A Americas Petrogas anunciou recentemente que deu início à primeira etapa de conclusão do poço de xisto chamado Hua.X-1. Tal poço está localizado em um bloco de 250.000 acres em Huacalera, no Vaca Muerta Shale, que faz parte da Bacia de Néuquen, na região oeste da Argentina.

Baseando-se na análise petrofísica do local, a região foi selecionada como primeira zona de interesse a ser trabalhada pela Americas Petrogas. Este local possui 360 pés de espessura e uma profundidade de 12.465 pés, sendo que a espessura bruta é de 1.742 pés no poço.

A região no Vaca Muerta Shale tem aparentemente um grande potencial, conforme informações da análise feita. Mas, além dela, as regiões de Quintuco e Mulichinco também foram selecionadas para serem trabalhadas na sequência e provavelmente deverão ser testadas em breve.

O Presidente e CEO da Americas Petrogas, Barclay Hambrook, disse que a empresa está muito satisfeita com os testes iniciados no primeiro poço de xisto. Além disso, o CEO também mencionou que, tendo em vista os bons resultados, “continuaremos a investir e buscar um programa de perfuração agressivo de até 10 poços adicionais de xisto”. Vale lembrar que estes poços estarão em locais estratégicos, visando o aumento dos blocos de xisto da empresa.

Fonte: Marketwire

Por Guilherme Marcon


Brasil e Argentina serão os próximos países parceiros na divisão de um projeto a respeito de uma nova binacional estatal. Já com planos de estar dentro dos moldes da famosa Itaipu, o novo projeto promete abrigar duas novas hidrelétricas. Uma será Panambi (de 1.050 megawatts) e a outra a Garabi (de 1.150 megawatts). Tudo está se encaminhando para se desenvolver da melhor forma possível, sob a administração dos dois países.

Da mesma forma que ocorre em Itaipu, na parte brasileira a estatal binacional será vinculada à Eletrobras. O Ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, espera entrar em contato com o governo argentino para fazer os aperfeiçoamentos necessários e assim começar a agitar a planta da nova indústria. Tudo em prol da energia.

Como os nossos representantes são bastante rápidos, no dia 07 ou 08 de março será realizada, na cidade de Buenos Aires, uma licitação internacional justamente para se escolher os projetos-executivos que serão adotados nas obras.

O principal objetivo, tanto do Brasil quanto da Argentina, é tentar fazer um intercâmbio energético a fim de beneficiar e desenvolver ambos os países.

Por Jéssica Monteiro


“A Argentina é um problema permanente”. Esse foi o comentário feito por Fernando Pimentel, ministro de Desenvolvimento do Brasil, na entrevista à agência Dow Jones.

As palavras de Pimentel foram fortemente atacadas pelo governo da presidente Cristina Kirchner. Débora Giorgi, ministra da Indústria Argentina, retrucou o comentário dizendo que as palavras do ministro não condiziam com a realidade do comércio entre os dois países.

Débora também afirma que o seu país foi responsável por aproximadamente 19,5% do superávit comercial obtido pelo Brasil no ano passado. Além disso, a ministra ressaltou que as medidas que restringem as importações na Argentina seguem normas de tratados comerciais e da OMC.

Débora Giorgi também acusou fortemente o Brasil de protecionismo ao dizer que a Argentina busca reequilibrar o comércio nacional pedindo a eliminação das barreiras não tarifárias que existem para a entrada dos produtos argentinos no Brasil, além de defender a concorrência “desleal” sofrida pelos produtos deles.

Muitos empresários argentinos já estão preocupados com esse clima de tensão entre a Argentina e o Brasil. Cristiano Rattazzi, presidente da Fiat Argentina, afirmou que os dois países precisam resgatar o espírito inicial do Mercosul.

Por Thiago Polido.


No próximo encontro do G20, marcado para o final desta semana, o ministro da Fazenda Guido Mantega deverá levar um rol de assuntos pensados em conjunto com o ministro da fazenda argentino, Amado Boudou.

Mantega reconhece que Brasil e Argentina são importantes parceiros comerciais, ao ponto de contornarem a passada crise internacional de maneira parecida e que, portanto, teriam muito a contribuir em um evento como esse. Um dos pontos de maior destaque dessa conversa foi o das commodities, pois, segundo Mantega, o Brasil e a Argentina têm “posições semelhantes quanto ao que não se deve fazer no que se refere a essa questão”.

