No dia 11 de julho a Ibovespa operou em alta após a aprovação da reforma trabalhista que implica na modificação de mais de 100 pontos da CLT.

Apresentando um tom positivo, com amparo na aprovação da reforma trabalhista na noite de terça-feira, 11 de julho, o principal índice da bolsa paulista operou em alta ao longo do dia, apresentando o terceiro pregão seguido de ganhos.

Constatou-se que às 11h20, o Ibovespa aumentava 0,44 por cento, a 64.111 pontos, após avançar 1 por cento, que foi a máxima da sessão até então. No que se refere ao giro financeiro, constatou-se 1,95 bilhão de reais.

A aprovação da reforma trabalhista implica na modificação de mais de 100 pontos da CLT, tendo sua aprovação no plenário do Senado por 50 votos a favor e 26 votos contra, além de uma abstenção.

Confira alguns destaques da Bolsa de Valores, em especial no que se refere ao Ibovespa, nesse cenário:

· PETROBRAS PN: aumentava 2,84 por cento e PETROBRAS ON subia 2,6 por cento, tendo uma linha que demonstrava ganhos dos preços do petróleo dentro do mercado internacional. Neste mesmo radar constavam os resultados de julgamentos na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) favoráveis à empresa, bem como a aprovação do conselho de administração da Petrobras para abrir o capital da BR Distribuidora.

· USIMINAS PNA: aumentava 2 por cento, depois que anunciou o reajuste de 10,7 por cento no valor dos laminados a quente.

· CSN ON apresentava alta de 1,16 por cento, ao passo que a GERDAU PN aumentava 0,73 por cento.

· BRADESCO PN crescia 1,82 por cento, auxiliando no tom positivo do Ibovespa em função do peso na sua composição.

· ITAÚ UNIBANCO PN apresentava uma leve queda de 0,32 por cento, com investidores analisando a decisão da superintendência-geral do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), sobre a recomendação para aprovar a aquisição das operações de varejo oferecidas pelo Citibank.

· GPA PN apresentava uma valorização de 0,42 por cento e depois fez o registro de alta de 9 por cento na receita líquida do segmento de varejo alimentar.

· VALE PNA baixava 0,46 por cento e VALE ON apresentava diminuição de 0,7 por cento, dando de volta os ganhos observados mais cedo e estando na contramão do desempenho dos contratos futuros de mineração de ferro na China.

Por Iris Gonçalves

Ibovespa em alta


Cursos de curta duração visam ensinar os alunas a investir em ações e como controlar suas finanças pessoais.

A BM&FBovespa está oferecendo cursos gratuitos para aqueles que desejam atualizar seu conhecimento ou conhecer os métodos e meios de se fazer investimentos em ações no mercado nacional. A Bolsa também está oferecendo cursos gratuitos para aqueles que desejam ter uma melhor educação financeira nas suas contas de casa. Fator que deve ser considerado de extrema importância, afinal de contas, o endividamento do brasileiro atingiu níveis recordes recentemente, após a nova Matriz Econômica da presidente Dilma, em 2011.

As inscrições vão até o dia 16 de novembro para aqueles que tiverem interesse no curso denominado "Mulheres em Ação", que possui módulo de Educação Financeira voltada para as mulheres. Embora aparentemente não exista diferença real muito grande com o outro módulo, o "Master", que visa obter informações para conter e administrar os gastos pessoais e buscar novos pequenos investimentos. O último possui inscrições abertas até o dia 26 de novembro.

A carga horária dos cursos não é extensa, quatro e seis horas, respectivamente. O que mostra que o objetivo realmente é readequar os gastos dos participantes em tempos de crise, em uma extensão curta mas intensa. Os dois módulos e cursos são presenciais, assim como o curso sobre investimentos em ações. Este possui 5 horas de duração e mostra acontecimentos como: venda e compra de ações e a negociação dos contratos legais do processo.

Para aqueles que não puderem fazer o cursos presencial, a BM&FBovespa oferece uma espécie de "compacto", com os dois temas interligados, de forma virtual, que pode ser acessado aqui.

Para aqueles que tiverem interesse, as inscrições estão abertas na área educacional do site da Bolsa, que pode ser acessado aqui. Quem preferir pode ligar diretamente para a Central de Atendimento e receber novas informações, esclarecer suas dúvidas, etc. O site também oferece outras opções de curso, o qual os interessados ou curiosos podem conferir aqui.

Gabriel Mazzo Cândido


Há grandes expectativas de que a BM&FBovespa e a Cetip sejam unificadas, aumentando, assim, a presença da primeira no mercado de renda fixa e da segunda no mercado de derivados.

Foi confirmada a negociação sobre possível fusão entre a  BM&FBovespa e a Cetip.

Os trabalhos de negociações para que a fusão aconteça, se forem bem sucedidos, serão bem interessantes para a BM&FBovespa evoluir no mercado da renda fixa, já que a sua presença ainda é pequena, mesmo com esforço para conseguir mais investidores. Dessa maneira a BM&FBovespa conseguiria amenizar suas quedas no mercado das ações, que tem apresentado baixa considerável na qualidade de negociação e saída também de várias empresas, por razão da falta de novas aberturas de capital. Vale lembrar que ambas as empresas têm planos de entrar nas áreas uma da outra. A vantagem para a Cetip seria conseguir uma parte do mercado de derivados, que é o que movimenta a BM&FBovespa e gera a maior parte de seus lucros.

A questão é que a proposta feita pela BM&FBovespa pode dificultar bastante a criação de uma nova bolsa de valores no Brasil. Ainda não foi informado se o objetivo da ICE em abrir uma nova bolsa irá continuar depois de ter sua participação bastante relevante na BM&FBovespa com a união. Essas operações também levarão a um crescimento da concentração do setor de serviços financeiros, que hoje é completamente controlado  no setor de mercados capitais pela BM&Bovespa, que tem o domínio  das negociações de ações  dos derivativos. Nesse caso, é fundamental a análise do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

Hoje a  BM&FBovespa aguarda com R$ 450 milhões que adquiriu  com a venda da parte que a CME tinha participação, valor que também pode ser utilizado na negociação da possível fusão,.

Enquanto a Cetip, em ação importante a parte, já afirmou que existe mesmo essas especulações, mas insistiu que até o momento, ainda não tem nenhuma proposta a respeito dos termos e codicionamentos de uma possível negociação.

Para mais informações e acompanhamento das próximas negociações, acesse ao site oficial da  BM&FBovespa através do link  www.bmfbovespa.com.br/home.aspx?idioma=pt-br e também o Portal online da Cetip, através do endereço eletrônico  www.cetip.com.br e acompanhe notícias diárias sobre essas duas grandes organizações que desempenham papéis tão importantes no mercado financeiro do nosso país.

Por Prisca Fontes

BM&FBovespa e Cetip


As ações da CSN, Hypermarcas e Petrobras foram as que mais valorizaram no dia. O dólar encerrou a R$ 3,7705, com queda de 2,39%.

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) finalizou com alta forte nesta terça-feira, dia 03 de novembro. Após o feriado, os investidores realizaram alguns ajustes e comemoraram com notícias corporativas positivas, o que promoveu uma grande disposição nos estrangeiros para tomar ativos de risco.

O Ibovespa, considerado o principal índice de ações na bolsa, fechou com alta de 4,76%, aos 48.053 pontos. Esta foi a maior alta diária desde 21 de novembro de 2014, quando houve uma subida de 5,02%. Isso ocorreu na mesma época que o Ministro da Fazendo, Joaquim Levy, foi o mais cotado para ocupar o cargo atual.

A alta do Ibovespa de hoje ampliou os ganhos do desempenho positivo dos ADRs (American Depositary Receipts) no feriado.

O mercado ainda espera a votação do projeto da repatriação na Câmara dos Deputados e o envio da defesa do Governo da Presidente Dilma ao senado em relação às “pedaladas fiscais” apuradas.

O dólar fechou a R$ 3,7705 a venda com uma queda de 2,39%, totalizando uma baixa de 8 centavos comparado a última sessão. É a maior queda do dólar comercial desde 24 de setembro do ano corrente.

O pregão foi caracterizado pela disparada das ações da CSN, Hypermarcas e Petrobras.

O volume financeiro do pregão foi notável, somando cerca de R$ 8,9 bilhões.

A ação da Hypermarcas, com uma valorização de 21,14%, liderou as altas desta terça-feira. A valorização foi reflexo do acordo apreçado em R$ 3,8 bilhões para vender a divisão de cosméticos para a Coty.

A CSN ON superou a queda de 11,8% da semana passada e avançou com mais de 16% de aumento.

A Petrobras também finalizou o dia com uma considerável alta. O aumento nos preços do combustível contribui para o momento positivo, mesmo com as notícias sobre a possibilidade de paralisação dos trabalhadores e os consequentes impactos na produção.

Outro destaque do dia foi a alta da BM&FBovespa, que chegou a uma valorização de aproximadamente de 9%, após divulgar que está negociando a fusão das operações com a Cetip.

Outra ação que chegou a subir foi a do Itaú Unibanco, aumentando mais de 6% após informação sobre o lucro líquido de R$ 5,945 bilhões no terceiro trimestre.

Com relação às piores baixas registradas, as ações da JBS  e BRF lideraram com mais de 2% de queda.

Apesar de fechar o dia com forte alta, a bolsa brasileira concentra uma perda de 3,91% no ano.

Por Bruna Rocha Rodrigues

Bovespa


Governo anunciou que vai cortar gastos e aumentar as receitas vindas de impostos e isso impactou na Bovespa do dia 14 de setembro, que encerrou o dia em alta.

Foi divulgado na última segunda-feira, dia 14 de setembro, que a Bovespa conseguiu fechar em alta, depois que foi anunciado o corte de gastos com relação ao Governo e ao mesmo tempo o aumento com relação às receitas provenientes dos impostos, que por sinal são direcionados para cobrir uma parte do déficit do orçamento do próximo ano (2016).

O que significa todas essas informações acima mencionadas?

