A Telefônica pretende lançar uma oferta pública de suas ações na América Latina com o objetivo de enviar uma mensagem sobre o valor do seu negócio para o mercado financeiro.

Com isso, deve ser lançado cerca de 15% das ações pertencentes à Telefônica América Latina com um valor global de 40 bilhões de euros.

A partir desta ação, a empresa de telefonia pretende reduzir o seu montante de dívida líquida para aproximadamente 50 bilhões de euros a partir de negócios como a venda de ações na América Latina bem como pela concretização da venda de sua participação na China Unicom e de parte da Telefônica na Alemanha.

Deste modo, a Telefônica pretende mostrar que possui liquidez em suas contas bem como responder à desvalorização da empresa frente aos mercados europeus.

Além disso, a empresa está investindo na transição de negócios tradicionais para seu correspondente digital por meio da Telefônica Digital.

Para a concretização da oferta de ações da Telefônica América Latina será preciso agora a autorização do conselho de administração da empresa.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


A China continua a expansão de seus negócios no mundo e agora estreitou seus laços econômicos com a Venezuela.

Isso porque foram assinados neste dia 01 de dezembro de 2012 acordos de cooperação entre estes países para a realização de projetos na área petrolífera e elétrica.

Segundo no Ministro do Petróleo da Venezuela Rafael Ramírez haverá o desenvolvimento dos campos de petróleo existentes, a criação de novas áreas para prospecção além da geração de 900 megawatts de energia elétrica.

Por Ana Camila Neves Morais


Desde o início de seu governo, Dilma Roussef buscou aumentar os relacionamentos com países europeus, com a China e os Estados Unidos.

Nesta política internacional, o Brasil deixou de lado a América Latina e o reflexo disso já é sentido, pois as exportações do Brasil para países latinos diminuíram até outubro de 2012 em 11,3%.

Além disso, os investimentos do país na América Latina tiveram uma redução de 34% causando, com isso, um menor volume de negócios na região o que, de certa forma, está atrapalhando as tentativas de manter o crescimento da economia no Brasil.

Desta forma está ocorrendo uma perda do valor político e econômico do Brasil na região da América Latina que causa desconfiança dos outros países e diminuição em seu papel de liderança local.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A China vai mudar o seu modelo de desenvolvimento para reverter a diminuição no crescimento econômico que o país está vivenciando.

Deste modo, a China irá diminuir o ritmo de exportações e estimular mais o consumo interno. Esta situação será muito boa para a América Latina que poderá vender mais para o país asiático melhorando seus investimentos e equilibrando a sua troca comercial.

Isto irá gerar um maior volume de exportações da América Latina para a China de produtos com um maior valor agregado ao mesmo tempo em que pode diminuir a demanda por matérias-primas se a China reduzir o desenvolvimento das indústrias estatais.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


Depois de superados os principais efeitos da crise econômica global, os países emergentes passaram a ser o centro das atenções, situação diferente de anos atrás, quando as nações desenvolvidas exerciam papéis cada vez mais influentes. A América Latina, que tem o Brasil como integrante, continua com seu clima econômico estável.

Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV) em sociedade com o Instituto Ifo, da Alemanha, o Índice de Clima Econômico da América Latina chegou a 5,8 pontos em janeiro deste ano, similar, portanto, ao índice relacionado no último levantamento de outubro de 2010.

A FGV distingue que o Índice da Situação Atual do continente latinoamericano cresceu 0,1% enquanto o Índice de Expectativa recuou de para 5,7 pontos.

Mais abrangente, o ISA mundial cresceu para 5,5 pontos no mês janeiro. O IE global, por sua vez, saltou 0,5 ponto, para 6,3 pontos no mês.

Após muito patinar, a economia norte-americana mostrou grande progresso em sua recuperação ao ter a si o ISA avançando para 4,8 pontos no mês passado, contra 2,9 pontos de outubro de 2010, assim como o IE, que foi para 7,9 pontos.

Será que os Estados Unidos finalmente poderão ilustrar ao mundo que seus piores dias econômicos estão passando? Terá Barack Obama conseguido, mesmo que inicialmente, por a nação nos trilhos?

Por Luiz Felipe T. Erdei


Antipático na visão de várias pessoas, o presidente venezuelano Hugo Chávez acredita que a cúpula do G20 (grupo das 20 maiores economias globais) não será viável para os países situados na América Latina sob a justificativa de que a situação não muda (guerra cambial) por ferir interesses dos países mais ricos, embora não tenha feito qualquer menção nessas mesmas palavras.

