Boletos a partir de R$ 100 poderão ser pagos em qualquer banco.

Agora é lei. Todos os boletos que possuírem valores iguais ou maiores a R$ 100, incluindo os já vencidos, poderão ser pagos em qualquer agência bancário ou em um correspondente bancário. A medida começa a valer a partir do próximo sábado, dia 13 de outubro, através da nova plataforma de cobrança disponibilizada pela Federação Brasileira de Bancos, a Febraban.

Vale lembrar que na data de 25 de agosto, esse pagamento já foi liberado para os boletos com valor a partir de R$ 400. Quem tiver os boletos rejeitados ou sem o registro na plataforma, precisa procurar o emissor do documento para quitar totalmente o seu débito.

Por meio dessa inclusão e novo processamento de boletos em sistema, a plataforma incorporará aproximadamente 3 bilhões de documentos. Isso representa 75% do total que é emitido a cada ano no Brasil, segundo os cálculos feitos pela Febraban.

O restante, que corresponde a cerca de 1 bilhão de boletos, é para documentos com valores abaixo de R$ 100. Esses deverão estar integrados no sistema na data de 27 de outubro.

Essa mudança tem acontecido de forma gradual para diferentes valores, sendo que o cronograma inicial sofreu atrasos. Até o dia 10 de novembro todos os boletos de doações, cartões de crédito e outros pagamentos de qualquer valor também passarão a ser aceitos em qualquer banco.

De acordo com a Febraban, a validação ocorreu em etapas. Isso se deu pela grande utilização dessa modalidade de pagamento. Por um cálculo realizado pela entidade, são emitidos por ano no país cerca de R$ 3,5 bilhões de boletos.

Identificação de CPF

Conforme a Febraban, além do boleto ser pago em qualquer agência bancária, essa nova plataforma também viabiliza a identificação do número do CPF do pagador, de forma a facilitar o rastreamento referente às cobranças. Caso os dados do boleto coincidam com os do sistema, é validada a operação.

Para qualquer divergência, não será autorizado o pagamento do documento, podendo o consumidor pagá-lo somente no banco responsável pela emissão da cobrança. Isso é necessário, pois a agência terá as condições necessárias para realizar as checagens de informações pertinentes.

Em um modelo anterior utilizado, não havia a centralização de registros em uma base de todos os boletos. Por esse motivo, é importante que os emissores de boletos registrem-nos em seu banco de relacionamento, dando todos os dados necessários.

É fundamental ressaltar também que os boletos que são enviados aos consumidores precisam conter algumas informações. São elas: o nome e o número do CPF do responsável pelo pagamento (por determinação do Banco Central), bem como o valor de pagamento, a data de vencimento do boleto e a autorização do próprio cliente para o envio da cobrança diretamente na sua residência.

As vantagens da nova plataforma

Para a Federação Brasileira de Bancos, um dos maiores benefícios no que diz respeito à nova plataforma é a maior transparência na realização dos pagamentos, uma vez que essa melhora a gestão de todos os recebimentos de empresas. Isso acontece pois as condições negociadas durante a operação com os seus consumidores são preservadas.

Não bastasse isso, o comprovante do pagamento se torna mais completo, com maiores detalhes referentes ao pagador e ao beneficiário, além de dados sobre os descontos, multas, juros, entre outros. Tudo isso diretamente impresso no boleto.

E, por fim, segundo a Febraban, a nova plataforma é importante para cruzar as informações, evitando assim inconsistências e lavagem de dinheiro pela identificação do CPF do pagador. Ainda, os pagamentos são mais exatos e transparentes na relação entre empresa e consumidor.

Cronograma da plataforma de boletos.

Boletos com valores iguais ou acima de R$ 100: a partir da data de 13 de outubro de 2018;

Boletos com qualquer valor: a partir da data de 27 de outubro de 2018;

Boletos de doações, cartões de crédito e outros: a partir da data de 10 de novembro de 2018.

Kellen Kunz


Entenda aqui um pouco mais sobre o CDB e o seu funcionamento.

Os grandes estudiosos economistas já explicavam que a precípua e mais lucrativa atividade de qualquer banco é a de emprestar dinheiro para, em seguida, oferecer empréstimo. É necessário que esse conceito esteja bem claro para que se possa compreender o que significa a sigla CDB. Os Certificados de Depósitos Bancários são modos de investimentos que podem dar retorno lucrativo. Para compreender bem essa atividade entre banco e cliente, são necessários alguns esclarecimentos.

Toda pessoa pode realizar depósitos em sua conta corrente, depósito à vista ou a prazo, esse valor pode ser pego emprestado pelo banco onde a pessoa possui conta. Essa soma, depósito à vista, que pode ser tomada emprestada pelo banco, é limitada, ou seja, a empresa é freada em sua ação sobre esse dinheiro, porém, ela não recompensa financeiramente o cliente por isso. Entretanto, o tipo de depósito intitulado CDB é uma ação financeira em que o cliente cede ao banco uma parcela do montante depositado. Esse valor, cedido voluntariamente pela pessoa que realiza o depósito, obriga o banco a uma restituição conforme taxa de juros, portanto, se trata de uma espécie de acordo pré-estabelecido e com prazo definido. Assim, o banco tem o compromisso de devolver o valor emprestado acrescido da taxa de juros. O CDB funciona deste modo.

Para que uma pessoa possa investir de modo mais lucrativo é necessário consultar profissionais no ramo, que poderão aconselhar e conduzir o futuro investidor nesse empreendimento. O especialista Bernardo Pascowitch, que é sócio fundador da startup YUBB, tem sempre excelentes dicas para que auxiliar as pessoas a encontrar as melhores opções de investimentos de uma maneira fácil, segura e muito simples, indicando meios e referências sobre empreendedorismo, startups, aplicação financeira e negócios. Esse profissional em investimentos realizou um longo levantamento sobre os CDBs de maior rendimento que estão disponíveis no mercado para pessoas que desejam investir, por exemplo, o valor de R$ 5.000 ou R$ 10.000, em um prazo de um ano. Ele selecionou as melhores opções a disposição, as quais são ofertas sempre sujeitas a mudanças. Uma série de opções de maior ou menor retorno financeiro, porém, ao final, quem investe tem um bom rendimento, mesmo com o desconto da alíquota do Imposto de Renda incluída.

Qualquer pessoa pode começar um bom investimento financeiro. Para que isso comece a acontecer ela precisa entrar em contato com o gerente de seu banco, estabelecer acordo para a abertura de uma Conta Investimento. O pretendente a investidor deve portar RG, CPF e comprovante de residência para iniciar a atividade. É claro que os valores a serem investidos variam entre mínimo e máximo, de acordo com a instituição financeira com que se tem contato. É uma atitude de extrema responsabilidade, pois o indivíduo não pode focar apenas na ideia de quanto esse investimento rende, pois olhar só para quanto é pago pode ser uma armadilha. Todo investimento é complexo e possui seus riscos, como nesse caso, se o banco quebrar e não devolver o dinheiro aplicado, porém, mesmo nessa possibilidade os riscos são muito poucos. O mesmo especialista, acima citado, explica que todo investidor precisa estar atento e sintonizado com seus negócios quase vinte e quatro horas por dia, sempre pensando na qualidade de seu empreendimento, que vai envolver uma série de relações comerciais e marketing. Toda a atenção é pouca nessas questões financeiras, pois o investidor é um estrategista que deve conhecer bem os tipos de mercados existentes. É importante, diz o profissional da startup YUBB, que se estabeleça uma educação financeira, ou seja, aplicação de matérias de educação econômica no Ensino Fundamental e Médio, para que cedo as noções mais básicas de finanças, tais como imposto de renda e inflação, por exemplo, possam integrar a consciência e a inteligência da população sobre essas questões e orientá-la qualitativamente na vida econômica, impulsionando para melhor todo o mercado de trabalho, a produção, o PIB e, consequentemente, a vida privada de cada um.

No site da UOL há uma pequena matéria sobre esse assunto, com referências e outros links para simulação de processos de investimentos. Acesse aqui. Como disse o próprio especialista, o pior investimento é aquele que a pessoa não realiza.

Paulo Henrique dos Santos


Banco ainda não informou data de lançamento da função.

Clientes que possuem conta no Banco do Brasil muito em breve irão contar com uma funcionalidade para que se possa realizar uma transferência de recursos e fazer divisão de contas por meio do aplicativo de mensagens instantânea WhatsApp. Esta nova solução, a qual recebeu o nome de “Pagar ou Receber”, irá fazer uso de um QR Code e também das mensagens trocadas por meio do aplicativo para que assim possa realizar as suas transações.

