelmente em comparação a 2009, algo que continuará, acredita, em 2010. Segundo ele, o Natal deverá ser um dos melhores da atual década.

A população do Centro Oeste e do Norte, de acordo com o Estadão, são as mais otimistas, com 181 pontos numa escala entre zero e 200. A classe C, representante de 50,5% da população do ano passado, atingiu 164 em setembro, mesmo resultado percebido em agosto.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Atual terreno fértil para empresários, o Brasil comporta condições favoráveis para ampliação e novos negócios, mesmo com a desvalorização da moeda norte-americana, o dólar, ante o real. O anúncio quase semanal de novos investimentos parte de vários cantos, desde o empresariado nacional até o estrangeiro.

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) emitido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) enuncia que o indicador apresentou leve queda em setembro, dos anteriores 64 pontos no mês passado para atuais 63,4 pontos. Mesmo assim, revela a entidade, o resultado está acima da média histórica, que é de 59,5 pontos.

Para Renato da Fonseca, gerente-executivo da Unidade de Pesquisa da CNI, o otimismo supino assinala que os industriais deverão continuar a investir em suas companhias, seja contraindo novos trabalhadores ou adquirindo matéria-prima.

Dos 26 segmentos da indústria de transformação questionados, segundo o portal de notícias G1, 16 contabilizaram arrefecimento no índice entre setembro e agosto, entre os quais pertencentes aos setores de couros, metalurgia básica e de madeira, diferentemente do relacionado entre as esferas de equipamentos de transportes, farmacêutica e de limpeza e perfumaria, ainda otimistas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Em ambiente correspondente aos demais emergentes, o Brasil tem abiscoitado números positivos em várias áreas, sobretudo na econômica, que atualmente, embora a um já aguardado desaquecimento, deverá se manter suficientemente bem até o final do ano devido às atividades festivas, ao maior acesso ao crédito pela pessoa física e em virtude do aumento do número de empregos.

Os consumidores parecem continuar confiantes, tal como ilustra a Fundação Getúlio Vargas (FGV) por meio de seu estudo sobre a confiança. Em setembro, de acordo com a entidade, o índice avançou 0,7% em comparação a agosto, atingindo 121,7 pontos já com ajuste sazonal.

De acordo com a agência de notícias Reuters o componente de circunstância atual obteve crescimento de 3,5%, contabilizando o mais amplo registro da série histórica, para 140,8 pontos neste mês. Por outro lado, o de expectativas arrefeceu 1,1%, para 111,6 pontos.

Para a FGV em conformidade ao Índice de Confiança do Consumidor, o indicador de satisfação em relação à conjuntura da economia foi o que melhor cooperou para o progresso do índice, com elevação de 6,5% em setembro.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O otimismo dos brasileiros, tanto do consumidor como dos empresários, é veementemente ressaltado pela imprensa brasileira e, em especial, por agentes especialistas. A Associação Comercial de São Paulo (ACSP), responsável por medir a confiança do consumidor brasileiro, contabilizou valor recorde de 155 pontos no mês passado, marca superior ao registrado em abril e maio passados, quando 150 pontos foram diagnosticados.

A ACSP abaliza, ainda, que o resultado está situado 27 pontos acima do notabilizado no mês similar do ano passado, quando a entidade conjeturou 144 pontos. Alencar Burti, presidente da Associação Comercial, pondera que o saldo aponta a boa comercialização exercida pelo comércio nos quatro últimos meses.

O maior otimismo observado, segundo o portal de notícias G1, ocorreu no Centro-Oeste e Norte do país, locais em que a marca atingiu a pontuação máxima de 200 pontos. A região Sul do país, por sua vez, aparece em seguida com 163, enquanto o Sudeste figura com 159 pontos.

Dividido por classes, o levantamento ilustra que o otimismo da classe média saltou de 151 para 164 pontos entre julho e agosto, situação na qual essa esfera passa a ser apresentada como a mais confiante.

Por Luiz Felipe T. Erdei


De acordo com dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas nesta terça-feira, 31 de agosto de 2010, a confiança da indústria diminuiu no mês de agosto deste ano.

Esta é a terceira vez seguida em que o Índice de Confiança da Indústria (ICI) tem um decréscimo, passando de 113,6 pontos para 112,9 em agosto, o que corresponde a uma queda de 0,6%. A metodologia da pesquisa indica que um índice acima de cem deve ser considerado com otimismo mas, o declínio vem se apresentando já desde o último mês de março, onde foram obtidos 116,5 pontos, chegando em agosto deste ano ao menor valor desde novembro do ano passado.

Os resultados mostram que os empresários já não estão mais tão esperançosos diante da situação econômica do país, além de terem níveis de estoques preocupantes.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Band, O Globo


O desenvolvimento da economia brasileira é notável, decerto, não porque essa ou aquela pessoa diz, mas porque os números comprovam, tais como por exemplo as informações concernentes ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre de 2010, a geração cada vez mais acelerada de postos de trabalho e o maior acesso da população ao crédito.

O setor agropecuário, um dos expoentes, estima para a safra atual melhores índices em comparação à anterior, isto é, se tudo acontecer como estimam os especialistas. Baseada no segmento, a revista The Economist, de origem britânica, acompanhou proximamente os movimentos da esfera para destilar um editorial e artigo relacionados, endossando que os países devem aprender com o Brasil modos de evitar colapso de alimentos.

De acordo com o veículo de comunicação, nas últimas décadas os avanços no cultivo de alimentos foram inúmeros, permitindo ao país chegar em 2050 como produtor de grande importância ao contexto em questão. Dados emitidos pela, agência da Organização das Nações Unidas (ONU) para agricultura e alimentação, averiguam que a produção global de grãos terá de ascender 50% e a de carnes, por sua vez, dobrar para suprir a demanda daqui a quarenta anos.

