Projeções revelam que o comércio global terá um crescimento de 3,3% e m 2015 e 4% em 2016

Que todos estamos enfrentando uma crise econômica já não é segredo para ninguém, podemos ver isso com facilidade no nosso dia a dia. Claro que também não é para entrarmos em pânico, mas é algo que  devemos  dar uma certa atenção.

A crise econômica que vem atingindo o Brasil não é algo interno somente, é algo externo e grandioso. Pois muitos países estão sofrendo com essa crise econômica, e tem surtido efeito a todas as pessoas no mundo.

De acordo com a Organização Mundial do Comércio (OMC) o crescimento está a passos lentos a perspectiva de  uma melhora ainda é remota.

Com um crescimento ainda frágil devido a atual situação financeira e com uma recuperação lenta, estima-se que o crescimento global não será dos melhores.

Projeções foram  feitas de que teríamos um crescimento favorável, mas na realidade a atual situação não  condiz com o que  os economistas acreditaram e essas projeções tiveram uma  redução significativa.

De acordo com a Organização Mundial do Comércio (OMC), o comércio global terá um crescimento de 3,3% no ano de 2015 e 4,00% no ano de 2016.

Esses valores estão abaixo do que foi projetado, devido ao fraco crescimento econômico de acordo com os dados da OMC.

Os números obtidos pela OMC têm como base em estimativas de crescimento econômico de organizações que incluem o Fundo Monetário Internacional (FMI).

De acordo com os economistas, acredita-se que as novas projeções indiquem um crescimento modesto no comércio mundial.

O comércio teve um crescimento de 2,8% no ano de 2014, muito abaixo das projeções feitas na qual acreditam que seria um crescimento de 4,7% e também menos que a  projeção  revisada em setembro pela OMC que era de  3,1%.

De acordo com esses dados levantados, o ano de  2015 será um ano difícil, com crescimento lento e  projeções que podem  vir a  serem menores do que se esperava. Pois de acordo com os economistas estamos passando por um momento onde a economia se  encontra  fragilizada, fazendo com que o comércio  mundial sofra.

Por André Escobar

Comércio mundial


A presidente Dilma Rousseff afirmou em entrevista concedida neste domingo, dia 30 de dezembro de 2012, ao jornal “Folha de São Paulo” que 2013 terá um novo ciclo de investimento produtivo no país.

De acordo com a presidente, esta expectativa se deve às diversas medidas tomadas por seu governo durante o ano de 2012 que terão seu maior efeito no próximo ano trazendo muitos investimentos e melhorias na economia nacional.

Para Dilma ações como a redução de carga tributária, diminuição da tarifa na conta de luz, concessões de portos, aeroportos, rodovias e ferrovias além de desonerações na folha de pagamento para diversos setores permitirão este aumento nos investimentos presentes no Brasil e que vão possibilitar, ainda, um aumento na competitividade do país.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta sexta-feira, dia 28 de dezembro de 2012, o dólar comercial fechou as cotações do ano sendo vendido por R$2,045.

A moeda norte-americana iniciou o ano com valor de R$1,869 e chegou a R$2,14 no mês de novembro.

Esta oscilação representou uma valorização acumulada de 9,43% no ano e o dólar fechou o ano com uma cotação 0,05% mais alta.

A redução no valor inicial do dólar foi possível graças a diversas medidas tomadas pelo Banco Central para manter esta moeda entre R$2,00 e R$2,10 conseguindo com isso um recuo de sua alta em 4,04%.

Por Ana Camila Neves Morais


A busca por combustíveis alternativos como o etanol nos Estados Unidos está fazendo com que os seus produtores busquem outros mercados para garantir o faturamento de suas produções.

Para isso eles estão tentando vender o produto para outros países bem como estão fazendo produtos variados com o milho como alimentos e insumos para a indústria.

Esta situação se deve ao fato de que o E85 (com 85% de etanol e 15% de gasolina) não caiu no gosto dos motoristas norte-americanos ficando, assim, em um preço mais elevado.

Por isso, é esperado que o uso do etanol enquanto combustível tenha um crescimento de menos de 1% em 2012 fazendo os agricultores do milho se voltarem novamente para o seu setor de origem: a alimentação.

Por Ana Camila Neves Morais


O Ministério de Defesa divulgou nesta semana que fechou contrato com a Colômbia para a aquisição de quatro Lanchas Patrulheiras de Rio no valor total de 8 milhões de dólares

O objetivo deste material é a sua utilização em operações policiais nos rios da região amazônica efetuadas pelo Exército e pela Marinha.

As lanchas serão fabricadas pela Cotecmar (Corporação de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento da Indústria Naval, Marítima e Fluvial) na Colômbia e tem a sua entrega prevista para abril de 2014.

Esta negociação representa um marco importante, pois é a primeira vez que o Brasil realiza negócios deste tipo com a Colômbia e oferece, com isso, sinais para o surgimento de uma indústria de base naval nos países da América do Sul.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


Mais um negócio importante foi realizado no mercado brasileiro, pois a WEG – especializada na produção de motores elétricos – informou que comprou a Paumar que fabrica tintas e vernizes.

Com esta aquisição, a WEG passa a ser proprietária da fábrica da Paumar em Mauá no estado de São Paulo em um terreno de 37,5 mil metros quadrados.

Apesar desta compra, a WEG informou que não terá nenhum tipo de direito com relação aos acionistas da empresa já que o valor da compra não irá interferir nesta questão.

Por Ana Camila Neves Morais


As empresas General Electric e Renova Energia fecharam um acordo milionário neste mês de dezembro.

A transação comercial, no valor de 394 milhões de dólares, foi referente à compra de 230 turbinas eólicas do tipo 1.68-82.5.

Esta negociação integra um plano da empresa Renova Energia para o complexo do Alto Sertão II que irá criar na Bahia cerca de 15 parques eólicos com capacidade instalada de 386 megawatts.

Com o acordo firmado junto à General Electric, a Renova Energia pretende obter a energia adicional que precisa para ativar o completo de Alto Sertão II.

O contrato fechado terá duração de 10 anos e a empresa americana irá operar as turbinas eólicas diretamente de seu centro de controles sem a necessidade de vir ao Brasil.

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Central Francês informou, neste mês de dezembro, uma vontade que causará muitas discussões e embates no mercado financeiro.

Isto porque a autoridade bancária francesa quer que o centro de negociações da zona do euro se transfira de Londres para Paris.