Esta solução desenvolvida pelo Banco do Brasil é destinada principalmente para os grupos de indivíduos que desejam realizar a divisão ao pagar as contas. O recurso irá estar disponível para os usuários na tela inicial do aplicativo do Banco do Brasil. No momento em que o cliente realizar o acesso, o mesmo irá receber o QR Code com informações que contém o número de sua conta corrente e de sua agência.

De acordo com informações publicadas pelo próprio Banco do Brasil, a partir deste momento, o indivíduo que for responsável por realizar a transferência poderá fazer a leitura da imagem no display do seu aparelho ou então receber a mensagem contendo as informações, diretamente no seu aparelho smartphone. Feito isso, o aplicativo do BB novamente será ativado para que a transação seja confirmada com segurança.

O Banco do Brasil ainda concluiu que além de facilitar a transferência, tornando a mesma ainda mais prática e rápida, o recurso Pagar ou Receber consegue fazer a eliminação de um problema bem frequente, que é a devolução de valores que foram transferidos devido a inconsistências ao preencher de forma errada os dados bancários como agência e conta.

A tecnologia atual de smartphone e aparelhos como tablet tem facilitado muito a utilização de serviços e recursos online e o Banco do Brasil tem investido alto no uso de recursos para seus clientes e o Pagar ou Receber é mais uma comodidade para os utilizadores do Banco.

Embora o BB tenha divulgado a noticia, ainda não foi informado nada com relação a data em que o app será lançado.

FILIPE R SILVA


Conheça aqui todos os serviços ofertados pelo Banco Next.

Conforme comunicado feito pelo banco, o Bradesco fez o lançamento de sua plataforma 100% digital, o “Next”, nesta segunda-feira, 05 de junho. O desenvolvimento do projeto durou 2 anos e agora está disponível para download no Google Play e na App Store, para Android e iOS.

A plataforma tem uma proposta inovadora, com o objetivo de relacionar-se com clientes que procuram diferentes formas de gerenciar seu dinheiro.

Além dos cartões de débito e crédito, que podem ser utilizados nos autoatendimentos do Bradesco, o banco oferece ferramentas que possibilitam mais organização financeira, como a criação de orçamento mensal, com controle de gastos feito por categorias, criação de objetivos e outros. Também é possível através da plataforma do aplicativo: abrir conta, fazer pagamento de boletos, consultar saldo e extrato, além de controlar dados do cartão de crédito e até mesmo solicitar empréstimos.

Pacotes para aquisição:

A criação de conta no Next está sujeita à escolha de um dos pacotes oferecidos. As tarifas partem do valor de R$19,95 e vão até R$ 39,95. O pacote mais básico é o chamado: “Na Medida”, que inclui desde cartão Next Internacional, até saques, DOC e TED, com utilização ilimitada, inclusive para contas em outros bancos.

Os outros dois planos disponíveis são: “Tem Tudo” e o “Turbinado”, os quais além de terem os mesmos serviços disponíveis no outro plano, também permitem que o usuário participe do Programa de Milhagens Livelo. Entre os dois a mudança está no cartão de crédito disponível, que pontua com valores diferentes entre eles. Nos primeiros 5 meses de utilização o cliente fica isento de tarifas da conta.

Mais pacotes de serviços

Com o Next o Bradesco oferece pacotes de serviços partindo do valor de R$5,50, que é o “Click Conta”, um pacote mais barato do que o pacote mais simples oferecido pelo Banco Digital.

Um outro fator importante e que certamente influenciará na utilização do app Next é a indisponibilidade da Digiconta, uma conta digital gratuita que desde abril não está mais disponível para novos clientes do banco.

Para o desenvolvimento da plataforma Next o investimento do Bradesco teria sido algo em torno dos R$120 milhões, segundo informação do Estado de S. Paulo.

Por Silvano Andriotti


Bradesco lidera ranking de queixas seguido por Banco do Brasil e Caixa Econômica.

O Banco Central (BC) divulgou no dia 15 de março o ranking de queixas de clientes contra bancos brasileiros, referente ao primeiro bimestre de 2017 (janeiro e fevereiro). Nesse sentido, o Bradesco lidera a lista com o número de 1.598 reclamações reguladas procedentes, índice de 17,28%. No último período verificado, o banco teve a mesma posição, seguido do Santander.

Demais posições

As demais posições atuais são ocupadas respectivamente pelas seguintes instituições:

· Segundo lugar: conglomerado do Banco do Brasil (1.024 reclamações e índice de 17,25%).

· Terceiro lugar: conglomerado da Caixa Econômica Federal (1.286 reclamações e índice de 15,37%).

· Quarto lugar: conglomerado do Santander (514 reclamações e índice de 13,75%).

· Quinto lugar: conglomerado Itaú (790 reclamações e índice de 11,54%).

Assim, de acordo com o levantamento, o Santander reduziu significativamente o número de reclamações junto ao BC, saindo da segunda posição para o quarto lugar.

Do que tratam as reclamações

A maioria das reclamações estão relacionadas a irregularidades, como ocorre em transações com falhas humanas ou quanto à não realização de débito automático. Em seguida, estão queixas referentes à falta de informação sobre produtos e serviços. Por fim, encontra-se problemas relacionados ao débito não autorizado.

Critério de avaliação

Para desenvolver o ranking, o BC avaliou queixas apenas de instituições que possuem mais de 4 milhões de clientes. Foi computado o total de 6.008 reclamações contra 7.169 avaliadas no último período (novembro/dezembro de 2016). Esse conjunto de queixas refere-se apenas àquelas que desrespeitam as regras do BC ou do Conselho Monetário Nacional (CMN).

Para desenvolver a lista, são levados em consideração somente clientes com depósito em conta corrente ou poupança, que são cobertos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que têm operações de crédito ou outras opções de depósito não incluídos pelo FGC. Sendo assim, para definir as posições e índices, o BC considera o número de reclamações procedentes, dividindo-as pelo número de cliente que a instituição possui e multiplica o valor obtido por 1 milhão.

Como reclamações podem ser registradas no Banco Central do Brasil

As queixas podem ser feitas por qualquer cidadão tanto pela internet, no site oficial do BC, quanto através de atendimento telefônico, por meio do número 145. Elas funcionam como base para fiscalização e regulação do sistema financeiro no Brasil. Porém, o órgão não tem competência legal para intervir em questões individuais de cada usuário de serviços prestados por essas instituições.

Camilla Silva


Novo sistema dos bancos promete ser mais ágil e trazer inúmeros benefícios aos consumidores.

Todo mundo sabe que se deixar o boleto passar da data de vencimento, o mesmo só poderá ser pago no banco que o emitiu, o que geralmente causa muitos transtornos para as pessoas, até mesmo por enfrentar longas filas e o tempo perdido com deslocamento, haja visto que nem sempre moramos perto de um banco.

A Federação Brasileira dos Bancos acabou de noticiar que isso vai acabar a partir de março desse ano, pois todos os correspondentes bancários e até os bancos que aderirem a nova plataforma de pagamento poderão aceitar qualquer boleto vencido, independente do banco no qual foi emitido.

Segundo o representante da Febraban, Walter Tadeu de Faria, a nova plataforma, que ainda está em fase de testes, trará inúmeros benefícios para o consumidor e para toda a sociedade como um todo, pois vai facilitar e muito o pagamento de boletos vencidos, além de evitar o envio de boletos que não foram autorizados, diminuindo os transtornos.

Ainda de acordo com o representante, o sistema estava um tanto arcaico e funcionava dessa maneira há mais de duas décadas, precisando de uma atualização urgente.

Além da mudança do pagamento podendo ser feito em qualquer agência bancária após o vencimento, o novo sistema vai permitir identificar o CPF ou CNPJ do pagador, o que vai facilitar o rastreamento dos pagamentos.

Todo o pagamento que o cliente fizer será feito uma consulta o novo sistema com o objetivo de checagem da veracidade das informações e se todas as informações do boleto coincidirem com a do sistema que será implantado, a operação será concluída. Caso as informações do cliente não estiverem de acordo com a do novo sistema, a transação não será validada e o boleto não será pago, devendo o consumidor pagar o boleto vencido exclusivamente no banco emitente do mesmo, pois somente essa instituição é que terá permissão para verificar as informações do cliente e realizar os pagamentos.

Todas as pessoas estão apreensivas se esse novo sistema relamente trará benefícios para quem precisar desse serviço, pois no Brasil, o que é bom e realmente funciona, o governo tira de cena ou cancela. Quem viver, verá.

Rodrigo Souza de Jesus


Confira aqui a lista dos bancos com mais reclamações no último bimestre de 2016.

Como faz todo ano e a cada bimestre, o Banco Central (BC) divulgou a lista dos bancos campeões de reclamações no Brasil. Neste início do ano, foram divulgados os dados referentes às instituições para os últimos dois meses de 2016.