Significa que as principais mudanças nessa regra são o corte de gastos que chegou à marca de R$ 64,9 bilhões, além de um aumento de receita, mas em outro ponto (menos favorável) temos situações muito preocupantes, pois para o ano de 2016 vai ocorrer a suspensão de concursos públicos e também o funcionalismo público vai ter o reajuste salarial de inúmeros profissionais adiado.

A Bovespa está em alta, mas outros mercados enfrentam uma situação oposta como as bolsas da Europa que ficaram em queda, deixando muitos profissionais do mercado financeiro em posição de alerta e também de olho na expectativa do primeiro aumento com relação aos juros justamente dos EUA nessa última década.

Com tudo isso acontecendo temos ainda no território brasileiro as expectativas com relação às ações de importantes empresas que uma hora estão em alta e em outros momentos essas mesmas ações chegam a registrar uma baixa como, por exemplo, a Petrobras, famosa nos últimos meses por problemas como a investigação da Operação Lava Jato. No dia 14 havia poucas chances de ocorrer alguma alteração na sua situação perante o mercado financeiro, mas ela conseguiu fechar em alta.

A Vale do Rio Doce, a CSN, a Gerdau e ainda a Usiminas são alguns exemplos de empresa que sofreram queda, enquanto que empresas como o Banco do Brasil, o Itaú Unibanco e o Banco Bradesco conseguiram ter uma valorização nas suas ações e acabaram chegando a cifras com altas que vão de 4% até quase 6%.

Por Fernanda de Godoi

Bovespa


Bolsa de Valores encerrou o dia em alta influenciada pela valorização das ações da Vale. Índice encerrou em alta de 1,95% com 55.617 pontos.

A quinta-feira (23/04) teve um resultado melhor do que muitos na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que fechou em alta de quase de 2%. A alta foi alavancada principalmente pela valorização de mais de 9% dos papéis da Vale, após o aumento do preço do minério de ferro e dos dados de produção da companhia. O Ibovespa subiu 1,95% a 55.617 pontos no fechamento, sendo a primeira vez que opera acima dos 55 mil pontos em 2015.

A Vale, responsável pela alta, divulgou pela manhã, a produção de 74,5 milhões de toneladas de minério de ferro no primeiro trimestre de 2015. O que representa um aumento de 4,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Além dela, os bancos também tiveram participação, com destaque para o Itaú que fechou com alta de 2,74% e o Banco do Brasil, com 4,05%.

A Petrobras também fechou em alta, apesar do balanço apresentado com prejuízo de mais de R$ 20 bilhões. Os ADR's (American Depositay Receipts) que correspondem as ações On tiveram ganhos de 5,26% e foram cotados a US$ 9,40. Já os ADR's que correspondem aos papéis preferenciais tiveram uma leve queda de 0,34%, chegando ao valore US$ 8,68.

Após a divulgação do balanço auditado, o presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, disse que a gerência da companhia irá se reunir para realizar o que ele chama de "revisitação do seu plano de negócios e uma mudança em sua prática de governança para os próximos cinco anos". A intenção é mudar a forma como são tomadas as decisões e iniciar soluções importantes.

Com os resultados, o Dólar operou em leve queda frente ao Real, 0,89% ao total, sendo cotado a R$ 2,98. Esta foi a primeira vez que a moeda americana ficou com cotação abaixo dos R$ 3 desde o início de março. 

Por Robson Quirino de Moraes

Bovespa


Bovespa fechou o dia com alta de 0,26% a 53.802,66 pontos

O Ibovespa, índice de destaque da Bolsa Brasileira, terminou com elevação de 0,26% na quinta-feira (9), a 53.802,66 pontos. É o índice mais elevado em mais de quatro meses, sendo desde 28 de novembro do último ano, no momento que a pontuação foi de 54.664,36. A elevação corta uma série de duas quedas. No dia antecedente, o nível tinha caído 0,13%, a 53.661,11 pontos.

A elevação da quinta foi impulsionada pelos lucros das ações da Petrobras. O mercado continua na perspectiva de que o balanço auditado da companhia, com base no último ano, seja anunciado nos dias seguintes. De acordo com reportagem do jornal “Folha de S.Paulo”, a postagem poderá ocorrer até o dia 20 de abril.

As ações de preferência da empresa (PETR4), com preferência na distribuição de dividendos, ampliaram 9,06% a R$ 11,56. As ações ordinárias (PETR3), com base no voto em assembleia, aumentaram 9,28%, a R$ 11,54.

O dólar comercial aumentou 0,47% e terminou em R$ 3,071 na venda. Trata-se do menor valor de encerramento desde 5 de março, no momento que o dólar tinha o valor de R$ 3,012. Na sessão antecedente, a moeda tinha caído 2,48%, a R$ 3.056 na venda, sendo o valor mais inferior em mais de um mês.

As Bolsas da Europa de destaque terminaram em elevação, depois do anúncio de informações positivas a respeito do ramo automotivo. A maior elevação ocorreu na Bolsa de Portugal, com 1,96%. O mercado de ações no território francês aumentou 1,4%, e no território inglês, 1,12%. A Bolsa de Frankfurt aumentou 1,08%, a do território italiano avançou 0,96% e a do território espanhol subiu 0,68%.

As Bolsas da Ásia e do Pacífico terminaram em queda, exceto as Bolsas do Japão e de Hong Kong. As Bolsas do território chinês caíram 0,91%, e no território australiano, 0,48%. O índice Nikkei do Japão aumentou 0,75% e a Bolsa de Hong Kong aumentou 2,7%.

Por Felipe Couto de Oliveira

Bovespa


Índice atingiu queda de 0,13%, com 53.661 pontos

Na última quarta-feira, 8 de abril, o indicador do mercado de ações na Bolsa de Valores, o Ibovespa, abriu em 1,22% contando com 53.731,93 pontos. No último pregão realizado o índice Bovespa tinha sido cotado em 53.729,16 pontos. Contudo, o fechamento do índice indicou que ele teve uma queda de 0,13% ficando em 53.661 pontos.  

Este índice da Bolsa de Valores de São Paulo indica o desempenho médio das ações principais que são negociadas na BM&FBovespa. A seleção das ações que compõem o índice é feita de acordo com o volume de títulos negociados nos meses anteriores à cotação, sendo assim, são selecionadas aquelas que conseguiram os maiores volumes negociados.  

Na data citada acima, 76,1% dos  ativos que são negociados na bolsa iniciaram o pregão em alta, as mais importantes ficaram por conta da Viavarejo ON, Eneva ON, Direcional Engenharia, cada uma delas com uma valorização de +0,00%. Os ativos que começaram o pregão em baixa nesta ocasião foram Magazine Luiza (-7,30%), Forja Taurus PN (-3,16%), Gp Invest DR3 (-2,81%). Estes foram as maiores baixas registradas no início das negociações.

Com toda a desconfiança que ronda a movimentação das ações da Petrobras, as ações preferenciais e ordinárias foram cotadas inicialmente em R$ 11,10 (alta de 1,93%) e R$ 11,05 (alta de 2,03%). Já durante o dia, o índice chegou a 1,36% alcançando 54.458 pontos, recuando depois e finalizando o dia com 53.661 pontos. No final do dia o volume financeiro tinha ficado em R$ 8,2 bilhões.  

No que se refere às ações da Petrobras elas finalizaram o dia em queda de 2,66%. Algo especulado durante o dia foram os efeitos da aquisição do BG Group, esta companhia foi adquirida pela Royal Dutch Shell.   

O dólar registrou queda de quase 2,5%, isso permitiu que o cenário político brasileiro fosse visto com mais esperanças, logo, isso pressionou para que as ações de certas empresas que se beneficiam com um real mais baixo como a Embraer, siderúrgicas e fábricas de celulose e papel.  

Por Melina Menezes

Bovespa


Bolsa de Valores registrou queda de 0,04%, aos 51.224 pontos

No último dia de março, a Bovespa teve uma nova queda e, assim, no acumulado do mês o resultado foi que a Bovespa fechou o mês de março no vermelho. A Bovespa ficou com uma variação para menos, em 0,04%, somando 51.224 pontos e a queda foi de 0,8% para o referido mês.

Os bancos privados até que apresentaram um bom avanço, mas a Petrobras continuou incerta e mesmo com uma leve melhora, o que pesou de fato foi a Vale, devido ao minério de ferro ter renovado a US$ 51 dólares a tonelada, que é uma mínima histórica e, assim, o mês de março que já não era bom para a Bovespa acabou fechando em queda.

O Ibovespa teve uma variação de 0,18% negativa, chegando só a 51.150 pontos, fechando também terça-feira (31) também em queda.

Levando em consideração o primeiro trimestre de 2015, o Ibovespa teve uma alta de 2,29% mas este bom desempenho não ajudou muito quando nos referimos ao mês de março, que apresentou uma queda de 0,84%.

E de acordo com Marcello Paixão, que é um dos sócios na Principia Capital Management, o resultado do Ibovespa para o mês de março só não foi pior graças a uma indicação mais tranquila em relação aos juros do FED – Federal Reserve – que é o Banco Central dos Estados Unidos, porque se não fosse isso, a queda no mês de março teria sido muito mais amarga.

E para o mês de abril a expectativa não é nada boa, pois infelizmente a Bovespa continua muito vulnerável às commodities e um dos motivos é a desaceleração no crescimento da China. A mudança de perfil neste crescimento por lá, resulta negativamente aqui na Bovespa.

A maior queda do Ibovespa no mês de março foi da ALL, que neste mês de abril deu lugar aos papéis da Rumo, lembrando que continua o processo de união entre elas. Outras empresas que mais contribuíram para a queda foi a Gol, a Vale PNA, Marfrig, Vale ON e a Bradespar. Só a Gol teve uma queda de 4,75% com um prejuízo líquido bem acima do que era esperado e as previsões para o decorrer do ano não são nada boas. Já o recuo da Eletrobras foi de 2,86%.