O grande problema neste pedido da França reside no fato de que Londres é o local onde toda a Europa negocia e possui aproximadamente 40% das negociações de toda a comunidade européia.

Com a mudança muito deste potencial para negociações na economia iriam se perder já quer a França não possui tradição e nem mesmo força neste tipo de mercado como a Inglaterra.

Por isso, diversos especialistas acreditam que a vontade do Banco Central Francês irá demorar muito para se concretizar com a grande tendência desta mudança não ocorrer nunca.

Por Ana Camila Neves Morais


A Fundação Getúlio Vargas anunciou recentemente dados referentes ao setor comercial do Brasil.

De acordo com a pesquisa realizada o Icom (Índice de Confiança no Comércio) apresentou uma elevação de 1,4% durante o terceiro trimestre de 2012 que corresponde a um melhor desempenho em comparação ao período anterior que teve queda de 0,7% neste mesmo indicador.

Ao considerar informações mais específicas, no Varejo Ampliado houve o crescimento de 0,5% no Icom em setores como peças, motos e veículos; já no Varejo Restrito a alta registrada foi de 0,4% no terceiro trimestre.

Outro aspecto avaliado pela FGV foi o ISA-COM que verifica a percepção de setores específicos com relação à demanda por produtos e serviços na economia.

Segundo as avaliações, este indicador teve um aumento de 2,4% durante o período analisado com 24,8% das empresas considerando o nível de demanda forte.

Com isso, é possível verificar um início de crescimento do setor comercial no país, mas de forma muito discreta e pequena.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Mais uma atividade importante poderá ser feita em pouco tempo pela zona de livre comércio do Mercosul, pois o Brasil está avaliando se as exigências nacionais para o setor de petróleo e gás devam ser seguidas por todos os países membros da área.

No Brasil existe, desde o ano de 2003, uma política do setor que aumenta a participação do setor industrial local para o fornecimento de serviços e bens ao país.

O problema desta questão reside no fato de que a indústria brasileira não está conseguindo suprir as demandas do setor e, por isso, a idéia é aproveitar as instalações presentes nos outros países do Mercosul para atender às concessionárias brasileiras no setor de petróleo e gás natural.

Para a sua efetivação esta medida deve ser aprovada pelos outros países que serão envolvidos com a regra da reciprocidade determinando que as indústrias brasileiras também atendam a demandas vindas dos companheiros de Mercosul.

Por Ana Camila Neves Morais


A China divulgou que espera manter a meta de crescimento de sua economia para o ano de 2013 em 7,5% possibilitando, com isso, maiores investimentos em ativos fixos que irão compensar a baixa demanda por exportações no país durante o ano.

O crescimento da China viveu um processo de redução e os analistas financeiros esperam que em 2013 a China tenha um aumento de sua economia considerável.

Esta projeção é menor do que os 8% ao ano que foram utilizadas pelo governo chinês durante muito tempo e permite um equilíbrio nas contas deste país para a implantação das reformas estruturais que o país necessita sem deixar o desenvolvimento de lado.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A Portugal Parpública, agência estatal em processo de privatização, recebeu quatro propostas para a operadora de aeroportos ANA.

Esta demanda surgiu depois que um dos ofertantes iniciais saiu da disputa nesse processo que pode render para o governo português cerca de 2,5 bilhões de euros para diminuir a dívida da empresa para realizar um resgate de 78 bilhões de euros.

As propostas feitas foram divulgadas nesta sexta-feira, dia 14 de dezembro de 2012, e consistem na operadora de aeroportos da Suíça Flughafen Zurich, a alemã Fraport, o grupo argentino Corporacion América e a empresa de construção francesa Vinci.

Com a definição dos participantes, espera-se que as ofertas sejam feitas com valores superiores a 2,5 bilhões de euros para o controle da rede de aeroportos que cobre as cidades do sul de Portugal além de Lisboa e Porto.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta última semana, o Ibope divulgou pesquisa que indicou uma alta taxa de satisfação da população com o governo da presidente Dilma Rousseff e Renato Fonseca, gerente-executivo de Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria afirmou que este resultado se deve à manutenção do otimismo da população.

Além disso, para o analista a população ainda não está sentindo os efeitos da crise já que o consumo continua crescendo, as alternativas de crédito continuam sendo muitas e variadas e o desemprego se mantêm em níveis baixos.

Além disso, os 72% de satisfeitos com o atual governo federal não relacionam os escândalos de corrupção como o do Mensalão com a imagem da presidente Dilma mantendo a sua boa avaliação perante o povo brasileiro de modo geral.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta sexta-feira, dia 14 de dezembro de 2012, a Rússia assinou vários acordos comerciais com o Brasil durante a visita da presidente Dilma Rousseff a Moscou.

Um dos contratos assinados prevê a compra pelo Brasil de helicópteros Ka-62 da empresa Russian Helicopters para realizar o transporte de passageiros e de cargas.

Além disso, foram feitos acordos entre os países de cooperação militar, administração de competições esportivas e colaborações científicas e econômicas.

Com estas ações, o Brasil se torna o principal sócio comercial da Rússia na América Latina.

Fonte: AFP

Por Ana Camila Neves Morais


O IBGE divulgou nesta última quinta-feira – dia 13 de dezembro de 2012 – dados atualizados com relação ao comércio de varejo no Brasil.

O estudo foi realizado a partir da análise de dez setores de comércio com sete deles tendo resultados satisfatórios no mês de outubro de 2012.

Segundo as pesquisas houve um aumento nas vendas de 0,8% no mês de outubro e de 9,1% quando comparado com o mesmo período do ano de 2011.

Ao considerar o faturamento das empresas, o comércio de varejo teve um aumento de 1,1% em outubro e de 13,9% na comparação com o ano anterior.

Esta alta no setor de comércio é um bom indicador já que o consumo consiste no pilar da economia do Brasil e o seu crescimento aponta para uma melhora econômica do país como um todo.

Fonte: Agência EFE

Por Ana Camila Neves Morais


A população está buscando cada vez mais alimentos naturais e sem agrotóxicos conhecidos, de forma geral, como orgânicos.

E esta demanda tem feito surgir um mercado promissor com a oferta de restaurantes, supermercados e outros tipos de estabelecimentos que oferecem apenas opções com produtos totalmente orgânicos.

