Um dos grandes problemas econômicos do Brasil neste ano de 2012 foi o baixo crescimento de 2012 do seu Produto Interno Bruto o qual, segundo analistas do setor econômico, não irá passar de 1%.

Tendo em vista esta situação, o Banco Central divulgou a estimativa do PIB para o ano de 2013 com uma mediana de 3,30% ao contrário dos 3,70% esperados no início de dezembro.

Com relação à produção industrial, que apresentou sérios problemas e prejuízos durante o ano de 2012, a autoridade bancária espera um crescimento de 3,50% no setor.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta sexta-feira, dia 28 de dezembro de 2012, o dólar comercial fechou as cotações do ano sendo vendido por R$2,045.

A moeda norte-americana iniciou o ano com valor de R$1,869 e chegou a R$2,14 no mês de novembro.

Esta oscilação representou uma valorização acumulada de 9,43% no ano e o dólar fechou o ano com uma cotação 0,05% mais alta.

A redução no valor inicial do dólar foi possível graças a diversas medidas tomadas pelo Banco Central para manter esta moeda entre R$2,00 e R$2,10 conseguindo com isso um recuo de sua alta em 4,04%.

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Central divulgou dados sobre o uso de pagamento eletrônico no Brasil durante o ano de 2011.

Segundo dados da pesquisa realizada, houve uma redução de 5% o uso de pagamento por meio de cheques ao mesmo tempo em que aumentou 14% o uso de cartões – crédito e débito – na realização deste tipo de atividade.

Além disso, a autoridade bancária revelou um aumento de 63% nas transações feitas por meio de canais eletrônicos nos bancos como caixas automáticos e internet.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Central realizou neste mês de dezembro a venda de dólares no mercado futuro com o objetivo de melhorar a economia nacional e diminuir aspectos negativos como aumento de juros e inflação.

Para isso, a autoridade bancária fez um leilão com a oferta de 20 mil contratos de swap cambial tradicional que consistem na oferta de dólares no mercado futuro.

Nesta transação foram concretizadas as vendas de todos os títulos ofertados com uma movimentação de 997,2 milhões de dólares.

Deste modo, foram vendidos pelo Banco Central 2,0863 bilhões nos dois leilões realizados permitindo uma liquidez de 211,3 milhões de dólares; sendo assim, a instituição bancária passou a ficar vendida por meio de swaps cambiais em dólares.

A medida surtiu os efeitos desejados pelo BC já que conseguiu manter o dólar com baixa cotação  além de evitar uma alta exagerada dos juros e da inflação no país.

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Central informou neste mês de dezembro de 2012 que irá realizar uma intervenção na Credialves (Cooperativa de Crédito Rural do Litoral Vale do Itajaí e Norte Catarinense).

Esta atuação da autoridade bancária se deve à indícios de má administração da cooperativa que gerou a ausência de liquidez para honrar com seus compromissos e sem uma solução adequada para os problema vivenciados.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Central do Brasil divulgou nesta quarta-feira, dia 19 de dezembro de 2012, por meio da Nota de Política Monetária e Operações de Crédito que as concessões de crédito ao consumidor tiveram uma alta de 4,6% em comparação com outubro chegando a R$80,579 bilhões.

Este montante representa uma média diária de R$4,02 bilhões de créditos liberados.

A maior parte deste total ficou o cheque especial com 33,65% de todo o crédito concedido e em segundo lugar ficou o cartão de crédito com 28,71%.

Fonte: Infomoney

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta semana foi registrado mais um importante dado financeiro foi divulgado pelo Banco Central, pois a entidade divulgou que o crédito total disponível no país subiu em 1,5% no mês de novembro de 2012.

Com isto o valor de crédito chegou a R$2,304 bilhões correspondendo a aproximadamente 52,6% do PIB nacional.

Os analistas econômicos consideram que esta expansão na oferta de crédito foi causada pelos bancos públicos cujo estoque cresceu cerca de 2,2% além do aumento de 1,1% das instituições bancárias estrangeiras.

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Central do Brasil divulgou nesta semana dados sobre a taxa de juros no país durante o mês de novembro.