Em reportagem emitida pelo portal de notícias G1, na década de 1970 o Brasil propôs a expansão da agricultura doméstica por meio de pesquisas científicas, acarretando na abertura de mercado e falência dos fazendeiros que por ventura produziam de maneira ineficaz.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os setores que movimentam diretamente altas cifras na economia brasileira têm agradecido amplamente o fato do sistema financeiro do país atravessar uma atual fase em que investir não é arriscar, mas sim prosperar – pelo menos é o que assinalam alguns indicadores. O consumidor brasileiro, com mais acesso ao crédito e maior poder de compra, mantém-se otimista quanto às possibilidades propiciadas pelo Brasil.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) revelou nesta terça-feira, 24 de agosto, que a confiança do consumidor da nação cresceu 0,7% em agosto ante o mês passado, totalizando atualmente 120,8 pontos. A entidade ressalta, também, boas expectativas da população para os próximos períodos – embora um desaquecimento já seja aguardado, sem grandes ressalvas.

Outros pontos abalizados pela FGV foram o componente de situação atual, que saltou 0,6% e agora atinge a marca de 135,7 pontos, bem como o de expectativas, com ampliação de 0,7% no mesmo período de análise, chegando aos 112,9 pontos.

De acordo com a entidade em reportagem enunciada pela agência de notícias Reuters, o indicador de impulso para a aquisição de bens duráveis foi o fator predominante e que melhor se comportou entre todos os quesitos analisados, tanto que a alta diagnosticada em agosto foi de 16,6%, superior em 2,6% à de julho deste ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O comércio eletrônico no Brasil conseguiu definitivamente transmitir confiabilidade aos consumidores. Desde o ano passado, quando parte da população temia adquirir produtos por meio da rede mundial de computadores, o valor movimentado nesse canal já chamava bastante a atenção. Há vários fatos que contribuíram e continuam a contribuir para essa expansão, entre eles diversas modalidades de pagamento, financiamento e a praticidade de ser possível comparar preços virtualmente.

Na medida em que a comercialização de acessórios distintos entre si ascendem, outra questão negativa também é configurada: aumento no número de reclamações -independente de quais. Em vista disso, o Ministério da Justiça deliberou propagar uma cartilha específica ao setor para explanar aos consumidores questões cruciais, inerentes à segurança.

Mariana Tavares, secretária de Direito Econômico do Ministério da Justiça, revelou que o intento tem por base conferir aos órgãos de Defesa do Consumidor (Procon) de todo o país uma série de pontos estritos da esfera eletrônica, antes cingidas somente pelo Código de Defesa do Consumidor. Para ela, após isso, conforme menção veiculada pelo Estadão, haverão estímulos para as pessoas adquirirem produtos em virtude da maior proteção a si.

Uma medida inédita existente somente em algumas lojas físicas é o grande trunfo das novas determinações, decorrente quando o consumidor adquire um produto, não gosta dele (ou se esse apresentar defeito), uma devolução em até sete dias pode ser feita.

Por Luiz Felipe T. Erdei


De acordo com pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 09 de agosto, pelo Programa de Administração do Varejo (PROVAR) da Fundação Instituto de Administração (FIA), o terceiro trimestre deste ano terá como produtos líderes de compras através da internet os eletroeletrônicos e de informática.

A pesquisa foi realizada em parceria com a e-bit, empresa de informações sobre comércio eletrônico e a Felisoni Consultores Associados. Os resultados apontam uma elevação 6,3% no número de consumidores que pretendem adquirir produtos via internet no terceiro trimestre de 2010, em relação ao mesmo período do ano de 2009.

De acordo com o coordenador geral do PROVAR, Claudio Felisoni de Ângelo, isto reflete a confiança que o consumidor está tendo no uso do cartão de crédito, em função de um maior rendimento profissional e da estabilidade da economia do país nos últimos tempos.

Por Elizabeth Preático

Fonte: R7


Um estudo levantado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), divulgado no início desta semana, revela que a confiança da indústria brasileira apresentou alta de 0,7% em maio ante abril, acarretando, pois, o terceiro maior nível desde 1995, quando houve início da série histórica.

Com a elevação constatada, ajustada sazonalmente, são 116,1 os pontos alcançados pelo setor, o que, segundo a entidade, indica que o mercado interno permanece aquecido. Reportagem da agência de notícias Reuters relata que a FGV analisa positivamente os números, pois nos dois meses anteriores quedas foram constatadas.

Das quase 1,2 mil companhias pesquisadas, mais de 40% delas estimam ampliar a produção deste mês até julho, índice superior a abril, quando o número constatado era de 38,4%.

Informações da Reuters.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A Fundação Getúlio Vargas (FGV), sempre inserida em emitir dados importantes ao segmento econômico do país, revelou em 30 de abril, sexta-feira, que o índice medidor da confiança da indústria do Brasil teve queda de 1% em abril em relação a março, já com ajuste sazonal, para exatos 115,3 pontos.

Em comunicado expelido à imprensa, inclusive ao portal de economia Terra (origem deste artigo), a FGV indica que embora exista uma retração, o percentual é superior no sentido histórico. Por outro lado, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada, ou Nuci, conseguiu suplantar o maior patamar desde o nono mês de 2008, a pouco mais de 85%.

Além desses fatores acima descritos, das quase 1,2 mil empresas consultadas pela FGV, quase 38,5% acreditam que o setor apresentará alta no segundo bimestre de 2010, inferior à consulta feita em março, quando 45,1% dos pesquisados projetavam alta.

Fonte: Portal Terra

Por Luiz Felipe T. Erdei





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