Fonte: A Nutricionista

Por isso, espera-se que este setor cresça 465 até o ano de 2014 com um aumento da oferta em seus produtos e a redução dos preços para gerar a atração de uma maior quantidade de clientes.

Por Ana Camila Neves Morais


Uma informação interessante movimentou o mercado econômico nesta sexta-feira – dia 30 de novembro de 2012 – já que a Petrolífera Rosneft localizada na Rússia anunciou que irá assinar até o mês de dezembro um acordo de compra com o consórcio AAR.

Nesta negociação, a Rosneft irá comprar metade da empresa TNK-BP que pertence ao consórcio por um valor de US$ 28 bilhões.

Além da TNK pertencente ao consórcio AAR, a petrolífera Rosneft já assinou termos de compra para obter a outra parte desta empresa em uma transação com um valor total de US$55 bilhões.

Esta outra parte da terceira maior petrolífera da Rússia está hoje nas mãos do grupo britânico BP.

O negócio da Rosneft como um todo com o grupo de magnatas russos da AAR deve estar concluído já no início de 2013 fazendo com que esta petrolífera se torne uma das maiores do mundo com cerca de 4,6 milhões de barris de óleo sendo produzidos por dia.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A consultoria IDC divulgou resultado de pesquisa nesta sexta-feira – dia 30 de novembro de 2012 – que mostra a diminuição nas vendas de computadores no Brasil.

Segundo o estudo, os 4,05 milhões de computadores vendidos representam uma queda de 0,3% no terceiro trimestre de 2012 que ao ser comparado com o período anterior passa a ter o valor de 7,9% a menos.

Conforme a IDC, no terceiro trimestre, cerca de 61% dos aparelhos vendidos foram notebooks com um consumo doméstico destes aparelhos em 65% dos casos.

Esta redução no comércio de computadores já era prevista, pois desde o início de 2012 este mercado estava bem abaixo do esperado.

Ainda conforme a avaliação divulgada,é esperado que ocorra um crescimento nas vendas deste setor de 2% contrastando em muito com os 15% esperados no início de 2012.

Por Ana Camila Neves Morais


A China vai mudar o seu modelo de desenvolvimento para reverter a diminuição no crescimento econômico que o país está vivenciando.

Deste modo, a China irá diminuir o ritmo de exportações e estimular mais o consumo interno. Esta situação será muito boa para a América Latina que poderá vender mais para o país asiático melhorando seus investimentos e equilibrando a sua troca comercial.

Isto irá gerar um maior volume de exportações da América Latina para a China de produtos com um maior valor agregado ao mesmo tempo em que pode diminuir a demanda por matérias-primas se a China reduzir o desenvolvimento das indústrias estatais.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


Os cinco dias úteis da quarta semana de março apresentaram um saldo positivo na balança comercial de US$372 milhões

 

A corrente de comércio chegou a US$9,306 bilhões, de acordo com o relatório divulgado na última segunda-feira (26) , pelo Ministério do Desenvolvimento.

As exportações tiveram um desempenho positivo e atingiram o patamar de US$4,893 bilhões. Já as importações totalizaram US$4,467 bilhões.

Se comparado à terceira semana de março, as exportações da quarta semana foram superiores em 1,5%. 

Os setores que mais influenciaram o resultado foram as vendas de produtos semimanufaturados, com 12,1%.

Em seguida, estão as vendas de produtos básicos, registrando 1,3%. Já as de manufaturados sofreram  uma retração de 0,8%.

Para as importações, a alta foi de 0,1% em relação à terceira semana do mês.

Boa parte do resultado pode ser explicado pelo crescimento dos gastos com combustíveis, lubrificantes, adubos, fertilizantes, plásticos e obras em geral.

 

Fonte: Ministério do Desenvolvimento


“A Argentina é um problema permanente”. Esse foi o comentário feito por Fernando Pimentel, ministro de Desenvolvimento do Brasil, na entrevista à agência Dow Jones.

As palavras de Pimentel foram fortemente atacadas pelo governo da presidente Cristina Kirchner. Débora Giorgi, ministra da Indústria Argentina, retrucou o comentário dizendo que as palavras do ministro não condiziam com a realidade do comércio entre os dois países.

Débora também afirma que o seu país foi responsável por aproximadamente 19,5% do superávit comercial obtido pelo Brasil no ano passado. Além disso, a ministra ressaltou que as medidas que restringem as importações na Argentina seguem normas de tratados comerciais e da OMC.

Débora Giorgi também acusou fortemente o Brasil de protecionismo ao dizer que a Argentina busca reequilibrar o comércio nacional pedindo a eliminação das barreiras não tarifárias que existem para a entrada dos produtos argentinos no Brasil, além de defender a concorrência “desleal” sofrida pelos produtos deles.

Muitos empresários argentinos já estão preocupados com esse clima de tensão entre a Argentina e o Brasil. Cristiano Rattazzi, presidente da Fiat Argentina, afirmou que os dois países precisam resgatar o espírito inicial do Mercosul.

Por Thiago Polido.


Enquanto vários setores estão atentos e focados para o Carnaval, outros segmentos já miram um pouco mais além: a Páscoa. A ocasião, em especial, marca a ressurreição de Cristo segundo as crenças religiosas mais tradicionais do país, mas também sinaliza época de compras de ovos de chocolate.

A Associação Paulista de Supermercados (Apas) acredita que as vendas dessa data subirão 5% neste ano em comparação a 2010. A previsão é de que o consumidor não observará diferenças de preços nos ovos, mas sim maior variedade de trufados e a continuidade dos brinquedos-surpresa ao público infantil.

A manutenção do valor do chocolate ao consumidor final será alimentada pelo não repasse do incremento do papel e da manteiga de cacau, uma vez que a indústria continua com a ideia de diminuir a gramatura das embalagens.

Em 2011, de acordo com a Apas, os empresários estimam vendas de até cinco mil toneladas a mais de chocolates em comparação aos resultados do ano passado.

Enquanto aos ovos os preços devem se manter, aos bolos podem crescer cerca de 10%. Em relação ao bacalhau, bons prognósticos: comercialização 4% superior ante 2010.

Por Luiz Felipe T. Erdei


No próximo encontro do G20, marcado para o final desta semana, o ministro da Fazenda Guido Mantega deverá levar um rol de assuntos pensados em conjunto com o ministro da fazenda argentino, Amado Boudou.

