Como fora anunciado neste mesmo canal de comunicação, previu-se para o início desta semana que o Impostômetro alcançaria e ultrapassaria a margem de US$ 1 trilhão arrecadado. Pois bem, especificamente ontem, 26 de outubro, o medidor abarcou esse montante.

Instado na sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), o Impostômetro mede a arrecadação por meio de contribuições e tributos das esferas municipal, estadual e federal. Segundo a Band Online, o episódio (arrecadamento superior a R$ 1 trilhão) já ocorre pelo terceiro ano consecutivo, porém, em 2008 e 2009 o mesmo valor só foi abraçado entre a primeira e segunda quinzena de novembro.

Cálculo realizado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) prevê que em 2010 o total de arrecadações se aproximará de R$ 1,27 trilhão, superior em aproximadamente 16,5% ao R$ 1,09 trilhão minutado no ano passado.

Até o momento, cada cidadão conferiu R$ 5.193 ao governo federal somente neste ano, porém, se os cálculos prognosticados se confirmarem, o montante pago pelo brasileiro poderá subir para quase R$ 6,6 mil. Com estes dados em mãos, certamente o país ainda é um dos que mais arrecada impostos entre as demais nações do mundo.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Brasil é estimado um dos países com a maior arrecadação proveniente de impostos e outros tributos em todo o planeta. Informações divulgadas pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) assinalaram que as contribuições pagas pelo brasileiro já estão próximas de R$ 1 trilhão, algo que deve ser alcançado já nesta próxima terça-feira (26).

A ACSP revela que esse montante só foi alcançado, no ano passado, em 14 de dezembro e em 2008, no dia 15. Na última sexta-feira, de acordo com o portal R7, o Impostômetro atingiu a marca de R$ 984 bilhões e até 31 de dezembro poderá ultrapassar R$ 1,2 trilhão.

No intuito de elucidar os consumidores e conferir um comparativo à altura, o R7 sopesa que a cifra seria suficiente para pagar salários mínimos (R$ 510) para 1,96 bilhão de pessoas, comprar mais de três bilhões de cestas básicas (com valor referencial de R$ 300), além de prover cerca de 40 milhões carros populares de aproximadamente R$ 25 mil.

Segundo João Eloi Olenike, presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), a arrecadação cresce nominalmente 14% por ano, ou 10% caso seja excluída a inflação. O aumento do arrecadamento, alega, é intrínseco às peculiaridades de cobrança de impostos no país.

Para Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), o valor a mais (R$ 112 bilhões em relação ao ano passado) equivale a quase três arrecadações da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), extinta há três anos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Brasil é considerado um dos países com a maior alta carga tributária do planeta. Políticos, em época de eleições, têm endossado reformas em vários setores, tais como esse. Para se ter ideia, a arrecadação de contribuições federais e de impostos, além de outras receitas, contabilizou mais de R$ 63,4 bilhões no mês passado.

Segundo a Receita Federal, além de representar novo patamar histórico para um mês de setembro, este período representa o 12º seguido de recorde, iniciado, pois, em setembro de 2009. No confronto anual, o aumento real da arrecadação, com valores corrigidos pela inflação, atingiu 17,68%.

No acumulado entre janeiro e setembro de 2010, de acordo com a Receita Federal, a arrecadação sintetizou mais de R$ 573 bilhões, incremento real de 13,12% sobre os mesmos nove meses do ano passado. Segundo o portal de notícias G1, por meio desse último fato se tem, também, recorde histórico.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A Receita Federal informou nesta quinta-feira, 16, dados recordes da economia brasileira. A arrecadação federal cresceu e chegou ao patamar de R$ 62 bilhões neste mês de agosto, o que representa 15,32% a mais do que o mesmo período do ano passado, já considerando a inflação do período.

Todos os meses deste ano registraram aumento ante o mesmo mês de 2009. Com este último resultado, o brasileiro já ultrapassou a marca de R$ 500 bilhões em arrecadação pública, alta de mais de 12% com relação ao último ano.

A Receita levanta como causa para o crescimento do total arrecadado a reestruturação dos índices macroeconômicos como produção industrial, vendas e aumento de salário, que influencia diretamente no montante de arrecadações (PIS, IPI e contribuições previdenciárias).

Por Diego Diniz


De acordo com o impostômetro da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), nesta segunda-feira, 30 de agosto de 2010, os tributos pagos pelos contribuintes no Brasil chegaram a uma marca de R$800 bilhões.

No ano de 2009, este valor foi atingido somente no dia 08 de outubro, o que significa que neste ano houve um aumento na arrecadação de tributos em nível federal, estadual e municipal.

No ano passado a arrecadação total foi de R$1,09 trilhão, o que correspondeu a 35,02% do Produto Interno Bruto (PIB) e para este ano, espera-se chegar a um novo recorde no valor arrecadado.

O impostômetro pode ser verificado através do endereço www.impostometro.org.br

Por Elizabeth Preático

Fonte: Band


Com o desígnio de fiscalizar quase 150 grandes empresas, a Receita Federal deu início a “Operação Ouro de Tolo”. Otacílio Cartaxo, secretário do órgão, afirmou que a intervenção tem por fim constatar alguns pontos em relação à queda de arrecadação percebida nos últimos meses.

Com base em um levantamento proferido pela própria Receita, Cartaxo articulou que a seleção se baseia nas companhias que apresentaram maiores baques no recolhimento de Cofins e PIS, além da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ).

Segundo o secretário, a operação tem suporte legal, ou seja, não há receios ante a Justiça brasileira. Para ele, os mandados de procedimentos fiscais – que fazem parte da primeira etapa da inspeção – já foram despachados desde o último dia 26 de outubro. Algumas das companhias envolvidas são as de combustíveis, bebidas, cigarros e financeiras.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Para Francisco Vidal Luna, secretário de Economia e Planejamento de São Paulo, o Estado deve encerrar este ano dentro da arrecadação calculada no Orçamento, mesmo após os efeitos sentidos pela crise econômica financeira mundial, no país. A previsão é angariar R$ 116 bilhões em 2009.

Luna disse acreditar que o arrecadamento apresenta melhoras. Segundo ele, a nação não apresenta uma recuperação consideravelmente excepcional, porém, São Paulo pode conquistar e colher bons frutos.

Nos primeiros seis meses deste ano, Francisco declara que o Estado arrecadou R$ 1,3 bilhão a menos que o conjeturado, no entanto, os números atuais sugerem um prosseguimento melhor para até o final de 2009. Ainda para ele, a melhora deve-se ao reaquecimento econômico e às medidas fiscais ostentadas por José Serra, governador de São Paulo.

Por Luiz Felipe T. Erdei





CONTINUE NAVEGANDO: