Os empréstimos e financiamentos oferecidos pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) são concedidos em grande quantidade para diversos setores do país.

Mas, apesar disso, o banco ainda não atingiu a meta de desembolsos para 2012 no valor de 150 bilhões de reais.

Para alcançar este patamar será preciso que a instituição de fomento financeiro libere no mínimo mais R$28,2 bilhões durante este mês de dezembro já que até o momento o BNDES liberou R$121,8 bilhões.

Nesta reta final do ano, o banco deve liberar recursos para investimentos como o PSI (Programa de Sustentação do Investimento, projetos de infraestrutura e para melhorias em estados e municípios).

Por Ana Camila Neves Morais


Mais um empreendimento importante será feito no Brasil por meio de recursos vindos do BNDES.

Desta vez, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social irá fornecer um empréstimo no valor de R$1,2 bilhões para a reforma do Aeroporto Internacional de Viracopos na cidade de Campinas.

Com este recurso, a administradora do local irá realizar diversas obras para ampliar e modernizar o aeroporto gerando um aumento duas vezes maior da sua capacidade permitindo o atendimento de até 14 milhões de passageiros.

Para a execução deste projeto estarão envolvidos cerca de 7.000 novos empregos diretos e terceirizados e deverá estar finalizado em maio de 2014 para iniciar o seu uso na Copa do Mundo que acontece neste mesmo ano.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


Apesar do difícil momento financeiro enfrentado pela Petrobrás, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) irá financiar a criação de mais uma fábrica de fertilizantes da empresa com um total de recursos de 2 bilhões de reais.

Esta será a terceira unidade da fábrica que produz fertilizantes nitrogenados e será construída na cidade de Três Lagoas no estado de Mato Grosso do Sul com previsão de iniciar suas atividades em setembro de 2014.

A grande meta desta nova construção da estatal será diminuir a dependência do mercado exterior para obter insumos primordiais para uma melhor produtividade no setor agrário brasileiro com a redução de 66% para 39% na importação de uréia.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Foi ajuizada nesta última semana pedido de ação civil pública do Ministério Público do Distrito Federal contra o BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento).

O motivo da ação é com relação às atividades de financiamento e apoio feitas pela instituição financeira que, segundo o Ministério Público, devem ser publicados no site do BNDES.

O órgão do judiciário quer que o banco divulgue todos os dados relacionados a seus projetos e serviços com envolvimento de recursos públicos desde o ano de 2002 em decorrência da recusa do BNDES em fornecer dados à Procuradoria sobre seus gastos e ações.

Caso o banco resolva descumprir as determinações do Ministério Público deverá para uma multa de R$50 mil por dia.

Questionado sobre o assunto, o banco – por meio de sua diretoria – informou que nunca impediu o acesso à informações e que a lei do sigilo bancário deve ser priorizada com relação à de transparência das informações.


O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) divulgou nesta semana mais um investimento importante no país.

Desta vez, o banco irá financiar a construção da Usina Hidrelétrica Santo Antônio de Jarí com um aporte de R$736,8 milhões.

Esta usina com localização entre Almeirim no Pará e Laranjal do Jarí no Amapá irá iniciar suas atividades no ano de 2014 com capacidade de 374,4 MW.

Este projeto faz parte do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e irá permitir um reforço no fornecimento de energia elétrica para o Norte do Brasil.

O valor disponibilizado pelo BNDES será utilizado para construir a usina bem como para investimentos como redes de esgoto e água tratada, equipamentos de lazer e iluminação pública em locais próximos a ela.

Por Ana Camila Neves Morais


O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, disse na segunda-feira (dia 16 de abril) que a instituição pretende investir R$ 58 milhões no setor de infraestrutura. O montante será aplicado neste ano.

De acordo com Coutinho, a aplicação justifica-se pelo crescimento da economia do país, que vem se fortalecendo nos últimos meses e tende a crescer ainda mais no segundo semestre de 2012.

O presidente ainda informou que pode investir até 4% mais neste ano se comparado a 2011.

O BNDES ainda deverá investir R$ 1 bilhão até 2014 para ajudar a desenvolver empresas através dos fundos de private equity, capital semente ou venture capital. Além disso, o banco deverá trazer duas novas opções de private equity neste ano. Atualmente, o BNDES possui 29 fundos de private equity, capital semente e venture capital. O banco ajuda a financiar 199 empresas do país.