Mantega reconhece que Brasil e Argentina são importantes parceiros comerciais, ao ponto de contornarem a passada crise internacional de maneira parecida e que, portanto, teriam muito a contribuir em um evento como esse. Um dos pontos de maior destaque dessa conversa foi o das commodities, pois, segundo Mantega, o Brasil e a Argentina têm “posições semelhantes quanto ao que não se deve fazer no que se refere a essa questão”.

Além disso, os dois ministros esperam que a regulação de preços não venha a ser pauta das discussões a serem travadas no encontro, mas não revelaram efetivamente toda a pauta que irão levar para o G20.

Os dois ministros querem, no entanto, levar a efeito a idéia de uma parceria que promova o fortalecimento da moeda local. Foi cogitado, inclusive, a possibilidade de o Brasil produzir moeda argentina, como forma de “aperfeiçoar esse comércio, que tende a se ampliar”, acrescentou Mantega.

Por Alberto Vicente


As festas empresariais de final de ano estão próximas. O comércio prevê bom cenário para este ano, período que poderá refletir as boas conquistas econômicas desde o primeiro trimestre, quando o Produto Interno Bruto (PIB) avançou 2,7% em comparação aos últimos três meses de 2009.

Informações divulgadas na sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) assinalaram aumento de 0,4% nas vendas varejistas no mês de setembro em comparação a agosto, ou seja, o quinto período seguido de expansão. A entidade afirma que o dólar desvalorizado contribuiu para o índice.

No confronto anual, mensura o IBGE, a alta constatada chegou a 11,8%, outro recorde para o mês de setembro. Analistas sondados pela agência de notícias Reuters aguardavam resultados inferiores, de 0,15% e 11,1% respectivos.

Para Reinaldo Pereira, economista do IBGE, o câmbio transita por todos os segmentos e aqueles que apresentaram maior crescimento certamente foram favorecidos. Os destaques ficaram para eletrodomésticos e móveis e equipamentos para informática, escritório e comunicação.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Após breve estagnação em setembro, o comércio brasileiro voltou a prosperar em outubro. Segundo levantamento relacionado pela Serasa Experian na quarta-feira passada, 3 de novembro, o indicador cerceou crescimento de 1,6% entre um mês e outro, sem ajuste sazonal.

O incremento ocorreu especialmente no segmento de supermercados, bebidas e alimentos, com progresso de 1,7%, e no setor de móveis, eletroeletrônicos e eletrodomésticos, com avanço de 0,9%. A Serasa acredita que o índice promulgado no mês passado assinala o bom e possível ritmo de expansão no último trimestre de 2010, portanto totalmente favorável ao Natal.

Para o portal de Economia Terra, caso seja comparado outubro deste ano com o mês igual de 2009, percebe-se desenvolvimento de 9,2%. Nutrindo algumas medidas adotadas pelo governo, o setor de material de construção obteve a maior alta, de 17,8%, seguido pelo segmento de móveis, eletroeletrônicos e eletrodomésticos, com evolução de 11,85%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A Comissão Europeia pediu ao Brasil e Argentina eliminarem as barreiras comerciais impostas por ambas desde o início da crise financeira mundial, em 2008. Pelos números, foram 330 restrições, algo que segundo o órgão tem se solidificado e aos poucos se transformam em características do comércio mundial.

Essa reclamação não é a única, certamente, e muito se tem de fazer para extirpá-las. Um órgão que pode intervir nessa tendência é a Organização Mundial do Comércio (OMC), porém para Pascal Lamy, seu diretor-geral, a entidade ainda não está totalmente aparelhada para afrontar as restrições à exportação.

Durante as duas últimas décadas, pondera, a organização se aplicou amplamente nas contenções à importação, e as regras referentes à exportação são pouco sólidas. Para enfrentá-las, acredita Lamy, é necessário que membros da OMC lutem contra elas.

Um dos setores que mais sofre com imposições, de acordo com o diretor-geral em reportagem veiculada pelo portal de notícias G1, é o de matérias-primas, que em alguns casos abarca até o dobro de restrições à exportação em comparação a outros segmentos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A invasão de produtos chineses no Brasil tem dois lados. Alguns endossam a ideia de que por meio da maior participação da China dentro do país, a economia brasileira sofreu inúmeros benefícios. Outros, diferentemente, temem que a perda de competitividade de mercadorias nacionais é decorrente desta e de outras práticas oriundas de regiões situadas além das fronteiras tupiniquins.

Para o segundo caso há justificativas, pelo menos é o que querem dizer os empresários do segmento calçadista de toda a América Latina e não única e exclusivamente do Brasil. Para defender o comércio em todo o bloco, almejam promover iniciativas conjuntas para evitar a concorrência desleal.

Na última quinta-feira durante o 8º Congresso Internacional do Calçado, em Guanajuato, México, empresários enfatizaram existir, atualmente, grande oportunidade para a comercialização e consumo de calçados dos produtores latinoamericanos na própria região, os quais produzem aproximadamente 1,5 bilhão de pares por ano.

Dois dos capitais fatores da competitividade desleal acusadas pelos empresários, de acordo com o portal de Economia Terra, referem-se aos baixíssimos salários e condições de trabalho insustentáveis praticados na China. Segundo eles, o pedido de alento não é, em si, uma proteção, pois alegam não conseguirem competir no mesmo nível e moldes chineses.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um dos destinos mais vislumbrados pelos brasileiros, Buenos Aires é tido como um local bem atrativo e simpático. O tango, dança amplamente fomentada na Argentina, atrai atenção especial devido à sensualidade e precisão dos passos, tanto que é representada, por exemplo, por meio de competições de danças promovidas em canais de televisão do Brasil.

No mês passado, segundo dados divulgados pela Global Blue, uma das companhias locais responsáveis por operar o sistema de restituição do Imposto sobre Valor Agregado (IVA), as compras de turistas brasileiros, em Buenos Aires, aumentaram 214% em comparação a setembro de 2009.

A alta foi tão considerável, de acordo com o portal de Economia UOL, que uruguaios, chilenos, norte-americanos, venezuelanos e espanhóis não conseguiram chegar a índices semelhantes. Por outro lado, uma estatística nada positiva acompanhou o crescimento de compras feitas pelos brasileiros: foco de quadrilhas especializadas em furtar mochilas, bolsas e carteiras na capital argentina.

Em setembro, por exemplo, mais de 2,1 mil brasileiros buscaram o documento Autorização de Retorno ao Brasil (ARB), fornecido excepcionalmente pelo consulado quando são reportados casos de roubo ou perda de documentos. No período igual do ano passado, foram menos de 1,4 mil autorizações.