Além disso, os dois ministros esperam que a regulação de preços não venha a ser pauta das discussões a serem travadas no encontro, mas não revelaram efetivamente toda a pauta que irão levar para o G20.

Os dois ministros querem, no entanto, levar a efeito a idéia de uma parceria que promova o fortalecimento da moeda local. Foi cogitado, inclusive, a possibilidade de o Brasil produzir moeda argentina, como forma de “aperfeiçoar esse comércio, que tende a se ampliar”, acrescentou Mantega.

Por Alberto Vicente


Nesta segunda-feira, 06 de dezembro, a empresa Positivo, que fabrica computadores e é a maior no segmento em nível nacional, anunciou a criação de uma joint venture que irá lhe proporcionar a entrada no mercado internacional, mais especificamente, no Uruguai e na Argentina. A união foi feita com a BGH, uma grande empresa do mercado de eletroeletrônicos da Argentina.

A Positivo estimou o investimento inicial na joint venture em oito milhões de dólares, e seu funcionamento deverá acontecer em fevereiro do próximo ano, o que ainda depende de aprovações governamentais.

A nova empresa irá comercializar produtos de informática diversos, nos mercados do Uruguai e Argentina.

Por Elizabeth Preático


A Comissão Europeia pediu ao Brasil e Argentina eliminarem as barreiras comerciais impostas por ambas desde o início da crise financeira mundial, em 2008. Pelos números, foram 330 restrições, algo que segundo o órgão tem se solidificado e aos poucos se transformam em características do comércio mundial.

Essa reclamação não é a única, certamente, e muito se tem de fazer para extirpá-las. Um órgão que pode intervir nessa tendência é a Organização Mundial do Comércio (OMC), porém para Pascal Lamy, seu diretor-geral, a entidade ainda não está totalmente aparelhada para afrontar as restrições à exportação.

Durante as duas últimas décadas, pondera, a organização se aplicou amplamente nas contenções à importação, e as regras referentes à exportação são pouco sólidas. Para enfrentá-las, acredita Lamy, é necessário que membros da OMC lutem contra elas.

Um dos setores que mais sofre com imposições, de acordo com o diretor-geral em reportagem veiculada pelo portal de notícias G1, é o de matérias-primas, que em alguns casos abarca até o dobro de restrições à exportação em comparação a outros segmentos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A crise financeira mundial acarretou numa série de medidas adotadas por todos os países do planeta para que os danos sentidos inicialmente não fossem maiores ainda. O caso brasileiro, em específico, abarcou incentivos fiscais por parte do governo, que permitiram ao país superar os principais desafios e crescer sem os problemas vistos, por exemplo, nos Estados Unidos.

Mais especificamente em 2008, embora pouco mensurado na atualidade, Brasil e Argentina impuseram restrições comercias sobre a União Europeia. Observado como prejudicial, a Comissão Europeia pediu neste início de semana que ambos venham a extinguir a barreira protecionista, pois desde o início do colapso foram mais de três centenas de medidas aplicadas.

Em documento, atesta a Comissão, somente 10% de todas as restrições foram extirpadas, mesmo mediante compromisso assumido juntamente ao G20 (grupo das nações mais desenvolvidas e pelos principais emergentes) e mesmo com a recuperação econômica em andamento.

O relatório indica, de acordo com a Folha UOL, que muitas das barreiras constatadas passaram a se fixar velozmente como características firmes no sistema mundial de comércio, podendo, portanto, lesar a recuperação da economia. Podem ser citados, por exemplo, aumentos tarifários e circunscrições às importações.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A seleção argentina de basquete, já derrotada no mundial do esporte em partida contra a Lituânia, porém, venceu a equipe brasileira há poucos dias, restando aos jogadores do Brasil retorno amargo ao país. A rivalidade, mais acentuada no futebol, não tem sido veementemente observada no relativo à economia entre ambas as nações.

Débora Giorgi, ministra argentina da Indústria, e Miguel Jorge, ministro brasileiro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, voltaram a ressaltar a propensão dos países estabelecerem integração produtiva em segmentos estratégicos, sobretudo na indústria automobilística.