Fonte: BNDES

Por Matheus Camargo


O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) assinou duas parcerias com os bancos oficiais dos países que compõem o grupo dos BRICS (formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). A ideia é fortalecer as relações econômicas entre as nações.

O primeiro convênio é o Master Agreement, também conhecido como acordo guarda-chuva, que rege as normas para conceder crédito em moeda local. Já o segundo é o Letter of Credit Agreement, ou carta de crédito, que estabelece as normas para confirmar cartas de crédito relativas às exportações entre os países.

A princípio, o convênio entre os países têm duração de cinco anos. Relativo ao primeiro acordo, a meta é aumentar o auxílio financeiro e expandir a troca comercial e de investimentos. Já no segundo convênio, os dirigentes afirmaram que vão analisar todos os casos de instrumentos bilaterais no caso de se conceder cartas de crédito.

Com as medidas, a expectativa é ampliar a participação dos BRICS no mundo. O grupo já passou a ter um papel fundamental desde 2008, quando a crise se instaurou na maioria dos países. As cinco nações que compõem os BRICS possuem cerca de 40% da população mundial como seus habitantes.

Fonte: BNDES

Por Matheus Camargo


O BNDES aprovou o financiamento no valor de R$ 32 milhões para hotéis localizados em Pernambuco, o valor deverá ser investido na modernização e ampliação desses estabelecimentos. Ao todo, três hotéis serão beneficiados com a medida, o Summerville Beach Resort (localizado em Porto de Galinhas), o Mar Hotel e o Atlante Plaza (ambos em Recife).

Esses recursos são equivalentes a mais de 90% do valor total de investimento. O programa responsável por liberar esses recursos é o ProCopa Turismo.

A expectativa é que o número de leitos seja ampliado em mais de 30% na região. As obras já estão em andamento, sendo que o empreendimento irá gerar cerca de 954 postos de trabalho direto. O prazo para que toda a obra esteja concluída é janeiro de 2014.

Ao todo, o ProCopa Turismo já contribui para a construção e reforma de 10 hotéis, sendo que os beneficiados estão distribuídos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Rio Grande do Norte e agora Pernambuco. O valor total de financiamento é de R$ 277,1 milhões, o que representa um aumento de mais de dois mil quartos na rede hoteleira do país.

Por Joyce Silva


O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) divulgou uma nota apresentando o lucro líquido da instituição em 2011. De acordo com o documento, o valor foi de R$ 9 bilhões, sendo que em 2010 o lucro foi R$ 9,9 bilhões, ou seja, uma queda de 8,7%.

Segundo a nota da instituição, essa queda foi influenciada pelos altos valores usados na recuperação de crédito do ano anterior, que foi de R$ 2,3 bilhões.

Com relação à carteira de crédito e os repasses feitos ao banco, o número aumentou em 2011 e fechou o ano em R$ 6,1 bilhões, sendo que em 2010 foi de R$ 5,8 bilhões.

A renda variável também apresentou um desempenho considerado bom pelo banco e foi um dos pontos responsáveis por fazer com que o resultado bruto chegasse a R$ 6,8 bilhões.

Com relação à venda de ações, houve uma queda que, segundo a instituição, teve influência das condições consideradas desfavoráveis no mercado de capitais. Outro ponto divulgado foi com relação às operações de tesouraria do banco, que também ficou abaixo do valor de 2010, passou de R$ 1,6 bilhão para R$ 900 milhões no ano passado.

Por Joyce Silva


A cidade de São Paulo, assim como outras pelo país, é um exemplo claro de desenvolvimento, positivo mas desigual, desenfreado e em alguns pontos mal elaborado. Uma questão simples pode ser constatada ao se observar os rios Tietê e Pinheiros; poluição, inundação e outros similares são algumas das constatações.

Em meio a esse problema socioeconômico – uma parcela de um todo –, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) sancionou financiamento de R$ 33,9 milhões para a Estre Ambiental, companhia nacional na gestão de tratamentos de áreas vexadas e detritos sólidos.

Reportagem do G1 assinala que os recursos serão utilizados na implantação de uma unidade responsável por processamento de detritos, com capacidade produtiva de 450 toneladas por ano de combustível derivado de resíduos, ou CDR (usado em fornos industriais e caldeiras).

