A crise econômica na Europa continua arrasando o velho continente e para tentar evitar efeitos mais severos para os países o Banco Central europeu informou que pode parar de comprar títulos soberanos.

Segundo a autoridade do BCE Jorge Asmussen esta ação será tomada se o programa de Transações Monetárias Diretas for criado e se algum país descumprir as suas normas.

Esta reação da autoridade bancária vem depois de experiência na compra de títulos italianos por meio do Programa de Mercados de Ativos cujas regras não foram seguidas pelo governo local.

Nesta situação o país mais beneficiado poderá ser a Espanha que espera integrar o programa de conta de títulos para reformas e cumprimento de metas orçamentárias.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta quinta-feira – dia 13 de dezembro de 2012 – os ministros dos países integrantes da União Européia deram mais um passo para o surgimento de um supervisor para os bancos desta região.

Com isso, será criado o MUS (Mecanismo Único de Supervisão Financeira), sob a coordenação do Banco Central Europeu, para a recapitalização direta das instituições financeiras mais prejudicadas pela crise econômica sem o surgimento de dívidas públicas.

Este é o primeiro passo para a tão sonhada unificação bancária do bloco econômico europeu.

Sobre o MUS, a coordenação do BCE ficará com 20% do PIB de cada um dos países-membros e o restante será controlado por entidades locais dos países; outra decisão importante é de que as decisões do banco central serão tomadas por maioria simples tanto dos 17 países da Eurozona quanto dos 10 países da União européia que não estão neste grupo anterior.

O Mus terá suas atividades iniciadas de forma efetiva a partir do mês de março do ano de 2014.

Fonte: France Presse

Por Ana Camila Neves Morais


O BCE (Banco Central Europeu) anunciou hoje um novo mecanismo para proteger os bancos europeus dos possíveis desdobramentos da crise econômica iniciada na Grécia. São medidas que garantirão a oferta de recursos a preços e prazos bastante acessíveis, mesmo para as instituições financeiras que eventualmente estejam em maior dificuldade.

Os recursos poderão ser tomados na forma de empréstimos, com prazo de pagamento para 36 meses, mais 1 ano de carência (1 ano para começar a pagar a primeira parcela). Isso é tempo suficiente para que um banco em dificuldade reestruture suas operações e se erga novamente.

Como medida adicional e visando aumentar o giro de capital dos bancos, o BCE reduziu o Reserve Ratio (mecanismo similar ao depósito compulsório aplicado pelo Banco Central do Brasil às instituições bancárias que operam no país) de 2% para 1%.

Com essas medidas a expectativa é que as instituições bancárias possam manter-se firmes, suportando efeitos como a fuga de capitais e a elevação no número de saques das contas de seus clientes.

 

Por Luiz Moreira


Desde 1929, quando o mundo conheceu uma de suas principais crises de âmbito global, o capitalismo provou ser um sistema eficaz devido às inúmeras possibilidades de se auto-sustentar – o Estado foi um dos principais precursores naquela época para que o planeta não conhecesse a total falência.

Teorias a parte, Jean-Claude Trichet, presidente do Banco Central Europeu, refletiu que a crise financeira mundial recente esteve muito perto de se transformar em uma depressão. Para ele, conforme reportagem veiculada pela Yahoo! Notícias, com base na agência EFE, a ajuda pública e a atuação dos bancos centrais permitiram que nada pior do que se configurava em 2008/2009 acontecesse.

Trichet afirma, também, que se as nações almejam melhorar os índices de desemprego, dentre elas os Estados Unidos, será necessário ter confiança, algo que, segundo ele, os BC’s ainda tentam recobrar.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um encontro realizado na Basiléia entre os maiores Banco Centrais do globo atestou que a economia mundial já apresenta ótimos indícios de estabilização. Um relato dos representantes presentes na reunião concluiu que os esforços executados pelos governos do mundo inteiro atalharam uma possível depressão.

Presente nos debates, Henrique Meirelles, presidente do Banco Central Brasileiro, e Ben Bernanke, presidente do Federal Reserve, Fed (Banco Central norte-americano), estimaram que os entraves ainda não foram, em sua totalidade, ultrapassados, apesar de haver conclusões positivas.

Jean Claude Trichet, presidente do Banco Central Europeu, afirma que a queda livre das economias já é certa, pois a melhoria nos mercados e uma sequência de informações confirmam a recuperação e o afastamento da tão temida depressão.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Fortalecido principalmente pela crise, o Fundo Monetário Internacional (FMI) começou a se reinventar, exatamente após 65 anos de sua criação. Os intentos iniciais cerceiam a conversão do fundo em uma espécie de banco central, além de ter de cumprir uma nova função, que é a de supervisionar inúmeros mercados financeiros.

Como um banco central, terá a possibilidade de administrar um caixa comum de reservas, bem como livrar as nações integrantes do FMI da acumulação de grandes volumes de dólares e outras moedas igualmente importantes.

O conceito de constituir essas reservas, segundo Dominique Strauss-Kahn, diretor gerente do Fundo Monetário Internacional, denota um passo considerável de mecanismos de financiamento testados com sucesso durante a crise. Entre eles existe a nova linha de financiamento flexível ao México, Colômbia e Polônia, até acordos de acesso amplo e preventivo, estes, consolidados com economias em desenvolvimento.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O BCE (Banco Central Europeu) manteve a taxa de juros da Zona Euro operando a 1%. O objetivo é aproveitar os sinais de estabilização da economia para reativar o mercado de crédito.

Analistas já previam a decisão e esperam que este patamar baixo dos juros se mantenha até meados de 2010.

Para efeito de comparação, a taxa SELIC, que é a taxa de referência – e, por isso, a menor do Brasil -, é atualmente 8,75% ao ano e é um índice historicamente baixo.

Porém, uma estimativa feita pela Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade) indica que o juro cobrado no comércio brasileiro é praticado em 106% ao ano.

por Diego Diniz




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