Chineses da GAC negociam compra das operações da FCA.

Diversos sites da internet estão veiculando matérias e notas apontando que a FCA (Fiat Chryslers Automobiles), conglomerado automobilístico que inclui entre outras marcas a Fiat, Chrysler, Jeep, Ivecco, Lancia, Alfa Romeo e Dodge, estaria em processo de negociação de suas operações ligadas a fabricante chinesa GAC (Guangzhou Automotive Group China).

O fato é que a informação não chega a ser tão nova. Já no mês de maio do ano passado começaram a surgir alegações do tipo. Na época a notícia que saiu em um jornal italiano dava conta de que o grupo chinês tinha planos para obter o controle da companhia ítalo-americana.

É bom lembrar que a GCA já tem sociedade com a FCA para a produção do Renegade e do Jeep Cherokee na China.

Ainda segundo o jornal citado, a intenção da GAC de efetuar a compra seria os planos futuros para o mercado ocidental.

Já aqui no Brasil o assunto circulou muito por meio de diversas fontes nesta última semana. Para se ter ideia, alguns já afirmam que uma delegação chinesa está visitando as instalações da Fiat há cerca de dez dias (informação de um funcionário da marca).

Já o empregado de um fornecedor disse que aqueles contratos que estão em vigor serão cancelados, para então, serem renegociados com os chineses que passariam a ser donos de parte da fábrica.

Apesar de todo mundo estar dizendo que existe “um dedo chinês” nessa história, o fato é que ninguém sabe ao certo qual será o fim: parceria regional ou mundial, fusão ou compra.

Agora, oficialmente, Marco Antônio Lage, diretor de comunicação da FCA, afirma que a empresa, aqui no Brasil, não tem conhecimento de nada sobre isso. Inclusive ele chega a negar a presença da tal delegação chinesa visitando a unidade da fábrica em Betim (MG).

Ele destaca ainda que se caso houvesse esse tipo de negociação ela seria tratada com o mais absoluto sigilo em todos os níveis do grupo.

De qualquer maneira, o negócio entre a FCA e os chineses poderia trazer bons frutos para os dois lados. Por um a FCA iria aumentar a sua presença no mercado chinês, que por sinal é o maior do mundo. Do outro lado a GAC começaria a atuar no Brasil, mercado que mesmo em crise é considerado um dos mais importantes do mundo.

Por Denisson Soares


China apresenta queda nos seus mercados acionários e grande desvalorização de sua moeda, o Yuan, podendo afetar diversos países.

No começo do ano, houve uma queda nos mercados acionários chineses, um fato econômico que afeta diversas nações, uma vez que a China é a segunda maior potência econômica do mundo. Entenda o que causou a queda.

A economia chinesa está cada vez mais dependente de serviços e não de indústrias como foi por um bom tempo. Essa dependência tem afastado os investimentos estatais, causando uma retração na atividade industrial, intimamente ligada à queda dos mercados.

O dia da queda também foi o primeiro dia que foi implementada uma medida conhecida como Circuit Breaker. Trata-se de uma espécie de mecanismo de defesa contra oscilações do mercado. Quando a bolsa fecha com valores negativos, todos os negócios na Bovespa são paralisados por alguns minutos.  Na China, com uma queda de 5% as negociações foram interrompidas por 15 minutos. No entanto, quando as negociações voltaram a ser feitas, foram registradas quedas ainda maiores.

Outro fator que contribuiu para a queda dos mercados foi a desvalorização da moeda chinesa, o Yuan. Há especulações de que o Banco Central não pretende mais manter o yuan mais valorizado que o dólar.

Conforme as ações caem, os investidores tendem a parar de investir nelas. O efeito é como um efeito dominó, se um deixa de investir, as ações cairão mais ainda e o outro deixará de investir também e assim por diante. O movimento de desvalorização das ações continua, causando consequências.

No cenário brasileiro, a recessão econômica na China pode ter um grande impacto até mesmo para a recuperação de nosso próprio cenário econômico. Investidores vão seguir a tendência de retirar os recursos dos países emergentes, o BRICS, no qual o Brasil está inserido. O mercado brasileiro também é bem aberto, logo a China que antes importava muito material brasileiro, com um recesso econômico diminuirá as importações.