O projeto da Estre conjetura a ampliação dos aterros sanitários situados em Paulínia e Itapevi, unidades de captação de biogás.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O crescimento das importações ante exportações preocupa diversos segmentos que exercem atividades de venda pelo Brasil, seja ao mercado externo como ao interno. A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) avalia que essa tendência tem acarretado prejuízos à própria indústria nacional. A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) assinala que uma em cada duas empresas já tem nos produtos estrangeiros grande fonte de economia.

Preocupado em fornecer soluções, Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), assevera que o governo avalia medidas para barrar a expansão das importações no Brasil. A autoridade atesta que o Ministério da Fazenda já aumentou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para investimentos estrangeiros, mas ainda existem outras possibilidades, entre as quais regulatórios, operações a futuro e compulsórios.

Matéria veiculada pela Folha UOL aponta que a alíquota de câmbio na nação brasileira é a principal reclamação do setor industrial, pois empresários reportam, atualmente, falta de competitividade de produtos daqui perante importados. O segmento pede intercessão no ingresso de capitais estrangeiros como maneira de brecar a valorização da moeda tupiniquim.

No intuito de acalmar a indústria, Coutinho assegura existir um plano, porém em processo de finalização, com previsão de entrega para o início de 2011. Entre as medidas situam-se adequação tributária para beneficiar a exportação.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O número de brasileiros dispostos em pagar entradas para o cinema tem caído nos últimos anos, mas a nova tecnologia 3D (três dimensões) parece ter ressuscitado antigos fantasmas. A indústria nacional do setor (filmes, curtas, etc) aparece como novo motivador, sobretudo com os recentes sucessos envolvendo a temática espírita ou, para a maioria, kardecista.

Antes de uma projeção audiovisual ter inicio, várias são as empresas divulgadas (créditos), aquelas que muitas vezes se propõem a incentivar ou financiar o cinema tupiniquim. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é um bom exemplo. Sozinho, na última meia década, direcionou mais de R$ 142 milhões de recursos.

Há quatro anos, segundo o Estadão, o BNDES modificou seu pensar sobre o cinema e decidiu financiar e investir no segmento. Três anos depois, ou melhor, em 2009, foram desembolsados pelo banco mais de R$ 31 milhões à industria, quase R$ 5 milhões acima do dispensado pela Petrobras, extremamente conhecida pelo fomento às projeções audiovisuais.

Informação divulgada pela Agência Nacional de Cinema (Ancine) revela que o BNDES foi o principal investidor do setor no ano passado. Não à toa, produtores, distribuidores e exibidores contraem empréstimos da instituição.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma Medida Provisória (MP) publicada no inicio desta semana no Diário Oficial da União poderá outorgar cerca de R$ 30 bilhões adicionais ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), segundo intenções do governo federal.

Desde o ano passado R$ 180 bilhões já foram emprestados ao banco pelo governo na finalidade de aumentar a capacidade de financiar investimentos. Guido Mantega, ministro da Fazenda, já assevera em ocasiões passada que o BNDES precisaria diminuir sua sujeição de recursos oriundos do Tesouro para aumentar suas captações próprias.

Segundo a agência de notícias Reuters, o governo já deu sinais em estabelecer medidas, entre as quais isenções, de estímulo à ampliação de fontes de financiamento de longo prazo destinadas ao setor público. Pela MP, o crédito conferido se dará por meio de emissão de títulos públicos favoráveis ao BNDES, assim como o foi nos últimos repasses executados pelo governo à instituição.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Gerir uma micro, pequena ou média empresa acarreta altos custos num primeiro momento. Parcela dos negócios não ultrapassa um ano de existência e outra fatia, dos cinco anos. Um dos meios pelo qual os empresários podem obter recursos é o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que nesta semana decidiu aumentar o desígnio de seu cartão.

As novas diretrizes cercearão o financiamento de partes, componentes e peças empregadas no desenvolvimento, mantimento e modernização de equipamentos de informática e bens de capital e automação da indústria. Segundo o BNDES, essa ampliação abrangerá toda a cadeira de produção.

Na esfera de peças e componentes para bens de capital de utilização industrial, por exemplo, novos itens nacionais serão financiados. Para componentes eletrônicos a automação, bem como bens de informática, serão apreciados componentes de informática, placas montadas e partes de monitores, além de alguns outros abarcados pela Nomenclatura Comum do Mercado Comum do Sul (NCM).