Segundo a instituição de controle bancário, a taxa média de juros ficou em 28,9% ao ano representando, assim, uma diminuição em 0,5% quando comparada ao mês de outubro.

Com estes resultados, novembro registrou a nona redução consecutiva neste indicador econômico demonstrando a efetividade das ações feitas pelo governo e pelo Banco Central.

De forma mais específica, a taxa de juros das famílias ficou em 34,8% ao ano com queda de 0,6% e a taxa para as empresas ficou em 21,7% ao ano que consiste em um valor 0,4% menor do que o mês de outubro.

Mas nem todas as notícias dadas pelo Banco Central foram agradáveis, pois a taxa de juros do cheque especial fechou em 145,4% ao ano com um aumento de 2% quando comparada com o período anterior.

Por Ana Camila Neves Morais


Mais uma novidade chegou ao mercado econômico brasileiro, pois o Banco Central do Brasil autorizou nesta sexta-feira, dia 14 de dezembro de 2012, que o Bradesco se constitua enquanto banco múltiplo no México.

Com isso, o Bradesco poderá realizar operações de varejo e investimentos além das ações já ofertadas neste país com financiamentos e cartão de crédito.

O próximo passo será a autorização desta constituição pelas autoridades bancárias do México, sendo o Bradesco não divulgou o início de suas atividades no México como banco múltiplo.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Central do Brasil divulgou nesta sexta-feira, dia 14 de dezembro de 2012, dados atualizados sobre o IBC-BR (Índice de Atividade Econômica do Banco Central) que realiza uma antecipação do valor do PIB.

Este indicador registrou em outubro uma alta de 0,36% com 143,07 pontos contrastando com um recuo de 0,51% no mês de setembro, sendo que ao analisar os dez meses do ano de 2012 o IBC-Br teve uma elevação de 1,57%.

Esta situação demonstra uma melhoria na atividade econômica que está reagindo de forma lenta com relação às diversas medidas feitas pelo governo para estimular.

O IBC-Br utiliza dados da indústria, setor de serviços e agropecuária servindo de base para a definição da taxa básica de juros pelo Banco central.

Por Ana Camila Neves Morais


 Nesta quinta-feira, dia 13 de dezembro de 2012, o Banco Central divulgou alterações com relação ao funcionamento dos consórcios no país.

Com as mudanças os contratos para consórcios deverão ter, de forma obrigatória, informações sobre taxas de administração diferenciadas em um mesmo grupo.

Além disso, o Banco Central passará a exigir divulgação no site do consórcio e por meio de carta o encerramento dos grupos e o nome dos beneficiários de recursos não retirados.

Outra alteração interessante é a necessidade de incluir nos novos contratos de consórcio a autorização para efetuar depósitos de saldos remanescentes; além disso, a administradora do consórcio está dispensada de autorização anterior do beneficiário para realizar cessão de dívida para recursos não reclamados pelos consorciados.

Todas estas mudanças passam a valer a partir do momento de sua publicação com exceção do informe sobre taxas de administração que serão cobradas apenas a partir de maio de 2013.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta quarta-feira, dia 12 de dezembro de 2012, houve um aumento de 0,09% na cotação do dólar com relação ao valor do real indo a R$2,080.

Com isso, os especialistas esperam que o mercado tenha obtido um ponto de equilíbrio com a oscilação do dólar entre R$2,10 e R$2,08 que terá como conseqüência a redução de sua volatilidade.

Com relação a isso, o Banco Central afirmou que é preciso cuidar para os riscos de inflação com uma alta inesperada do dólar indicando, assim, que deve continuar atuando para diminuir pressões sobre a moeda americana.

Comprovando esta expectativa nesta semana o Banco Central realizou dois leilões para a venda e recompra de dólares para oferecer maior liquidez ao mercado financeiro.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Central do Brasil divulgou nesta quarta-feira, dia 12 de dezembro de 2012, dados sobre a questão cambial nacional.

Segundo as informações o saldo cambial (entre a saída e entrada de dólares do país) ficou negativo no valor de 1,350 bilhões de dólares durante a primeira semana de dezembro.