Por Russel

Bovespa


Índice avançou 2,29% motivado pelos papéis dos bancos privados

Depois de fechar a semana em baixa, com uma queda de 3 pontos percentuais, a Bovespa iniciou a semana muito bem: atuando em alta e recuperando o patamar dos 51.000 pontos (mais precisamente 51.243). O índice avançou em 2,29%, tendo como principais contribuições positivas os papéis dos bancos privados – 2,10% do Bradesco e 3,37% do Itaú – com suas ações, juntas, correspondendo à quase 20% do índice.

Outros pontos favoráveis e positivos que ajudaram o mercado acionário foram os discursos do ministro da Fazenda, Joaquim Levy e da presidente Dilma Rousseff, nessa segunda-feira (30), que se mostraram muito alinhados, principalmente após uma fala do ministro sobre a presidente ter gerado certo burburinho – mas depois seguiram a mesma linha. 

O que também favoreceu e motivou os negócios no dia foram as expectativas sobre novos estímulos econômicos na China, bem como os papéis da Petrobras, que apesar de ainda se aguardar os resultados da auditoria do balanço da estatal, fecharam em alta de 3,62 pontos percentuais, e as ordinárias tiveram um avanço de 4,01%.

As ações do grupo Gerdau que haviam tido uma queda de aproximadamente 10% na sexta-feira, recuperaram-se, tendo uma alta de 4% – o motivo da queda de sexta-feira foi pela citação da empresa como uma das investigadas pela Polícia Federal e Receita Federal, na operação Zelotes, sob suspeita de manipulação envolvendo bilhões em julgamentos no Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais).

Quem também fechou em alta foi a Companhia Energética de São Paulo, com 6,48%, isso depois de ter disparado 11% nos primeiros negócios, devido ao aviso de distribuição de dividendos (R$ 1,58 bi) e repercussão de balanço.

E para finalizar o rol de boas notícias, sob o fato de ter recebido um pedido de 17 E-jets do grupo Air France-KLM, a Embraer também teve uma alta, de 2,55%. Estima-se que o valor dessa negociação seja de 764 milhões de dólares.

Bons ventos sopraram para a Bovespa nesta segunda-feira, vamos ver o que reservam os próximos dias.

Por Elia Macedo

Bovespa

Foto: Divulgação


Ibovespa recuou 2,47%, atingindo 50.579 pontos

Foi preocupante o fechamento da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) de quinta-feira (26/03). Após ter tido uma leve alta no dia anterior, fechou na quinta com uma forte queda. O seu principal índice de ações, o Ibovespa, recuou 2,47%, aos 50.579 pontos.

Essa queda na bolsa seguiu o que aconteceu nos mercados externos, as perdas, e foi também um reflexo das perdas das ações da Petrobras, que também fecharam em queda. Aponta-se como uma das causas a realização de lucros por investidores, por ocasião da alta da véspera. O que isso significa? Que houve venda de ações por valores mais altos que os da compra. As preferenciais da Petrobras haviam fechado na véspera em aproximadamente 5%, permeadas pelas expectativas da divulgação do balanço da estatal.

Nem o fato do petróleo ter tido uma alta de 4% nos mercados internacionais amenizou a queda de 5% dos papéis da estatal. Outro fator que contribuiu para a queda, segundo a Reuters, foram as expectativas com relação à reunião do Conselho de Administração da Petrobras, no RJ, na quinta-feira, quando o andamento do que está sendo feito para fechamento dos resultados financeiros auditados seria apresentado.

Outro fator que contribuiu para a queda do índice, foi a queda de 6,2% das ações da empresa de educação Kroton, logo que o ministro interino da Educação, Luiz Claudio Costa, afirmou que o governo não garantia que o Fies disponibilizará vagas novas para o segundo semestre. No entanto, as ações da Estácio tiveram uma alta de 0,94%, que reverteu um pouco o quadro.

O Bovespa também sofreu pressão do quadro externo, com o ataque da Arábia Saudita ao Iêmen, o que amparou a realização de lucros no pregão europeu, além da queda em Wall Street.

Os papéis da Telefônica Brasil também recuaram – mais de 3,5%, devido à aprovação de oferta pública primária de ações, em um valor aproximado de R$ 15,8 bi, que será utilizado para a compra da GVT. As preferencias da Oi também recuaram, aproximadamente, 5%, depois da operadora ter proposto à Telemar a conversão das preferencias em ordinárias, para que não houvesse atraso na migração ao Novo Mercado.

Por Elia Macedo

Bovespa


Principal influência para a alta da Bolsa foi o avanço das ações da Petrobras

ABolsa de Valores de São Paulo, Bovespa, principal índice da bolsa brasileira, fechou em alta o dia 25 de março, subindo mais de 1% no início dos negócios. O principal indicador da bolsa, o Ibovespa, chegou a subir 0,68%, atingindo 51.858 pontos.

Acredita-se que a alta seja influência do avanço das ações da Petrobras, pois, há grande expectativa em relação à divulgação do balanço auditado da petroleira. As ações preferenciais da estatal – especificamente, as que não têm direito a voto – avançaram 4,79%, somando R$ 9,84. Já as com direito a voto, ou ordinárias, fecharam com aumento de 5,19%, fechando em R$ 9,72. De acordo com a Agência Estado, a empresa pretende que o resultado financeiro de 2014 seja aprovado nesta quinta-feira, 26, durante uma reunião do Conselho de Administração. 

Ainda no dia 25, o Ibovespa chegou a atingir 52.318 pontos, no entanto, foi perdendo força assim que os papéis dos bancos foram enfraquecendo após a divulgação dos dados sobre crédito, que também aumentaram.

Quanto ao mercado de câmbio, o dólar comercial também fechou o dia em alta, com 2,43%, atingindo R$ 3,203 na venda. Esta alta aconteceu devido ao anúncio do Banco Central de não renovar seu programa de intervenções no mercado de câmbio, que está previsto para terminar no final do mês de março.

Bolsas Internacionais:

O mercado de ações não teve um dia bom na Europa. Na Alemanha, as ações caíram em 1,17%, na França fechou 1,32% e na Inglaterra caiu em 0,41%. Além destas, as bolsas da Itália, Espanha e Portugal também fecharam o dia em queda, sendo desvalorizadas, em média, 0,90%.

Já a Bolsa de Xangai, na China, encerrou o dia com queda de 0,79%. A de Taiwan fechou com 0,66% mais baixa e Seul não teve alta nem baixa significativa. No entanto, as bolsas de Hong Kong, Cingapura e Tóquio tiveram altas de 0,53% e 0,17%, respectivamente.

Por Andréa Corneli Ortis

Bovespa


Após 5 quedas consecutivas, índice atingiu 48.905 pontos

O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, registrou uma alta depois de uma série de cinco quedas consecutivas. A subida foi registrada na última quarta-feira, 11 de março. Vale ressaltar que o Ibovespa estava passando por um momento bastante difícil, haja vista a maior sequência negativa desde setembro de 2014 após as cinco quedas consecutivas. Um dos principais motivos para a subida do Ibovespa foi justamente a calma momentânea nas tensões políticas. Confira mais detalhes na continuação desta matéria.

Como já foi citado acima, algumas questões políticas foram importantes para a alta do Ibovespa. Um grande exemplo disso foi o acordo entre o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e o presidente do Senado, Renan Calheiros, em relação ao reajuste da tabela do Imposto de Renda. Além disso, também contribuíram de forma positiva com a alta da Bolsa os índices do exterior.

Em outros cenários, o benchmark fechou 1,27%, dessa forma, foi a 48.905 pontos. Além disso, também foi registrada outra subida comercial do dólar, 0,77% o que levou a moeda americana a R$ 3,1278 na venda. Outro detalhe muito importante é quanto aos juros futuros, pois o contrato do DI para janeiro de 2017 subia 0,09% a 13,09%. O contrato para janeiro de 2021 também sofreu aumento.

Segundo a análise de economistas e analistas, um dos principais motivos para o Ibovespa fechar em alta foi justamente as resoluções de algumas tensões políticas que estavam influenciando de forma negativa no mercado. Segundo Bruno Gonçalves, analistas da WinTrade, o acordo para realizar um reajuste da tabela de Imposto de Renda em 6,5% escalonado influenciou de forma positiva quanto aos riscos nos mercados. Além disso, o analista também destacou que a recuperação dos bancos também foi essencial para a recuperação do Ibovespa.

Quando o assunto é a agenda de indicadores, saiba que na quarta-feira, 11 de março, o maior destaque ficou por conta do fluxo cambial. Após os resultados negativos em janeiro e fevereiro, o mês de março parece ter outros rumos: o fluxo cambial é positivo de US$ 3,019 bilhões em sua primeira semana.

Por Bruno Henrique

Ibovespa

Foto: Divulgação


A atual instabilidade da economia está trazendo vários resultados negativos em diversos aspectos. A Ibovespa, por exemplo, fechou em queda na quinta-feira, 5 de março. A queda foi resultado do atual quadro político brasileiro que é bastante instável, bem como o otimismo em relação às bolsas internacionais também ajudaram a Ibovespa registrar queda.

É importante destacar que a Ibovespa registrou um recuo de 0,20%, ou seja, a mesma foi a 50.365 pontos. O volume negociado na Bovespa atingiu R$ 5,109 bilhões. Um dos grandes pontos negativos é justamente o aumento constante do dólar. A moeda norte-americana fechou ganhos de 1,03%, dessa forma, conseguiu ficar em R$ 3,0100 na compra e R$ 3,0115 na venda. Já a pressão em relação aos ajustes fiscais, bem como as dúvidas em relação às medidas políticas acabou com as expectativas de algum benefício relacionado à alta de juros.

Em contrapartida, as bolsas internacionais acabaram subindo e registrando resultados positivos. Um dos grandes motivos para este fato foi o anúncio do presidente do Banco Central Europeu, Mário Draghi. O anúncio foi nada menos que o programa de compra de ativos de países da zona do euro começará na próxima semana. Além disso, o presidente do BCE também destacou a elevação da previsão do PIB: 1,5% em 2015; 1,9% em 2016 e 2,1% em 2017.

