Banco ainda não informou data de lançamento da função.

Clientes que possuem conta no Banco do Brasil muito em breve irão contar com uma funcionalidade para que se possa realizar uma transferência de recursos e fazer divisão de contas por meio do aplicativo de mensagens instantânea WhatsApp. Esta nova solução, a qual recebeu o nome de “Pagar ou Receber”, irá fazer uso de um QR Code e também das mensagens trocadas por meio do aplicativo para que assim possa realizar as suas transações.

Esta solução desenvolvida pelo Banco do Brasil é destinada principalmente para os grupos de indivíduos que desejam realizar a divisão ao pagar as contas. O recurso irá estar disponível para os usuários na tela inicial do aplicativo do Banco do Brasil. No momento em que o cliente realizar o acesso, o mesmo irá receber o QR Code com informações que contém o número de sua conta corrente e de sua agência.

De acordo com informações publicadas pelo próprio Banco do Brasil, a partir deste momento, o indivíduo que for responsável por realizar a transferência poderá fazer a leitura da imagem no display do seu aparelho ou então receber a mensagem contendo as informações, diretamente no seu aparelho smartphone. Feito isso, o aplicativo do BB novamente será ativado para que a transação seja confirmada com segurança.

O Banco do Brasil ainda concluiu que além de facilitar a transferência, tornando a mesma ainda mais prática e rápida, o recurso Pagar ou Receber consegue fazer a eliminação de um problema bem frequente, que é a devolução de valores que foram transferidos devido a inconsistências ao preencher de forma errada os dados bancários como agência e conta.

A tecnologia atual de smartphone e aparelhos como tablet tem facilitado muito a utilização de serviços e recursos online e o Banco do Brasil tem investido alto no uso de recursos para seus clientes e o Pagar ou Receber é mais uma comodidade para os utilizadores do Banco.

Embora o BB tenha divulgado a noticia, ainda não foi informado nada com relação a data em que o app será lançado.

FILIPE R SILVA


Banco registra 1 bilhão de transações via Internet Banking.

O Internet Banking vem crescendo e fazendo cada vez mais sucesso no Brasil. E o número de apps de Internet Banking cresceu consideravelmente no país em 2015, mostrando que os usuários estão cada vez mais confiantes e seguros em fazer transações desse tipo.

E os números comprovam isso. O Banco do Brasil divulgou recentemente que só em 2015 foram computados cerca de 1 bilhão de transações envolvendo Internet Banking em dispositivos móveis. Isso, comente no aplicativo do banco, que está disponível para Android, Windows Phone e iOS. O app permite aos usuários, além de realizar transações financeiras, conferir seus extratos e saldos, além de transferências.

Os dados mostram que o número de usuários cresceu cerca de 50% comparado ao ano anterior, totalizando 7,5 mil novos usuários do app do BB. Além disso, são  80 mil conexões simultâneas que o serviço recebe. Vale ressaltar também que 80% das transações de Dezembro foram realizadas no app ou pelo autoatendimento.

Os dados também revelam que mais de 13 milhões de reais foram utilizados nos financiamentos de veículos pelos dispositivos móveis, desde setembro.

O saldo é considerado extremamente positivo pelo Banco do Brasil, tanto pela comodidade dada ao usuário, que não precisa sair de casa para realizar as operações, como também pelo fato de ''desengarrafar'' as agências, que por vezes ficam extremamente lotadas, o que acaba por dificultar um bom atendimento. O relato foi de Marco Mastroeni, diretor de negócios digitais do Banco.

O Internet Banking vem crescendo muito em solos tupiniquins, segundo também, os dados da Febraban, que afirma que o modelo já é o segundo favorito dos brasileiros, quando estamos tratando de canais de atendimento. A Febraban também revela que cerca de 20% de todas as transações realizadas até a metade de 2015, eram pelo serviço de Internet Banking pelos dispositivos móveis.

Além da comodidade, o Internet Banking oferece diversas opções para o usuário como mais de cem opções tanto para transações como para funcionalidades, realizar saques em TAA sem a necessidade de se utilizar o Cartão, possibilidade de se fazer comprar com cartões de crédito e débito também em lojas físicas, contratar crédito veículo, etc.