Em questões econômicas é importante ter em mente que, em um mundo globalizado, o que acontece em uma nação, principalmente quando se trata de uma potência grande exportadora e importadora, irá afetar todas as demais nações do globo terrestre economicamente e, consequentemente, socialmente também, uma vez que parte dos recursos econômicos são destinados a investimentos sociais para melhora de vida da população.

Por Isabela Palazzo

Yuan


A crise econômica que está arrasando a Europa e os Estados Unidos está passando longe da China que registrou nesta segunda-feira, dia 31 de dezembro de 2012, um índice PMI para o setor de compras de 51,5 pontos.

Este valor indica um crescimento da economia chinesa e representa o maior aumento da produção industrial do país nos últimos 19 meses reforçando, assim, a confiança do mercado financeiro na recuperação da segunda maior economia no mundo atual.

Fonte: AFP

Por Ana Camila Neves Morais


O ramo de carne suína viveu diversas fases durante o ano de 2012, pois no início do ano teve uma série de problemas com os embargos feitos pela Rússia e Argentina além da redução dos preços pelo aumento da oferta deste produto no mercado nacional.

Na segunda parte do ano, o problema foram os custos elevados na criação com a alta de produtos para a alimentação dos animais.

Apesar de todas estas contrariedades, a suinocultura irá encerrar o ano de 2012 bem. Segundo a Abipecs (Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína) foram inseridas exportações para Hong Kong e Ucrânia além do aumento do comércio para a China.

Assim, a produção de carne suína no Brasil irá encerrar o ano de 2012 com 3,5 milhões de toneladas e para o ano de 2013 é esperado um aumento no mercado com a inserção do Japão entre os países que compram a carne dos porcos nacionais.

Por Ana Camila Neves Morais


A China divulgou que espera manter a meta de crescimento de sua economia para o ano de 2013 em 7,5% possibilitando, com isso, maiores investimentos em ativos fixos que irão compensar a baixa demanda por exportações no país durante o ano.

O crescimento da China viveu um processo de redução e os analistas financeiros esperam que em 2013 a China tenha um aumento de sua economia considerável.

Esta projeção é menor do que os 8% ao ano que foram utilizadas pelo governo chinês durante muito tempo e permite um equilíbrio nas contas deste país para a implantação das reformas estruturais que o país necessita sem deixar o desenvolvimento de lado.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Uma nova crise começa a ser instalada no setor agropecuário brasileiro, pois após a identificação no início de dezembro da presença do agente causador da vaca louca em animais no Paraná no ano de 2010 já ocasionou a suspensão de importações da carne bovina brasileira pela China e África do Sul.

O embargo à carne nacional foi informado para o Ministério da Agricultura por meio de notificações nas quais os países solicitam maiores esclarecimentos sobre o assunto.

No entanto, o prejuízo para o setor pode ser ainda maior já que existem ameaças de barrar a entrada do produto em outros países como Rússia e Venezuela.

Segundo o Ministério da Agricultura esta é a primeira vez que o agente causador do mal da vaca louca surge no país e que não há riscos de contaminação para a população brasileira, pois todos os animais contaminados foram mortos e os últimos exames feitos foram negativos.

Por Ana Camila Neves Morais


A China continua a expansão de seus negócios no mundo e agora estreitou seus laços econômicos com a Venezuela.

Isso porque foram assinados neste dia 01 de dezembro de 2012 acordos de cooperação entre estes países para a realização de projetos na área petrolífera e elétrica.

Segundo no Ministro do Petróleo da Venezuela Rafael Ramírez haverá o desenvolvimento dos campos de petróleo existentes, a criação de novas áreas para prospecção além da geração de 900 megawatts de energia elétrica.

Por Ana Camila Neves Morais


Mais uma notícia relevante chegou ao mundo neste dia 01 de dezembro de 2012 sobre a economia da China e a novidade do momento é que o Índice Geral de Compras deste país chegou a 50,6 no mês de novembro.

Este dado se refere ao crescimento da indústria chinesa e é o valor máximo obtido nos últimos sete meses.