Por Luiz Felipe T. Erdei


As estimativas calculadas para as vendas do comércio ao Dia das Crianças parecem ter sido atendidas e até extrapoladas. De acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio, a comercialização de produtos entre 5 e 11 de outubro foram maiores em 12% em comparação à mesma semana do ano passado. Somente nos dias 8 e 10, o percentual abalizado foi superior em 8,5% ao final de semana correspondente de 2009.

O crescimento na cidade de São Paulo, segundo o portal de notícias G1, avançou 7,5% ante a semana similar do ano passado. No final de semana, diferente e positivamente, as vendas realizadas na capital paulista cresceram 11,9% no confronto ao final de semana análogo de um ano atrás.

A Serasa pondera que o crescimento das oportunidades de emprego formais, isto é, com carteira de trabalho assinada, incidirá no número de consumidores que receberão a primeira parcela do 13º salário, possibilitando, portanto, parcelamentos mais extensos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A crise financeira mundial, que deverá continuar em pauta durante bons anos e cerceará, provavelmente, trabalhos acadêmicos futuros, incidiu negativamente sobre o comércio global em 2009. Após os efeitos mais graves parcialmente superados, Alejandro Jara, diretor-geral adjunto da Organização Mundial do Comércio (OMC), prevê crescimento ao setor de 12% em 2010 ante à queda de 9% no ano anterior.

Embora as estimativas de crescimento sejam positivas, Jara asseverou que para o avanço alcançar o volume observado antes do colapso, dois anos de desenvolvimento iguais aos previstos para 2010 seriam necessários. Segundo matéria veiculada pelo portal R7, para o mercado de trabalho sentir tais efeitos mais tempo será preciso, uma vez que nem sempre os dois pontos aqui descritos se convergem.

Mantendo a tendência dos bons diagnósticos emitidos em favor de Brasil e China, o diretor pondera que essas economias apresentam recuperação mais robusta em detrimento às nações desenvolvidas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O comércio varejista online e físico, em shoppings ou em ruas, já se prepara para receber grande número de consumidores preocupados em saciar sonhos e desejos de propiciar um Natal mais alegre ao próximo e a si no quesito “bens materiais”. O Dia das Crianças, na próxima semana, pode ser considerado uma prévia daquilo que ocorrerá em dezembro, pois os grandes beneficiários, as crianças, deverão ser as mais lembradas em 25 desse mês.

Com o crescimento da economia brasileira e investimentos em várias regiões do país, não seria estranho afirmar que mais de 20 shoppings centers serão inaugurados até 2012. Pois bem, não só é possível como acontecerá, segundo a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), que para 2010 estima avanço de 15% no faturamento do segmento sobre os R$ 71 bilhões contabilizados no ano passado.

Luiz Fernando Pinto Veiga, presidente da Abrasce, acredita que parte do crescimento nas vendas é proveniente da classe C e da forte demanda brasileira, além, claro, do acesso mais facilitado ao crédito. Os números ainda são mais otimistas, de acordo com o portal de notícias G1, se levado em consideração que shoppings passaram a ser edificados fora dos grandes centros.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Brasil possui setores em amplo desenvolvimento nos dias atuais, como é o caso da indústria brasileira de máquinas e equipamentos. De acordo com a associação representante do segmento, a Abimaq, a comercialização dos produtos do setor cresceu 0,87% no mês passado em confronto anual e 1,92% sobre julho deste ano, com faturamento total superior a R$ 6,2 bilhões.

Segundo o portal de Economia UOL, o faturamento somou quase R$ 46,9 bilhões, 12,8% adiante do total constatado um ano antes. A exportação da indústria brasileira de bens e serviços de capital mecânico também avançou, exatamente 41,3% em agosto ante o oitavo mês do ano passado.

A Abimaq revela que as importações de equipamentos e máquinas no Brasil saltaram 88,8% na mesma base comparativa, com contabilização de US$ 2,627 milhões. No acumulado de 2010 o segmento registra déficit comercial de US$ 9,873 bilhões, justamente pela expansão de aproximadamente 27,7% das importações, que entre janeiro e agosto de 2010 perfizeram cerca de US$ 15,5 bilhões.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com crescimento amplo nos últimos anos, principalmente nos meses iniciais de 2010, o comércio eletrônico pelo país mantém a tendência pela qual analistas e especialistas têm conjeturado: contínuo desenvolvimento. Entre janeiro e julho o incremento observado pelo setor foi superior em 41,2% ao diagnosticado no período similar do ano passado.

De quebra, avalia reportagem veiculada pelo portal de notícias G1, o faturamento, de R$ 7,8 bilhões, foi mais amplo em relação às vendas realizadas pelos shopping centers da Grande São Paulo, que arrecadou R$ 7,2 bilhões. Segundo pesquisa divulgada pela E-bit em sociedade com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), a região metropolitana do Estado foi responsável por R$ 1,25 bilhão, avanço de 29,3% sobre o período similar de 2009.

Para Antonio Carlos Borges, diretor-executivo da Fecomercio-SP, se o crescimento continuar na mesma tendência, certamente as vendas realizadas pela rede mundial de computadores ultrapassarão as realizadas pelas lojas de departamento e de móveis e decoração.

À 2010, crê a E-bit, o comércio online deverá movimentar R$ 14,3 bilhões, cifra superior em 25% à constada em 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Datas comemorativas são tidas pelo comércio brasileiro (e mundial) como altamente positivas às vendas pretendidas, pois em ocasiões natalinas, por exemplo, os cidadãos tendem a dispensar maiores quantias em favorecimento a si e ao próximo. Presentes, comidas e bebidas movimentam todo e qualquer final de ano, algo que deverá ser interessante a 2010, conforme previsões dos empresários.

Estudo divulgado na última quinta-feira, 23 de setembro, pela empresa de análise de crédito Serasa Experian indica que a maioria dos empresários (57%) deverá rever suas perspectivas para o fim deste ano, enquanto outros 87% aguardam comercialização acima das previsões anteriores. Os segmentos comerciais e de serviços, sobretudo de pequeno e médio porte, deverão ser os responsáveis pelo aumento dos índices de expectativas.