Por Isis Genari.


Nesta quinta-feira, dia 27 de dezembro de 2012, o ministro Guido Mantega concedeu entrevista ao Portal G1 e abordou as principais questões para a economia brasileira no ano de 2013.

O ministro informou que espera um crescimento de 4% na economia do país para o próximo ano já que 2013 começará com melhores condições em virtude das medidas feitas pelo governo federal como desonerações, redução da tarifa de luz, melhor situação do câmbio e outras.

Além disso, Guido Mantega informou que o Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal terão novas reduções nas taxas de juros para 2013 com relação às operações de crédito.

Por Ana Camila Neves Morais


A Interbrand divulgou recentemente o seu ranking com as marcas mais valiosas do Brasil em diversos setores.

O critério para a elaboração da lista é com base em seus resultados financeiros, em sua capacidade de garantir ganhos e na influência da marca nas escolhas do consumidor.

A relação é composta por aproximadamente 25 marcas presentes no país  com as maiores empresas sendo a Petrobrás e a cerveja Skol.

No ramo bancário, as instituições mais valiosas são o Bradesco, Banco do Brasil e Itaú. No varejo, a grande vencedora foi a rede Magazine Luíza e as Casas Bahia. Outras contempladas foram a Hering, Cielo e a Totvs que produz softwares.

Uma informação interessante da pesquisa da Interbrand foi a entrada de empresas do ramo de tecnologia além da valorização da maioria das empresas integrantes do ranking com relação ao ano passado.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta semana, o Banco do Brasil divulgou a preparação para emitir cerca de 8 milhões de reais em Letras de Crédito Imobiliário.

Estes papéis públicos serão vendidos para investidores do varejo e possuem como grande objetivo aumentar a capacidade da entidade bancária para oferecer financiamentos voltados para imóveis.

No momento, o Banco do Brasil possui uma carteira de financiamento imobiliário de 12 bilhões de reais apenas no mês de novembro de 2012 que representou um aumento de 38% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Com relação à data para esta venda, Ivan Monteiro – executivo do Banco do Brasil – afirmou que será em breve esperando apenas os ajustes finais da Bovespa para realizar a ação.

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco do Brasil divulgou um relatório informando que o seu lucro líquido em 2011 foi de R$ 12,126 bilhões, um crescimento de 3,6% se comparado ao ano anterior.

O lucro recorrente da instituição, que exclui eventos extraordinários, somou R$ 11,751 bilhões em 2011, esse valor apresentou um volume 10,2% maior que o de 2010. Com relação aos ativos totais do Banco do Brasil, o valor foi de R$ 981,230 bilhões, um crescimento de 21%. Outro ponto divulgado pela instituição foi o crédito ampliado, que envolve as garantias prestadas e os títulos e valores mobiliários privados, que alcançou o valor de R$ 465,093 bilhões, o que representa um aumento de 19,8% em 12 meses.

A instituição financeira ficou com uma participação no mercado de crédito no Brasil de 19,2% em dezembro de 2011. 

Foi analisado também o crédito imobiliário voltado para pessoas físicas que encerrou o ano com um montante de R$ 6,035 bilhões, isso representa um aumento de 20%, no quarto trimestre de 2011 o valor gasto chegou a R$ 1,098 bilhão. 

Mesmo com esses números, o Banco do Brasil ficou abaixo de outras instituições, como, por exemplo, o Itaú.  

Por Joyce Silva


Reportagens em canais de televisão assinalam ampla expansão de lançamentos de imóveis pelo Brasil nos últimos meses. Algumas obras chegam a atrasar até sete meses, por exemplo, situação justificada pelas construtoras como movimento inesperado, portanto, muito além da própria capacidade de mão de obra em concomitância ao número de novos edifícios.

Um indicador desse curso é a expansão de 90% constatada na carteira de crédito do Banco do Brasil entre julho e setembro deste ano em relação ao terceiro trimestre de 2009. De acordo com o Estadão, o crédito imobiliário nessa instituição financeira obteve saldo de R$ 2,5 bilhões, bem superior ante linhas para pessoas físicas, entre os quais crédito consignado, que obteve incremento de 24%, amparado pelas operações realizadas pelo Nossa Caixa a partir do BB.