Este indicador acima de 50 mostra uma aceleração no crescimento da indústria chinesa com uma forte tendência de obter uma recuperação ainda maior durante o ano de 2013.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A China divulgou, nesta sexta-feira dia 30 de novembro de 2012, uma redução no valor de venda do seu minério de ferro; sendo que esta foi a primeira queda deste produto no país asiático desde agosto de 2012.

Esta diminuição foi acompanhada por menores cotações do aço no mercado financeiro causado por um menor ritmo de construção local devido ao rigoroso inverno chinês.

De forma mais específica, o vergalhão para construção teve uma queda de 3,7% enquanto o aço com 625 de ferro foi vendido com US$115,60 a tonelada com uma diminuição de US$1,30 sendo este o menor valor desde o dia 19 de outubro de 2012.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A China vai mudar o seu modelo de desenvolvimento para reverter a diminuição no crescimento econômico que o país está vivenciando.

Deste modo, a China irá diminuir o ritmo de exportações e estimular mais o consumo interno. Esta situação será muito boa para a América Latina que poderá vender mais para o país asiático melhorando seus investimentos e equilibrando a sua troca comercial.

Isto irá gerar um maior volume de exportações da América Latina para a China de produtos com um maior valor agregado ao mesmo tempo em que pode diminuir a demanda por matérias-primas se a China reduzir o desenvolvimento das indústrias estatais.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


A China, que se encontrava em um período sufocante economicamente, parece estar tentando se estabilizar a qualquer custo. Depois de um período de 3 meses sem que uma quantidade significativa de capital entrasse no país, a situação começou a se reverter somente no mês de janeiro deste ano.

No início de 2011, muitas instituições financeiras chinesas apelaram para a compra de um valor líquido equivalente a US$ 22,4 bilhões em moeda estrangeira. Em yuans esse número fica na faixa de 140,9 bilhões. Ainda no mês de dezembro, análises das bolsas financeiras registraram venda líquida de 100,3 bilhões de yuans.

Para a alegria da economia chinesa, as compras consideradas líquidas começaram a alavancar. O capital estrangeiro começou a entrar na China com toda a força de antes, fazendo com que os economistas de plantão fiquem esperançosos para os próximos meses.

Por causa de uma “volatilidade global nos mercados” e devido a um receio em relação à desaceleração da economia no país, o capital começou a deixar a China para trás para buscar caminhos mais lucrativos. Apesar disso, a Dow Jones informou que a posição cambial líquida do sistema bancário da China subiu de 25,36 trilhões de yuans (no fim de dezembro) para 25,50 trilhões de yuans (no fim de janeiro).

Fonte: Brasil 247

Por Jéssica Monteiro


Após reunião com a Comissão Sino-Brasileiro de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban), o vice-presidente da república, Michel Temer, afirmou o desejo do Brasil em aumentar as exportações para a China nos próximos anos. 

De acordo com Temer um dos principais produtos a serem exportados para o mercado chinês são as carnes de aves, bovina e de porco. Outro assunto discutido durante a reunião foi o crescente aumento de produtos chineses no mercado brasileiro. Para o vice-presidente é necessário que o governo chinês faça um dimensionamento das exportações feitas para o Brasil. 

Outro interesse do governo brasileiro é exportar aviões da Embraer para o país oriental, pois o mercado de aviões executivos é um dos que mais cresce na China. O interesse do Brasil é fornecer o modelo de jatos Legacy

Além das questões comerciais foram abordadas questões relacionadas à troca de experiências de tecnologia, os dois governos estudam um intercâmbio de conhecimentos. O Programa Ciência sem Fronteiras pretende enviar estudantes brasileiros para se especializarem no exterior, o objetivo é enviar 100 estudantes para a China, sendo que o mesmo número de estudantes chineses serão convidados para vir ao Brasil. 

Participou também da reunião o vice-primeiro-ministro da China, Wang Qishan. 

Por Joyce Silva


A invasão de produtos chineses no Brasil tem dois lados. Alguns endossam a ideia de que por meio da maior participação da China dentro do país, a economia brasileira sofreu inúmeros benefícios. Outros, diferentemente, temem que a perda de competitividade de mercadorias nacionais é decorrente desta e de outras práticas oriundas de regiões situadas além das fronteiras tupiniquins.