Matéria divulgada pelo portal de notícias R7 menciona ser a região do Nordeste a mais otimista por 94% dos empresários, seguida pelo Norte, com representação de 87%, e depois pelo Sudeste, 86%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O crescimento brasileiro parece não ter sido bem recebido por todos os países do mundo. Nesta semana, representantes do Mercado Comum do Sul (Mercosul) e da União Europeia estabeleceram encontros para o debate de uma grande área de livre comércio entre as duas partes, a ser considerada, caso venha a vigorar, como a maior do mundo.

A França, que já atravessou o caminho do Brasil no futebol (em caso mais recente), parece não estar disposta em levar adiante os acordos. Christian Estrosi, ministra da Indústria francesa, e Bruno Le Maire, ministro da Agricultura, endossam protecionismo econômico ao país, tanto que o segundo em questão assegurou aos produtores rurais da nação luta contra o convênio entre Mercosul e UE.

Após um evento na cidade de Rennes, Le Marie discursou à imprensa que defende uma Europa firme nas negociatas, tanto que acredita na possibilidade de 15 nações deixarem de assinar o acordo. Para ele, conforme o portal de notícias G1, o agricultor não é uma moeda de troca e por isso, negócios com a Organização Mundial do Comércio (OMC) e com o Mercosul não serão levados adiante.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O tema principal que deverá ser relacionado nos próximos anos, ao Brasil, é a infraestrutura. O país, altamente criticado nesse setor na atualidade, tem procurado sanar as principais deficiências, porém ainda atitudes escassas se for levada em consideração a extensão do território tupiniquim.

Em 2014 e 2016 a nação será sede, respectivamente, da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos. Em vista desses eventos, Brasil e Itália anunciaram a intenção de estreitarem a colaboração entre suas companhias do setor turístico e infraestrutural de maneira bilateral, uma vez que em 2015, no lado europeu, o país italiano será palco da EXPO de Milão.

Raffaelle Cattaneo, assessor de transportes e infraestruturas da região Lombardia, assegura que na área há tradição das companhias italianas em relação ao continente sul-americano, o que significa, consequentemente, participação estratégica em grandes obras pelo Brasil.

Em junho passado, segundo o portal Economia Terra, Luiz Inácio Lula da Silva e Silvio Berlusconi, primeiro-ministro da Itália, firmaram vários tratados para instigar o comércio bilateral e os investimentos, que além da citada infraestrutura, abarcam os segmentos tecnológico, aeroespacial e transporte ferroviário.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Crescimento econômico não é mais novidade para os brasileiros, ou pelo menos parte deles. A já mencionada ampliação no número de empregos no primeiro semestre deste ano, o maior acesso ao crédito e o poder aquisitivo navegando paulatinamente bem conferem vários pontos positivos aos próprios cidadãos.

O comércio, em especial, tem conseguido se valorizar do ambiente propício atual. Em agosto, por exemplo, a atividade pelo segmento apresentou alta de 0,3% ante julho e 8,5% em confronto anual. Segundo a Serasa Experian, entidade responsável pelos dados, essa é quarta elevação mensal consecutiva.

Economistas da Serasa relacionam que o resultado obtido em julho assinala a volta do consumo tupiniquim (mês que abre o terceiro trimestre), bem diferente dos três meses anteriores quando baixas foram constatadas, possivelmente devido à retirada dos estímulos fiscais.

O portal de notícias G1, fonte deste artigo, aponta que o segmento de materiais de construção obteve expansão de 1%, seguido proximamente pelo setor de móveis, informática e eletroeletrônicos, com alta de 0,6%. Em contrapeso, a atividade da esfera de veículos, motos e peças recuou 1,3% após a alta de 5,3% diagnosticada em julho ante seu mês imediatamente anterior.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O segmento de carne bovina tem ampla atuação no Brasil, principalmente se mencionado o JBS, maior do mundo em termos de processamento da mercadoria. No final da semana passada o grupo revelou que analisa diminuir a produção de carne na fronteiriça Argentina ou, então, comercializar algumas unidades produtivas por lá. A justificativa emitida é o ambiente de carência na disposição de gado e depreciação das exportações.

Informações apuradas pela agência de notícias Reuters asseveram para a possibilidade de o JBS vender três frigoríficos situados na terra de Diego Maradona, segundo explanações emitidas por Guillermo Moreno, secretário de Comércio Interior da Argentina, com base em uma fonte não mencionada.

Embora a Reuters tenha feito o possível para confirmar as especulações, o grupo de processamento de carne bovina, que inclusive atua na educação de crianças e adolescentes por meio de escolas de referência, sem custo algum aos estudantes, assegurou que manterá o mercado – nacional e internacional – ciente sobre qualquer mote relevante.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A situação socioeconômica do país conseguiu grandes avanços nos últimos meses, fato constatado por meio de vários indicadores, entre eles a indústria nacional de equipamentos e máquinas. Segundo a Associação Brasileira do segmento (Abimaq), o faturamento impetrou mais de R$ 6,1 bilhões no mês passado, valor superior em 15,42% em comparação ao período similar de 2009.

Desde janeiro e até julho, de acordo com a entidade, o faturamento da esfera chegou em, aproximadamente, R$ 40,62 bilhões, alta superior em 15,03% no confronto anual. O mercado interno, justifica a Abimaq, foi o principal responsável pelo aumento na comercialização de máquinas e equipamentos.

Os equipamentos exportados também abiscoitaram faturamento superior em comparação a diagnósticos anteriores, com ascensão acima de 34% em julho. Por outro lado, segundo o portal de notícias G1, as importações tiveram seu papel presencial, com incremento de US$ 2,253 bilhões, ou crescimento de 52,6% no sétimo período de 2010.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O comércio eletrônico no Brasil conseguiu definitivamente transmitir confiabilidade aos consumidores. Desde o ano passado, quando parte da população temia adquirir produtos por meio da rede mundial de computadores, o valor movimentado nesse canal já chamava bastante a atenção. Há vários fatos que contribuíram e continuam a contribuir para essa expansão, entre eles diversas modalidades de pagamento, financiamento e a praticidade de ser possível comparar preços virtualmente.

Na medida em que a comercialização de acessórios distintos entre si ascendem, outra questão negativa também é configurada: aumento no número de reclamações -independente de quais. Em vista disso, o Ministério da Justiça deliberou propagar uma cartilha específica ao setor para explanar aos consumidores questões cruciais, inerentes à segurança.