Este valor corresponde a um aumento na negatividade com relação a este mesmo período do ano anterior quando o saldo negativo foi de apenas 247 milhões de dólares.

Além disso, houve um saldo negativo no fluxo da conta comercial do país na primeira semana de dezembro em 1,244 bilhões de dólares. Houve a inda a saída líquida de 107 milhões de dólares do Brasil no período analisado.

Outras informações desta pesquisa do Banco Central mostram 3,303 bilhões de dólares gastos em exportações e 4,547 bilhões de dólares usados para as importações causando esta deficiência financeira.

No entanto, nem todos os resultados foram negativos já que o saldo cambial final ficou positivo no início de dezembro com 22,158 bilhões de dólares, mas este valor indica uma redução importante neste saldo que, no ano de 2011, foi de 66,975 bilhões.

Segundo especialistas esta redução se deve, principalmente, às saídas líquidas que ocorreram tanto na área comercial quanto financeira durante o período analisado.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta última sexta-feira – dia 30 de novembro de 2012 – o mercado financeiro se movimentou bastante, já que o dólar fechou com alta fechando a cotação a R$2,13.

Este valor foi o maior desde maio de 2009 significando um aumento de 1,6% e ocorreu principlamente depois do anúncio de que o PIB brasileiro fechou o terceiro trimestre com um crescimento menor do que o esperado.

A alta do dólar vem ocorrendo há alguns dias, sendo que no dia 23 de novembro de 2012 quando o dólar chegou a R$2,12 o Banco Central realizou um leilão de swap cambial para a venda de dólares no mercado futuro.

nesta transação o Banco Central ofereceu 62.800 contratos que vencem no dia 03 de dezembro de 2012 e conseguiu vender apenas 32.500 do total oferecido.

Assim, este fechamento em alta do dólar pode indicar um real com menos valor e a necessidade de se adotar juros mais baixos para buscar uma melhor recuperação da economia nacional.

Por Ana Camila Neves Morais


Insatisfeita com as recentes declarações de Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, a presidente eleita, Dilma Rousseff, parece mesmo inclinada em não renovar a atuação da autoridade junto à instituição a partir do ano que vem. Luiz Inácio Lula da Silva parece também não ter gostado de algumas palavras do líder do BC.

Em evento realizado no início desta semana na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Meirelles afirmou que almeja terminar o mandato de Lula à frente do BC no intuito de zelar pelo equilíbrio macroeconômico do Brasil. Em dado momento, afirmou que emitirá informações sobre seu futuro numa ocasião ideal – provavelmente após a famigerada reunião com Dilma.

Procurando justificar seu ponto de vista sobre a condição de permanecer no cargo desde que o BC tenha autonomia para fixar juros, Meirelles afirmou que ao receber o convite de Lula para dirigir a instituição, em 2002, esse requisito foi negociado. De acordo com a Band Online, o presidente do BC afirma ser esse o ponto importante para a condução da política monetária atual, pois o Brasil conseguiu manter a inflação dentro da média, questão favorecedora, inclusive, à própria atividade econômica.

Por enquanto não há uma data certa para o encontro entre Meirelles e Dilma. Certamente ocorrerá daqui a poucos dias.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Banco Central observou a todo instante, segundo palavras de Henrique Meirelles, presidente da entidade, os movimentos da crise financeira mundial. Há poucos dias o BC avaliou, com base nos primeiros seis meses deste ano, que as instituições bancárias do país estão aparelhadas para enfrentar ocasiões extremas de estresse, sem danos, portanto, às requisições de segurança de Basileia.

No médio prazo, conforme verificado pelo BC, há pouca possibilidade de os bancos enfrentarem empecilhos ao responder ao avanço da demanda por crédito, pois as instituições mostraram certa sagacidade em procurar fontes de financiamento depois do crescimento do compulsório agenciado entre janeiro e junho deste ano.

O Relatório de Estabilidade Financeira emitido pelo Banco Central abaliza que em todos os ambientes de estresse sopesados, sobretudo em panoramas derradeiros de desgaste da condição macroeconômica, o Índice de Basileia seria acima de 11% – com base na citação à exigência de capital mínimo de R$ 11 para cada R$ 100 concedidos.