A concepção de Chávez não é a mesma dos empresários latinos. Para Eduardo Elsztain, presidente do Banco Hipotecário da Argentina, a América Latina atravessa um ciclo bastante positivo, com boas perspectivas para o futuro da região. Para ele de acordo com o portal de notícias G1, a demanda é sustentável e permitirá, entre outras questões, aumento nas exportações e fluxo de capital em convergência a mercados com boas performances.

Para Alejandro Ramírez Magana, diretor-geral do grupo mexicano Cinépolis, o ano que vem apresentará maior crescimento proveniente do México e de outras nações que agregam investimentos de seu país, como é o caso de Brasil, Colômbia e Peru.

Apesar de toda essa euforia, otimismo, Ramírez Magana entende que a guerra cambial poderá sujeitar maior prazo para a realização de investimentos até que a situação atual ingresse num estágio de normalidade. Caso elucidativo é o do Brasil, que teve sua moeda desvalorizada em 35% perante o dólar desde o início do ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com a vitória de Dilma Rousseff (PT) no segundo turno das eleições presidenciais 2010 – tornando-se, portanto, a primeira mulher presidente do Brasil  –, autoridades, políticos, empresários e a própria população já estão cientes de que a sua escolha deveu-se à possibilidade de continuidade das políticas adotadas nos quase oito anos pela gestão de Luiz Inácio Lula da Silva.

Embora alguns meios de comunicação avaliassem o candidato tucano (José Serra) como o mais eficaz em alguns pontos, o sentimento de nova mudança pode ter afastado a tendência de alternância de ideologias e ideais, do PT para o PSDB. As empresas, por sua vez, continuam a sentir ambiente propício para investimentos, mesmo com a desvalorização do dólar perante o real.

A fabricante italiana de pneus Pirelli anunciou recentemente que investirá US$ 300 milhões para expandir a capacidade de suas cinco unidades situadas no país pelos próximos três anos. De acordo com a empresa, a aplicação financeira engloba a expansão de sua produção destinada a carros de passeio, ônibus e caminhões em 30%, além de outros 20% para o setor de agronegócios.

O intento envolve um plano de investimentos da ordem de US$ 600 milhões prognosticados para todo o continente latinoamericano. México, outro exemplo importante, receberá US$ 210 milhões para a edificação de uma nova fábrica da Pirelli.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Folha UOL


Como pedra lançada na água, a medida de incentivo anunciada pelo Banco Central dos Estados Unidos (Federal Reserve) começou a repercutir horas depois. Formuladores de políticas das maiores economias da Ásia e da América Latina afirmaram a intenção de conceber novas iniciativas para debelar os fluxos de capital, algo que ilustra com exatidão tamanha insatisfação com a ação.

Para Xia Bin, assessor do Banco Central da China, enquanto o mundo não desempenhar cerceamento à emissão de moedas de reservas como o dólar, um novo colapso financeiro torna-se bem próximo. Welder Barral, secretário de Comércio Exterior do Brasil, pondera que o movimento do Federal Reserve pode suscitar represálias.

Outras entidades e políticos também manifestaram suas opiniões, como é o caso de Korn Chatikavanij, ministro das Finanças da Tailândia. Segundo ele em reportagem enunciada pela agência de notícias Reuters, o presidente do Banco Central tailandês confirmou debates com BCs de nações vizinhas no intuito de conferir medidas para a contenção de um provável movimento de capital especulativo na região.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A palavra da ordem no Brasil parece ser investimentos. Ao longo dos últimos meses, várias foram as aplicações financeiras e expansões de empresas nacionais e estrangeiras. A mais nova a atuar relativamente igual é a CSN, que planeja dispensar US$ 2 bilhões para edificar três fábricas de cimento no país e em outras nações latinoamericanas pelos próximos três anos.

Benjamin Steinbruch, presidente-executivo da companhia, afirma que o Brasil será o primeiro a receber investimentos por meio de quase metade do valor acima citado. A intenção da CSN é conferir capacidade produtiva no país de 10 milhões de toneladas de cimento anuais, além focar Colômbia, bem como Argentina, Paraguai ou Uruguai.

Conforme menção emitida pela agência de notícias Reuters, a empresa ingressou no mercado de cimento no ano passado com a abertura de uma unidade em seu complexo siderúrgico situado no Rio de Janeiro. Steinbruch revela que a fábrica produzirá aproximadamente 250 mil toneladas da mercadoria mensais até o final de 2010.