Para o segundo caso há justificativas, pelo menos é o que querem dizer os empresários do segmento calçadista de toda a América Latina e não única e exclusivamente do Brasil. Para defender o comércio em todo o bloco, almejam promover iniciativas conjuntas para evitar a concorrência desleal.

Na última quinta-feira durante o 8º Congresso Internacional do Calçado, em Guanajuato, México, empresários enfatizaram existir, atualmente, grande oportunidade para a comercialização e consumo de calçados dos produtores latinoamericanos na própria região, os quais produzem aproximadamente 1,5 bilhão de pares por ano.

Dois dos capitais fatores da competitividade desleal acusadas pelos empresários, de acordo com o portal de Economia Terra, referem-se aos baixíssimos salários e condições de trabalho insustentáveis praticados na China. Segundo eles, o pedido de alento não é, em si, uma proteção, pois alegam não conseguirem competir no mesmo nível e moldes chineses.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O homem mais endinheirado do Brasil, Eike Batista, encabeça a lista como o oitavo mais rico do mundo. À sua frente aparecem figuras extremamente conhecidas, tais como Bill Gates, criador da Microsoft, e Warrem Buffett, industrialista, filantropo e investidor dos EUA. Contudo, o mais poderoso é o mexicano Carlos Slim Helú, empresário de origem libanesa.

Um dos temas mais recorrentes das últimas semanas, a desvalorização do dólar, possui diversas faces, uma delas a questão travada entre a China e os Estados Unidos sobre o câmbio. Para Slim, a discussão entre ambos seria mais bem resolvida se o governo asiático elevasse a remuneração dos trabalhadores.

Para Slim, ao invés de cada uma das partes tentar deixar sua moeda com a cotação mais amena, dar riqueza ao povo para melhoria de vida incidiria mais positivamente, sobretudo em relação ao maior poder de compra, com mercado interno mais positivo. Não somente neste caso, o mexicano avalia que as nações desenvolvidas devem evitar a guerra cambial.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters


A China tem se consolidado como uma das maiores economias do planeta. Com a mais vasta população mundial e a consequente mão de obra relativamente numérica, o país atua amplamente além de sua fronteira, tal como o é no Brasil e os produtos etiquetados “Made In China”.

Uma medida que pegou o mundo de surpresa, agradando boa parte de economistas e analistas, foi fixada em 19 de outubro, terça-feira, na página virtual do Banco Central do país. Desde a crise financeira global a China evitava endurecer sua política monetária, porém, decidiu elevar a taxa de depósitos a um ano de 2,25% para 2,50%, e a dos empréstimos, pelo mesmo percentual a um ano, de 5,31% para 5,56%, cada qual em vigor desde esta quarta-feira.

A última ascensão no aumento das taxas de juros no país de que se tem notícia ocorreu em dezembro de 2007. Segundo o portal de Economia UOL, entre setembro e dezembro do ano seguinte as alíquotas foram abrandadas gradualmente como maneira de responder ao colapso financeiro.

De acordo com Lu Ting, economista do Bank of America Merrill Lynch, o anúncio é uma surpresa para os mercados porque existia consonância à estimativa de que a possibilidade de uma elevação das alíquotas era delicada. Notícias veiculadas antes do fechamento deste artigo parecem indicar que as medidas surtiram efeito positivo, entre elas o fortalecimento da moeda norte-americana.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma das maiores redes mundiais do setor de varejo, o Walmart anunciou na sexta-feira passada, 15 de outubro, que aumentou o volume de investimentos estimados para 2011 e 2012, além de assinalar que deverá ampliar suas unidades situadas no Brasil, na China e no México.

Para o ano fiscal deste ano, com encerramento ditado em 30 de janeiro próximo, a quantia de investimentos chega a US$ 12,2 bilhões, dos quais US$ 6,6 bilhões aos Estados Unidos e outros US$ 3,8 bilhões ao restante do mundo. Apesar dessas estimativas, a rede pode aumentar o valor para até US$ 14 bilhões no ano fiscal 2011.

Segundo Doug McMillon, presidente da Walmart International, o investimento de capital para 2011 será focado para novas lojas, com destaque singular nos mercados emergentes, entre eles Brasil, México e China. Apesar desse indicativo, números específicos não foram mencionados.