Como já foi destacado nesta matéria, um dos principais aspectos negativos em relação à queda da Ibovespa é sem sombra de dúvidas o cenário político bastante conturbado. Um grande exemplo disso ocorreu nesta quarta-feira, 4 de março, quando Renan Calheiros, presidente do Senado, devolveu a Medida Provisória 669 (referente às desonerações). Tal ato deve impor mais dificuldades ao ajuste fiscal que propõe Joaquim Levy, ministro da Fazenda.

O recuo da Ibovespa também foi bastante influenciado pelas quedas nas ações da Vale. A mineradora presenciou o minério de ferro atingir a mínima em mais de seis anos com o fechamento de algumas siderúrgicas na China. Além disso, também contribuíram de forma negativa as ações da Embraer que obteve recuo de 4%.

Por Bruno Henrique

Ibovespa


A Bovespa conseguiu fechar na data de 23/02/2015 quase estável depois de enfrentar um dia de sobe e desce das ações.

Quais foram às empresas que mais se destacaram nesse dia?

A empresa que mais sofreu alta nas ações foi a fabricante de cigarros Souza Cruz com um valor de 7,74%, após a sua acionista controladora British American Tobacco decidir avaliar uma oferta de aquisição das ações que não possui da empresa pelo preço de R$ 26,75 por papel e com isso um prêmio sobre o fechamento na última sexta-feira.

Outras empresas que tiveram alta também foram aquelas voltadas diretamente ao ramo da educação, como, por exemplo, a Kroton e a Estácio que obtiveram uma valorização de exatamente mais de 5%.

Por que empresas de educação obtiveram tanta alta?

Uma das razões mais indicada é o fato que o Diário Oficial publicou na última segunda-feira a portaria normativa do Ministério da Educação decorrente às recompras mensais de créditos do FIES (Fundo de Financiamento Estudantil), ou seja, apesar de ter sido publicado no final do ano de 2014 ela foi aplicada somente agora em 2015.

A portaria elevou de 30 para 45 dias o intervalo mínimo para as empresas que apresentam mais de 20 mil alunos usando empréstimos do FIES possam vender seus créditos do programa, sendo que o calendário de pagamento não é mais em 12 vezes e agora são 8 vezes ao ano.

Agora quais são as empresas que obtiveram queda nas suas ações?

Uma dessas empresas é a Vale do Rio Doce que enfrentou uma desvalorização de mais de 4% e também a Petrobras que ficou desvalorizada em 2%, principalmente depois que o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, fez uma declaração durante um evento em São Paulo onde afirmou que existe uma capacidade de realizar uma reengenharia da economia sem nenhum tipo de dificuldade.

A Ibovespa ainda subiu 0,08% conseguindo 51.280 pontos e o volume financeiro alcançou cerca de R$ 5,17 bilhões, abaixo da média do mês de R$ 7,2 bilhões, além do dólar chegar à marca de R$ 2,90.

Por Fernanda de Godoi

Bovespa


O dólar à vista não para de se valorizar, tanto é que em dez sessões teve o seu sétimo aumento, aliado à instabilidade da economia brasileira. Em relação ao dólar futuro, a moeda à vista terminou a semana passada com uma alta bem mais significativa, sendo que essa alta ocorreu, principalmente, no momento final, quando já se havia encerrado os negócios de balcão.

Já nessa última segunda-feira, 9 de fevereiro, o dólar à vista fechou em R$ 2,7800, sendo o maior patamar desde dezembro de 2004, quando, na época, fechou em R$ 2,7810; às 16h30 o volume à vista no mercado não passava dos US$ 418 milhões.

Quanto às ações, a Bovespa não foi intimidada pela queda das bolsas internacionais, terminando a sessão nas alturas, principalmente pelo fato dos ganhos das siderúrgicas e da Vale; assim, terminou a sessão aos 49.382,58 pontos e com alta de 1,21%. Sobre o giro financeiro chegou ao total de R$ 7,600 bilhões, sendo que R$ 1,577 bilhão faz referência ao exercício de opções sobre as ações.

A alta da sessão não foi explicada pelos profissionais da área, os quais atribuíram a ela um perfil técnico. Siderúrgicas e Vale, no entanto, tiveram como que um "empurrãozinho" da China, onde a expectativa por medidas de estímulo no país cresceram em virtude do despontamento da balança comercial.

A maior valorização da Ibovespa foi a Usiminas, a qual subiu 8,76%, seguida de perto por CSN, Vale ON, Gerdau PN e Vale PNA. Quem surpreendeu foi a Petrobras, que terminou o dia com ganho de 1,75% na PN e 1,88% na ON. Declaração à parte, Mark Mobius, executivo-chefe da Templenton Emerging Markets, disse que o novo presidente da Petrobras é bom no relacionamento com os governantes, mas não tem um histórico com exemplos que o faça confiável no comando da petroleira.

Quanto ao cenário internacional, Alexis Tsipras, primeiro-ministro da Grécia, revelou que tem planos para desfazer as várias medidas de austeridade que foram impostas por credores da Europa. Já a supracitada China, divulgou um superávit comercial de US$ 60 bilhões no primeiro mês de 2015, apesar de ter tido queda nas exportações.

Por Vinícius Cunha

D?lar


Pelo quarto pregão consecutivo o dólar comercial fechou em R$ 2,71, nesta segunda-feira (2), o que significa uma alta de 3%, se comparado aos índices das semanas anteriores. Trata-se da quarta alta consecutiva e o maior índice desde dezembro de 2014.

O aumento registrado nesta segunda foi motivado pela procura pela moeda, por parte de investidores, os quais não estiveram dentro das negociações realizadas na última sexta-feira (30), de acordo com reportagem publicada no portal UOL.

O Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou na semana passada que o governo não tem a intenção em manter o real valorizado de forma “artificial”. A declaração, de fato, teve grande impacto no aumento do dólar na sexta.

No Twitter, o jornalista André Trigueiro alfinetou a cobertura e espaço dado pela mídia nacional em relação ao aumento do dólar e índice da Bolsa de Valores: “Enquanto a variação do dólar, juros, bolsa, etc, for mais importante que medir estoques de água, biodiversidade, emissão de CO2, etc, pereceremos”, afirma.

Maiores investimentos do mercado:

O dólar e o ouro foram os investimentos com mais rentabilidade em janeiro deste ano, segundo informação da Rádio Estadão. O ouro teve valorização de 7,5% e o dólar comercial obteve 1,3%.  Já o índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) ficou em último lugar no ranking pelo terceiro mês seguido, foram registradas perdas 6,2% no primeiro de 2015.

Governo fala em ajustes:

No último dia 21 de janeiro, o ministro Joaquim Levy afirmou em Davos (Suíça), durante o Fórum Econômico, que o governo brasileiro “deverá continuar a fazer ajustes na economia para que o país possa retomar o caminho do crescimento”.  Sobre investimentos internacionais, na ocasião, o ministro ainda afirmou que para o investidor é importante saber que “não trabalhamos no curtíssimo prazo”. Ele ainda reiterou que o governo não busca fazer “remendos”, mas a intenção é “arrumar a casa”. A declaração foi feita a jornalistas que estavam presentes no evento internacional.

Por Letícia Veloso

D?lar


A Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA), fechou o dia 12 de novembro em alta, após algumas suposições sobre um dos principais nomes que poderão fazer parte da equipe econômica do país nos próximos 4 anos do governo Dilma.

O Ibovespa, índice que mede o desempenho dos valores das ações negociadas na BOVESPA, teve uma alta de 0,96%. Essa elevação foi obtida após o nome de Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central (BC), ter sido especulado em uma reportagem da agência de notícias Reuters, como futuro sucessor de Guido Mantega (atual presidente do Banco Central), para a presidência do Ministério da Fazenda.

Mesmo com rumores tão fortes envolvendo seu nome, Henrique Meirelles vem sinalizando que deverá recusar o convite, caso ele venha a ser feito. Na última terça-feira (11), aconteceu uma reunião com a diretoria do Banco Original, onde o ex-presidente do Banco Central, que hoje ocupa o cargo de Presidente do Conselho Executivo da Holding J&F, empresa que controla a JBS S.A., maior produtora de carne bovina mundial, também esteve presente.

Nessa reunião, Meirelles teria dito que rejeitaria o convite do Palácio do Planalto e que em uma escola de 0 a 10, as chances para ele se tornar o novo Ministro da Fazenda seria a nota 2. Essa mesma informação foi confirmada pela diretora executiva de mercados do Banco Original, Kátia Moroni, que participou no dia 12 de novembro do 1º Congresso Brasileiro dos Fundos de Pensão, que acontece na cidade de São Paulo.

Henrique Meirelles foi quem atuou por mais tempo como Presidente do Banco Central do Brasil, de janeiro de 2003 até 31 de dezembro de 2010. Nesse período, as políticas econômicas adotadas pelo Banco Central contribuíram para uma valorização da moeda brasileira em relação ao dólar e ajudou a fazer com que a inflação ficasse controlada, dentro da média instituída pelo Copom (Comitê de Políticas Monetárias).

Por André F.C.


A economia mundial fragilizada não é sinônimo de desistência para os investidores das Bolsas de Valores. Nestas últimas semanas as bolsas de valores registraram performances positivas, demonstrando que o otimismo prevalece no comportamento dos que investem na Bolsa.

Com uma previsão da manutenção de juros baixos e liquidez bastante expressiva, eles dirigem suas decisões de investimento num paradoxo entre a iminência de acontecimentos negativos na economia e os dados que vem sendo registrados nas organizações.

Aqui no Brasil não poderia ser diferente, logo após a queda da intenção de voto da atual Presidente e candidata à presidência, Dilma Roussef, de 37% para 34%, a Ibovespa passou de 45000 pontos para 52000, isso significa que a Bolsa recuperou o patamar anterior, o comportamento dela segue uma curva que oscila entre altos e baixos, sem uma tendência definida.

