Superávit registrado foi de US$ 1,02 bilhão nos primeiros dias de outubro. Isso se deve mais pela queda nas importações do que com o aumento das exportações.

Novamente a economia brasileira volta a ser o centro das atenções. Além das já esperadas novidades (nem sempre agradáveis) o que tem dominado o noticiário econômico é justamente o superávit da balança comercial brasileira. Isso porque apenas nos 11 primeiros dias do mês de outubro foi registrada a marca de US$ 1,02 bilhão. As informações foram divulgadas recentemente por meio do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O resultado positivo apontado, mais uma vez, tem mais ligação com a queda nas importações do que relação com o aumento das exportações.

De acordo com a pasta no que diz respeito ao acumulado relacionado as duas primeiras semanas do mês corrente, as exportações chegaram a registrar um alta sensível de 0,2% e isso quando comparado com o mesmo período de 2014. O MDIC afirma que esse resultado chega devido ao aumento nas vendas dos chamados produtos básicos – faixa de 8,2% – entre os quais estão milho, minério de cobre e soja em grão.

Na outra ponta vamos encontrar a venda de manufaturados e semimanufaturados que obtiveram um desempenho negativo. Neste caso, o retrocesso foi de 3,4% e 9,6% na mesma ordem citada.

Na parcial do mês de outubro as importações apontaram para uma queda de 23,2% em relação ao mesmo período de 2014. Algodão, borracha, equipamentos elétricos e eletrônicos, siderúrgicos, filamentos e fibras sintéticas artificiais, papel e aeronaves estão entre os itens que tiveram uma redução nas importações.

No acumulado de 2015 a balança comercial do Brasil vem registrando um superávit de US$ 11,27 bilhões.  É interessante lembrar que em 2014 nesse mesmo período, estava sendo apurado um déficit de US$ 601 bilhões. Sobre as exportações a parcial de 2015 mostra uma soma de US$ 150,08 bilhões. Já as importações atingem uma soma de US$ 138,8 bilhões (cerca de US$ 715 milhões a cada dia útil), queda significativa de 22,5% em comparação com o mesmo período de 2014.

Por Denisson Soares

 

Balança comercial


Balança comercial brasileira registra um superávit de US$ 6,703 bilhões no acumulado de 2015. No mês de agosto já há o registro de um superávit de US$ 2,095 bilhões.

Apesar do momento econômico brasileiro, a balança comercial brasileira vem se comportando de forma positiva. No acumulado de 2015 a mesma já registra umsuperávit de US$ 6,703 bilhões, haja vista as vendas externas terem superado as importações. O resultado aqui destacado foi divulgado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Além disso, vale ressaltar que o saldo positivo da balança comercial não é exclusividade do acumulado de 2015. O mês de agosto, por exemplo, já registra superávit de US$ 2,095 bilhões. Apenas na penúltima semana de agosto tivemos um superávit de US$ 699 milhões.

Levando em consideração os números totais, temos que na parcial de 2015 as exportações já somam US$ 123,96 bilhões, sendo que a média diária é de US$ 774,8 milhões. As importações, por sua vez, chegam a US$ 117,26 no acumulado de 2015, o que significa uma média diária de US$ 732,9 milhões.

Um detalhe importante é que o saldo positivo de US$ 2,095 bilhões em agosto foi medido até o dia 23 de agosto. Até esta data as exportações somaram US$ 11,10 bilhões, o que resulta em uma média diária de US$ 740,3 milhões. As importações até a referida data ficaram em US$ 9 bilhões, o que resulta em média diária de US$ 660,6 milhões.

Outro detalhe bastante interessante é que o mercado financeiro espera que 2015 registre melhoras no saldo da balança comercial. Vale ressaltar que essa expectativa é resultado de uma pesquisa do Banco Central juntamente com mais de 100 instituições financeiras. Sendo assim, a previsão do mercado é de que 2015 feche com saldo positivo de US$ 8 bilhões na balança comercial.

O resultado positivo da balança comercial não se restringe a 2015. Para 2016, a expectativa é de um superávit de US$ 16,80 bilhões ante os US$ 15,19 bilhões da expectativa anterior.

Apesar dos US$ 8 bilhões como previsão do mercado financeiro, o Banco Central prevê a balança comercial fechando com superávit de US$ 3 bilhões em 2015. Segundo o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, 2015 deve fechar com superávit entre US$ 8 bilhões e US$ 10 bilhões.