Por outro lado, na carteira de micros, pequenas e médias empresas foi diagnosticado aumento de 17,8% em 12 meses, inferior à média de crescimento de 30% observado em concorrentes do setor privado do Banco do Brasil.

No segmento de agronegócios a alta de 8,7% foi significativa pelo montante em questão (R$ 74 bilhões), pois de acordo com o BB suas operações respondem por 62% de todo o crédito bancário ao segmento.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Sonho de milhares de brasileiros e seguindo a tendência das empresas tupiniquins e multinacionais, as estatais também prometem investir assiduamente nos próximos meses, sobretudo em 2011, cujo valor poderá chegar a R$ 107,5 bilhões, superior em mais de 13% ante o aplicado em 2010.

O Orçamento Geral da União, estipulado para ano que vem e já encaminhado ao Congresso, assinala que parcela dos recursos será voltada à Petrobrás, com mais de R$ 91 bilhões dos investimentos respondidos, bem à frente do Grupo Telebrás, que terá aporte aproximado e conjeturado em quase R$ 8,2 bilhões.

Talvez contrariando as expectativas de milhares de brasileiros, somente R$ 2,2 bilhões serão destinados à Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), dos quais R$ 110 milhões ao aumento da pista do aeroporto situado em Porto Alegre e outros R$ 103 milhões focados à reforma do terminal de passageiros do Tom Jobim, no Rio de Janeiro.

Por último figuram o Banco do Brasil, com valor calculado em R$ 2,17 bilhões, e a Caixa Econômica, com montante aproximado em R$ 951 milhões.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Portal R7


Assim como os seres humanos, as empresas por eles criadas têm lá suas histórias. No princípio, idealizadas por empresários intencionados em assegurar melhor padrão de vida e a contratação de trabalhadores, tudo até pode ir bem, mas uma má administração leva à falência. O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) diagnosticou nesta semana que 27% dos negócios duram até um ano e outros 58% até meia década.

Pois é, histórias são histórias, e a da Nossa Caixa (embora não concernente ao citado anteriormente), há muitos anos uma das principais instituições bancárias, foi interrompida na última sexta-feira, 27 de agosto. Os correntistas, já cientes e participantes do processo, começarão a fazer uso total do Banco do Brasil, inclusive aqueles cerceados pelas 20 últimas agências remanescentes localizadas no interior de São Paulo.

Breve artigo destilado pela Band Online reporta que nos dias 3, 6 e 8 do mês que vem, datas em que os servidores públicos recebem sua remuneração mensal, as agências do Banco do Brasil ampliarão em uma hora seu atendimento, das 9h às 16h30.

Por Luiz Felipe T. Erdei


No último mês de junho, a empresa Petrobrás realizou empréstimos com bancos nacionais totalizando em uma soma de R$4,2 bilhões, sendo R$2,2 bilhões provenientes do Banco do Brasil e R$2 bilhões da Caixa Econômica Federal.

De acordo com a empresa, estes empréstimos foram feitos com vistas à construção de dutos e navios, à ampliação de unidades industriais e para o desenvolvimento de projetos da Petrobrás. No ano de 2008, a empresa já havia solicitado crédito de bancos estatais, sob a justificativa de que o mercado externo, de onde sempre obtinha financiamento, estava em turbulência, devido à crise financeira mundial.

De acordo com a Petrobrás, os empréstimos irão alavancar seus negócios, onde novas oportunidades de mercado serão exploradas, ressaltando que a situação de caixa da empresa é “confortável” e que os créditos solicitados fazem parte de suas atividades normais.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Folha de São Paulo, Diário do Nordeste


Maior instituição financeira do Brasil e da América Latina na atualidade, o Banco do Brasil vem desde o ano de 2007 em negociações com bancos estaduais para aquisição dos mesmos.

Uma destas instituições estaduais que estavam entre os interesses do Banco do Brasil era o Banco de Brasília (BRB), mas nesta última segunda-feira, 23 de agosto, este último informou que as negociações encerraram entre as partes, sem haver um acordo conclusivo.

O motivo foi a divergência entre os valores, agravada pela crise política no Distrito Federal. No primeiro semestre deste ano, o Banco do Brasil fechou com R$755,7 bilhões em ativos totais.  Em segundo lugar ficou o Itaú Unibanco, com R$ 651,6 bilhões.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Folha de São Paulo, Notícias Yahoo


Nesta última quinta-feira, 19 de agosto, o Banco do Brasil anunciou a realização de um acordo de participação na empresa Odontoprev, do ramo odontológico de seguros, a qual já conta com o Banco Bradesco como sócio.

É a primeira vez que o Banco do Brasil está atuando neste ramo, e a Odontoprev conta com mais de 4,4 milhões de clientes, tendo a liderança no setor de seguro odontológico no Brasil. Não se sabe ainda qual é a efetiva participação do Banco do Brasil, mas o acordo envolve também a criação de uma empresa que contará com 75% do capital da BB Seguros e 25% de participação do capital total da Odontoprev.

Esta já é a terceira associação recente entre o Banco do Brasil e o Bradesco, que já se uniram também com a Caixa Econômica no segmento de cartões Elo, e com o banco português BES para investimento na África.

Por Elizabeth Preático

Fontes: R7, Correio Braziliense


Segundo balanço financeiro divulgado nesta segunda-feira, 16 de agosto de 2010, o Banco do Brasil apresentou neste primeiro semestre de 2010 um lucro líquido de R$ 5,1 bilhões, o que representa um aumento de 26,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O bom resultado, de acordo com a instituição, veio principalmente da diminuição na inadimplência e do aumento do crédito. Neste segmento, o destaque foi para o crédito consignado, que chegou a R$40,5 bilhões, o que levou a instituição a uma participação de 32,5% no mercado, reforçando sua liderança no setor.

Neste primeiro semestre o lucro líquido do Banco do Brasil só foi inferior ao do Banco Itaú, que foi registrado em R$ 6,4 bilhões.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Folha de São Paulo, Band


Em 2009, o lucro do Banco do Brasil atingiu R$10,15 bilhões, sendo o maior lucro de um banco já registrado pela história, no Brasil. O banco não só superou o seu último resultado, de R$8,803 bilhões, em 2008, apresentando um crescimento de 15,2%; como também superou o outro maior resultado do ano de 2009, do Itaú Unibanco, que foi de R$10,067 bilhões.

Esse crescimento foi impulsionado pelo segmento ‘pessoa física’, que apresentou um aumento de quase 90% nos seus financiamentos. Além disso, houve uma diminuição da inadimplência, que chegou a 3,6% em setembro, mas que recuou para 3,3% em todo o terceiro semestre.

Com isso, no fim de 2009, os ativos totais do banco aumentaram cerca de 36%, chegando a R$708,549 bilhões.


Se por um lado a crise econômica trouxe prejuízos e incertezas nas bolsas de todo o mundo, pelo menos as ações de alguns bancos brasileiros fizeram o caminho invertido.

Segundo a Economática, as ações de alguns bancos brasileiros foram as mais rentáveis de toda a América Latina e Estados Unidos.

Veja por ordem a valorização das top quatro ações:

  • BIC BANCO PN – 535,7%
  • PANAMERICANO PN – 483,5%
  • BANRISUL PNB – 277,7%
  • BANCO DO BRASIL – 191,2%

Acompanhe parte do programa Conta Corrente, da Globo News:


Em medida que visa beneficiar aposentados e servidores do Ministério do Planejamento que arrecadam benefícios pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o Banco do Brasil majorou em R$ 4 bilhões o limite pré-aprovado de crédito consignado para 2 milhões de clientes.

O resultado é fruto de uma análise feita pelo BB, que afirmou à imprensa ser decorrente de um refinamento dos procedimentos de análises de crédito. O objeto, segundo Ricardo Flores, vice-presidente de Crédito, Controladoria e Risco Global, é ampliar a carteira de crédito com eficiência e qualidade, no intuito de angariar a automatização de técnicas que desonerem a rede de atendimento, bem como a liberação dos funcionários das agências para realizarem negócios.