Desta vez, "superando" todas as expectativas, o Bradesco saiu na frente em número de clientes insatisfeitos e superou a tão esperada Caixa Econômica, que ficou em terceiro lugar, seguido do seu segundo lugar ocupado pelo Banco Santander.

Deve-se salientar que esta classificação é elaborada pelo Banco Central de acordo com alguns critérios de classificação. Por exemplo, as instituições bancárias são classificadas em grupos de acordo com um determinado número de clientes. Para os bancos citados acima, pelo fato de possuírem um grupo de mais de dois milhões de correntistas, eles situam-se na classe dos grandes bancos. Os demais com clientes abaixo deste número são considerados bancos médios. Para esta classe, o Safra ficou na frente do Intermedium. Nesta mesma colocação ficou o banco Pan, que saiu do quarto lugar e ficou também na colocação acima.

Além disto, a avaliação feita pelo BC leva em consideração todas as reclamações efetuadas junto à instituição. Segundo a mesa, elas são analisadas detalhadamente uma a uma e se verifica se cada caso realmente deixou de cumprir todas as normas estipuladas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Para os leitores que ficaram curiosos, a listagem completa com o ranking nacional das instituições financeiras pode ser vista em sua totalidade na página do Banco Central na internet.

Nesta listagem são analisados também aspectos como segurança e sigilo nas transações efetuadas pelos clientes em cada instituição citada, assim como a confiabilidade e a operacionalização das ofertas de produtos e serviços que são colocados diariamente à disposição de todos os clientes, tanto pessoa física quanto pessoa jurídica.

De acordo com os aspectos analisados para se classificar cada banco, além do Bradesco, Santander e Caixa Econômica, completam o ranking o Banco do Brasil, que vem em quarto lugar e em quinto ficou o Itaú.

Para os bancos de porte médio, além do Safra, Intermedium e Pan, completam a lista o Agiplan e o Paraná Banco, em quarto e quinto lugar, respectivamente.

Emmanoel Gomes


Banco teve um aumento no número de ativos no mês de março e se tornou a segunda instituição financeira mais importante do país.

A Caixa Econômica Federal passou a ocupar o segundo lugar no ranking dos maiores bancos brasileiros em ativos. Anteriormente, esse posto era ocupado pelo Itaú Unibanco, agora em terceiro lugar, enquanto o Banco do Brasil permanece na liderança. Essa análise engloba transações feitas com dinheiro, depósitos do Banco Central, empréstimos, títulos públicos e privados, entre outros. O Banco Central utilizou como critério o levantamento de dados de 1.500 instituições financeiras de diversos segmentos.

Com isso, a Caixa obteve um aumento de 3% de ativos no mês de março deste ano em relação a dezembro de 2015, fechando o período com R$ 1, 24 trilhão. Já o Banco do Brasil alcançou o valor de R$1, 44 trilhão em ativos. O Bradesco também subiu no ranking, chegando a R$ 925 bilhões de ativos, ocupando o lugar que antes pertencia ao BNDES, agora em quarto lugar com R$ 923 bilhões.

No primeiro trimestre deste ano, a carteira de crédito da Caixa também subiu para 9,2%, segundo seu site oficial, o que representa a soma de R$ 684 bilhões em empréstimos no mês de março. Nesse caso, podem ser incluídos os investimentos em habitação e infraestrutura do país. Essa mudança é decorrente da política de concessão de créditos por parte de bancos públicos. A medida foi disponibilizada a partir do governo do ex presidente Lula e continuada pela presidente afastada Dilma Rousseff.

REDUÇÃO DE LUCRO MESMO COM JUROS MAIS ALTOS

Devido à alta da inadimplência no país, o sistema financeiro teve uma queda de 21% em seu lucro, sendo este o saldo atual de R$18,6 bilhões. Nesse valor não está incluída a correção da inflação superior a 9%, o que teria como consequência uma retração ainda maior, ou seja, de aproximadamente 30%.

Da mesma forma que ocorreu no ano passado, uma a cada quatro instituições financeiras teve prejuízo no primeiro trimestre deste ano, correspondendo a uma perda de 24,5% (em 2015 esse valor era de 23%).

No ranking de maiores lucros dos bancos privados no país, o Itaú registrou o valor de R$ 5. 535 bilhões, ficando em primeiro lugar, seguido do Bradesco R$ 4.113 bilhões e Santander com R$ 1.660 bilhões.

Camilla Cássia.


Juros do cheque especial alcançaram 12,28% no mês de outubro, sendo a maior marca desde 1995.

O Brasil está mergulhado em crise. E que os juros bancários são os maiores em 20 anos, de acordo com uma pesquisa feita pelo Procon. Esse é um número bastante alto, pois os juros do cheque especial alcançaram 12,28% no mês de outubro. Esse é a maior marca desde 1995 quando a taxa chegou ao valor de 12,58%.

Dos grupos bancários que foram analisados, no entanto, a Caixa Econômica foi a que teve o maior revés. Já em relação aos empréstimos em termos pessoais, o aumento dos juros foi de 6,27%, enquanto que no mês anterior, ou seja, setembro, o valor foi de 6,26%. O Procon afirmou que é preciso ficar atento a esses números, afinal os bancos estão entre os principais órgãos.

De acordo com o grupo de pesquisas em economia da UFC, Universidade Federal do Ceará, esses números já eram esperados por conta da situação complexa vivida pelo nosso país. Como foi informado, no entanto, esses são os maiores juros bancários dos últimos 20 anos. Além da Caixa Econômica Federal, outros bancos também participaram da pesquisa como o Banco do Brasil, Bradesco e Santander. O Bradesco elevou a taxa de 6,57% para 6,61% ao mês. Os outros bancos, por seu turno, conseguiram manter suas taxas. Essas notícias são importantes não apenas para os bancos, mas para todo o povo brasileiro, afinal a crise cresce a cada dia, e o Governo e a população querem resultados e mudanças. Sem contar que os bancos entraram em greve, o que dificulta ainda mais nossa situação.

Sete bancos passaram por essa avaliação, sendo que 1 elevou a taxa do empréstimo pessoal, 5 aumentaram o cheque especial e 1 não teve alterações.  De todos, a alta maior ocorreu na Caixa, que foi de 10,35% para 11,38%.

Por Madson Lima de Oliveira

Juros


Bancos reajustaram suas tarifas em até 169% para obter maior receita em cima do que cada cliente realiza, seja nas agências ou nos terminais bancários.

Quando confiamos em “guardar” nosso dinheiro na poupança de algum banco ou fazer algum tipo de investimento nele, é porque se considera ser o lugar mais seguro para que o fruto do trabalho seja depositado. No entanto, nunca ficou tão caro pagar por toda a confiança que os bancos têm para oferecer aos seus correntistas. A prova disso é que os serviços que essas instituições financeiras prestam aos clientes, que são cobradas com o nome de tarifas, receberam um reajuste de até 169%.  

Trazendo essa informação para o dia a dia de quem usa banco para fazer suas transações financeiras, significa dizer que vai ficar bem mais caro para o correntista tirar extrato de conta via papel; fazer transferências, realizar pagamentos de contas básicas pelo automático; obter emissão de talão de cheques, entre outros serviços.  

Quanto mais complexa for a transação financeira que você for fazer no banco, mais se aproximará de chegar a pagar esse reajuste de 169% sobre as tarifas bancárias.

Para a razão desse aumento não há mistérios: simplesmente eles querem ter uma maior lucratividade em cima do que cada cliente realiza, seja nas agências ou pelos terminais bancários.  

O que os economistas ficam assombrados é com um reajuste de 169% que está acima da inflação em até oito vezes e também bem acima do IPCA, numa variação de 19,63%.

Claro que o Banco Central regula as cobranças de tarifas feitas pelos bancos, no entanto, todos os correntistas têm direito a alguns pacotes gratuitos. Já em contrapartida, os bancos ficam livres para cobrar a taxa que quiserem sobre os outros serviços.  

Importante salientar que não são as tarifas as fontes de renda dos bancos, mas é inegável o quanto elas colaboram com as lucratividades estratosféricas dessas instituições.

De acordo com consultores econômicos, as tarifas foram responsáveis pelo crescimento financeiro na ordem de 14,30% do Bradesco; de 11,1% do Itaú e de 9,1% da lucratividade do Banco do Brasil.  

A lógica segue sendo essa: nosso dinheiro continua depositado; necessitamos dos seus serviços e eles continuam, como sempre, obtendo lucratividades recordes com isso.     

Por Michelle de Oliveira

Caixa eletrônico

Foto: Divulgação


Agência Standard & Poor?s rebaixou 13 instituições financeiras, retirando o selo de bom pagador de 11 delas.