Por Bruno Henrique

Balança comercial

Foto: Divulgação


Motivo do superávit de julho na Balança Comercial brasileira se deu pela queda das importações.

A Balança Comercial conseguiu registrar um superávit no valor de US$ 2,379 bilhões no último mês de julho, decorrente da queda das importações que foi bem mais acentuada, conforme dados fornecidos pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Quando comparamos com o mês de julho do ano passado, tanto as importações quanto a exportações tiveram uma queda, conforme a economia passa por uma fase fraca.  

Com base no critério da média diária, ou seja, correspondente ao volume que foi negociado pelo Brasil com os países parceiros comerciais por cada dia útil e com isso chegamos a uma queda de 19,5% nas vendas externas, enquanto que recuaram 24,8% as compras do Brasil diretamente no exterior e a média diária de importações ficou em US$ 746 milhões. No lado das exportações a média diária registrada nos setes primeiros meses de 2.015 ficou em US$ 778,3 milhões, com uma queda de 15,5% comparada ao ano passado.

Agora também ocorreu a queda das vendas externas para os principais destinos dos produtos brasileiros, como:

  • Europa Oriental (33%);
  • União Europeia (19,3%);
  • Ásia (18,2%, com destaque para a China onde alcançou a marca de 19,4%);
  • Mercosul (16,1%).

Para ter uma ideia ainda de como isso ocorreu, o Brasil conseguiu registrar US$  18,526 bilhões de exportações e apenas US$ 16,147 bilhões de importações, ou seja, esse resultado foi o maior para o mês de julho desde o ano de 2012.

Outros dados mostram que o país ainda conseguiu acumular uma balança com um superávit de US$ 4,599 bilhões, mostrando que o que foi acumulado durante todo o ano também consegue ser bem maior do que o aconteceu no ano de 2012.

O que foi que acabou aumentando ou diminuindo no campo da importação e também da exportação?

No lado da importação o Brasil teve a diminuição da compra dos seguintes itens:

  • Combustíveis e lubrificantes (40,9%);
  • Matérias primas e intermediários (15,5%);
  • Bens de consumo (13,5%);
  • Bens de capital (15,1%).

Nas exportações ocorreu queda nos seguintes itens:

  • Petróleo bruto (21,4%);
  • Minério de ferro (47,4%);
  • Fumo e folhas;
  • Café em grão;
  • Soja em grão (18,4%);
  • Carne bovina (24,1%);
  • Farelo de soja;
  • Açúcar em bruto (16,3%);
  • Óleos combustíveis (60,4%);
  • Máquinas para terraplenagem (24,7%);
  • Motores e geradores (23,9%);
  • Bombas e geradores (22,2%)
  • Ferro fundido ou ferro-ligas (14,4%);
  • Óleo de soja (17,9%);
  • Couros e Peles (16,6%).

Por Fernanda de Godoi

Balança comercial

Foto: Divulgação


Superávit foi de US$ 976 milhões, sendo que as exportações foram de US$ 4,408 bilhões e as importações, US$ 3,432 bilhões. Análises foram feitas entre os dias 1º e 10 de maio.

O governo brasileiro através do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) anunciou oficialmente que a balança comercial do país registrou um superávit de US$ 976 milhões nesta primeira semana do mês de maio, valor que foi mensurado nas análises ocorridas entre os dias 1º e 10 do mês de maio. Neste período foi constatado que as exportações somaram US$ 4,408 bilhões enquanto as importações foram de US$ 3,432 bilhões.

Contudo, apesar dos dados neste início de maio serem animadores, o índice anual da balança comercial brasileira está com acúmulo de um déficit de US$ 4,090 bilhões, valor este que é o resultado das vendas externas, as quais já somam US$ 62,339 bilhões enquanto as importações foram de US$ 66,429 bilhões.

No mês de maio, a média diária das exportações foi de US$ 881,6 bilhões, valor este que representa um decréscimo de 10,8% em comparação com a média diária que foi mensurada no mês de maio do ano de 2014 que foi de US$ 988,2. Conforme explicou o MDIC, estes bons resultados obtidos foram devido ao fato de os produtos básicos terem sofrido uma queda, sendo que os produtos que contribuíram efetivamente para a obtenção destes resultados foram o farelo de soja, minério de ferro, café em grão, soja em grão, carne de frango e bovina.