Matéria veiculada pela Folha UOL relaciona que o lucro da companhia atingiu a marca de US$ 6,89 bilhões no primeiro semestre fiscal, alta de 6,6% no confronto anual.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Considerada uma das maiores economias do planeta, a China apresenta altos índices em vários setores, tais como o empregatício. É impossível, nesta conjuntura, deixar de relacionar os números do Produto Interno Bruto (PIB) chinês, que no terceiro trimestre deste ano apresentou avanço de 11,9% em comparação ao período descrito entre abril e junho.

Mesmo com tais discursos otimistas sobre a China, para Larry Brainard, economista-chefe e diretor de pesquisa da consultoria Trusted Sources, a agricultura é o ponto mais delicado da asiática, principalmente após o adiamento das reformas do trabalho e das terras rurais, permitindo, portanto, ofertas na potencial demanda urbana do país superiores às rurais.

Em sua avaliação, Brainard acredita que cada vez mais a China será conhecida como primordial importadora de alimentos, principalmente nas culturas do milho e da soja, amplamente utilizadas pela nação para a fabricação de ração animal. De acordo com o Estadão, além dessa constatação o economista pondera que o baixo nível dos estoques globais e o desenvolvimento da produção etanol deverão favorecer o Brasil.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Emergentes. Está aí uma palavra corriqueiramente e muito mencionada pela imprensa mundial e por economistas em todos os recônditos do globo. As nações pertencentes a essa alcunha são até privilegiadas, pois atribuem à elas responsabilidades de guinar o desenvolvimento da economia na atualidade.

Brasil, Rússia, Índia e China (BRICs) parecem ter o conhecimento disso, algo traduzido em números. Uma camada de economistas, mais exatamente do Banco Mundial (BIRD), parece também se guiar pelas tendências e acreditam que o crescimento econômico global deverá ser puxado pelos países em desenvolvimento.

No inicio desta semana lançaram um livro sobre o tema. Nele, segundo o portal R7, há dizeres afirmativos de que quase metade do crescimento pelo globo é oriundo dos países em desenvolvimento e que tal prerrogativa deve ser confirmada até 2015, quando finalmente ultrapassarão os desenvolvidos.

A obra também atesta que o continente asiático deverá liderar esse movimento. Algumas das justificativas – se é assim possível mensurar – são as classes médias mais amplas, preços mais elevados das matérias-primas e aprendizagem tecnológica mais célere.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Quando o tema é crescimento econômico, certamente a China aparece como um dos países mais passíveis de menção. Integrante do denominado BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), a nação asiática atua fortemente no Brasil, afirmação espelhada por meio de vários produtos do outro continente, tais como aparelhos eletroeletrônicos, brinquedos e outros mais.

A expansão acentuada da economia chinesa, nos últimos tempos, favorece as nações latinoamericanas, tanto que as classificações futuras de risco da região começam a ser elevadas. De acordo com registro da agência de classificação Moody’s, as importações de matérias-primas provenientes da China, na última década, deverão aumentar anualmente em aproximados 20% – talvez até mais.

A avaliação, que classifica a aptidão de um país ou uma empresa em honrar suas dívidas e compromissos financeiros, bem como o não cumprimento deles, é denominado rating, ou nota de risco, segundo o portal R7. Portanto, conforme já diagnosticado no inicio desta semana, o Brasil tanto sofre boa influência da China como exerce o mesmo a outras nações da América Latina no concernente à abertura de mercado.

Portanto, quando a nota é emitida positiva ou negativamente, investidores se atentam para o caso de terem o interesse em aplicar dinheiro em determinado país ou empresa, pois a situação lhe confere mais segurança.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O desenvolvimento da economia brasileira seguiu alguns conceitos para ser edificado, tais como implementação de estímulos fiscais recentes, maiores oportunidades de trabalho com carteira assinada e ampliação no poder aquisitivo e confiança da população. Em um ambiente propício, empresas nacionais e estrangeiras têm investido com mais ênfase, sejam elas micro, pequenas, médias ou grandes.

A China, outro país integrante do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), tem conseguido se estabelecer como a nova referência desta década, tanto que foi considerada nos últimos dias a segunda economia mundial, atrás somente dos Estados Unidos. Devido ao seu forte crescimento a nação asiática deverá ser a maior investidora global entre uma década a uma década e meia.