No mesmo ritmo encontra-se a Petrobrás, que respondeu positivamente à queda da aversão ao risco, à queda da aprovação do Governo Dilma e também se comportou de forma positiva perante a melhora do mercado. 

Atualmente, aqui no Brasil, nada é definido nem demonstra muita certeza, com as eleições se aproximando e com a falta de confiança dos mercados para investir, devido ao Governo Dilma Roussef. Os investidores tem tido dificuldade em decidir investir em território brasileiro, tanto familias quanto empresas não se sentem à vontade para investir o seu capital em bens ou aumento de produção.

Esta incerteza causa indefinição que é o que aparece visivelmente nos gráficos de comportamento das Bolsas brasileiras. Além da oscilação nos investimentos e nas Bolsas, o brasileiro ainda enfrenta um problema inquietante, a variação nos preços nos bens de consumo, reflexo imediato na cesta de bens das familias.

Quando há um universo muito grande de incertezas, a mudança nos preços é muito grande, quando há certa estabilidade essa variação diminui, refletindo a mudança de humor dos investidores. Essas alterações nos preços são medidas pela volatilidade que indica tanto a frequência quanto a intensidade das oscilações na cotação de um ativo financeiro em um determinado período de tempo, ela mede o risco de um determinado ativo.

A volatilidade aumenta quando há um aumento na incerteza porque obviamente quando há mais indefinições há maiores riscos de investimentos. Acontece o contrario quando as incertezas diminuem, ou seja, quando há menos indefinições a volatilidade diminui.

Hoje em dia a volatilidade vem diminuindo, mesmo com as variações na economia mundial, isto acontece considerando o otimismo dos Estados Unidos e no Brasil devido a queda das apostas (poucas apostas, poucas incertezas, diminuição da volatilidade).

O novo normal da Bolsa ainda é uma incógnita visto o cenário de incertezas e de mudanças instantâneas que vem sendo registradas no mercado de ações.

Por Melina Menezes


Recentemente, a BOVESPA(Bolsa de Valores do Estado de São Paulo) demonstrou recorde na perda dos pontos ao atingir valor menor do que 45 mil pontos, fato que não acontecia desde o mês de abril do ano de 2009. Há especialistas que apontam queda do índice em sete por cento no primeiro semestre de 2014.

Na sexta-feira, dia 14 de março, a BOVESPA encerrou o dia com 44.995 pontos, queda de 1,5%. No passado já havia sinais de que o índice poderia cair para valores inferiores a 45 mil pontos. Por exemplo, em 5 de julho de 2013, a pontuação estava em 44.107 durante o intraday, mas o mercado encerrou em mais do que 56 mil.

No mesmo dia de 2013 aconteceu o fim da tendência de queda, visto que investidores aproveitaram a baixa geral da BOVESPA para comprar e apostar à venda na alta no futuro. Aconteceram sequências de valorização até outubro, quando o valor chegou aos 57 mil pontos.

Nos dias de hoje existem especialistas que não acreditam na alta em curto prazo dos pontos na BOVESPA – é o que afirma a matéria publicada no site da Info Money.

Leandro Ruschel, conhecido blogueiro da Info Money, indica que a fraca média da BOVESPA acontece pelo menos desde o mês de fevereiro de 2014. O especialista indica que foi durante esse período que houve uma grande queda, quando os pontos caíram de 48.600 para 46.200.

Vale ressaltar que as principais médias da Bolsa demonstraram quedas. Conforme a opinião de Ruschel, os valores na BOVESPA devem encerrar o primeiro semestre em 44 mil pontos. Porém, há quem indique o valor na casa dos 42 mil pontos, no final dos seis primeiros meses de 2014, ao passo que também existem especialistas que apostam em baixas maiores, para 32 mil pontos, por exemplo.


Quem investe na BOVESPA precisa ficar com os olhos atentos. Desde março do ano de 2014, a Bolsa trabalha com o novo Estrato de Custódia. No sistema esse documento tem o nome oficial de “Extrato BM&FBOVESPA”. De acordo com especialistas, a medida tem objetivo de tornar fácil e seguro o envio de informações.

De acordo com o novo modelo, existe a corporação de conteúdo informativo referente ao ANA (Aviso de Negociações de Ativos) e ao AMB (Aviso de Movimentação). Não se pode ignorar o fato de que as informações que se referem às operações de negócios durante o período mensal se encontram presentes apenas no quadro-resumo por ativo que foi negociado.

No documento também existem determinadas regras que são encaminhadas aos investidores da BOVESPA. Elas se referem às informações dos períodos mensais e anuais que aconteceram movimentações econômicas.

De forma mensal há disponibilidade de extratos a quem investe, para demonstrar proventos, operações BTC ou negociações durante o mês. De maneira anual os extratos oferecem aos investidores saldos com valor de ativos não movimentados, operados, negociados ou com proventos no ano.

De acordo com as palavras dos representantes da BOVESPA, a ação se fez necessária no sentido de melhorar o nível de organização informativa e também deixar de encaminhar AMB e ANA em documentos distintos.

Especialistas indicam que com o novo Extrato Mensal de Custódia da BOVESPA os investidores podem preencher com maior facilidade o documento e ganhar tempo para continuar a estudar o mercado, investir ou fazer outras atividades.

Para conquistar o extrato os interessados podem solicitar o pedido na própria conta da BOVESPA. Também existe a possibilidade de encontrar informações ao clicar no link do CEI (Canal Eletrônico do Investidor), depois de acessar a página da BM&FBOVESPA.

Quem deseja conhecer maiores informações pode clicar aqui e acessar o site oficial da BM&FBOVESPA. Deixe o seu comentário para dizer o que achou das mudanças referentes ao Extrato Mensal de Custódia na BOVESPA.

Por Renato Duarte Plantier


Na última sexta-feira, a BOVESPA (Bolsa de Valores do Estado de São Paulo) demonstrou recorde na perda dos pontos ao atingir valor menor do que 45 mil pontos, fato que não acontecia desde o mês de abril do ano de 2009. Há especialistas que apontam queda do índice em sete por cento no primeiro semestre de 2014.

Na sexta-feira, dia 14 de março, a BOVESPA encerrou o dia com 44.995 pontos, queda de 1,5%. No passado já havia sinais de que o índice poderia cair para valores inferiores a 45 mil pontos. Por exemplo, em 5 de julho de 2013, a pontuação estava em 44.107 durante o intraday, mas o mercado encerrou em mais do que 56 mil.

No mesmo dia de 2013 aconteceu o fim da tendência de queda, visto que investidores aproveitaram a baixa geral da BOVESPA para comprar e apostar à venda na alta no futuro. Aconteceram sequências de valorização até outubro, quando o valor chegou aos 57 mil pontos.

Nos dias de hoje existem especialistas que não acreditam na alta em curto prazo dos pontos na BOVESPA – é o que afirma a matéria publicada no site da Info Money.

Leandro Ruschel, conhecido blogueiro da Info Money, indica que a fraca média da BOVESPA acontece pelo menos desde o mês de fevereiro de 2014. O especialista indica que foi durante esse período que houve uma grande queda, quando os pontos caíram de 48.600 para 46.200.

Vale ressaltar que as principais médias da Bolsa demonstraram quedas. Conforme a opinião de Ruschel, os valores na BOVESPA devem encerrar o primeiro semestre em 44 mil pontos. Porém, há quem indique o valor na casa dos 42 mil pontos, no final dos seis primeiros meses de 2014, ao passo que também existem especialistas que apostam em baixas maiores, para 32 mil pontos, por exemplo.

Por Renato Duarte Plantier

Economia1

Foto: Divulgação


A economia brasileira não anda nada bem. E, por causa disso, os investidores estão com receio  de apostar na bolsa de valores. Com isso, em todo o caso, o valor do dólar subiu e a Bolsa teve uma queda de mais de 2% no dia 10/01/2014. Só para termos um balanço geral de todo o processo, o fato é que o IBOVESVA terminou com uma queda de 2,48%, a 49.321 pontos. Essa foi a maior baixa desde a data de 13 de setembro do ano passado onde, na realidade, a queda foi de 2,61%. 

Essa desvalorização ocorre por conta dos entraves econômicos que o Brasil está tendo de atravessar atualmente.  Seja lá como for, o dólar é que está tendo uma melhor cotação. A moeda americana, por sua vez está tendo, de acordo com seu valor comercial, um avanço de 0,29%, a R$ 2,397. Já no que tange ao câmbio, o dólar à vista está cotado no valor de  R$ 2,395 em relação ao real.

Reginaldo Siaca, superintendente de câmbio da Advanced Corretora, afirmou que o Brasil teve o maior êxodo de dólares desde o ano de 2002.  O Banco Central, buscando melhorias, adotou um programa de intervenções que tenta, a todo custo, conter a chamada escalada da cotação.  O grande problema, no entanto, é que especialistas não conseguem enxergar uma mudança a curto prazo para o quadro da economia nacional, sobretudo porque com a eleição, carnaval e com o grande evento que é a Copa do Mundo, o crescimento econômico será bem mais que comprometido.

O governo não pode fazer nada, afinal está de recesso. Assim, com esse cenário complexo, precisamos esperar os próximos capítulos para vermos como as coisas vão acontecer daqui para frente. Aliás, mesmo com a intervenção do Banco Central no mercado por meio de vendas de contratos, a alta do dólar ainda ocorreu.

Por Juan Wihelm

Dolar subiu em 10/01

Foto: Divulgação


Com o contínuo crescimento da economia da China, a bolsa vem recebendo análise positiva para os próximos dias.

Animados os analistas da SulAmérica, XP Investimentos e SLW exaltam a rotina econômica estabilizada do país, mesmo com os acontecimentos atuais que envolvem a Síria e os Estados Unidos

Na última semana a Bovespa havia registrado alta de 7,5 % em virtude da OGX Petróleo que teve suas ações valorizadas no mercado.