Vale ressaltar também que foi verificada também uma queda na comercialização de produtos manufaturados de -6,2% de US$ 317,9 milhões para US$ 298,3 milhões, esse decréscimo ocorreu por causa de motores e geradores, aviões, bombas e compressores, óleos e combustíveis, automóveis e autopeças, máquinas e terraplanagem, bem como os óxidos e hidróxidos de alumínio.

Se formos falar das importações, o decréscimo destas foi ainda maior, tendo em vista que na média diária do mês de maio foi verificada uma redução de 28,1% em relação ao mesmo período do ano anterior, de US$ 686,4 milhões para o valor de US$ 954,3.

Então, o governo brasileiro ficou animado com o superávit da balança comercial nesta primeira semana do mês de maio, fator este que se continuar durante o restante do mês será um ótimo indicativo da melhoria da economia do país. 

Por Adriano Oliveira

Balança Comercial


O Brasil importou US$ 1,779 bilhão a mais do que exportou nas três primeiras semanas de fevereiro. O número foi divulgado nesta segunda-feira (23) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Segundo dados do Ministério, nas segunda e terceira semanas do mês o país comprou US$ 1,754 bilhão a mais do que vendeu para o exterior. Por causa do período de Carnaval, a estatística da segunda semana de fevereiro ainda não havia sido divulgada. Com o desempenho nas últimas duas semanas, a balança comercial acumula déficit de US$ 4,953 bilhões.  

A balança comercial resulta da agregação da balança de bens e de serviços, ambas componentes da balança corrente. Assim, a balança comercial registra as importações e as exportações de bens e serviços entre países. Em resumo, a balança comercial é a diferença entre as exportações e importações de um país.  

Apesar do resultado ruim, o saldo é 26,7% menor que o resultado negativo de US$ 6,755 bilhões registrados em 2014 até a terceira semana de fevereiro. Isso se deve ao fato das importações estarem caindo mais que as exportações no país. No acumulado do ano, as importações totalizam US$ 27,665 bilhões, com queda de 10,1% pela média diária. Já as exportações somam US$ 22,712 milhões, uma retração de 8,1% também pela média diária.  

A queda no número das exportações afeta todas as categorias de mercadorias. Os produtos básicos acumulam retração de 19,4% em fevereiro na comparação com o mesmo mês do ano passado. Soja em grão, minério de ferro e carne bovina e suína tiveram queda nas exportações.

Em relação às vendas de semimanufaturados o recuo foi de 1,3% principalmente por causa do açúcar bruto, ferro e de aço e ferro-liga. As exportações de manufaturas caíram 8,1% tendo destaque neste número os polímeros plásticos, motores e geradores, além das máquinas de terraplanagem.  

No que diz respeito às importações, as maiores reduções nas três primeiras semanas do mês em relação a fevereiro do ano passado ocorrem com produtos farmacêuticos (-24,8%), borracha para obras (-18,4%), veículos automóveis e partes (-16,9%) e instrumentos de ótica e precisão (-16,6%).

Por William Nascimento

Balan?a Comercial


A economia brasileira está enfrentando bastantes problemas e deve ser uma das principais pautas do governo federal em 2015. Em janeiro de 2015, a balança comercial brasileira já registrou resultados negativos: a mesma obteve um déficit de US$ 3,174 bilhões. Vale ressaltar que os dados foram divulgados oficialmente pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o MDIC.

Além disso, também foi informado que as importações brasileiras tiveram média de US$ 803 milhões, uma baixa de 12% se comparado ao mesmo período em 2014. Outro detalhe muito importante é que as exportações também sofreram uma baixa, ao todo 10,4% se comparado a janeiro de 2014. Dessa forma, a média diária de exportações foi de US$ 652,6 milhões em 2015. Esses foram os principais fatores para o déficit de US$ 3,174 bilhões, que se comparado a janeiro de 2014 sofreu uma baixa de 22%, haja vista o déficit de US$ 4 bilhões.

Através da divulgação dos dados aqui citados, o MDIC também informou que a queda no preço do barril do petróleo teve grande impacto na baixa das exportações. É importante destacar que o preço de combustíveis e lubrificantes teve uma baixa de 28,4% quando comparado a janeiro de 2014. Outro setor que também influenciou os resultados negativos da balança comercial foi o segmento de bens de consumo, haja vista a baixa de 14,2%. Já as importações de bens de capital e matérias-primas e intermediário sofreram queda de 8% e 7%, respectivamente.