Márcio Holland, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), avalia que os chineses ampliaram tanto seus investimentos em todo o planeta, por meio de suas estatais, que já há unidades produtivas na Alemanha, na Áustria e, também, no Brasil. Para ele, durante entrevista transcrita pelo portal de Economia UOL, a China quer recursos naturais, petróleo e alimentos, e os locais focados são sua base necessária.

O enaltecimento em relação à economia brasileira não é o mesmo ponto de vista adotado por Holland, pois se desconsiderada a China como participante da nova geografia econômica global, nenhum dos países pobres contribui veementemente. Para ele, o Brasil ainda é uma economia acanhada.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Tem-se tornado comum observar centenas de produtos “Made in China” no Brasil, tanto pela qualidade cada vez melhor como, também, pelos preços mais acessíveis, geralmente – e não totalmente – abaixo de inúmeras mercadorias confeccionadas por empresas brasileiras.

No último trimestre, segundo constatações, as companhias do país asiático aumentaram em dez vezes os valores de investimentos realizados no Brasil em comparação há três anos. Somente em 2010, por exemplo, já foram US$ 20 bilhões entre empréstimos e investimentos voltados à Petrobrás. De acordo com o Estadão, o montante poderá comportar, até o final deste ano, outros US$ 5 bilhões.

Diferentemente de tendências anteriores, com posse desses dados em mãos a China é, seguramente, uma das nações que mais contribuiu para o desenvolvimento do Brasil, principalmente em virtude das matérias-primas por aqui dispostas, tais como minério de ferro, soja e outros.

Apesar destas características significarem bons resultados ao país liderado por Luiz Inácio Lula da Silva, a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) e a Confederação Nacional das Industrias (CNI) admitem que existem perigos em os asiáticos adquirirem minas na nação e depois utilizarem o minério produzido para moderar preços e inflar o mercado tupiniquim, por meio aço mais barato do que o confeccionado em outras localidades – inclusive no Brasil.

Curiosamente, a China tornou-se uma das maiores potências econômicas mundiais na história recente do planeta Terra. Embora seu passado seja alvo de muitas contradições a partir das opiniões de especialistas e afins, o que será daqui dez anos?

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com a comodidade proporcionada pela internet, trabalhar com revenda pode ser muito fácil, lucrativo e dispensar altos investimentos. Para isso, compre da China e obtenha grandes lucros.

Quem sabe como importar da China, consegue comercializar produtos adquiridos de forma barata e com redução de impostos de importação a preços de mercado.

Importar da China funciona da seguinte forma: o importador compra de seu fornecedor na China através do sistema de Drop Shipping, ou seja, entrega o produto em outro endereço e para outro destinatário. O importador trabalha como uma espécie de representante comercial. A diferença é que o preço de venda é estipulado por ele e não pelo fabricante. Em resumo, o importador vende ao cliente o produto do fornecedor, que por sua vez recebe o pedido e o pagamento do importador, mas entrega o pedido ao cliente, que pagou para o importador.

Embora pareça fácil e lucrativo, o negócio precisa ser bem administrado, pois mesmo o investimento financeiro sendo quase nulo, o sucesso se dará pela qualidade do serviço prestado, logo, o cliente precisa receber o produto e com certa presteza.

É muito importante não mentir para o cliente. Alguns vendedores oferecem produtos com prazo de entrega muito curto e não conseguem cumprir, perdendo a credibilidade. Nesse tipo de negociação, a entrega do produto pode demorar até 25 dias para acontecer.

Quando alguém resolve comprar da China e vender os produtos aqui no Brasil, deve ter em mente que, se o produto for tarifado na Receita Federal, o lucro pode ficar todo ali, pois em média a cobrança gira em torno de 60% do preço real do produto no nosso país. Por isso, ter boas indicações de fornecedores confiáveis e experientes pode representar a solução para esse problema.

Muitos empreendedores têm conseguido ganhar muito dinheiro com esse tipo de comércio, que não exige, sequer, estoque mínimo, muito menos emissão de nota fiscal, uma vez que não é o vendedor quem realmente fatura o produto, ficando a cargo do fornecedor esta tarefa.