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1


O projeto do Trem de Alta Velocidade (TAV) demorou a ser composto, mas deverá ter delimitadas todas as suas diretrizes em breve. O intento, que tem por escopo interligar as cidades de Campinas, Rio de Janeiro e São Paulo, contará com suporte do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Hélio Mauro França, superintendente executivo da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), afirma que os termos do financiamento proveniente do banco deverão vir à tona nos próximos dias, pois existe, ainda, uma questão interna a ser resolvida pelo governo federal, então responsável na definição política do projeto.

O advogado Adelmo da Silva Emerenciano avalia que o ponto em questão é aquele que suscita maior expectativa entre os interessados, pois no estágio serão definidas as garantias, prazos e condições de taxas. De acordo com o Estadão, o BNDES poderá conceder financiamento de até 60,3% (aproximadamente R$ 20 bilhões) de todo o projeto do trem-bala.

Apesar de todo esse ambiente ambicionado pelo governo federal, a oposição tucana repreende a iniciativa, pois – dizem os peessedebistas – com o montante a ser financiado pelo banco daria para construir vários quilômetros de metrô em todo o país.

Por Luiz Felipe T. Erdei


 O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou na semana passada que emprestou cerca de R$ 72,6 bilhões ao longo dos primeiros sete meses do ano. O valor liberado é 3% inferior ao montante emprestado pelo BNDES no mesmo período do ano passado.

De acordo com a institução, a diferença nos empréstimos do ano passado e de 2010 se dá em razão ao empréstimo excepcional concedido à Petrobras em julho de 2009, no valor de R$ 25 bilhões.

Entre os meses de julho de 2009 e julho de 2010, o BNDES emprestou R$ 134,9 bilhões em financiamentos para o setor da indústria, infraestrutura, entre outros. A área da indústria foi a que mais recebeu empréstimos, somando R$ 48,3 bilhões no período.

Por Luana Neves


O otimismo de empresários e da população como um todo tem favorecido amplamente diversos setores de referência econômica, tais como o de máquinas & equipamentos. Informações levantadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ilustram que os financiamentos concedidos pela instituição focados à aquisição de instrumentos relacionados ao segmento foi 133% maior no primeiro quadrimestre de 2010 em comparação ao período idêntico de 2009.

A instituição revela, por meio do portal de economia UOL, que de janeiro a abril deste ano R$ 15,6 bilhões em créditos foram outorgados por meio da linha BNDES Finame, num intento que envolveu mais de 67 mil operações. Somente em abril, por exemplo, o banco liberou R$ 10,2 bilhões, superior em 28% ao mês igual de um ano antes.

O BNDES enfatiza como fator predominante à ascensão o Programa de Sustentação de Investimentos (PSI), acordado há mais ou menos um ano, que tem como grande diferencial o financiamento a máquinas & equipamentos com alíquotas de juros fixas. A idealização foi tão importante que representou 44% das concessões totais.

Fonte: UOL

Por Luiz Felipe T. Erdei


A crise europeia teve origem na dívida grega, problema que se arrasta há semanas por todo o bloco Europeu. As bolsas de todo o mundo sofrem oscilações diárias, ora denotando princípios positivos, ora negativos. O Brasil, emergente de grande referência da atualidade, parece preparado para enfrentar essa complicação, segundo as principais autoridades do país, embora alguns, entre eles Henrique Meirelles, acreditem na possibilidade de dificuldades na exportação.

Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), avalia que o Brasil não passará incólume pela crise, sobretudo no já mencionado setor de exportações, correspondente, ao Brasil à Europa, por 33% do comércio exterior.

Coutinho ressalta que o colapso europeu é inquietante e que já dá sinais negativos ao mundo. Juntamente a esse fator, o presidente do BNDES crê que outro, também já mencionado por especialistas nacionais e estrangeiros, tem de ser levado em consideração: desenvolvimento acelerado do país, que poderá acarretar superaquecimento e geração de bolhas econômicas.

Aparentemente, um discurso pauta outro. Chegará um momento em que as análises serão tão completas que uma solução ideal para o Brasil, inclusive nas exportações, virá à tona. Agora, é só aguardar o comportamento do mercado europeu e como a nação brasileira se comportará.