Mariana Tavares, secretária de Direito Econômico do Ministério da Justiça, revelou que o intento tem por base conferir aos órgãos de Defesa do Consumidor (Procon) de todo o país uma série de pontos estritos da esfera eletrônica, antes cingidas somente pelo Código de Defesa do Consumidor. Para ela, após isso, conforme menção veiculada pelo Estadão, haverão estímulos para as pessoas adquirirem produtos em virtude da maior proteção a si.

Uma medida inédita existente somente em algumas lojas físicas é o grande trunfo das novas determinações, decorrente quando o consumidor adquire um produto, não gosta dele (ou se esse apresentar defeito), uma devolução em até sete dias pode ser feita.

Por Luiz Felipe T. Erdei


De acordo com o IBGE as vendas do varejo cresceram, em Junho de 2010, 11,3% sobre o mesmo mês do ano passado. Apesar da forte queda nas vendas em abril, a estimativa é positiva, tendo em vista o crescimento consecutivo da receita nominal desde os últimos seis meses apontado pelos indicadores de base fixa

O aumento nas vendas cresceu em cinco das dez atividades pesquisadas que estão a seguir: Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação(5,4%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (5,2%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,5%); Tecidos, vestuário e calçados (1%); Móveis e eletrodomésticos (0,6%); Veículos e motos, partes e peças (-0,6%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-0,9%); Combustíveis e lubrificantes (-1,2%); Livros, jornais, revistas e papelaria (-2,3%) e Material de construção (-3,1%).

Os cinco estados que obtiveram melhor resultado nas vendas do varejo foram, em 1º lugar o TO, 2º RO, 3º AC, 4º RR e 5º MS. Vale ressaltar que desde 2004 quando os índices sobre o comércio passam a ser analisados semestralmente e apresentar resultados positivos, esse foi o melhor percentual  já conseguido.

Para mais informações acesse o site do IBGE.

Por Roberta Lima


De acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), o setor de vendas por profissionais autônomos vem crescendo nos últimos tempos.

Segundo a ABEVD, no primeiro semestre deste ano foi registrado um valor de R$11,8 bilhões em movimentações no negócio, o que indica um crescimento de 21,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Desconsiderando a inflação, tem-se um valor real de 16,4% de aumento no volume de vendas do setor. Além disto, também houve elevação no número de revendedores cadastrados, com um valor 16,7% maior nos primeiros seis meses de 2010 em relação ao primeiro semestre de 2009.

A maior parte do setor de vendas diretas é formada por produtos de cuidados pessoais, que representa 88% do segmento. A ABEVD possui atualmente 46 associados, onde estão inclusos empresas de vendas diretas, fornecedores e consultores.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Folha de São Paulo, Band


De acordo com pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 09 de agosto, pelo Programa de Administração do Varejo (PROVAR) da Fundação Instituto de Administração (FIA), o terceiro trimestre deste ano terá como produtos líderes de compras através da internet os eletroeletrônicos e de informática.

A pesquisa foi realizada em parceria com a e-bit, empresa de informações sobre comércio eletrônico e a Felisoni Consultores Associados. Os resultados apontam uma elevação 6,3% no número de consumidores que pretendem adquirir produtos via internet no terceiro trimestre de 2010, em relação ao mesmo período do ano de 2009.

De acordo com o coordenador geral do PROVAR, Claudio Felisoni de Ângelo, isto reflete a confiança que o consumidor está tendo no uso do cartão de crédito, em função de um maior rendimento profissional e da estabilidade da economia do país nos últimos tempos.

Por Elizabeth Preático

Fonte: R7


A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) divulgou nesta quinta-feira, 29 de julho de 2010, que no mês de junho deste ano as vendas nos supermercados aumentaram em relação ao mesmo mês do ano anterior, numa porcentagem de 4,92%. Com isto, o lucro destas empresas aumentou, o que gerou a contratação de novos funcionários.

Um dos responsáveis pelo crescimento nas vendas do setor foi a Copa do Mundo deste ano, que promoveu uma maior saída das bebidas em geral, em especial as alcoólicas, cujo aumento foi de 15%. Já com relação ao mês anterior, o mês de junho deste ano apresentou uma maior elevação nos preços da mandioca, seguido por xampu e queijo prato.

Ainda no primeiro semestre deste ano houve uma contratação recorde de novos funcionários, num total de 1.473 milhão, em relação às 299.506 vagas oferecidas no mesmo período de 2009.

Por Elizabeth Preático

Fonte: R7


A última crise financeira mundial, ocorrida no biênio 2008-2009, deixa sequelas até os dias atuais às principais economias do planeta. Ao que tudo leva a crer, aquela acontecida em 1929, na Bolsa de Valores de Nova York, parece não ter sido suficiente para ensinar a especialistas, analistas e envolvidos nesses assuntos em como evitar recessões.

Os países desenvolvidos, em especial, atravessam momento instável, tais como os Estados Unidos, que sofre para reabilitar-se dos principais efeitos de dois anos atrás. As nações emergentes, entre elas o Brasil, têm obtido sucesso, afirmação justificável por meio de dados estatísticos em diversas áreas, embora, em alguns casos, exista a tão temida desigualdade social.

Embora nuvens negras pairem nos continentes, Pascal Lamy, diretor da Organização Mundial do Comércio (OMC), estima alçamento de 10% no volume do comércio global em 2010, índice superior ao anteriormente prenunciado em março (9,5%). A estimativa supera as melhores expectativas, pois somente no ano passado o planeta sofreu arrefecimento superior a 12% nesse quesito.

Um dos fatores que melhor tem colaborado para com a esperança da OMC, de acordo com o portal economia UOL, tem por base o dinamismo observado na economia da China.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com a comodidade proporcionada pela internet, trabalhar com revenda pode ser muito fácil, lucrativo e dispensar altos investimentos. Para isso, compre da China e obtenha grandes lucros.

Quem sabe como importar da China, consegue comercializar produtos adquiridos de forma barata e com redução de impostos de importação a preços de mercado.

Importar da China funciona da seguinte forma: o importador compra de seu fornecedor na China através do sistema de Drop Shipping, ou seja, entrega o produto em outro endereço e para outro destinatário. O importador trabalha como uma espécie de representante comercial. A diferença é que o preço de venda é estipulado por ele e não pelo fabricante. Em resumo, o importador vende ao cliente o produto do fornecedor, que por sua vez recebe o pedido e o pagamento do importador, mas entrega o pedido ao cliente, que pagou para o importador.