Para aprender mais sobre o assunto, pesquise alguns casos de sucesso e manuais de quem tem experiência e lucro nesse negócio.

Por Juliana Fernandes


Um fato indiscutível diz respeito ao bom andamento vivido pelos países da América Latina após o período denominado pós-crise. O Brasil, inclusive, tem angariado bons resultados em relação a nações mais desenvolvidas, tanto que o real apresenta sobrevalorização em relação a moedas como o dólar e o euro.

Augusto de la Torre, economista-chefe do Banco Mundial para a América Latina, avalia que a ligação desse bloco com a China foi um dos pontos-chave para o sucesso da recuperação de cada um, muito além do que especialistas imaginavam. Há uma década, para ele, a presença chinesa era pouco notada; hoje, faz-se presente de maneira ampla.

O país liderado por Luiz Inácio Lula da Silva é aquele que melhor representa o bom momento da América Latina, tanto que o Banco Mundial acredita em crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 5,5% para a nação.

Para de la Torre, que teve discurso mencionado pelo portal de economia Terra, o país asiático conseguiu suprir a presença que os Estados Unidos sempre exerceram no âmbito comercial em relação a nações como Brasil e Peru.

Leia mais diretamente no Terra.

Por: Luiz Felipe Erdei


Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, tem comprovado, pelo menos segundo a imprensa como um todo, que é, efetivamente, um dos principais líderes políticos pelo mundo. Na próxima semana ele se reunirá com Hu Jintao, presidente da China, para assinar um acordo na finalidade de fortalecer o comércio bilateral entre as duas nações.

Batizado de Programa de Ação Conjunto Brasil-China, ou simplesmente PAC (qualquer semelhança é somente coincidência), as áreas atendidas pelo projeto serão as de tecnologia e desportos. Diferentemente da relação entre os dois países, o mesmo não aconteceu com Índia por causa de divergências no campo nuclear.

Por outro lado, de acordo com reportagem noticiada pelo portal de economia do UOL com informações da Agência Brasil, Roberto Jaguaribe, subsecretário-geral político II do Itamaraty, assegura – para conforto de muitos! – que o relacionamento entre brasileiros e indianos é positivo, muito mais intenso do que se possa imaginar.

Verifique mais informações a respeito do assunto acima tratado e de outros países integrantes dos Bric aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A emergente China continua com previsões positivas para sua economia, segundo, então, o Produto Interno Bruto (PIB) de mais de 8%, em 2009, constatado há poucos dias. De acordo com o Banco Mundial (BM), a economia do país apresentará crescimento de 9,5% neste ano.

Apesar de extremamente favorável, a situação de crescimento acentuado em relação aos demais países do planeta sofreu ressalvas da entidade, que alerta sobre o endividamento dos Governos da nação e os perigos de bolha imobiliária, que pode chegar em até 30%. Para conter a euforia, o BM pede mais flexibilização do iuane, a moeda chinesa.

O Governo do país havia estabelecido, anteriormente, segundo o portal de Economia UOL, objetivo de 8% para o crescimento de 2010, porém, o percentual acima constatado significa, consequentemente, ascensão trimestral média de 8,8% da economia do país.

Embora fiquem os alertas proferidos pelo Banco Mundial, a instituição pondera que a China mudou o papel do Estado ao reconhecer, por exemplo, a importante interação que o mundo globalizado exerce sobre sua economia.

Para conferir o desdobramento deste artigo, na íntegra, clique aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Hugo Chávez, presidente da Venezuela, é um dos líderes de Estado mais temido do mundo, em virtude de suas medidas repressivas e discursos estritamente esquerdistas. Mesmo assim, a personalidade estabelece relações comerciais com outros países, como, por exemplo, a China.

O Portal de Notícias G1 veiculou que a Venezuela pediu à China mais dinheiro em troca de petróleo. A cifra mencionada por Chávez é de mais US$ 12bi, somando, então, US$ 20 bi, pois US$ 8 bi já foram concedidos nos últimos dois anos a projetos que compreendem irrigação, construção de rodovias, entre outros.

O objetivo do presidente venezuelano é ampliar o fundo conjunto voltado ao desenvolvimento da infra-estrutura, visto que após a crise financeira mundial, a Venezuela não possui caixa para investimentos. Em troca desses outros US$ 12 bi, Chávez afirma que enviará à China 400 mil barris diários de petróleo e produtos refinados.