A situação econômica do país está se agravando cada vez mais. Com isso, algumas empresas, responsáveis por avaliar o grau de investimento do país e de suas empresas estão cada vez mais desconfiadas. Primeiro, a agência Moody’s diminuiu a nota do Brasil, como bom pagador, e agora a Standard & Poor’s rebaixou a nota de 31 empresas brasileiras na última quinta-feira (dia 10). Dentre as empresas que tiveram o rebaixamento, destaca-se a Petrobras. A agência também rebaixou outras 13 instituições financeiras, retirando o selo de bom pagador de 11 delas.

A ação é consequência do rebaixamento da nota de crédito do Brasil, pela agência Moody’s. O fato, que aconteceu na véspera, fez com que o Brasil fosse visto com desconfiança pela S&P. Isso, porém, não quer dizer que as empresas estejam em crise, mas somente sob desconfiança, pelo cenário ruim de nossa economia.

7 das 31 companhias conseguiram manter o seu grau de investimento, porque segundo a S&P, existe uma distância máxima que estas empresas conseguem manter, com relação ao rating do país. Dentre as empresas que conseguiram manter seu grau estão Ambev, Globo e Votorantim.

Petrobras:

A estatal foi rebaixada em dois níveis: de BBB-, para BB, com perspectiva ainda de poder ser rebaixada novamente. A S&P, disse que a perspectiva de um novo rebaixamento da Petrobras deve-se à situação econômica e política do Brasil.

A S&P disse que continuará avaliando a qualidade de crédito das empresas brasileiras baseada na qualidade do crédito soberano do Brasil e das perspectivas econômicas do país.

A agência acredita que para sair da crise, o Brasil tem que mostrar um comprometimento sólido e consistente. Somente assim poderá reverter sua situação econômica pessimista e voltar a ter um bom grau de investimento.

A Petrobras por sua vez, em comunicado à imprensa afirmou que a financiabilidade de seus projetos deste ano foi alcançada com a ajuda de financiamentos de instituições financeiras do próprio país e do exterior e esclareceu que acredita que seus financiamentos não possuem relação com o rating das agências, que não possui nenhuma cláusula ligando-a a estas. Dessa forma, acredita que seu rebaixamento não alterará os seus contratos vigentes.

Por Patrícia Generoso

Moedas


Coma aquisição do HSBC, o Bradesco se aproxima do Itaú em ativos financeiros e fortalece o sistema bancário brasileiro. Agora, a competição entre Itaú e Bradesco será acirrada.

Ao anunciar a compra da unidade brasileira do HSBC por US$ 5,2 bilhões, cerca de R$ 17,6 bilhões, o Bradesco não só conseguiu se aproximar um pouco mais do Itaú, como também ajudou no fortalecimento do sistema bancário brasileiro e, ainda, acirrou a briga pela liderança entre os bancos presentes no Brasil, pois cresce agora a disputa pelos clientes, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas.
Na compra da unidade brasileira do HSBC, o Bradesco adquiriu um conjunto de oportunidades, por exemplo, ele comprou também o negócio de varejo do HSBC Brasil, todos os segmentos de alta renda que hoje têm 1 milhão de clientes e principalmente comprou o "atacado" do HSBC que era o grande atrativo e um dos maiores interesses nesta transação.

Outra aquisição do Bradesco, com a compra do HSBC, foi a compra em conjunto da financeira Losango que conta hoje com 6 mil pontos de atendimento em todo o Brasil e conta com cerca de 4 milhões de clientes, além dos setores de previdência, seguros e até com a capitalização do HSBC.

E o Bradesco adquiriu os R$ 170 bilhões em ativos do HSBC e assim conseguiu chegar a R$ 1,202 trilhão, ficando bem próximo do Itaú que atualmente é o maior banco privado do Brasil, tendo R$ 1,294 trilhão em ativos, ou seja, muito pouco à frente do Bradesco.

O banco Itaú demonstrou interesse na aquisição da unidade brasileira do HSBC e até chegou a fazer sua proposta, mas ficou bem abaixo da que foi pela pelo Bradesco.

Há algum tempo atrás, o Bradesco é quem liderava o ranking em ativos totais, mas quando o Itaú adquiriu o Unibanco conseguiu dar um grande salto vindo a ocupar a primeira posição.

O HSBC era o 7º maior banco no país e foi adquirido pelo segundo maior banco privado do Brasil, que mesmo com a aquisição, continuou na vice-liderança, porém, bem mais perto de ultrapassar o banco Itaú que está na liderança com uma diferença muito pequena.

A tendência agora é que a competição entre Itaú e Bradesco se acirre ainda mais e aquele que conseguir planejar uma melhor estratégia vai conseguir ficar na liderança.

Por Russel

Itaú e Bradesco


Procon analisou os preços das tarifas bancárias e constatou que há uma variação de até 447,50%. O Itaú foi o banco que registrou o maior aumento nas tarifas.

É cada vez mais importante realizar pesquisas de mercado para conseguir economizar o máximo, principalmente quando se trata de serviços oferecidos pelos bancos, pois uma pesquisa realizada pelo Procon apontou que os preços das tarifas bancárias estão variando até 447,50%, então é bom comparar bem os preços das tarifas antes de optar por um banco.

Um exemplo que ilustra bem a diferença alarmante entre os valores das tarifas bancárias está no serviço de pagamento das contas quando feito através do cartão de crédito. Quem é cliente do Banco do Brasil, irá pagar uma taxa no valor de R$ 4,00 enquanto que os clientes do Santander pagarão, pelo mesmo serviço, uma taxa de R$ 21,90!

A pesquisa do Procon analisou as tarifas cobradas por 7 instituições financeiras, sendo elas:

– Banco do Brasil;

– Bradesco;

– Caixa Econômica Federal;

– HSBC;

– Itaú;

– Safra;

– Santander.

O Procon levou em consideração as taxas entre junho do ano passado e junho deste ano.

Para fazer este levantamento, o Procon não encontrou nenhuma dificuldade, pois bastou acessar os sites destes bancos, uma vez que todos eles disponibilizam em suas páginas na internet, os valores cobrados em suas tarifas.

O consumidor brasileiro tem acesso livre para consultar estas tarifas e assim optar pelo banco com o qual irá trabalhar, mas pouquíssimos são os brasileiros que escolhem o banco pelo valor da tarifa cobrada.

É importante ressaltar que estas tarifas não são uma regra para todos, pois dependendo do relacionamento do cliente com o banco, ele poderá obter descontos nas tarifas e até isenção total das mesmas.

Diante disso, o mais indicado é que além de pesquisar o valor das tarifas que são cobradas por cada banco, é preciso verificar com o gerente se você teria algum desconto, mas isso só no caso de você ser um “bom cliente para o banco”, ou seja, se o seu perfil for de cliente que faz vários investimentos em valores consideráveis.

O banco Itaú foi o que apresentou o maior aumento nas tarifas, pois foram reajustados 29 serviços, sendo o maior aumento para o saque no terminal e também para a consulta de extrato que tiveram uma alta de 9,38%.

A Caixa Econômica Federal, assim como o Bradesco, aumentou um total de 23 tarifas, sendo que o maior aumento foi para a consulta de extrato, que teve uma alta no preço de 51,72% na Caixa e 25,93% no Bradesco.

Por Russel

Tarifas bancárias

Foto: Divulgação


Alguns especialistas em economia e carteira de investimentos indicam quais as melhores ações para se investir neste mês de fevereiro. Muitas empresas que possuem ações no mercado estão em baixa e as opções de recomendações são poucas.

A maior comprovação desse fato é que em janeiro todas as corretoras de valores tiveram um desempenho negativo, juntamente com a bolsa brasileira Ibovespa, que teve uma piora de 6,20% somente no mês passado.

Neste cenário de instabilidades principalmente por causa dos escândalos da Petrobras, as recomendações ficam para as ações do Itaú Unibanco em primeiro lugar, com sugestão de 16 das 22 carteiras mais recomendadas por especialistas. Logo após, empatadas, vêm a BRF e BB Seguridade com 11 recomendações.

Investir em ações de bancos é a recomendação mais segura ao longo do ano. O Itaú Unibanco (ITUB4) tem rumores de aumento considerável de lucro, o que valoriza ainda mais as ações. Além disso, o aumento da taxa básica de juros, a Selic, para controlar a inflação, faz com que os bancos aumentem seus spreads (diferença entre a taxa de captação de capital entre investidores da taxa pedida pelas instituições financeiras para seus empréstimos para clientes). E a tendência, de acordo com o mercado, é de que o governo faça mais reajustes da taxa de juros este ano.

E não é só isso. Especialistas também afirmam que não basta apenas investir em ações de bancos, é preciso saber qual das instituições está mais preparada para lidar com a expectativa negativa de desaceleração de crescimento do país e consequentemente do maior número de inadimplentes no mercado. Segundo relatório da Citi Corretora, o Itaú Unibanco é o mais preparado para enfrentar esse cenário econômico atual e futuro.