Apesar dos resultados negativos, os mesmos já eram esperados, pois o mês de janeiro é um dos piores meses para a balança comercial. O mês de janeiro costuma apresentar resultados negativos, pois desde 2009, com exceção para 2010, o Brasil vem apresentando resultados negativos em sua balança comercial neste mês.

O secretário do MDIC, Daniel Godinho, enfatizou que essa característica negativa do mês de janeiro se deve ao fato de que esta é uma época de baixa atividade econômica e férias coletivas.

Por Bruno Henrique

Balan?a comercial


Falar de economia, de balança comercial brasileira  não é uma tarefa fácil. Mas, seja como for, o Brasil registrou em 2013 o pior resultado desde 2000. Para entender isso, com efeito, é preciso saber que tal queda ocorreu por conta da queda das exportações  e do aumento de importações.

O que aconteceu, no entanto, foi que, no ano de 2013, o Brasil terminou o período com superávit 2,561 bilhões de dólares. Aliás, de acordo com levantamento de dados elaborados pelo  Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, esse foi o pior resultado desde 2000. Até porque, só para termos uma ideia, em 2012 o saldo terminou senso positivo com uma cota de 19,4 bilhões de dólares.

Sendo assim, mesmo com possibilidades de reverter essa situação se o câmbio for favorável, o governo brasileiro está tratando a situação com cautela e esmero, afinal é preciso melhorar esse quadro. De todo modo, dentro desse parâmetro, o fato é que, no ano passado, as exportações somaram um valor 242,178 bilhões de dólares, uma queda de 1% comparando o ano de 2012. Todavia, para melhorar o ocorrido, o governo está aguardando que nesse ano haja uma redução no déficit em relação ao petróleo.

É que, no ano de 2013, os resultados sobre o petróleo não foram nada bons. Sobre isso, contudo, o Secretário do Governo, Daniel Godinho, explicou que o problema foi uma queda interna do petróleo e de seus derivados, detalhe que ele espera não ocorrer em 2014. Aliás, todos esperam um aumento da produção de petróleo para este ano.

Assim, visando não passar pelos mesmos impasses, o governo está trabalhando e levando em conta os números da pesquisa da Reuters para, por assim dizer, reverter esse resultado que só não foi pior que o do ano 2000. Agora é esperar para ver se a economia toma um impulso positivo.


Falar de economia, de balança comercial brasileira não é uma tarefa fácil. Mas, seja como for, o Brasil registrou em 2013 o pior resultado desde 2000. Para entender isso, com efeito, é preciso saber que tal queda ocorreu por conta da queda das exportações e do aumento de importações. O que aconteceu, no entanto, foi que, no ano de 2013, o Brasil terminou o período com superávit 2,561 bilhões de dólares. Aliás, de acordo com levantamento de dados elaborados pelo  Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, esse foi o pior resultado desde 2000. Até porque, só para termos uma ideia, em 2012 o saldo terminou senso positivo com uma cota de 19,4 bilhões de dólares.

Sendo assim, mesmo com possibilidades de reverter essa situação se o câmbio for favorável, o governo brasileiro está tratando a situação com cautela e esmero, afinal é preciso melhorar esse quadro. De todo modo, dentro desse parâmetro, o fato é que, no ano passado, as exportações somaram um valor 242,178 bilhões de dólares, uma queda de 1% comparando o ano de 2012. Todavia, para melhorar o ocorrido, o governo está aguardando que nesse ano haja uma redução no déficit em relação ao petróleo.

É que, no ano de 2013, os resultados sobre o petróleo não foram nada bons. Sobre isso, contudo, o Secretário do Governo, Daniel Godinho, explicou que o problema foi uma queda interna do petróleo e de seus derivados, detalhe que ele espera não ocorrer em 2014. Aliás, todos esperam um aumento da produção de petróleo para este ano.

Assim, visando não passar pelos mesmos impasses, o governo está trabalhando e levando em conta os números da pesquisa da Reuters para, por assim dizer, reverter esse resultado que só não foi pior que o do ano 2000. Agora é esperar para ver se a economia toma um impulso positivo.

Por Juan Wihelm

Balança comercial brasileira

Foto: Divulgação


A crise econômica que está arrasando a Europa e os Estados Unidos está passando longe da China que registrou nesta segunda-feira, dia 31 de dezembro de 2012, um índice PMI para o setor de compras de 51,5 pontos.

Este valor indica um crescimento da economia chinesa e representa o maior aumento da produção industrial do país nos últimos 19 meses reforçando, assim, a confiança do mercado financeiro na recuperação da segunda maior economia no mundo atual.