A reunião a qual ambos estiveram presentes (Integração Produtiva no Mercosul), segundo o portal de notícias G1, foi crucial para o endosse de maior ação dos governos na permissão de financiamentos voltados ao segmento automotivo, defesa mais abrangente do mercado regional ante produtos semelhantes importados além das fronteiras do Mercado Comum do Sul e a elevação de inovações tecnológicas em autopeças.

Miguel Jorge acastelou a linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) de US$ 200 milhões para impulsionar o setor, com previsão de operação – acredita – até o final de 2010, bem como inclusão de financiamentos voltados a fábricas hermanas de autopeças que venham a aportar no Brasil.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Rivalidades à parte, ultimamente Brasil e Argentina têm conseguido sucesso no comércio bilateral, com exceção das barreiras impostas pelos hermanos há alguns meses no setor de alimentos brasileiros semelhantes aos feitos no país, obrigando a presidente Cristina Kirchner a intervir.

Integrantes do Mercado Comum do Sul (Mercosul), brasileiros e argentinos tem de pensar um pouco mais alto se quiserem reforçar o bloco econômico. Cristina, recentemente, invitou a nação brasileira e os demais associados para aumentarem a articulação do grupo na questão agroalimentar.

Reportagem do portal Economia UOL assinala que em relação à temática a presidente fez menção a um contrato assinado em 30 de agosto com uma empresa de capital nacional e belga para que as obras de dragagem e sinalização do Rio Paraná tenham início, pois esse meio é considerado capital para o transporte fluviátil entre os integrantes do Mercosul.

O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva é grande referência para a campanha de Dilma, mas também para o próprio bloco econômico. Cristina, citando nas entrelinhas a representatividade do ex-sindicalista, afirmou que as nações do Mercosul tem de se lançar ao mundo, em conjunto, para potencializar o setor de alimentos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O segmento de carne bovina tem ampla atuação no Brasil, principalmente se mencionado o JBS, maior do mundo em termos de processamento da mercadoria. No final da semana passada o grupo revelou que analisa diminuir a produção de carne na fronteiriça Argentina ou, então, comercializar algumas unidades produtivas por lá. A justificativa emitida é o ambiente de carência na disposição de gado e depreciação das exportações.

Informações apuradas pela agência de notícias Reuters asseveram para a possibilidade de o JBS vender três frigoríficos situados na terra de Diego Maradona, segundo explanações emitidas por Guillermo Moreno, secretário de Comércio Interior da Argentina, com base em uma fonte não mencionada.

Embora a Reuters tenha feito o possível para confirmar as especulações, o grupo de processamento de carne bovina, que inclusive atua na educação de crianças e adolescentes por meio de escolas de referência, sem custo algum aos estudantes, assegurou que manterá o mercado – nacional e internacional – ciente sobre qualquer mote relevante.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A rivalidade entre argentinos e brasileiros cerceia, basicamente, a cultura futebolística, mas outras modalidades do esporte, bem como demais âmbitos entre os dois, expõe ao mundo várias facetas. Há poucas semanas, entraves na área comercial acirraram novas disputas, tanto que foi necessária a intervenção de Cristina Kirchner, presidente da Argentina, para apaziguar, parcialmente, especulações.

Em 25 de janeiro, sexta-feira, Miguel Jorge, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do país, e Amado Boudou, titular de Economia dos hermanos, endossaram a utilização das moedas de cada país na troca comercial entre as duas partes.

Jorge ponderou em reportagem veiculada pelo portal economia UOL que aguarda o bom funcionamento desse sistema, inclusive com maior volume comercial, implementação ratificada por Cristina e Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do país.

Por outro lado, embora o sistema já esteja em prática desde 3 de outubro do ano passado, empresários dos dois lados alegaram existir falta de aplicação de mecanismos relacionados à medida em virtude da ausência de sua aplicação por parte de bancos privados.

Boudou revela que as problemáticas já estão em processo de resolução e o peso argentino e o real passam por maior valorização.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A guerra entre argentinos e brasileiros não se restringe ao futebol. Há algumas semanas, foi anunciado na imprensa nacional que a Argentina barraria o ingresso de alimentos não frescos do Brasil semelhantes aos fabricados em seu território. Dias depois, Cristina Kirchner, presidente hermana, barrou a medida e retratou que o comércio entre ambos os países não sofre qualquer tipo de intervenção.