A segunda empresa mais recomendada, a BRF (BRFS3), surgiu após a fusão da Perdigão com a Sadia no ano de 2009 e tem a sugestão de crescimento para os estudiosos no assunto. Por a empresa realizar muitos negócios internacionais a tendência é que as exportações da companhia aumentem neste cenário de desvalorização cambial, ou seja, com o real fraco a exportação de produtos sai mais barata. Segundo relatório da Um Investimentos, a BRF é a terceira exportadora do Brasil e 45% do seu retorno financeiro é obtido no mercado internacional.

A também segunda indicação de compra de ações de investimentos tem uma grande tendência de crescimento no mercado. A BB Seguridade (BBSE3) é uma das diretorias do Banco do Brasil e agrega muito valor pela grandiosa potência que o mercado de seguros tem para crescer e desenvolver, já que o Brasil ainda tem uma baixa penetração neste setor em comparação com outros países desenvolvidos e em desenvolvimento.

A BB Seguridade, especificamente, foi a escolhida dentre outras famosas instituições de seguros pela sua condição de ampliação da base de clientes, afinal a empresa aumentou consideravelmente a sua proporção de agências e existe expectativas de mais crescimento.

Por fim, dez corretoras também indicam para fevereiro o investimento nas ações do Bradesco (BBDC4) e da Suzano (SUZB5).

Por Carolina Costa

A?es para investir

Foto: Divulgação


No final de 2012, o Comitê de Basiléia para Supervisão Bancária definiu novas regras para as instituições bancárias.

Estas novas regras, conhecidas como Basileia 3, alteram a composição do capital principal dos bancos, retirando os ativos que podem, em certos momentos, perder seu valor comercial.

Com isso, o Comitê pretende melhorar a qualidade dos recursos presentes nestas organizações. Além disso, o Comitê também determina a criação de reservas especiais de dinheiro, para eventuais prejuízos em períodos de crise.

A implantação do Basileia 3 deve acontecer entre 2013 e 2019 em todos os países do mundo. No Brasil, o Banco Central ainda não decidiu quando estas alterações terão início.

Este pacote de mudanças nos bancos está, no entanto, preocupando muito o governo brasileiro, já que pode ser utilizado pelas instituições financeiras privadas como um motivo para não aumentar a concessão de crédito.

A retração destes bancos pode acontecer sob a justificativa de que teriam menor quantidade de capital disponível para a realização de empréstimos. Por isso, o governo tende a atrasar a implementação destas medidas no país, assim como já aconteceu em outros locais, como nos Estados Unidos.

Por Ana Camila Neves Morais


Após o anúncio feito nesta semana pelo ministro Guido Mantega de que os bancos públicos – Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal – teriam mais recursos em 2013 para a concessão de crédito, a União divulgou nesta sexta-feira – dia 28 de dezembro de 2012 – que a CEF terá mais R$12,4 bilhões em seu capital para o próximo ano.

Para a liberação deste recurso, o governo federal irá liberar para a instituição bancária 7 bilhões de reais por meio de empréstimo e 5,4 bilhões de reais por meio de ações da Petrobrás pertencentes ao Tesouro Nacional.

Com este recurso, a Caixa Econômica Federal poderá aumentar a liberação de crédito aos consumidores brasileiros para buscar um maior crescimento econômico no Brasil em 2013.

Por Ana Camila Neves Morais


Com o fim de 2012, começam as movimentações no governo para a organização da economia do país no ano de 2013.

Pensando nisso, o ministro da fazenda Guido Mantega realizou uma reunião esta semana com as oito maiores instituições bancárias do país informando que o ano de 2012 foi difícil, mas que 2013 teremos uma situação financeira melhor.

Dentre os temas abordados pelo ministro um dos mais importantes foi o pedido feito aos bancos privados para aumentar a concessão de empréstimos no próximo ano.

Este pedido é justificado pelo fato de que o crédito é uma das apostas da presidente Dilma Rousseff para aumentar o crescimento econômico em 2013 e neste ano os bancos privados liberaram uma quantidade reduzida de crédito aos consumidores sobrecarregando as instituições públicas.

Ao abordar as perspectivas para o ano de 2013, Mantega falou dos principais projetos do governo – principalmente na área de infraestrutura, e pediu o apoio dos bancos privados.

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Central divulgou dados sobre o uso de pagamento eletrônico no Brasil durante o ano de 2011.

Segundo dados da pesquisa realizada, houve uma redução de 5% o uso de pagamento por meio de cheques ao mesmo tempo em que aumentou 14% o uso de cartões – crédito e débito – na realização deste tipo de atividade.

Além disso, a autoridade bancária revelou um aumento de 63% nas transações feitas por meio de canais eletrônicos nos bancos como caixas automáticos e internet.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


As privatizações em bancos são muito normais e em médio prazo mais uma instituição bancária deve se tornar privada.

Estamos falando do Royal Bank of Scotland o qual, segundo informação veiculada no jornal New York Times, irá demorar cerca de 10 anos para ser totalmente privado.

Atualmente, este banco tem uma participação do governo britânico o qual injetou no RBS em 2008 aproximadamente 45,5 bilhões de libras esterlinas e possui na atualidade 82% do comando do banco.

Mas, segundo fontes ligadas ao banco, a dívida com o governo inglês deve ser paga pelo banco até o fim de 2014 e, depois disso, os executivos do Royal Bank of Scotland acreditam que a instituição poderá voltar a ser totalmente privado com ofertas ao longo de 10 anos com valores de 10 bilhões de libras esterlinas cada uma.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Mais uma venda milionária foi realizada no ramo bancário e a negociação desta vez foi feita entre o conglomerado tailandês Dhanin Chearavanont e o banco HSBC.

A transação teve um valor final de 9,4 bilhões de dólares para a compra pelo CP Group da participação em 15,6% de uma fatia da seguradora chinesa Ping An Insurance sob o domínio da instituição bancária.

Esta ação consiste em parte da estratégia de mercado do HSBC em vender ativos da empresa que são considerados não essenciais e o grupo tailandês efetivou a compra por meio de empréstimo do Banco de Desenvolvimento da China.

Por Ana Camila Neves Morais


Os bancos europeus Credit Suisse e Goldman Sachs irão oferecer crédito no valor de 1,6 bilhões de euros para a empresa Alcatel-Lucent com vencimentos entre três e seis anos de duração.

Esta organização é especializada na fabricação de equipamentos para o ramo de telecomunicações que possui uma previsão de crescimento entre 35 e 37% até o ano de 2015.

A garantia solicitada pelos bancos para realizar o empréstimo foi o portfólio de patentes da Alcatel-Lucent bem como outros ativos presentes na empresa beneficiada.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Mais uma novidade chegou ao mercado econômico brasileiro, pois o Banco Central do Brasil autorizou nesta sexta-feira, dia 14 de dezembro de 2012, que o Bradesco se constitua enquanto banco múltiplo no México.

Com isso, o Bradesco poderá realizar operações de varejo e investimentos além das ações já ofertadas neste país com financiamentos e cartão de crédito.

O próximo passo será a autorização desta constituição pelas autoridades bancárias do México, sendo o Bradesco não divulgou o início de suas atividades no México como banco múltiplo.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


O Bradesco, segundo maior banco privado do país, apresentou nesta segunda-feira (dia 23 de abril) um lucro líquido de R$ 2,793 bilhões no primeiro trimestre de 2012, apontando um aumento de 3,4% com relação ao mesmo período do ano passado, quando o lucro atingiu R$ 2,702 bilhões.

Com relação ao trimestre passado, os ganhos também foram positivos, pois houve um crescimento de 2,5%, registrando um lucro de R$ 2,726 bilhões.

De acordo com informações divulgadas por meio do banco, é possível afirmar que a carteira de crédito neste primeiro trimestre obteve um aumento de 14,6% na comparação anual, tendo sido incentivado, principalmente, por avanços de 17% em empréstimos à pessoa jurídica e de 9,4% para pessoa física.

Segundo a consultoria Economatica, o lucro líquido registrado pelo Bradesco neste trimestre é o quarto maior da história dos bancos de capital aberto brasileiro.

Com esse avanço, o Bradesco fechou o trimestre com ativos totais de R$ 789,55 bilhões, ou seja, alta de 17% com relação aos três primeiros meses do ano passado.

Por Anne A. Matioli Dias


A Febraban divulgou esta semana um balanço onde constatou que das 29 tarifas bancárias mais utilizadas pelos consumidores, 10 tiveram aumento durante o ano de 2011.

A tarifa que apresentou o maior aumento foi a de fornecimento presencial do extrato mensal da poupança ou da conta corrente, com aumento de 7,19%. Apesar do alto reajuste, essa tarifa não é alterada desde 2008 por 3 grandes bancos.