Segundo o representante da equipe de análise do grupo SulAmerica, existe sim o viés de alta para a próxima semana, já que o mercado de ações deverá apresentar ligeira acomodação. A atenção maior será no que possivelmente pode gerar uma ação militar na Síria. Com o conhecimento dos novos números recentemente divulgados pelo governo chinês sobre a inflação, o mercado já se prepara para tais expectativas a partir do início dessa semana.

Para a XP Investimentos, o mercado já refletiu os resultados da recuperação das exportações chinesas que apresentaram consideráveis quedas recentemente. Já a preocupação fica por conta dos possíveis ataques. Com o conhecimento dos fatos envolvendo a  Síria e os EUA, a situação atual foi comparada com um surf na  pipeline: os dois países impactam de forma brusca e inesperada o mercado de câmbio com influência que atinge  inclusive, o mercado brasileiro. Vale quem dropar melhor.

A SLW não deixa de comentar a respeito da evolução de 7% nas exportações e também importações da China que vem mantendo o jogo de cintura conduzindo a economia de forma equilibrada.  Já em relação a crise entre os dois países divergentes os indicadores falam por si sobre a situação atual e os assuntos que ainda serão destaques durante as próximas semanas.

Luciana Ávila


Fundos imobiliários sempre pareceram uma modalidade bastante segura de investimento. Nos últimos anos registraram altos rendimentos deixando os investidores confortáveis para colocar o seu dinheiro nesses grupos, no Brasil atualmente existem por volta de 100 fundos desse tipo disponíveis a investidores na BOVESPA.

O fato é que no início deste ano a confiança nessa modalidade de aplicação foi pela primeira vez em anos abalada, acumulando uma queda de 1,53% desde o início de 2013, somente em Abril a queda foi de 1,9%.

Especialistas atribuem as altas dos últimos anos a uma combinação de fatores e entre eles a redução da taxa básica de juros, melhoria na taxa de emprego do país, aumento de renda e flexibilização do mercado imobiliário.  Alguns destes fatores estão estagnados e têm gerado desconfiança no mercado.

A taxa básica de juros parou de cair e existem rumores sobre um reajuste que seria utilizado para conter a inflação pelo Governo Federal. Além disso, a economia de uma maneira geral está dando claros sinais de falta de fôlego e algumas previsões bastante pessimistas já começam a aparecer. A saída dos investidores é procurar modalidades mais conservadoras com rendimentos atrelados ás Selic. 

Nada indica que esses fundos deixem de fazer parte das carteiras de investimentos, no entanto, parece que o auge dos fundos imobiliários passou e seu comportamento vai se modificar daqui para frente.

Por Bruno Hardt


A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) aprovou nesta semana a unificação de ofertas publicas para aquisição de ações da NET e ainda concordou com a saída da empresa do Nível dois de governança da BM&FBovespa.

Estas solicitações foram feitas em junho de 2012 pelos controladores da empresa (Embratel, Itaú BBA, GB Empreendimentos e Participações e Embrapar).

No entanto, as ações foram questionadas pelos acionistas minoritários da NET (Mainstay, Nest e UV) que queriam revisão dos preços formulados sob a argumentação de protestos dos acionistas para a unificação das ofertas destinadas ao fechamento de capital.

Diante deste impasse, a CVM foi consultada e o colegiado do órgão confirmou que não há a necessidade de realizar uma revisão de preços para a retirada de segmentos especiais de governança corporativa como o Nível dois mantendo as decisões do grupo controlador da NET.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


Com o fechamento do mês de novembro foi possível conhecer o resultado de alguns indicadores econômicos referentes a este período.

E um dos dados já informados foi com relação ao funcionamento acumulado da Ibovespa o qual teve um índice acumulado de 0,71% em novembro e uma alta de 1,27% no acumulado do ano de 2012.

Apesar disso, no dia 30 de novembro de 2012 o pregão da Bovespa fechou com perda de 0,65% chegando a 57.474 pontos devido ao anúncio do fraco crescimento do PIB brasileiro de apenas 0,6% no terceiro trimestre.

Com esta situação, o cenário para o desenvolvimento das bolsas de valores no país ainda é incerto e os analistas consideram que a recuperação na Bovespa de forma mais robusta vai depender dos interesses externos do mercado.

No entanto, nos outros países há uma preocupação crescente com a crise fiscal vivenciada pelos estados Unidos que está de certa forma, afastando os investidores do mercado financeiro há várias semanas.

Por tudo isso, é mais provável que se mantenha uma alta volatilidade na Bovespa até o final de 2012 sendo muito difícil uma recuperação para o fechamento em alta desta bolsa de valores.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Depois da folia do carnaval, a Bovespa, que só pode parar na segunda e terça-feira, operou em queda durante toda a quarta-feira de cinzas. Os índices registrados foram acompanhados por outras bolsas de valores, como as norte-americanas e as europeias.

A exatamente uma hora da tarde do dia 22 de fevereiro, a Bovespa já abriu com valores oscilantes mais sempre decrescentes. O Ibovespa acabou despencando cerca de 0,44%, chegando aos 65.914 pontos em queda. Na última sexta-feira, o índice estava operando com leves altas e valores próximos a 1%, indo a 66.203 pontos.

Já na Europa, era a segunda vez consecutiva que os índices registravam queda. Depois de muitas preocupações com as recessões referentes à zona do euro, os índices das bolsas europeias começaram a recuar. A crise grega e os contratos para oferecer melhorias à economia do país já haviam sido motivo para a queda dos valores percentuais. Mesmo assim, o regaste econômico vem registrando bons resultados.  

Durante o mês, a Bovespa divulgou um valor de alta acumulativa com números próximos a 5%. No ano, o ganho é de exatos 16,65%.

Por Jéssica Monteiro 


A Bolsa de Valores de São Paulo, Bovespa, operou durante todo o dia 10 em baixa. Isso tudo graças a Petrobras que sofreu uma queda em suas ações.  Mais para o período da tarde, o principal índice da bolsa paulista, Ibovespa, caía o equivalente a 2%, chegando aos 64.216 pontos. Tanto as ações preferencias quanto as ordinárias sofreram queda brusca de mais de 6%.

No ano passado, a empresa petroleira divulgou resultados de decréscimo dos lucros em 5% em comparação a 2010. A porcentagem de queda representa 33 bilhões, para o desagrado do mercado.

Um relatório feito por analistas do bando Itaú BBA disseram que essas perdas nos lucros poderiam estar relacionadas a gastos com muitas importações por parte da Petrobras. Com isso, a instituição considerou os números muito ruins, mas têm expectativas de melhora para este ano, já que o segmento para exportação está aumentando.

Diferente dos mercados externos que oscilavam com valores crescentes, a bolsa fechou em queda pelo segundo dia seguido. As leves altas foram consequências de fatos como o acordo entre líderes gregos e dados positivos nos Estados Unidos.

Fonte: G1

Por Jéssica Monteiro 


A Bolsa de Valores é uma instituição administradora de mercado e centro de negociações de valores mobiliários. Sua principal função é a de proporcionar um ambiente adequado à realização de negócios com valores mobiliários.

A Seabras é uma empresa de serviços de petróleo controlada pela Seadrill. Ela atua em perfurações marítimas, além de alugar sondas e prestar serviços para a Petrobrás. A empresa se juntará a outros nomes da indústria de gás e óleo e irá recorrer a Bolsa para financiar sua expansão.

Ela venderá inicialmente 48 milhões de novos papéis a um preço entre R$ 20 e R$ 26 cada. Se houver uma boa demanda é previsto um aumento de 7,2 milhões de lotes adicionais e de 9,6 milhões de ações. Isso reforçará seu caixa em R$ 1,7 bilhão.

O Brasil já foi apontado pela empresa como um mercado importante para o seu crescimento lucrativo.

O período para reserva de ações da Seabras se estende de 30/01/2012 a 08/02/2012. O preço por ação será fixado no dia 09/02/2012 e a estreia dos negócios ocorrerá no dia 13/02/2012.

Por Thiago Polido.


A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) atingiu o maior nível dos últimos cinco meses após o fechamento do pregão desta terça-feira (10/01/2012).

Com a alta de 1,22%, o Ibovespa chegou aos 59.805 pontos, o maior nível desde o dia 25 de julho de 2011, quando o índice apresentava pontuação de 59.970 pontos.

O desempenho da bolsa brasileira coincide com o bom momento das bolsas internacionais, especialmente as norte-americanas, que também bateram recordes de pontuação em relação aos últimos cinco meses, tais como os índices Dow Jones e Nasdaq. Vale lembrar que Dow Jones é o principal indicador do movimento do mercado acionário norte-americano, enquanto o Nasdaq representa o desempenho das empresas de tecnologia.

Somente neste início de ano o Ibovespa está apresentando uma valorização acumulada de 5,38%.

Dentre os destaques do pregão desta terça-feira estão: a mineradora MMX (que subiu 1,03%), a CSN (que teve alta de 3,92%), a Gerdau (que subiu 3,75%) e a Usiminas (que teve uma valorização de 3,31%).

Por Lucas Ferreira


Segundo estudo da consultoria Economatica, divulgado nesta segunda-feira (26), o volume financeiro negociado na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) no ano de 2011 foi o maior da história, atingindo um movimento de R$1,397 trilhão. Em 2010 esse valor foi de R$1,394 trilhão.

Estes números se apresentam em um momento em que o mundo ainda se recupera da crise econômica iniciado em 2008.

Considerando o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o volume financeiro negociado na Bovespa em 2011 (R$1,433 trilhão) é o terceiro maior da história, atrás dos anos de 2010 (R$1,522 trilhão) e 2008 (R$1,477 trilhão).

A empresa com maior cotação na bolsa é a Vale, com valor de mercado de R$171,9 bilhões à vista. Em segundo vem a Petrobras, valendo R$123,2 bilhões, e em terceiro lugar a OGX Petróleo, do bilionário brasileiro Eike Batista, com um valor de mercado de R$72,1 bilhões.

