Após grandes batalhas na Argentina, Martin Redrado deixou o posto de presidente do Banco Central do país. Em seu lugar assumiu Mercedes Marcó del Pont, que já estima que, durante sua gestão, políticas monetárias verossímeis e estabilizadoras serão o foco principal. Outro ponto sugestionado por ela é que haverá colaboração e pacto com o atual modelo econômico do governo.

Martin deixou de ser presidente do BC dos hermanos devido a um relatório feito por uma comissão legislativa sobre seu desempenho negativo. Mas, para os que não conhecem Mercedes, antes de assumir o importante cargo, era presidente do Banco Nación, a instituição mais notável da Argentina.

Cristina afirma que a nomeou devido ao bom desempenho dela na liderança do BN. Interesses há, pois o discurso de ambas é bem parecido, tanto que a presidente do Banco Nación ressalta que a tranquila política no mercado de câmbios será mantida, afinal, a Argentina não possui condições de mudanças emblemáticas no atual momento.

Artigo baseado em informações do Portal de Economia UOL.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma parcela da dívida pública do governo de Cristina Kirchner, presidente da Argentina, deverá ser paga com aproximadamente US$ 6,5 bilhões das reservas do Banco Central, relevou a líder do país. Isso ocasionou um grande entrave entre o governo, o próprio BC, a oposição e a Justiça da nação.

A decisão será feita pelo Congresso argentino em 3 de março, ocasião na qual, segundo a Agência Estado, diversos governadores do país vizinho pretendem pressionar seus parlamentares para que votem em favor da decisão. Por outro lado, alguns desses políticos querem adiantamento monetário para projetos em regiões de seus “domínios”.

Martin Redrado, presidente do Banco Central da Argentina, rejeitou em primeira instância a idéia de utilização das reservas para tal fim. Por causa disso, a autoridade renunciou ao cargo na semana passada e, mesmo assim, afirmou que se isso ocorrer, se a medida for adotada na Argentina, o bolso de cada cidadão do país poderá ser prejudicado.

Leia a reportagem da AE aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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