Outras taxas que registraram aumento são: saque em caixa eletrônico (alta de 3,49%); tarifa de concessão de adiantamento a depositante (alta de 1,94%); fornecimento de extrato da poupança ou da conta corrente no auto-atendimento (alta de 4,74%); ordem de pagamento (alta de 0,9%); saque presencial de dinheiro da poupança ou da conta corrente (alta de 0,70%); fornecimento da microficha ou do microfilme de cheques (alta de 1,98%), entre outras.

Do total de 29 tarifas, 10 tiveram aumento, 17 permaneceram inalteradas e 2 caíram. Considerando apenas a média geral de todas as tarifas, houve uma queda de 11,67% no ano de 2011.

Por Lucas Ferreira


O BCE (Banco Central Europeu) anunciou hoje um novo mecanismo para proteger os bancos europeus dos possíveis desdobramentos da crise econômica iniciada na Grécia. São medidas que garantirão a oferta de recursos a preços e prazos bastante acessíveis, mesmo para as instituições financeiras que eventualmente estejam em maior dificuldade.

Os recursos poderão ser tomados na forma de empréstimos, com prazo de pagamento para 36 meses, mais 1 ano de carência (1 ano para começar a pagar a primeira parcela). Isso é tempo suficiente para que um banco em dificuldade reestruture suas operações e se erga novamente.

Como medida adicional e visando aumentar o giro de capital dos bancos, o BCE reduziu o Reserve Ratio (mecanismo similar ao depósito compulsório aplicado pelo Banco Central do Brasil às instituições bancárias que operam no país) de 2% para 1%.

Com essas medidas a expectativa é que as instituições bancárias possam manter-se firmes, suportando efeitos como a fuga de capitais e a elevação no número de saques das contas de seus clientes.

 

Por Luiz Moreira


O Banco Central observou a todo instante, segundo palavras de Henrique Meirelles, presidente da entidade, os movimentos da crise financeira mundial. Há poucos dias o BC avaliou, com base nos primeiros seis meses deste ano, que as instituições bancárias do país estão aparelhadas para enfrentar ocasiões extremas de estresse, sem danos, portanto, às requisições de segurança de Basileia.

No médio prazo, conforme verificado pelo BC, há pouca possibilidade de os bancos enfrentarem empecilhos ao responder ao avanço da demanda por crédito, pois as instituições mostraram certa sagacidade em procurar fontes de financiamento depois do crescimento do compulsório agenciado entre janeiro e junho deste ano.

O Relatório de Estabilidade Financeira emitido pelo Banco Central abaliza que em todos os ambientes de estresse sopesados, sobretudo em panoramas derradeiros de desgaste da condição macroeconômica, o Índice de Basileia seria acima de 11% – com base na citação à exigência de capital mínimo de R$ 11 para cada R$ 100 concedidos.

Reportagem emitida pelo portal de Economia UOL revela que entre dezembro do ano passado e junho de 2010 a percentagem média do sistema arrefeceu de 18,5% para 17,3%, situação que espelhou um incremento das operações de crédito e uma modificação regulatória oriunda do BC. Apesar disso o nível atual mantém-se acima do exigido pelos moldes internacionais, mesmo com as alterações a serem praticadas pelo acordo Basileia 3.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Indicadores econômicos mais recentes e outros relacionados aos setores de atividades têm ratificado o bom momento pelo qual a economia brasileira atravessa. As instituições bancárias do Brasil, por exemplo, conseguiram se sustentar estavelmente mesmo durante a crise financeira mundial.

A Fitch, agência de análises de risco, avalia que a performance dos bancos ecoou a forte recuperação da economia brasileira, tanto que nos próximos trimestres isso deverá continuar. Apesar de duvidar que as operações de crédito voltem ao ritmo de elevação antes do colapso global, em 2008, a entidade acredita que o aquecimento econômico e a abundante liquidez incitarão ambiente positivo ao segmento.

De acordo com a agência, a lucratividade deverá se manter forte, sobretudo se atraída pelo aumento do número de empréstimos, mesmo com margens mais amenas em virtude do fator ‘concorrência mais acirrada’. Em reportagem exprimida pelo portal de Economia UOL, a Fitch credita ao Brasil seu bom posicionamento, inclusive propenso a se recuperar totalmente dos efeitos da crise e mais preparado, sobretudo, para outras anormalidades de liquidez.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O colapso financeiro global ocorreu justamente num período em que o Brasil começava a apresentar bons números econômicos em determinadas áreas. Várias ações, uma delas a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) aos segmentos de linha branca e de veículos automotores, por exemplo, contribuíram para o país suplantar as principais dificuldades do período.

Uma constatação emitida na última quinta-feira pelo Banco Central avalia que o interesse de investidores estrangeiros no sistema de bancos brasileiro pouco foi comprometido na crise. Relatório de Estabilidade Financeira emitido pelo BC assinala que do total de 22 aprovações realizadas entre 2006 e 2010 para a composição de novas instituições bancárias, oito provieram do exterior.

A região que melhor respondeu aos números exprimidos anteriormente foi a Europa, com cinco bancos, seguida pela Ásia, com outros dois, e por último o México, somente com um. Segundo o BC em matéria veiculada pelo portal de Economia Terra, além de evidenciar a importância dada ao sistema bancário do Brasil, os números assinalam que a crise foi distinta entre as principais instituições globais.

Pelo relatório, quatro bancos do país possuem agências em mais de um local fora dos limites tupiniquins, como, por exemplo, na Argentina, na Bolívia, na Espanha, nos Estados Unidos, no Uruguai e nas Bahamas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O setor aéreo brasileiro é um dos mais significativos em todo o mundo, tanto devido às companhias que realizam voos domésticos como em virtude das empresas atinentes ao setor, como é o caso da Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A. (Embraer), especializada na fabricação de aviões para o território nacional e internacional.

Para manter sadiamente suas atividades, foi acertado pela empresa em 9 de setembro, quinta-feira, operação de crédito de US$ 1 bilhão com mais de 20 instituições financeiras situadas no exterior, garantindo à Embraer recursos financeiros a alíquotas pré-negociadas. De acordo com a agência de notícias Reuters, o acerto compreende renovação dos US$ 500 milhões proclamados há quatro anos.

A empresa admite que o dobro do valor acordo tem por base a confiança dos bancos em relação à saúde operacional e financeira da Embraer. Esse montante será dividido em duas partes, a primeira, de R$ 400 milhões, ao pré-financiamento de exportações, a segunda para financiamento de capital de giro.

Caso, efetivamente, a Embraer venha a fazer uso do dinheiro, o prazo final estipulado para o pagamento às instituições (Citibank, HSBC, Santander e Générale etc.) é setembro de 2013.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os brasileiros reclamam, até com certa razão, das altas taxas exercidas pelas instituições bancárias. Para contrair um empréstimo pessoal, dependendo das condições, o valor – mais os juros – quase dobra em relação ao montante inicialmente adquirido. Algumas pessoas, porém, adotam estratégias diferentes para driblar alguns impostos, tais como abertura de conta poupança somente para o recebimento do salário mensal, a qual, em alguns casos, não tem custos.

Reclamações à parte, não são somente os correntistas que sofrem certas perdas, mas também os próprios bancos. De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o prejuízo das instituições com crimes eletrônicos deve totalizar, até o final deste ano, R$ 900 milhões, soma similar à diagnosticada em 2009. A entidade calcula que o valor médio em cada sabotagem, tanto por meio de cartões de débito como de crédito, chega a R$ 1 mil.

Wilson Gutierrez, diretor-técnico da Febraban, aponta que as fraudes relacionadas a cartões de crédito representam 45% do total de crimes. Golpes através do internet banking (página designada para movimentação, consulta e outros serviços por meio da rede mundial de computadores), particularmente, concebem 30% dessa somatória, seguido por cartões de débito, com representação de 20%.

A despeito da problemática, Gutierrez afirma em reportagem do Portal de Economia UOL que os bancos aplicaram R$ 1,4 bilhão no quesito segurança e outros R$ 19,4 bilhões em Tecnologia da Informação somente no ano passado, além de novos sistemas para proteção ao cliente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


No último mês de junho, a empresa Petrobrás realizou empréstimos com bancos nacionais totalizando em uma soma de R$4,2 bilhões, sendo R$2,2 bilhões provenientes do Banco do Brasil e R$2 bilhões da Caixa Econômica Federal.

De acordo com a empresa, estes empréstimos foram feitos com vistas à construção de dutos e navios, à ampliação de unidades industriais e para o desenvolvimento de projetos da Petrobrás. No ano de 2008, a empresa já havia solicitado crédito de bancos estatais, sob a justificativa de que o mercado externo, de onde sempre obtinha financiamento, estava em turbulência, devido à crise financeira mundial.