Entre as ações mais negociadas na Bovespa no ano de 2011 estão: Petrobras ON (Petróleo), Petrobras PN (Petróleo), Gerdau PN (Siderurgia e Metalurgia), Usiminas PNA (Siderurgia e Metalurgia), Vale PNA (Mineração), Bradesco (Financeiro), Vale ON (Mineração), CSN ON (Siderurgia e Metalurgia), ITUB4 PN (Financeiro) e Brasil Telecom Par ON (Telecomunicações).

Por Lucas Ferreira


O lucro líquido da BM&FBovespa no terceiro trimestre deste ano é de R$ 292 milhões, considerado estável em relação ao mesmo período de 2010.

Entre os meses de julho e setembro deste ano, a receita líquida da empresa obteve uma variação positiva de 0,9%, saltando para R$ 493,7 milhões. Entretanto, a Receita Federal contesta a operação que resultou em ganho fiscal para a BM&FBovespa.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, medidos pelo Ebitda, da companhia subiu para R$ 347,5 milhões, com uma alta de 2,5%. O índice tem uma margem de 70,4%, contra os 69,2% do mesmo período do ano passado.

Devido à crise que afeta países na Europa, o orçamento de investimentos, que antes girava entre R$ 235 milhões e R$ 255 milhões, foi revisado, e a companhia espera que fique no intervalo de R$ 180 milhões a R$ 210 milhões.

A BM&FBovespa aprovou o pagamento de R$ 233,6 milhões em dividendos. O pagamento deve ser feito no dia 31 de janeiro de 2012, baseado no registro de acionistas de 17 de novembro deste ano. O montante a ser pago equivale a 80% do lucro líquido contábil.

Por Lorena Matuziro


Se uma coisa que já pode ser dito de positivo da eleição da presidente (a) Dilma Rousseff é que este fato propiciou uma alta na Bolsa de Valores brasileira.

Os investidores chineses não tiveram nenhum problema em admitir que ficaram confiantes em tê-la no comando do Brasil (e com isso nenhuma mudança econômica e na formação dos ministérios).

Pelo quarto dia seguido (todos após a eleição de Dilma) a Bovespa fecha em alta, na MAIOR alta desde o começo do ano; diga-se de passagem. Muito devesse também ao fato do Banco Central Americano ter anunciado estabilidade. Ao todo houve um giro de 7,3 bilhões de reais.

Fonte: Portal G1


A eleição de Dima Roussef já surte o seu primeiro efeito – positivo, diga-se de passagem. A Bovespa iniciou seus trabalhos do mês de novembro em significativa alta.

Ao que tudo indica a alta deu-se em boa parte, pelo acentuado estímulo do mercado chinês para o mercado acionário brasileiro. E ao que tudo indica o fato de Dilma já poder ser considerada abertamente nossa presidente (a), fará as ações subirem ainda mais pois as especulações são positivas quanto a formação de novos ministérios no governo.

Até o começo da tarde, a bolsa apontava aumento de 0,71%, interessante para um começo de feriado que prometia ser parado para a bolsa de valores.

Por Teresa Almeida


Um orgulhoso presidente dará o ar de sua graça na próxima sexta-feira na BM&F Bovespa, em São Paulo. O anúncio foi feito pelo próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante discurso em Juiz de Fora (MG):

“Não vou dizer o nome do santo, mas vou contar um milagre. Dia 24 este país vai acordar vendo acontecer uma coisa que jamais vocês imaginaram que pudesse acontecer. Nós vamos na (sic) Bolsa de Valores de São Paulo. Este país vai presenciar a maior capitalização de uma empresa na história da humanidade”.

Lula irá acompanhar pessoalmente a operação de abertura para venda de ações da Petrobras, que tem estimativa de bater a casa dos R$ 135 bilhões. O anúncio será feita na sexta-feira, com o registro da abertura, mas os bilhões de papeis só serão ofertados na segunda-feira, 27.

Lula aproveitou parta espezinhar a oposição contrapondo a operação com as privatizações feitas no governo FHC:

“mostrando ao mundo, diferentemente daqueles que vieram antes de nós, que iam na bolsa para bater uma plaquinha para vender as empresas estatais, que nós vamos bater o martelinho para capitalizar a nossa querida Petrobras”.

Por Diego Diniz


Boa notícia para os acionistas da bolsa de valores. A Bovespa fechou em alta, com um montante lucrativo de 5,6 bilhões estimativamente. A gratificante alta deu-se em razão da ótima faze americana e da excelente situação de empresas e organizações como  a rede Walmart, Tam, Petrobras e Vale.

Além disso o Estados Unidos segue em ascenção acentuada no setor industrial o que eleva as vendas e faz com que os pregões ganhem negociações significativas. Com esta alta, somam-se outras três que elevam em quatro altas consecutivas na Bovespa.

Coisa difícil, pensando que há quase nenhum tempo atrás esse povo esta se descabelando diante de uma crise eminente. Que assim,continue…

Por Victor Gonçalves


Após o anúncio de que a Embratel iria fazer uma oferta por cem por cento ações públicas da NET, os papéis desta tiveram uma elevação rápida no pregão da Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA) nesta última quinta-feira, 05 de agosto de 2010.

A valorização às 12h da data mencionada era de 13,96%. Mas mesmo assim, a BOVESPA não conseguiu se manter em alta, e obteve um recuo de 0,15%. A Oferta de Ações de Públicas (OPA) da Embratel à operadora de TV a cabo NET será intermediada pelo banco Itaú BBA, e se todos os acionistas concordarem na venda de suas participações, a Embratel irá desembolsar uma quantia de R$4,57 bilhões.

A proposta é voltada aos acionistas preferenciais da NET, excluindo-se a parcela da Embrapar, que já faz parte da Embratel.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Band, O Globo


Enquanto o dólar sorri sozinho pois está em alta, no cenário econômico um drama ameaça instalar-se. A Bovespabolsa de valores do estado de São Paulo registrou uma queda vertigiosa no dia 18 de junho. Essa queda ameaça trazer consequências duras pelo resto do mês.

É o índice mais baixo alcançado em 7 meses, o que acaba por exercer uma pressão acentuada que ameaça até mesmo o Estados Unidos, ainda que com dólar em alta. O principal fator que desencadeou a baixa, foi o do plano doméstico juntamente com o medo que o pessimismo europeu referente ao euro anda causando. Apesar do dia de ter tido a queda na bolsa, por um bom tempo pairará um pânico velado em relação a economia e muita gente começa a se desesperar. 

Por Teresa Cecília Almeida


Depois de uma alta de 4,11% na última segunda-feira – a maior elevação desde 29 de outubro do ano passado – o índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a terça-feira em queda de 1,57%, chegando a 64.424 pontos.

Segundo especialistas, o resultado era esperado, já que refletiu uma acomodação do mercado depois da subida do dia anterior. Já o movimento do dólar seguiu o sentido inverso nesses dois dias: fechou a terça-feira em alta de 0,34% depois de subir 4%.

Os resultados da segunda-feira haviam sido reflexo do anúncio do pacote de ajuda aos países da zona do euro pela União Europeia e o FMI.

Fonte: G1

Por Fabrício Fuzimoto


O iBovespa subiu 0,25 por cento nesta terça-feira, impulsionado pela melhora da situação em Wall Street e pela alta do setor de metais. O índice chegou a 70.792 pontos e o giro financeiro ficou em 5,57 bilhões de reais. O resultado positivo veio depois de duas baixas consecutivas.

Segundo especialistas, os investidores preferiram esperar dados econômicos importantes de Estados Unidos e China – ainda a serem lançados – e assim evitaram apostas mais agressivas, o que deixou o índice próximo do zero, ainda que positivo.

“Enquanto os grandes números não vêm, o investidor se apoia em pretextos para tentar justificar suas posições”, afirmou o economista-chefe da SulAmerica Investimentos, Newton Rosa.

Fonte: O Globo Online

Por Fabrício Fuzimoto


A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) recuou 1,12% nesta segunda-feira, aos 70.614 pontos, com mínima de 70.505 pontos e máxima de 71.606 pontos. O giro financeiro atingiu R$ 5,869 bilhões. Na opinião de analistas, as incertezas em relação ao processo de capitalização da Petrobras continuam preocupando o mercado. As ações PN da companhia, que movimentaram R$ 1,043 bilhão, recuaram 2,38%, a R$ 34,39, o que ajudou a levar para baixo o Ibovespa.

O presidente da Petrobras, no entanto, confirmou que a empresa segue trabalhando com a hipótese de realizar a operação ainda no primeiro semestre deste ano. Ele afirmou que se não houver a cessão onerosa, a empresa verá como a capitalização poderá ser feita, já que a considera indispensável.

Fonte: O Globo Online

Por Fabrício Fuzimoto


A direção da BM&FBovespa anunciou em reunião com executivos de corretoras de valores, futuros e mercadorias que que pretende adotar uma nova política de tarifação de operações para atrair investidores que realizam milhares de negociações diárias, várias vezes por segundo. O projeto inicial prevê descontos de até 80%.

De acordo com Roberto Lee, diretor de marketing e produtos da Wintrade, as tarifas da Bovespa vinham sendo um grande impeditivo para esses clientes, que vêem muitas de suas estratégias limitadas pelos altos custos. A proposta tem a vantagem, também, de aumentar a liquidez para o investidor comum.

A bolsa ainda não comentou o assunto com a imprensa, mas o mercado está mostrando uma resposta positiva à medida.

Fonte: Portal Exame

Por Fabrício Fuzimoto


De acordo com pesquisa realizada pela consultoria Economática, a Bovespa teve um destaque neste primeiro trimestre para empresas de produtos eletroeletrônicos  e de telecomunicações.

O primeiro, foi valorizado em 75,6%, enquanto o segundo, teve suas ações com ganhos de cerca de 37,6%, até o dia 30 de março deste ano. O motivo deste aumento deve-se a algumas empresas terem se destacado de forma isolada, não representando uma tendência no setor de forma geral, de acordo com o gerente de pesquisa da Planner Corretora, Ricardo Martins.