Nos dias atuais, o Banco do Brasil ostenta R$ 20 bilhões em empréstimos dessa natureza. Considerada líder no segmento, a instituição apresenta 32,6% de participação no mercado nacional.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Banco do Brasil e a SulAmérica anteviram, nesta semana, uma agregação entre ambas instituições, sem domínio acionário propriamente dito da segurada mencionada. Esta citação é uma das situações imperadas pelo banco federal na transação com a empresa privada, controlada, atualmente, pela companhia ING, da Holanda, e pela família Larragoiti.

De qualquer maneira, o BB não pretende ser majoritário no negócio, pois o padrão mais adequado é o mesmo adotado nas negociatas entre a Votorantim e o Banco do Brasil, em que este último passou a ser sócio minoritário, mas com participação crucial na gestão.

O Banco do Brasil, de qualquer maneira, aprova tal intento, porque este possibilita que haja manutenção e agilidade pela SulAmérica – o que é muito positivo. Afinal, a astúcia presente em grande parte das empresas privadas torna qualquer tipo de negócio mais eficaz, com recursos auto-sustentáveis e bem objetivos – ou seja, lucrativos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Em mais uma iniciativa para prover o crescimento econômico nacional, Luiz Inácio Lula da Silva assinou um decreto que permite aos investidores estrangeiros investirem e participarem mais avidamente no Banco do Brasil. A medida tem por fim aumentar tal atividade dos atuais 12,5% para futuros 20% desses beneficiários.

Na mesma ocasião, o Governo anuiu a instituição a exprimir os American Depositary Receipts (ADRs), disseminados em ações triviais de sua emissão. O ajuste, na verdade, teve seu início no final de julho, ocasião na qual o Conselho Monetário Internacional havia aprovado esse mecanismo.

Com isso, a norma vigente desde 1996 foi modificada, pois naquele momento era permitida somente a emissão de recibos de atos no exterior sem direito algum a preferenciais ou votos.


O agricultor familiar, sim, aquele produtor que utiliza sua lavoura para prover seu sustento, terá mais motivos para continuar a produzir. Uma parceria entre o Banco do Brasil e a Petrobras Biocombustível acertou, nesta quarta-feira, 9 de setembro, um acordo de 90 milhões de reais para financiar as plantações de matérias-primas. O intuito inicial é impulsionar a área de biocombustíveis em diversas usinas espalhadas por inúmeros Estados.

Serão agraciados familiares e cooperativas pertencentes a Minas Gerais, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Bahia, Piauí, Ceará e outras regiões que primam pelo cultivo da soja, da mamona e do girassol.

Os recursos serão repassados aos favorecidos por uma linha de crédito a custeios agropecuários, dentro, em outras palavras, do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).


por Lindomar Vieira

Desde novembro/2008, época do anúncio da aquisição da Nossa Caixa pelo Banco do Brasil, até para fazer frente ao novo conglomerado surgido com a recente fusão do Itaú com o Unibanco,  o negócio vem acontecendo de maneira tranqüila.

Embora o próprio Banco Itaú tenha criticado a forma da negociação e defendido a venda em leilão e da CEF (Caixa Econômica, também estatal) estar pronta para entrar nas disputas para adquirir outras instituições financeiras, a verdade é que a transação deu muito certo e o BB levou a melhor nessa.

Na última sexta-feira, 04/09, o BB adquiriu as Ações dos Minoritários da Nossa Caixa no total de R$ 2,306 bilhões pelas  30.064.154 ações, uma parte foi paga à vista e outra em parcelas, consolidando mais uma importante etapa da importante transação.


Depois de perder o posto para o Itaú devido à fusão realizada com o Unibanco, Banco do Brasil retoma posição de maior banco do país, somando R$ 598,8 bilhões em ativos no segundo trimestre de 2009,  valores que superaram os R$ 596,4 bilhões do Itaú.

O balanço aponta que houve um crescimento de 42,8% em relação ao mesmo período no ano passado.

No primeiro semestre, o Banco do Brasil obteve um lucro líquido de mais de R$ 4 bilhões, representando um aumento em 0,55% em relação ao mesmo período em 2008.





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