Reportagem emitida pelo portal de Economia UOL revela que entre dezembro do ano passado e junho de 2010 a percentagem média do sistema arrefeceu de 18,5% para 17,3%, situação que espelhou um incremento das operações de crédito e uma modificação regulatória oriunda do BC. Apesar disso o nível atual mantém-se acima do exigido pelos moldes internacionais, mesmo com as alterações a serem praticadas pelo acordo Basileia 3.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A população parece estar cansada de tanto escutar e ler sobre o tema “crescimento econômico do Brasil”. Sim, isso pode até soar verdadeiro a uma parcela da sociedade, mas conhecer a origem de cada situação, de cada evento, pode fazer uma diferença gritante no futuro, tanto numa entrevista de emprego como numa conversa informal.

A equipe econômica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ressaltou nos últimos meses como medidas justificantes do desenvolvimento do país em meio à crise financeira os benefícios fiscais e créditos outorgados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Braços-direito do ex-sindicalista atestam semelhantes discursos.

Uma exceção discursiva se fez nesta semana. Maílson da Nóbrega, ex-ministro da Fazenda e sócio-diretor da Tendências Consultoria Integrada, sopesa como agente direito para o Brasil se sair bem do colapso global o Banco Central (BC). Para ilustrar aos mais desavisados, atestou que a condução da política monetária foi eficaz o suficiente para manter o equilíbrio dos preços, estendendo-se, por exemplo, a própria população e as empresas, que tiveram condições de se organizarem.

Mesmo assim, conforme prescrito pelo Estadão, Nóbrega pondera existir falta de maiores ações que visam robustecer as conquistas econômicas brasileiras, entre elas reformas política, tributária e previdenciária, bem como marcos institucionais para o incentivo de investimentos no país.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Desde o ano de 2002 os brasileiros com investimento no exterior acima de cem mil dólares necessitam enviar anualmente uma declaração ao Banco Central. Esta deve ser feita tanto por pessoas físicas quanto jurídicas e serve para auxiliar na medição do endividamento externo do país, bem como para saber as riquezas que possui além dos limites do seu território.

Apesar do prazo deste ano ter se encerrado no último dia 30 de junho, ainda é possível enviar o documento, mediante o pagamento de multa. No ano passado foram entregues 16.105 declarações, totalizando um valor de US$ 170, 397 bilhões. Já neste ano, até o momento foram recebidas pelo Banco Central 16.528 declarações, com valor total ainda não computado.

Brasileiros e empresas com grandes investimentos fora do país, com valores acima de cem milhões de dólares, devem fazer também a declaração trimestral dos mesmos.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Band, Correio Braziliense


Nesta sexta-feira, 06 de agosto de 2010, foi inaugurada na Casa da Moeda de Santa Cruz, localizada na zona oeste do Rio de Janeiro, uma das duas linhas de produção previstas para as novas cédulas do Real.

As primeiras notas renovadas serão as de 50 e 100 reais e deverão começar a circular ainda em novembro deste ano. Já as notas de 10 e 20 reais deverão ser impressas apenas no ano que vem, e as de 5 e 2 reais estão previstas para serem produzidas apenas no ano de 2012.

De acordo com o governo as novas notas são mais seguras, no intuito de evitar falsificações. Além disso, seus tamanhos diferenciados facilitarão a identificação das mesmas pelos deficientes visuais. A retirada das cédulas antigas será feita de forma gradativa, conforme a ocorrência de desgaste das mesmas, de acordo com o Banco Central.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Portal Exame Abril, O Reporter, Revista Inclusiva


O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central informou nesta quinta-feira, 29 de julho, que a previsão de que os preços da gasolina e do botijão de gás não iriam sofrer aumento neste ano de 2010. Além disto, as tarifas de 1,6% para a telefonia fixa, bem como de 1,5% para a eletricidade se mantiveram como estimadas.