De acordo com a Petrobrás, os empréstimos irão alavancar seus negócios, onde novas oportunidades de mercado serão exploradas, ressaltando que a situação de caixa da empresa é “confortável” e que os créditos solicitados fazem parte de suas atividades normais.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Folha de São Paulo, Diário do Nordeste


Maior instituição financeira do Brasil e da América Latina na atualidade, o Banco do Brasil vem desde o ano de 2007 em negociações com bancos estaduais para aquisição dos mesmos.

Uma destas instituições estaduais que estavam entre os interesses do Banco do Brasil era o Banco de Brasília (BRB), mas nesta última segunda-feira, 23 de agosto, este último informou que as negociações encerraram entre as partes, sem haver um acordo conclusivo.

O motivo foi a divergência entre os valores, agravada pela crise política no Distrito Federal. No primeiro semestre deste ano, o Banco do Brasil fechou com R$755,7 bilhões em ativos totais.  Em segundo lugar ficou o Itaú Unibanco, com R$ 651,6 bilhões.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Folha de São Paulo, Notícias Yahoo


As instituições bancárias pertencem a um dos setores mais rentáveis e ilustrativos das atividades econômicas brasileiras. Nas últimas semanas o Bradesco assinalou o ingresso de vários cidadãos no amplo clube da classe média, situação convergente, consequentemente, ao ambiente econômico gerido pelo país.

A ampliação no acesso ao crédito e o maior volume de brasileiros utilizando-se dos serviços bancários conferiram alta de R$ 10,1 bilhões no lucro do setor entre abril e junho deste ano, montante superior em 18,4% ante o segundo trimestre de 2009. De acordo com a agência de notícias Reuters, a Economatica, consultoria responsável pelo levantamento, indica que entre os 23 segmentos analisados, os bancos foram os que mais cresceram.

Depois dessa esfera, petróleo e gás aparecem na segunda posição, com lucro superior a R$ 8,54 bilhões ou elevação de 10,93% no mesmo período de análise, sendo a Petrobrás a grande impulsora, respondendo por si só, com R$ 8,2 bilhões. Apesar dessa constatação os bancos foram representados por 25 companhias.

Outros setores sofreram índices positivos relevantes, entre eles os de mineração, energia elétrica e telecomunicações. O único destaque negativo ficou por conta do segmento de Agronegócios e Pesca.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Nesta segunda-feira, 23 de agosto, o HSBC e a seguradora Old Mutual, a qual é responsável pela fatia controladora do banco sul-africano Nedbank, anunciaram em separado que estão em negociação para a realização de um acordo entre as partes.

Neste acordo o HSBC pretende fazer a aquisição de até 70% do Nedbank, numa negociação que podem envolver US$ 6,8 bilhões. O HSBC atualmente já está presente no território sul-africano, onde presta serviços de ordem pessoal e comercial.

O Nedbank está colocado hoje na África do Sul como o quarto maior grupo bancário do país em relação a ativos totais. Ainda não se sabe se será necessário o aval de órgãos reguladores para a realização do acordo.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Folha de São Paulo, Yahoo Notícias


Nesta quarta-feira, 04 de agosto de 2010, o grupo do segmento bancário espanhol Santander anunciou a compra de trezentas e onze filiais do Royal Bank of Scotland e de sete escritórios NatWest, todos localizados na Grã-Bretanha.

O investimento para estas novas aquisições foi de cerca de dois bilhões de euros, e trabalham nas unidades adquiridas cinco mil funcionários no total, que prestam atendimento a uma parcela de 2% do mercado de varejo.

O executivo-chefe do Santander UK, Antonio Horta-Osório, disse que o novo investimento é importante para que o grupo possa atuar em todos os tipos de serviços, prestando um papel significativo à pequena e média empresa e aos setores coorporativos.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Band, O Globo


Toda edição da Copa do Mundo é aguardada ansiosamente pelos brasileiros, sejam aqueles que assistirão as partidas da seleção comandada por Dunga, sejam aos que se utilização do evento esportivo para ganhar mais algum montante na venda de acessórios e produtos relacionados ao evento.

O país, literalmente, para em virtude dos jogos. Estabelecimentos comerciais, geralmente, dão lá seu jeitinho de por em determinados espaços televisores a seus clientes e funcionários. O mesmo não acontece nas instituições bancárias, onde os trabalhadores mal têm tempo para respirar.

Em vista desse fator, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) acaba de anunciar novo horário de funcionamento das agências em dias de partidas da seleção, com aval do Banco Central. Confira, abaixo, a grade estipulada pela entidade:

Brasil X Coreia do Norte – 15/05/2010, terça-feira, às 15:30h
Capitais, interior e regiões metropolitanas: das 14:00h às 18:00h

Brasil X Costa do Marfim – 20/06/2010, domingo, às 15:30h
Não há expediente bancário

Brasil X Portugal – 25/06/2010, sexta-feira, às 11:00h
Capitais e regiões metropolitanas: das 8:00h às 10:30h e das 14:00h às 16:00h
Interior: das 8:00 às 10:30h e das 13:30h às 15:30h

Na segunda fase, segundo o portal de economia Terra, se a partida da seleção (caso conquiste vaga) ocorrer às 11:00h, o horário será como o descrito entre Brasil X Portugal. Se o jogo for realizado às 15:30h, o caso aplicado será o de Brasil X Coreia do Norte.

Fonte: Terra

Por Luiz Felipe T. Erdei


De acordo com pesquisa realizada pela Economática, o Banco Itaú Unibanco pode comemorar bastante agora no primeiro trimestre deste ano. É que ele conseguiu um aumento de 60,5% em seu lucro neste período, em relação ao ano passado, chegando a um valor considerado o melhor resultado já obtido na história dos bancos brasileiros.

O lucro total foi de R$ 3,234 bilhões, com destaque para as carteiras de crédito para pessoa física, que obteve um crescimento de 12,5% em comparação ao primeiro trimestre de 2009. De acordo com o informado pelo Itaú Unibanco, serão investidos cerca de quinhentos e oitenta milhões de reais neste ano para que as agências do Unibanco sejam convertidas para a marca Itaú, a qual irá prevalecer no varejo.

Por Elizabeth Preático

Fonte: O Globo


Em decisão tomada nesta semana, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) modificou o limite mínimo de R$ 5 mil às Transferências Eletrônicas Disponíveis (TEDs) para R$ 3 mil, permitindo que transações dessa natureza e sob esse valor possam ser pleiteadas praticamente em tempo real.

O portal Dinheiro do UOL destrinchou, em reportagem, que os clientes com contas em dois bancos, atualmente, possuem duas opções, uma já mencionada, os TEDs, e a outra, Documentos de Ordem de Crédito (DOCs). O último, embora eficaz, vincula o montante transferido no dia útil seguinte à transação.

Os TEDs destinam as cifras no mesmo dia de executada a transferência. O recurso é tão utilizado que a Câmara Interbancária de Pagamentos, então responsável pela possibilidade desse tipo de operação, realizou um total de 279 mil TEDs por dia. Estima-se, conforme mencionado pelo UOL, que esse número chegue em 335 mil TEDs diários.

A operação com o novo limite mínimo de R$ 3 mil estará disponível aos clientes bancários a partir de 21 de maio.

Leia a reportagem-base deste artigo e confira mais algumas informações aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A partir do dia 01 de maio deste ano, o banco japonês Mitsubishi-UFJ e a empresa Morgan Stanley irão se fundir numa única casa de valores.

A nova empresa irá se chamar Mitsubishi UFJ Morgan Stanley Securities. As duas empresas já haviam se relacionado antes, quando o banco japonês colocou mais de sete bilhões de euros para ajudar a Morgan Stanley ante a crise financeira dos Estados Unidos, tendo uma participação de 21% na empresa americana.

Assim, o banco Mitsubishi terá uma maior participação em relação às operações de investimento mas, o banco americano ainda ficará com a maior parte do controle do comércio de ações.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br

O jornal de origem britânica Financial Times avalia que o Fundo Monetário Internacional (FMI) passou a desafiar sua costumeira ortodoxia ao sugerir mudanças em alguns pontos-chave que defendia, veementemente, antes da crise financeira global.

De acordo com o Portal Radar Econômico do Estadão, entre as propostas mencionadas pelo FMI está o aumento das metas inflacionárias que a entidade apóia para os países, de aproximadamente 2% anuais para 4%, para que a política monetária possa se contrapor melhor à crise mundial.

Além da proposta acima citada, há outra destinada a famílias pobres. O Estadão indica que essa casta social receberá pagamentos fixos quando a taxa de desemprego nas nações alcançarem patamares elevadíssimos.

Um dos principais pontos abordados pelo FMI é a criação de diversas ferramentas regulatórias aos Bancos Centrais de todo o planeta para que estes consigam melhorar os rumos da economia.