Leia mais no UOL.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Investimentos é o termo mais utilizado pelos líderes do país no atual ambiente vivido pelo Brasil, informação correlata à avaliação divulgada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no início desta semana, que indica expectativa de aplicações anteriores aos níveis pré-crise.

Artigo anunciado pelo portal de economia do Estadão assinala que a estimativa vista na construção civil e no segmento de infraestrutura é superior em 54,6% para 2010 a 2013 ante o período compreendido entre 2005 e 2008. Ernani Torres, economista-chefe da entidade, avalia que esse é o ciclo mais extenso de investimentos pelo país em três décadas.

A partir do levantamento, o BNDES crê que as cifras de aplicação financeira ultrapassarão R$ 1,3 trilhão nesses quatro anos, com ênfase ao setor de petróleo e gás. Outro segmento não mencionado em mais detalhes pelo Estadão é o da construção civil, que tem no “Minha Casa, Minha Vida” e nos eventos esportivos de 2014 e 2016 (Copa do Mundo e Jogos Olímpicos, respectivamente) outro ponto relevante.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os recursos investidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no setor de mineração já estão no mesmo nível anterior à crise. Até o fim do ano, o plano é liberar R$ 4,5 bilhões, quase 75% do montante previsto para toda a indústria de base.

A mineração foi um dos setores mais afetados pela crise e por isso, de acordo com o chefe do Departamento de Indústria de Base do BNDES, Paulo Sérgio Moreira da Fonseca, a recuperação do setor tem surpreendido.

Dois fatores que teriam impulsionado esse crescimento foram a manutenção do crescimento econômico da China e os investimentos em infra-estrutura. Na opinião de Fonseca, as mineradoras não terão dificuldade para dobrar a cotação da tonelada do minério ainda em 2010.

Fonte: Abril

Por Fabrício Fuzimoto


O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou informações de que os investimentos arquitetados pela indústria naval do Brasil já chegam ao patamar de 55 bilhões de dólares. Estes dados incluem inúmeras consignações de plataformas de petróleo, dois novos estaleiros e navios da estatal Petrobras.

Antonio Carlos de Andrade Tovar, gerente do Departamento de Transportes e Logística do BNDES, afirmou que o pleito é suficiente para validar a construção dos novos estaleiros em terras brasileiras. Ao volume supracitado, outros 15 bilhões de dólares podem ser majorados a partir de empresas petroleiras privadas.

Além desse pressuposto, um valor de 4 bilhões dólares de encomendas da subsidiária Transpetro deve ser aprovado já para o próximo ano, que corresponde, pois, à segunda etapa do plano de renovação da frota. De acordo com Tovar, a Shell, a Statoil e a Exxon devem, também, anunciar novas encomendas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O governo necessitará frear os gastos envoltos na manutenção da máquina pública se quiser prosseguir com seu crescimento. É o que afirma Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Coutinho diz que há uma necessidade, sobretudo, de outros adicionais neste ínterim, tais como reformas na Previdência Social e maior participação em financiamentos de grandes projetos por parte dos bancos privados.

O presidente do BNDES intui que essas ações são imprescindíveis para um aumento na taxa de investimentos no setor econômico. Em sua opinião, Coutinho discorre que será necessário, sobretudo, investir algo em torno de 25% do atual Produto Interno Bruto (PIB) do país, por ano, para que de fato isto ocorra.

Luciano informa, pois, que a taxa permanece estacionada em 18% na atual conjuntura, mas num ritmo de crescimento de 6% ao ano, dará à nação condições essenciais para um desenvolvimento sustentável.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O volume de financiamentos convencionados a ser aprovado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em 2009 deverá figurar na casa de R$ 157 bilhões, de acordo com Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil. A soma representa uma quantia quase quatro vezes à liberada em 2004.

De acordo com Lula, esses dados foram delineados nesta semana por Luciano Coutinho, presidente do BNDES, este, que assegurou que os desembolsos do órgão figurarão entre R$ 120 bilhões e R$ 130 bilhões.

O presidente brasileiro voltou a defender os bancos públicos, pois o Banco do Brasil disponibilizará a mesma quantia de crédito que todo o sistema de finanças do âmbito nacional depositou no mercado em 2003. Lula também defendeu a importância do Estado na economia ao dizer que a crise financeira mundial provou que ele, o Estado, tem de ser firme.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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