Amado Boudou, ministro da Economia da Argentina, convergiu com as palavras de Cristina e assegurou que não existe qualquer tipo de cerceamento na entrada de alimentos brasileiros, enfatizando, também, a relação entre uma e outra parte como importantes ao desenvolvimento argentino.

Para Boudou, que teve palavras refletidas pelo portal Dinheiro UOL, o relacionamento entre argentinos e brasileiros é tão positivo que a sociedade entre as duas esferas permitirá que as aplicações do Brasil correspondam em mais de 5% no Produto Interno Bruto (PIB) do país.

Será que a imprensa brasileira foi afobada ao divulgar retaliações comerciais da Argentina para com o Brasil ou os hermanos, de fato, recuaram na decisão?

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A Argentina adotou uma medida drástica nos últimos dias: retaliar a importação de alimentos brasileiros não frescos similares aos fabricados dentro de suas fronteiras. O anúncio, que pegou algumas autoridades do Brasil de surpresa, fez com que alguns líderes da nação tupiniquim ameaçassem adotar postura idêntica ante os hermanos.

No início desta semana, porém, o governo administrado por Cristina Kirchner já dá sinais de ter começado a flexibilizar, aos poucos, a medida restritiva, que já entraria em vigor no dia 1º de junho, com aumento de fiscalização 9 dias depois.

O portal de notícias G1 assinala que esse é o primeiro baque sentido por Guillermo Moreno, secretário de Comércio Exterior da Argentina, famoso, avalia a reportagem, por seu estilo ríspido.

Com a iniciativa contrária à emitida anteriormente, a relação comercial entre ambas as nações deverá ficar um pouco mais calma. O que a população brasileira e argentina querem, de verdade, é rivalidade na Copa do Mundo – a menos de um mês de seu início.

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Por Luiz Felipe Erdei


A política realizada na Argentina parece ser bem feroz e burocrática em alguns sentidos, pois, assim como no Brasil e em outras nações do mundo, existem partidos e políticos de opiniões contrárias. Cristina Kirchner, presidente do país, tenta, há muitos meses, direcionar reservas internacionais do banco central para o pagamento de dívidas.

Pois é, ao que tudo indica, o constante pedido da presidente surtiu efeito. Por 41 votos a 29, o Senado argentino aprovou projeto de lei que possibilita ao governo utilizar US$ 4,3 bilhões de dólares para o fim já mencionado no primeiro parágrafo.

O portal de notícias G1 avalia que o resultado pode ser considerado uma vitória para Cristina, possibilitando à presidente dar continuidade ao aumento de gastos governamentais em um ambiente de financiamento limitado.

O G1 pondera que Cristina poderá concorrer novamente à presidência no ano que vem. Recentemente, Nestor Kirchner, seu marido e ex-presidente do país, conquistou a função de secretário-geral da Unasul, importante elo a ser fincado entre as nações integrantes à entidade, entre elas o Brasil.

Leia mais no site do G1.

Por: Luiz Felipe Erdei


Após grandes batalhas na Argentina, Martin Redrado deixou o posto de presidente do Banco Central do país. Em seu lugar assumiu Mercedes Marcó del Pont, que já estima que, durante sua gestão, políticas monetárias verossímeis e estabilizadoras serão o foco principal. Outro ponto sugestionado por ela é que haverá colaboração e pacto com o atual modelo econômico do governo.

Martin deixou de ser presidente do BC dos hermanos devido a um relatório feito por uma comissão legislativa sobre seu desempenho negativo. Mas, para os que não conhecem Mercedes, antes de assumir o importante cargo, era presidente do Banco Nación, a instituição mais notável da Argentina.

Cristina afirma que a nomeou devido ao bom desempenho dela na liderança do BN. Interesses há, pois o discurso de ambas é bem parecido, tanto que a presidente do Banco Nación ressalta que a tranquila política no mercado de câmbios será mantida, afinal, a Argentina não possui condições de mudanças emblemáticas no atual momento.

Artigo baseado em informações do Portal de Economia UOL.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma parcela da dívida pública do governo de Cristina Kirchner, presidente da Argentina, deverá ser paga com aproximadamente US$ 6,5 bilhões das reservas do Banco Central, relevou a líder do país. Isso ocasionou um grande entrave entre o governo, o próprio BC, a oposição e a Justiça da nação.