Fonte: AFP

Por Ana Camila Neves Morais


A Infraero divulgou recentemente que irá passar por sérios problemas financeiros em virtude da privatização de aeroportos que estavam sob seu controle.

Mas nesta segunda-feira, dia 31 de dezembro de 2012, esta situação apresentou uma importante melhoria já que foram publicados no Diário Oficial da União dois decretos da presidente Dilma Rousseff que concede um aumento no capital da empresa.

De acordo com as publicações aproximadamente R$400 milhões se referem à abertura no Orçamento durante o ano de 2012 e os R$30 milhões restantes serão concedidos por meio de créditos vindos diretamente da União.
Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


A segunda semana de abril foi positiva para a balança comercial brasileira, que mede a diferença de volume das exportações e importações. O saldo ficou US$ 12 milhões positivo entre os dias 9 e 15 de abril, sendo que a média foi de US$ 2,4 milhões por dia. Já a soma das importações e exportações, a chamada corrente de comércio, somou US$ 9,684 bilhões. A média diária (avaliando-se dias úteis) da corrente de comércio foi de US$ 1,936 bilhão.

No período analisado, as exportações totalizaram US$ 4,848 bilhões, sendo uma média diária de US$ 969,6 milhões. O resultado obtido ficou 14,8% acima do registrado na primeira semana do mês. Os fatores que impulsionaram o crescimento foram o crescimento nas vendas de produtos básicos, que tiveram alta de 38,2%. Os principais destaques deste quesito são o petróleo, a soja em grão, o minério de ferro, a carne suína e o farelo de soja.

Já as importações somaram US$ 4,836 bilhões, com média diária de US$ 967,2 milhões. De acordo com o MDIC, o crescimento foi de 5,4% se comparado à primeira semana do mês, quando foram registrados US$ 917,5 milhões. O resultado das importações foi impulsionado pela alta nos custos com combustíveis e lubrificantes, aparelhos eletroeletrônicos, equipamentos mecânicos, siderúrgicos, farmacêuticos e plásticos e obras.

Por Matheus Camargo

Fonte: MDIC


A balança comercial brasileira apresentou superávit em março deste ano, sendo que as exportações foram US$ 2,01 bilhões superiores às importações no período analisado. Em comparação com o mesmo mês do ano passado, a alta registrada foi de 29,9%. Este resultado foi o melhor desde março de 2007. As informações foram divulgadas na segunda-feira (dia 2 de abril) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

De acordo com o Ministério, as importações e as exportações bateram recorde de comercialização para o mês de março, sendo que as vendas externas totalizaram US$ 20,9 bilhões. Já as compras de outras nações chegaram a US$ 18,8 bilhões.

Separadamente, o crescimento das exportações foi de 3,5% e das importações foi de 1,7%. Tendo como base o mês de fevereiro deste ano, as exportações cresceram 0,2% e as importações ficaram estáveis.

O recorde também foi apontado na corrente de comércio, que chegou a US$ 39,8 bilhões, registrando alta de 2,6% se comparado ao mesmo mês do ano passado.

Somando-se os três primeiros meses do ano, o saldo comercial brasileiro já atinge US$ 2,44 bilhões, mas ainda apresenta queda se comparado com o primeiro trimestre de 2011. A retração foi de 22,4%.

Fonte: MDIC

Por Matheus Camargo


A terceira semana de março foi positiva para a balança comercial brasileira. No período, a diferença entre exportações e importações ficou em US$ 468 milhões, resultado positivo para a economia brasileira.

De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento divulgados na segunda-feira (dia 19 de março), as exportações somaram US$ 4.921 bilhões, com média de US$ 984,2 milhões por dia. O resultado de exportações foi positivo com aumento de 5,7% se comparado às duas primeiras semanas de março. Nas exportações, os segmentos que sofreram altas foram os produtos básicos (14,1%) e nos manufaturados (8,6%). Já as vendas de semimanufaturados reduziram 29,8%.

No caso das importações, o total comercializado no período foi de US$4.341 bilhões, com média diária de US$ 890,6 milhões. Em relação à segunda semana de março, houve redução no índice em 0,4%. O resultado pode ser explicado especialmente pela redução nos gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, químicos orgânicos e inorgânicos, plásticos e obras e adubos e fertilizantes.

Já na avaliação dos 12 primeiros dias úteis de março, pode-se verificar que as exportações foram de US$11.438 bilhões, com média diária de US$ 953,2 milhões. Com isso, o resultado médio de exportações foi 3,8% maior do que o de março de 2011.