A reunião do Copom onde foi registrada ata sobre os assuntos mencionados anteriormente aconteceu no último dia 21 de julho. De qualquer forma o Banco Central demonstrou preocupação quanto aos preços da gasolina e do botijão de gás, em função de uma incerteza sobre o preço internacional do petróleo.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Abril, R7


Na semana passada foi assinado um convênio entre o Banco Central, seu sindicato de servidores, a Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) e o governo do Pará, para a realização de um projeto que prevê a reutilização do dinheiro jogado fora pelo Banco Central como adubo na Amazônia. A idéia partiu de um funcionário do banco que é estudante de Agronomia da UFRA.

As notas trituradas pelo banco na Região Norte numa quantidade mensal de onze toneladas contém metais pesados e, ao invés de irem para os lixões ou serem queimadas, como era feito anteriormente, passarão a incorporar um adubo juntamente com outros vegetais reaproveitados.

Um projeto criativo, econômico e que ainda preserva os recursos ambientais.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Folha de São Paulo, Jornal Dia Dia


Alexandre Teixeira, editor-executivo da revista Época, em seu blog Finanças de Bolso, alerta para a piora das expectativas de inflação. Ele explica: que a maior ameaça de acordo com o Banco Central, está na grande demanda interna, e não na crise europeia.

No país, as indústrias estão tendo um crescimento de 20% nas vendas apenas no primeiro quadrimestre, em relação a 2009. Nesse cenário, destaca-se a construção civil que, de acordo com o jornalista, vive um boom extraordinário.

Essa “demanda robusta” forçou a subida da Selic. A expectativa é que a taxa fique em 11% em julho. Trata-se, portanto, de uma tentativa de deter que o cenário inflacionário se concretize.


A indústria, comerciantes e centrais sindicais não ficaram nada satisfeitos com a decisão do Copom (Conselho de Política Monetária) de aumentar a taxa Selic (taxa básica de juros) em 9,5% ao ano. A decisão foi tomada para Banco Central exercer controle da inflação, em função do crescimento da economia do país.

O último aumento da taxa de juros havia ocorrido em setembro de 2008. A taxa anterior era de 8,75% ao ano, considerado o menor valor da história, havendo portanto, a partir de agora, um aumento de 0,75%. Grande parte dos economistas já esperavam uma elevação na taxa Selic mas, esperava-se por um valor de 0,5 ponto percentual.

Fonte: Folha Uol e Correio Braziliense

Por Elizabeth Preático


O Banco Central simplificou as normas cambiais com o objetivo de reduzir a burocratização.

Segundo Victor Meirelles, presidente do banco, este processo só não foi concluído anteriormente devido à crise mundial.

Com as novas regras, companhias residentes do país emissoras e/ou emissoras de Depositary Receipts podem manter no exterior o produto de sua alienação.

De acordo com a medida, o prazo para a liquidação dos contratos celebrados pelo Tesouro Nacional passam de 360 para 750 dias, equiparando-se as aos das operações cambiais efetuadas no mercado intercambiário. Além disso, serão revogadas diversas regras que não se aplicam mais a realidade brasileira.

Fonte: Reuters


Com opiniões próprias a partir de inúmeras análises, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) considera que a decisão do Banco Central de manter a taxa de juros em 8,75% ao ano é conservadora, pois a economia brasileira aponta indícios de recuperação, ao mesmo instante em que não existem sinais de excesso de demanda.

Para a Fecomercio, não é necessário que se aumente a taxa Selic no transcorrer de 2010. Para Abram Szajman, presidente da instituição, o que o Brasil precisa é manter seu compromisso com seu próprio desenvolvimento, geração de renda e emprego, bem como redução com gastos públicos.

O Banco Central, por seu lado, assinala a intenção de haver alta nos preços e, por isso, a taxa Selic deve ser aumentada. Em contrapartida, a Fecomercio acredita que o volume da produção industrial e a confiança do consumidor já contribuem, por si só, para o aquecimento do consumo. Com isso, acredita o instituto, a economia brasileira deverá conquistar a meta de 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB) estimado anteriormente por inúmeros especialistas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, enfatizou, novamente, a agilidade da autoridade monetária brasileira no diagnóstico e na tomada de decisões em favor do combate aos efeitos da crise sobre a liquidez do sistema de finanças doméstico. De acordo com ele, quando foi apregoada a quebra do Lehman Brothers, nos Estados Unidos, o Banco Central divulgou, diretamente de Nova York, que daria início ao empréstimo de suas reservas.