A decisão será feita pelo Congresso argentino em 3 de março, ocasião na qual, segundo a Agência Estado, diversos governadores do país vizinho pretendem pressionar seus parlamentares para que votem em favor da decisão. Por outro lado, alguns desses políticos querem adiantamento monetário para projetos em regiões de seus “domínios”.

Martin Redrado, presidente do Banco Central da Argentina, rejeitou em primeira instância a idéia de utilização das reservas para tal fim. Por causa disso, a autoridade renunciou ao cargo na semana passada e, mesmo assim, afirmou que se isso ocorrer, se a medida for adotada na Argentina, o bolso de cada cidadão do país poderá ser prejudicado.

Leia a reportagem da AE aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Agora é fato: Brasil e Argentina não duelam somente dentro das quatro linhas que margeiam campos de futebol. O governo brasileiro passou a exigir licenças de importação para algumas autopeças originadas dos nossos vizinhos. Na prática, conforme veiculado pela Agência Estado, isso significa barrar a entrada do setor automotivo nas terras tupiniquins.

O segmento automotivo, que concebe 40% do comércio entre as duas nações, é algo muito delicado. Na lista elaborada pelo Brasil, há partes de aparelhos de ar condicionado, baterias e partes de dispositivos elétricos de ignição, caixas de marchas e filtros de óleo e de motores.

De acordo com mais algumas informações, o Brasil começou a aumentar a lista de mercadorias vindas da Argentina e sujeitas a barreiras. Isto provoca, pois, uma fila de veículos de carga na fronteiras entre os dois países. A relação de produtos começou a ser lançada a partir de 15 de outubro, com produtos como vinho, frutas e farinha de trigo.

É esperado, pois, que isso não aumente a rivalidade entre ambas as nações, pois, se isso acontecer, não sobrará jogadores para compor o plantel de cada equipe em seus clássicos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Não é somente no futebol que se nota a rivalidade entre Argentina e Brasil. A presidente Cristina Kirchner avaliou de forma inadmissível a decisão do governo de Luiz Inácio Lula da Silva em requerer licenças consideradas não automáticas para a importação de maçãs, alho, farinha de trigo, peras etc., todos perecíveis.

O embaixador Alfredo Chiaradia, secretário daquele país em Relações Econômicas Internacionais, solicitou ao embaixador brasileiro, Mauro Vieira, a liberação das quatro centenas de caminhões repletos de produtos frescos, barrados, então, na fronteira brasileira.

Comparada à represália argentina em relação a algumas mercadorias de nossas terras tupiniquins, o governo vizinho afirmou que essa é uma medida retaliativa desproporcional, pois a iniciativa dos hermanos não inclui produtos frescos. Portanto, segundo um funcionário argentino, a falta de um aviso prévio para barrar a entrada de mercadorias perecíveis no Brasil é descomunal. Afinal, tais produtos não podem regressar à Argentina.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com um investimento que promete chegar à casa de 1,6 bilhão de dólares, a petrolífera de origem espanhola Repsol-YPF afirmou que destinará inúmeros projetos para a exportação de gás natural à Argentina providos, então, da Bolívia durante os próximos cinco anos.

O investimento, que será feito no país liderado pelo presidente Evo Morales, promete alavancar o setor naquela nação, pois, segundo Carlos Villegas, presidente da estatal boliviana YPFB, a própria Repsol-YPF reconheceu que pouco investiu na Bolívia.

O anúncio, de qualquer maneira, que tem por fim selar e fazer cumprir tal intento, será executado no início de outubro, ocasião em que os executivos da Repsol estarão na Bolívia.


Em decorrência da grave crise econômica ocorrida em 2002, o governo argentino, que congelou as tarifas de luz e gás por sete anos, agora retoma reajustes a partir desse mês. Esse acerto na economia pode representar um aumento de até 300% nas taxas públicas.

A tentativa de reajuste já foi recebida com protestos no mês de julho, quando o governo autorizou os aumentos sem aviso prévio. Devido a pressão pública e da oposição, a medida foi adiada para setembro.

O analista Mariano Lanothe afirma que o reajuste é necessário. Segundo ele, o congelamento segurou os preços de luz e gás muito abaixo do valor referente em outros países. A diferença pode ser sentida ao comparar com o custo que os consumidores têm em São Paulo. Os paulistanos pagam R$ 0,26 por kw/h, enquanto que os argentinos pagam o equivalente a R$ 0,05.





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