Com uma política voltada, em grande parte, ao mercado interno, o presidente do país latino-americano almeja um crescimento de pelo menos 1% para o Produto Interno Bruto (PIB), pois em 2009 houve retração de 2,9%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os investimentos no país já passaram a acontecer em definitivo. Foi anunciado há pouco que a Sany Heavy Industry, empresa chinesa de máquinas para construção civil, investirá US$ 100 milhões, com pretensões de chegar a US$ 200 mi, para instalar sua primeira fábrica no país, no Estado de São Paulo.

De acordo com o Portal de Economia do Estadão, a unidade chinesa produzirá maquinário ao mercado do Brasil e da América Latina e deverá gerar, diretamente, emprego para aproximadamente mil pessoas. A expectativa de faturamento da empresa, em meia década, é de meio milhão de dólares.

O Estadão revela que a Sany é a primeira empresa de grande porte do segmento a desembarcar no Estado de São Paulo após a criação do Investe São Paulo, a Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade.

Para dar uma idéia aos brasileiros, o faturamento da Sany, em 2008, foi de pouco mais de US$ 3 bilhões. Desde que a mão de obra seja qualificada e bem paga, a empresa tem mesmo é de ingressar no país.

Leia mais sobre o assunto diretamente no site do Estadão.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma opinião levantada por Jim O’Neill, economista-chefe do Goldman Sachs, promete balançar a principal economia do mundo: Estados Unidos. Segundo ele, a China superou os States como principal mercado mundial, desde 2007, quando as vendas varejistas do asiático passaram a crescer mais em virtude da queda de consumo dos norte-americanos.

Embora seu discurso seja baseado em algumas pesquisas confiáveis, o próprio O’Neill admite que sua apreciação é controversa. Para ele, de acordo com o Portal de Economia do Estadão, a forma de observar esse desenvolvimento asiático está sujeita em como os cálculos de moeda em detrimento ao poder aquisitivo de ambos os países é analisado.

Em relação ao Brasil, o economista revelou que existe um diferencial sumariamente notável e a favor ao país latino-americano, que é o crescimento atrelado à sustentabilidade – o que não acontece com tanta intensidade nos norte-americanos e nos chineses.

Observe mais análises de O’Neill aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


As diversas redes varejistas transcontinentais parecem ter lidado muitos abalos por causa da crise financeira global. O Carrefour, por exemplo, sofreu uma queda de 70% em seu lucro no ano passado devido a cortes de preços na finalidade de atrair clientes e baixas contábeis, segundo retratado pela agência de notícias Reuters.

Enquanto as prioridades de ampliação estão voltadas, em primeira instância, no Brasil e na China já para este ano, à Bélgica, diferentemente, o Carrefour pretende rever suas ações. Na índia, outro foco da segunda maior rede varejista do mundo, a intenção é investir no “atacarejo”.

Embora o baque de 70% em seu lucro possa denotar um momento ruim, a rede garante que daqui em diante, pelo menos até 2012, aproximadamente 4,5 bilhões de euros serão gerados em diversas economias.

Clique aqui e confira a matéria em sua totalidade.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Dados divulgados pela Agência Estado revelam que a economia chinesa encerrou 2009 com um desenvolvimento de 8,7% no Produto Interno Bruto (PIB), um pouco abaixo do constatado em 2008, quando o percentual atingiu 9,6%.

Apesar de parecer uma queda negativa, informações levantadas sobre dezembro do ano passado indicam que uma dilatação de 10,7% em relação ao mesmo período anterior fora constatado.

Outro ponto favorável foi o índice de preços ao consumidor, com alta anual de 1,9%, acima do índice de 0,6% constatado em novembro do ano passado. Com isso, avalia a AE, a pressão para o governo reduzir os estímulos econômicos ganha força.

Outro ponto focado pela Agência Estado foi o crescimento do índice de preços ao produtor, com aumento percebido em 1,7% em dezembro ante o mês igual de 2008. Confrontado com o mesmo mês do ano anterior, houve baque de 2,1% em novembro.

Fonte: Agência Estado

Por Luiz Felipe T. Erdei





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