Com o novo reajuste do minério de ferro, espera-se que haja um grande destaque deste setor na Bolsa de Valores daqui para frente. O que ainda não se sabe é quais serão os impactos causados na Bovespa por causa das próximas eleições.

Fonte: Folha de São Paulo

Por Márcia V. L. Galvão


Para você que tem simpatia pelo mercado de ações, uma boa notícia.

Foi inaugurado o novo site da Bovespa, que agora agrega informações também do site da BMF.

Nele, assim como no anterior, você poderá realizar cotações rápidas, e verificar as empresas que são listadas na Bolsa de Valores.

Uma das novidades está no menu chamado Educacional. São vídeos, cursos, palestras, simuladores, informações sobre visitas, e muito mais. Outra novidade é que você agora poderá navegar pelo site de acordo com o seu perfil: Pessoa Física, Profissionais do Mercado, Empresas e também Imprensa.

novo-site-bovespa


O setor da construção civil conseguiu as atenções dos noticiários nesta última semana, pois obteve forte impacto nas ações, notadas através de fortes movimentações pelo mercado.

Após o anúncio de ofertas da empresa PDG Realty, a Rossi também semeou o lançamento de suas ações. A proposta, inicialmente, é elementar, com cifras estimadas entre 500 e 600 milhões de reais a fim de patrocinar uma nova concepção para os próximos anos, a partir, porém, de 2010.

Entretanto, adotando as movimentações dos últimos dias, a declaração tem efeito de baixa nos outros papéis da construção civil na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).


Embora os altos e baixos do mercado financeiro, pelo cenário de crise mundial que se arrasta, a BOVESPA tem apresentado resultados equilibrados. Embora isso, ainda é cedo para se falar em uma retomada definitiva do crescimento econômico.

Na última sexta-feira, 04/09, o pregão fechou com alta significativa de 1,70%, com soma de 56.652 pontos. Crescimento importante que afastou o fantasma de queda consecutiva nas últimas três semanas.

Mesmo com boas expectativas para a próxima semana, é bom prestar atenção no mercado externo que não anda muito estável e pode influenciar os resultados aqui.

Vale salientar que os bons resultados do pregão de sexta-feira não impediram que no fechamento da semana se contabilizasse uma queda de 1,82%.

É bom ficar com os olhos bem abertos na hora de investir o seu dinheiro!


Depois de quase um ano sem IPO`s na Bolsa de Valores de São Paulo, dia 29 de junho foi o dia da Visanet – VNET3.

IPO`s para quem desconhece o termo, são as empresas que começam a operar na Bolsa de Valores.

O preço de lançamento foi de R$ 15, e tem uma boa performance até então. Os negócios, até 13h, já somavam quase R$ 2 bilhões.

A VisaNet é responsável pela bandeira de cartões VISA, e fez a maior oferta de ações da história da Bovespa.

Pessoas físicas também puderam participar desse processo de compra de ações, porém, devido ao alto volume, aconteceu um rateio de 38,35% do total de ações pedido.


Para os fundamentalistas, as cotações diárias não tem grande relevância, uma vez que os objetivos estáo lá na frente (preço-alvo). Porém, para os analistas técnicos e grafistas, a cotação em tempo real é de suma importância para que o processo de compra e venda seja realizado de forma eficaz. 

Geralmente os sistemas de Home Broker do mercado possuem cotações instantâneas, então não há muito com o que se preocupar – você terá em sua frente sempre os preços reais e atuais daquela determinada ação. 

Uma alternativa é o acompanhamento direto pelo site da Bovespa, porém, as cotações tem atraso de 15 minutos (não aconselhável). Dependendo do cenário mundial, uma alta de 1% pode na verdade esconder uma queda de 3% em questão de 15 minutos.


A Bovespa determina um tamanho padrão de negócios com as ações em seu pregão normal, chamado de lote-padrão. Este lote poder ser de qualquer quantidade que represente um volume financeiro razoável.

Quando o acionista pretende comprar ações fora do lote-padrão, ele entra para o que se chama de mercado fracionário, que são propriamente “frações” do lote-padrão. 

Exemplo prático: o lote-padrão das ações da Petrobrás (PETR4) é 100. Você até pode comprar apenas 50 ações PETR4, porém, estará realizando essa operação de forma fracionada, e que apresentam menor liquidez no momento da venda.

A dica aqui é realizar compras preferencialmente dentro do lote-padrão. Se o valor de mercado da PETR4 é de R$42,00, por exemplo, isso significa que com R$4.200,00 você poderá adquirir 1 lote-padrão, ou seja, 100 ações.


Para comprar ações
 

Não. O limite é igual ao capital que você tem disponível para investir. Apenas saiba que comprar ações no momento mais agitado do dia é como pegar um ônibus em uma grande capital em horário de rush – uma verdadeira lata de sardinha.

Enquanto você luta para que sua ordem seja executada, existe um batalhão de investidores do outro lado que ficam torcendo pelo seu fracasso. 

E para vender as ações?
 

Você pode vendê-las a qualquer tempo, porém, existe um fator crítico para que esta seja realizada de forma rápida ou não: a liquidez do papel.

A liquidez é basicamente a quantidade de compradores dispostos em adquirir suas ações no momento que você quer vendê-las, e essencialmente no preço que você estipulou. Ações com baixa liquidez podem demorar meses para serem vendidas no preço desejado.

Geralmente as ações de primeira linha (blue chips) possuem uma boa liquidez. Na seqüência será comentado um pouco mais sobre elas.


Pode ser óbvio para alguns, nem tanto para outros… Contudo, muitos investidores aplicam seu capital em ações sem sequer saberem o que elas significam.

Para aqueles indivíduos já consolidados financeiramente, sem problemas – podem deixar a tarefa da análise de mercado na mão das corretoras. No entanto, se você deseja realmente colocar a “mão na massa” e iniciar as suas operações, não deixe conceitos como este para trás. 

Uma ação é a menor fração do Capital Social de uma empresa, ou seja, uma partilha do Capital Social em partes iguais. Em outras palavras, quem investe em ações torna-se um sócio da Sociedade Anônima, cujos poderes podem variar de acordo com o tipo da ação adquirida (ordinária ou preferencial) e também pela quantidade de ações. 

As ações ordinárias – ON – proporcionam participação no resultado econômico da empresa, permitem o direito a voto, mas não concedem prioridade quanto ao recebimento de dividendos. 

As ações preferenciais – PN – ao contrário das ON, priorizam o recebimento de dividendos e também de reembolso (em caso de falência, dissolução, etc.). 

As empresas podem emitir ambos os papéis na Bolsa de Valores, assim como as ações PN podem ter variações do tipo “PNA” e “PNB”. Como exemplo, podemos citar as ações da Petrobrás – PETR3 (ON) e PETR4 (PN). 

As ações também podem ser classificadas quanto a sua liquidez:

  • Primeira linha (blue chips): alto volume negociado, muitos compradores e vendedores;
  • Segunda linha: papéis menos negociados, geralmente são de empresas menores, e em que geralmente há uma maior especulação (é comum de se observar variações acima de 5% ao dia – para baixo ou para cima). 

Existem duas possibilidades básicas de se obter lucro com ações: a primeira é recebendo dividendos (geralmente ocorrem de forma semestral ou anual); e a segunda é realizando a tradicional compra e venda (especulação), que no curtíssimo prazo pode ser chamada de operação de day-trade

Se o seu objetivo é o longo prazo, procure ações que tradicionalmente oferecem bons dividendos, e que sejam de empresas com uma boa saúde financeira. De nada valerá investir em uma empresa com excelentes dividendos, e com suas ações em queda-livre – você ganhará de um lado e perderá do outro, podendo esse jogo acabar no zero-a-zero ou no prejuízo.

Para investimentos de longo prazo é recomendado o uso da Análise Fundamentalista, cuja essência está em obter informações contábeis sobre a empresa, sua situação de mercado, patrimônio, valor, dentre outras métricas.

Do outro lado, estão os investidores que tem objetivos orientados no curto prazo (comumente chamados de especuladores). Essa prática exige um acompanhamento praticamente diário do mercado (ambiente externo e interno da Economia), além de necessitar do apoio da Análise Técnica e Gráfica.

Se você não possui experiência no mercado de ações, estude sobre médias móveis e exponenciais, osciladores, rastreadores de tendência (farejadores), dentre outros indicadores que poderão lhe auxiliar no momento da compra e venda de papéis. 

Como diria aquele velho ditado: “nunca coloque os ovos na mesma cesta”. Equilibre-se entre a Análise Fundamentalista e a Análise Técnica / Gráfica. Uma excelente estratégia, principalmente para iniciantes, é repartir o capital entre a calmaria (longo prazo) e a agressividade (curto prazo). Dificilmente você visualizará perdas agindo dessa maneira.


Para alguns historiadores, as bolsas tiveram sua origem na Roma Antiga, enquanto para outros teria surgido na Grécia. Mas antes que você pense que ações são presentes de grego, saiba que tudo se iniciou por conta de comerciantes que se reuniam para tratar de negócios, nas mais antigas civilizações, e com atribuições bem distantes das bolsas de valores atuais.

A bolsa mundial mais conceituada é a de Nova Iorque, fundada em 1792, e que na época realizava apenas a compra e venda de moedas, metais preciosos e letras de câmbio. Quase cem anos mais tarde, em 1890, era a “Bolsa Livre” que entrava em cena – seria ela o embrião da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).

No ano de 2000 um processo de integração de todas as bolsas de valores brasileiras fez com que a Bovespa fosse a responsável por concentrar todas as negociações realizadas no Brasil. Anos mais tarde, dois fatos bastante importantes: sua abertura de capital (Bovespa Holding – BOVH3) e o processo de fusão com a BM&F – Bolsa de Mercadorias e Futuros.

A Bovespa é hoje a terceira maior Bolsa de Valores do mundo em valor de mercado, e a segunda das Américas, tendo negociado em 2007 mais de 1 trilhão de reais.





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