Embora pareça fácil e lucrativo, o negócio precisa ser bem administrado, pois mesmo o investimento financeiro sendo quase nulo, o sucesso se dará pela qualidade do serviço prestado, logo, o cliente precisa receber o produto e com certa presteza.

É muito importante não mentir para o cliente. Alguns vendedores oferecem produtos com prazo de entrega muito curto e não conseguem cumprir, perdendo a credibilidade. Nesse tipo de negociação, a entrega do produto pode demorar até 25 dias para acontecer.

Quando alguém resolve comprar da China e vender os produtos aqui no Brasil, deve ter em mente que, se o produto for tarifado na Receita Federal, o lucro pode ficar todo ali, pois em média a cobrança gira em torno de 60% do preço real do produto no nosso país. Por isso, ter boas indicações de fornecedores confiáveis e experientes pode representar a solução para esse problema.

Muitos empreendedores têm conseguido ganhar muito dinheiro com esse tipo de comércio, que não exige, sequer, estoque mínimo, muito menos emissão de nota fiscal, uma vez que não é o vendedor quem realmente fatura o produto, ficando a cargo do fornecedor esta tarefa.

Para aprender mais sobre o assunto, pesquise alguns casos de sucesso e manuais de quem tem experiência e lucro nesse negócio.

Por Juliana Fernandes


A crise financeira mundial ocorrida no biênio 2008-2009 prejudicou o sistema econômico em praticamente todos os países, tanto que até o momento alguns locais do planeta ainda tentam se recuperar das quedas sucessivas nos índices de emprego e do Produto Interno Bruto (PIB).

Alguns levantamentos, já em 2010, sinalizam melhorias em casos isolados, tais como Brasil, Rússia, Índia e China (BRICs). A Organização Mundial do Comércio (OMC) informou, há algumas horas, que o comércio mundial de mercadorias apresentou ascensão de 25% nos primeiros três meses deste ano ante período igual de 2009.

As exportações dos Estados Unidos e da Europa, por exemplo, tiveram elevação de 20%, enquanto a asiática China de 29%. À frente deles aparecem nações da África e do Oriente médio, com expansão de 53%.

O portal de notícias do Estadão avalia que o crescimento da demanda foi mais relevante na China e na Índia, com dilatação de 65% e 55%, respectivamente.

Fonte: Estadão

Por Luiz Felipe T. Erdei


A crise na União Europeia não atingirá fortemente o Brasil, conforme palavras proferidas por Guido Mantega, ministro da Fazenda. No entanto, o segmento de exportação poderá ser um pouco afetado, na medida em que houver receio por parte dos países devido à desvalorização da moeda norte-americana ante a brasileira.

Miguel Jorge, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, indica que os investimentos de companhias do país no exterior deverão assinalar boa recuperação e atingir, em 2010, montante equivale a US$ 15 bilhões. Embora superior a 2009, 2008 foi mais significativo em 50% ante o ano atual.

Reunido há poucas horas com Recep Taybip Erdogan, primeiro ministro da Turquia, Miguel Jorge disse que a ampliação das empresas brasileiras fora do próprio país é apresentada como ponto crucial ao governo do Brasil, e os turcos são um dos focos pretendidos por empresários da nação tupiniquim.

Reportagem do UOL avalia que existe um objetivo bilateral entre as duas nações. A intenção é dilatar o fluxo de negociações comerciais de US$ 1 bilhão para US$ 5 bilhões em um futuro muito próximo.

Fonte: UOL

Por Luiz Felipe T. Erdei


Noticiado desde a semana passada, a União Europeia espera finalizar acordos comerciais com diversos países latinoamericanos nos próximos dias. Anteriormente, a cúpula dos chefes de Estado de cada local não chegava a um consenso definitivo devido à possível participação de Porfírio Lobo, presidente de Honduras, tido pelos países do bloco como ilegítimo em virtude do golpe ocorrido contra Manuel Zelaya, no ano passado.

Apesar desse pequeno entrave em relação à autoridade hondurenha, Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, e Cristina Kirchner, líder da Argentina, deverão marcar presença no encontro. Hugo Chávez, porém, afirmou, sem motivos explícitos, sua não participação.

Informações lançadas pelo portal de notícias G1 indicam que a União Europeia deverá focar uma linha de crédito de 225 milhões de euros à América Latina, como maneira de elevar investimentos no bloco.

Desde 2004 as relações comerciais entre a UE e o Mercado Comum do Sul (Mercosul) foram interrompidas, sob a justificativa, por parte do continente sulista, de que as ofertas de acesso ao mercado agricultor eram pouco rentáveis.

Conheça mais informações no G1.

Por Luiz Felipe Erdei


Embora a Europa esteja enfrentando uma grave crise econômica em diversos de seus países, tais como Espanha e Grécia, a Organização Mundial do Comércio (OMC) acredita que o comércio mundial apresentará crescimento de 9,5% neste ano, muito além do tombo de 12% constatado em 2009.

Pascal Lamy, diretor-geral da OMC, avalia que o comércio vigente nos países industrializados ascenderá aproximadamente 7,5%, enquanto nos países em desenvolvimento o percentual será de 11%. Caso as previsões sejam acertadas, a economia global certamente fará com que 2011 seja um ano mais promissor, um ano em que a recuperação passará a acontecer num contexto geral.

Além dessa estimativa, relata o Portal de Notícias G1, a Organização Mundial do Comércio assegurou que a China sobrepujou a Alemanha, no ano passado, como o primeiro exportador global, com vendas para as demais nações em um valor estimado de US$ 1,2 trilhão, enquanto os alemães obtiveram US$ 1,12 trilhão.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Buscando atingir a parcela de mercado emergente da classe C, que teve seu poder de consumo aumentado nos últimos tempos, principalmente na região Nordeste e talvez barrar o avanço do Grupo Pão de Açúcar aliado a Casas Bahia, as Rede Insinuante (Bahia) e Ricardo Eletro (Minas Gerais) irão se fundir, formando a segunda maior rede varejista do país.

Com uma gestão compartilhada, em que cada grupo ficará com 50% do controle, o novo grupo terá um total de 480 lojas em 17 estados com faturamento devendo alcançar anualmente a casa de R$ 4,6 bilhões de Reais, conforme informações do Jornal Folha de São Paulo.

O acordo foi anunciado hoje (29/03/2010), por volta do meio dia em coletiva em um hotel de São Paulo.

Fonte : www.ig.com.br/economia.ig.com..br

Agência Estado





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