Neste resultado, os setores que tiveram alta foram o de produtos básicos (11,9%) e de produtos manufaturados (0,5%). As vendas de semimanufaturados diminuíram em 15,7%, influenciadas pela queda do óleo de soja em bruto, celulose e ferro-ligas.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento

Por Matheus Camargo


A balança comercial brasileira apresentou superávit de US$ 468 milhões nas três primeiras semanas do mês de março, esses foram os números oficiais apresentados pelo Governo.

De acordo com especialistas, o bom resultado é devido aos valores registrados com relação às exportações e importações realizadas até o dia 18 de março, sendo que as transações comerciais foram de US$ 4,921 bilhões e US$ 4,341 bilhões, respectivamente.

Outro ponto abordado pela pesquisa foi a soma das exportações e importações, chamada de corrente de comércio, que alcançou o valor de US$ 9,374 bilhões, o que resulta uma média diária de US$ 1,874 bilhão, tendo como base apenas os dias úteis do ano.

Ao analisar os doze primeiros dias úteis do mês, houve um registro de US$ 728 milhões no superávit, sendo que o total de todas as exportações atingiu o patamar de US$ 11,438 bilhões. Já as importações foram responsáveis por movimentar US$ 10,710 bilhões. A corrente de comércio apenas desse período foi de US$ 22,148 bilhões.

A balança comercial do Brasil já alcançou um superávit de US$ 1,151 bilhão no acumulado desse ano até o mês de março.

Por Joyce Silva


A balança comercial brasileira registrou saldo positivo nos primeiros dias úteis do mês de março. Ao todo, as exportações brasileiras contabilizaram um valor superior a US$ 6 bilhões, o que representa um aumento médio de 1,4% quando comparado ao mesmo período de 2011.

Três grupos de produtos apresentaram bons resultados nas vendas, sendo que o grupo referente aos produtos básicos foi o mais importante, ele sozinho obteve um aumento de 5,7%. O algodão foi o produto que mais se destacou nesse segmento, acompanhado do petróleo, fumo, carne de frango, carne de porco, além do minério de ferro.

Mesmo com esses números, quando comparado ao mês de fevereiro, houve uma ligeira queda de 1,9%, devido ao baixo resultado dos produtos semimanufaturados e manufaturados. De acordo com a pesquisa, a baixa foi de 12,8% para os produtos semimanufaturados e de 12,5% para os produtos manufaturados.

Entre os produtos que tiveram um aumento no valor médio das compras estão: adubos e fertilizantes, instrumentos farmacêuticos e de ótica, produtos químicos (orgânicos e inorgânicos), borracha e equipamentos mecânicos.

Por Joyce Silva


Dados referentes a novembro revelaram que na terceira semana (15 a 21) do período houve importação em maior volume (US$ 3,268 bilhões) em comparação a exportações (US$ 3,931 bilhões), porém durante todo mês fora constatado superávit (saldo positivo, grosso modo) de US$ 312 milhões, o menor nível em dez meses.

Informações divulgadas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior revelaram que a balança comercial brasileira adentrou este mês com superávit de US$ 580 milhões na primeira semana, acarretando, portanto, saldo positivo acumulado de US$ 15,513 bilhões desde janeiro.

De 1º a 5 de dezembro, de acordo com a Reuters, o país destinou R$ 2,670 bilhões ao exterior e observou o ingresso de US$ 2,090 bilhões. O superávit anual está 34% abaixo do saldo de US$ 23,482 bilhões acumulado entre janeiro e novembro do ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o saldo acumulado da balança comercial em 2010 já apresenta queda de 60% em comparação ao mesmo período do ano passado. Nas primeiras semanas do mês de abril, a balança registrou saldo positivo de US$ 790 milhões, com média por dia útil de US$ 131,7 milhões.

O saldo acumulado de 2010 (de 67 dias) ficou em US$ 1,682 bilhão, com média diária de US$ 25 milhões. Em 2009, o saldo de igual período atingiu US$ 4,325 bilhões, resultado 61,1% maior. As exportações chegaram a US$ 43,940 bilhões entre janeiro de 2010 e a segunda semana de abril, com média de US$ 655 milhões por dia. As importações ficaram em US$ 42,258 bilhões, com uma média de US$ 630 milhões por dia.

Fonte: Portal Exame

Por Fabrício Fuzimoto





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