Leia mais sobre o assunto em http://blogs.estadao.com.br.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Se por um lado a crise econômica trouxe prejuízos e incertezas nas bolsas de todo o mundo, pelo menos as ações de alguns bancos brasileiros fizeram o caminho invertido.

Segundo a Economática, as ações de alguns bancos brasileiros foram as mais rentáveis de toda a América Latina e Estados Unidos.

Veja por ordem a valorização das top quatro ações:

  • BIC BANCO PN – 535,7%
  • PANAMERICANO PN – 483,5%
  • BANRISUL PNB – 277,7%
  • BANCO DO BRASIL – 191,2%

Acompanhe parte do programa Conta Corrente, da Globo News:


O sistema de Débito Direto Autorizado (DDA) iniciou suas operações no último dia 19. Já nas primeiras 24 horas, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) registrou mais de 1 milhão de clientes bancários cadastrados.

O DDA possibilitará aos clientes cadastrados o pagamento de cobranças de vários espécimes por meio eletrônico. Isto dispensa o recebimento dos tradicionais boletos impressos e, sobretudo, diminui o uso do papel, preservando um pouco mais a natureza. De acordo com a entidade, as redes bancárias não estão cobrando tarifas pelo novo serviço, porém, as inovações agregadas a esse sistema podem ser taxadas.

Leonardo Ribeiro, coordenador do programa, disse que será possível aos bancos avisar seus clientes sobre a existência de boletos em seu nome por meio de correio eletrônico ou através de mensagens instantâneas pelo celular.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O novo sistema de cobrança por meios eletrônicos de boleto bancário entrou em funcionamento nesta segunda-feira, 19 de setembro. Batizado de Débito Direto Autorizado (DDA), o serviço promete oferecer mais segurança nas transações entre bancos e diminuir o consumo de papel.

Tanto empresas quanto pessoas físicas passarão a ver os boletos de cobrança pela rede mundial de computadores e caixas eletrônicos de bancos. O pagamento pode ser executado automaticamente por esses meios. A etapa inicial do projeto sorveu um investimento primário de 20 milhões de reais da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

Os clientes poderão receber por vias eletrônicas boletos de condomínio, planos de saúde, mensalidades escolares, cartão de crédito, entre outros. Por enquanto, contas de consumo como água, luz, telefone e gás não estão habilitadas para pagamento. Vale lembrar, pois, que a adesão a esse sistema é facultativa.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Em divulgação realizada nesta segunda-feira, o banco francês BNP Paribas afirmou que encerrará todas as operações em paraísos fiscais que não correspondem aos padrões internacionais de transparência.

Para Baudouin Prot, executivo-chefe do banco, o fechamento acontecerá nas subsidiárias da instituição que ilustram a lista da Organização para Cooperação Econômica e Desenvolvimento. Segundo ele, ainda, as integrantes desse rol mudam o tempo o todo.

A medida foi adotada após sugestão dada por Nicholas Sarkozy, presidente da França, que à ocasião solicitou esses encerramentos em unidades que se recusam a cumprir os tais critérios.

Ao final de seu discurso, Prot assegurou que o banco BNP iniciará o reembolso em relação a uma ajuda financeira oferecido pelo governo francês até 2010.

Por Luiz Felipe T. Erdei

As coisas continuam difíceis na Terra do Tio Sam. O ano de 2009 tem sido de muita quebradeira no mercado financeiro norte-americano e já são contadas 89 instituições financeiras que não suportaram a pressão e entregaram os pontos.

Somente no mês de setembro, que se iniciou a pouco, mais cinco bancos foram à bancarrota, segundo o Federal Deposit Insurance Company (FDIC). Se o quadro for mantido, as expectativas não são nada animadoras, pois somente mo mês de agosto, 15 bancos faliram nos EUA.

Pelo menos, para atenuar, os clientes desses bancos não pagarão as contas das quebras, já que o FDIC garantirá todos os depósitos referentes às contas, de modo que os clientes não sairão prejudicados.

É mais um triste capítulo da crise econômica, iniciada nos EUA, que traz conseqüências para todo o mundo.

Lindomar Vieira

por Lindomar Vieira

Desde novembro/2008, época do anúncio da aquisição da Nossa Caixa pelo Banco do Brasil, até para fazer frente ao novo conglomerado surgido com a recente fusão do Itaú com o Unibanco,  o negócio vem acontecendo de maneira tranqüila.

Embora o próprio Banco Itaú tenha criticado a forma da negociação e defendido a venda em leilão e da CEF (Caixa Econômica, também estatal) estar pronta para entrar nas disputas para adquirir outras instituições financeiras, a verdade é que a transação deu muito certo e o BB levou a melhor nessa.

Na última sexta-feira, 04/09, o BB adquiriu as Ações dos Minoritários da Nossa Caixa no total de R$ 2,306 bilhões pelas  30.064.154 ações, uma parte foi paga à vista e outra em parcelas, consolidando mais uma importante etapa da importante transação.


A máfia da clonagem de cartão gerou um prejuízo de mais de R$ 31 milhões apenas no primeiro semestre deste ano em todo o país, representando quase 1% da média de compras realizadas com cartão de crédito e débito neste mesmo período.

Esse estudo foi feito a partir de monitoramentos de fraudes retratadas pela imprensa, apresentando um aumento no número de cartões clonados e de máquinas de captura de dados. O levantamento revelou que, entre janeiro e julho, foram clonados mais de 3 mil cartões e apreendidas 70 máquinas.

Para se proteger da ação dos clonadores, é importante estar atento a possíveis alterações nos caixas eletrônicos, além de nunca aceitar ajuda de estranhos para realizar qualquer movimentação financeira.


Depois de perder o posto para o Itaú devido à fusão realizada com o Unibanco, Banco do Brasil retoma posição de maior banco do país, somando R$ 598,8 bilhões em ativos no segundo trimestre de 2009,  valores que superaram os R$ 596,4 bilhões do Itaú.

O balanço aponta que houve um crescimento de 42,8% em relação ao mesmo período no ano passado.

No primeiro semestre, o Banco do Brasil obteve um lucro líquido de mais de R$ 4 bilhões, representando um aumento em 0,55% em relação ao mesmo período em 2008.


Durante uma cerimônia na sede da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse confiar que o volume de crédito concedido voltará brevemente ao mesmo patamar do volume que era praticado antes da crise.

Ele destacou que, mesmo com o consumidor reclamando das taxas de juros, o empréstimos em bancos públicos aumentaram em 25,2% de setembro a junho, e nos privados, 9,8%.


Segundo dados fornecidos por economistas de grandes corporações financeiras do Brasil, como o Itaú Unibanco e o Bradesco, a economia brasileira voltou a se expandir após dois trimestres seguidos de retração, o que caracterizava recessão técnica no Brasil.

De acordo com o IBGE, a economia brasileira havia encolhido 3,6% no último trimestre de 2008. Dados do Itaú já revelam uma recuperação vigorosa da economia, com o PIB crescendo em torno de 2% em relação ao primeiro trimestre de 2009, mas apesar da retomada do cresimento, o país ainda deve fechar o ano com o PIB em ligeira queda, algo em torno de 0,5%.

A pesquisa revelou que o os principais fatores relacionados a esse avanço estão relacionados ao setor automobilístico – que recebeu redução das alíquotas de IPI.


É notório que o teste de estresse dos bancos tem apresentado resultados positivos.

No dia 04/05, quase todas as ações de bancos nos EUA subiram, apesar de cerca de 10 bancos ainda precisarem de ajudas do governo americano. E não foi uma queda pequena não. Exceto o Morgan Stanley (que subiu apenas 4,7%), o restante subiu mais de 10%.

Três bancos que eram apontados como os que mais precisavam de recursos (Birmingham, Fifth Third Bank’s Cincinnati e SunTrust Financeiro) observaram suas ações subirem mais de 25%.

Esse aumento vertiginoso é até explicável, uma vez que no começo do ano essas ações foram vendidas muito abaixo do preço que realmente valiam.

Os bancos ainda podem vender mais ações ordinárias para investidores, o que poderia diluir o valor das ações detidas pelos acionistas atuais. 

O fato é que com o teste de estresse os bancos estão recebendo um pré-aviso para caso a situação financeira mundial fique ainda pior (esperemos que não). Ainda assim, é um pouco ingénuo pensar que os bancos estão sossegados e tranquilos agora. 

“Basicamente, você tem um sistema financeiro quebrado. Isso não tem como ser corrigido em apenas seis meses.”, disse Rick Bensignor, estrategista-chefe do mercado com Execution LLC.

Nem todos os bancos estão fracos. Mas nem todos os bancos são fortes também. Porém, se Wall Street continuar teimosamente a acreditar que o pior já passou para todos os bancos, as coisas podem ser mais feias quando tardiamente os investidores perceberem que alguns bancos ainda estão em apuros.






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