Além disso, segundo ele, enquanto os bancos internacionais apenas começaram a encurtar créditos, o Brasil tinha a seu dispor recursos de reservas e de compulsórios, o sistema financeiro brasileiro possuía capital, e o setor público, uma situação financeira suficientemente adequada.

Para ele, a ação correta do Banco Central obteve um efeito multiplicador no mercado, que possibilitou um reequilíbrio das condições econômicas. Por isso, a oferta de crédito doméstica teve a sua retomada.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um encontro realizado na Basiléia entre os maiores Banco Centrais do globo atestou que a economia mundial já apresenta ótimos indícios de estabilização. Um relato dos representantes presentes na reunião concluiu que os esforços executados pelos governos do mundo inteiro atalharam uma possível depressão.

Presente nos debates, Henrique Meirelles, presidente do Banco Central Brasileiro, e Ben Bernanke, presidente do Federal Reserve, Fed (Banco Central norte-americano), estimaram que os entraves ainda não foram, em sua totalidade, ultrapassados, apesar de haver conclusões positivas.

Jean Claude Trichet, presidente do Banco Central Europeu, afirma que a queda livre das economias já é certa, pois a melhoria nos mercados e uma sequência de informações confirmam a recuperação e o afastamento da tão temida depressão.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Fortalecido principalmente pela crise, o Fundo Monetário Internacional (FMI) começou a se reinventar, exatamente após 65 anos de sua criação. Os intentos iniciais cerceiam a conversão do fundo em uma espécie de banco central, além de ter de cumprir uma nova função, que é a de supervisionar inúmeros mercados financeiros.

Como um banco central, terá a possibilidade de administrar um caixa comum de reservas, bem como livrar as nações integrantes do FMI da acumulação de grandes volumes de dólares e outras moedas igualmente importantes.

O conceito de constituir essas reservas, segundo Dominique Strauss-Kahn, diretor gerente do Fundo Monetário Internacional, denota um passo considerável de mecanismos de financiamento testados com sucesso durante a crise. Entre eles existe a nova linha de financiamento flexível ao México, Colômbia e Polônia, até acordos de acesso amplo e preventivo, estes, consolidados com economias em desenvolvimento.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Nas duas últimas semanas, o furor causado pelas notícias de que o Brasil, aos poucos, deixou a crise financeira para trás, causou novos questionamentos. Segundo avaliação do Relatório Trimestral de Inflação divulgado há pouco pelo Banco Central, a velocidade de recuperação ainda não está nítida.

Como se sabe, o mundo financeiro é um mar de incógnitas, pois a qualquer momento, sob qualquer medida, cenários internacionais em torno do plano Econômico podem ser alterados. Por isso, diante da crise financeira supostamente superada – aos poucos, claro! – pelo Brasil, os diretores do BC dizem ainda haver incertezas comportamentais dos investimentos.

De todo jeito, os mesmos representantes exaltam que medidas como a diminuição do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) funcionam tão somente como amortecedores. Para os mais pessimistas do mercado, provavelmente a idéia já tenha passado pela cabeça.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Poupar. Desde 2007 que uma das formas mais simples de investimento do país não obtinha uma alta tão significativa quanto este ano. O valor de R$ 6,67 bilhões atingidos em julho de 2009, só não foi maior que o R$ 9,13 bilhões investidos em dezembro de 2007, sendo que neste mês as entradas de recursos são maiores devido ao 13º salário.

Segundo o Banco Central, em dezembro é o período que a poupança registra os maiores valores desta modalidade de investimento.

Isso quer dizer que, desde 1995, exceto o mês de dezembro, que o BC não contabiliza um valor tão alto para a poupança quanto os R$ 6,67 bilhões registrados em julho 2009.





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