Ampliando o horizonte para além do Brasil, o executivo afirma que a CSN procura, nos dias atuais, possíveis aquisições no segmento siderúrgico da América Latina, mas apenas seguirá adiante se topar com uma boa oportunidade.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os países desenvolvidos têm enfrentado dificuldades para lidar com o atual momento econômico mundial. As nações emergentes, na contramão, mostram maior eficiência em alguns conjuntos de análise, denotando, portanto, preocupação de superaquecimento e perda de competitividade no âmbito externo.

Avaliação emitida na quarta-feira passada, 6 de outubro, pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) indica que o bloco latinoamericano precisa assumir mais medidas para enfrentar o aumento dos ingressos de dólar. No mesmo relatório divulgado pelo órgão, a estimativa de crescimento brasileiro voltou a subir, desta vez para 7,5%, similar ao diagnosticado por outras autoridades do Brasil.

O FMI pondera que os recentes controles de capital ostentados em muitas nações da América Latina podem ter contribuído para modificar a composição, porém não o volume dos dólares ingressantes na economia. De acordo com a agência de notícias Reuters, a possível utilização desses domínios deve ser lidado por meio de outras medidas, tais como a ininterrupção da flexibilidade cambial para desencorajar fluxos especulativos, monitoração do setor de finanças e a solidificação fiscal.

A América Latina, na visão do FMI, deverá crescer 5,7% em 2010 e outros 4% em 2011, com destaque ao Brasil e a Argentina, o segundo, que deverá também apresentar avanço de 7,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A nova geografia econômica mundial, segundo alguns especialistas, poderá mudar nos próximos anos. Após a crise financeira global do biênio 2008 e 2009, parte dos países desenvolvidos custa em restabelecer suas atividades e índices de grande incômodo, tais como desemprego. As nações emergentes, no sentido inverso, parecem ter conseguido lidar bem com o colapso, caso como este o Brasil.

A Caterpillar, empresa especializada na composição de maquinário a agricultura e construção civil, anunciou recentemente que a comercialização de suas máquinas cresceu 37% entre junho e agosto deste ano em comparação ao período similar de 2009. A América Latina, admite a companhia, é o grande destaque, pois representou ampliação de 57% nas vendas.

Aproveitando o ensejo mesmo sem os detalhes anteriormente descritos em mãos, o grupo asseverou que Campo Largo, no Paraná, receberá sua segunda fábrica dentro do país, unidade que será responsável pela confecção de carregadeiras e retroescavadeiras, com estimativa de início das atividades no segundo semestre do ano que vem.

Os dados obtidos no bloco latinoamericano foram bem altos ante às vendas contabilizadas na América do Norte, que aumentaram 40% entre junho e agosto de 2010 e o período análogo de 2009. Na região oriental asiática o avanço foi de 32%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Folha UOL


Quando o tema é crescimento econômico, certamente a China aparece como um dos países mais passíveis de menção. Integrante do denominado BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), a nação asiática atua fortemente no Brasil, afirmação espelhada por meio de vários produtos do outro continente, tais como aparelhos eletroeletrônicos, brinquedos e outros mais.

A expansão acentuada da economia chinesa, nos últimos tempos, favorece as nações latinoamericanas, tanto que as classificações futuras de risco da região começam a ser elevadas. De acordo com registro da agência de classificação Moody’s, as importações de matérias-primas provenientes da China, na última década, deverão aumentar anualmente em aproximados 20% – talvez até mais.

A avaliação, que classifica a aptidão de um país ou uma empresa em honrar suas dívidas e compromissos financeiros, bem como o não cumprimento deles, é denominado rating, ou nota de risco, segundo o portal R7. Portanto, conforme já diagnosticado no inicio desta semana, o Brasil tanto sofre boa influência da China como exerce o mesmo a outras nações da América Latina no concernente à abertura de mercado.

Portanto, quando a nota é emitida positiva ou negativamente, investidores se atentam para o caso de terem o interesse em aplicar dinheiro em determinado país ou empresa, pois a situação lhe confere mais segurança.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Brasil poderá surtir positivamente ao longo dos próximos anos para os países latinoamericanos, segundo estudo emitido pela agência Moody’s. Em alguns casos, observado por acadêmicos até como uma espécie de Estados Unidos da região, a nação brasileira tem elevado mês a mês as projeções do Produto Interno Bruto (PIB) a 2010.

Num âmbito mais geral, elucidado pela Conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad), o PIB da América Latina crescerá cerca de 5% neste ano, e em alguns países mais específicos o índice tende a superar 6%. Ao Caribe e América Central, porém, a estimativa de desenvolvimento é mais moderada.

Reportagem divulgada pelo portal Economia Terra abaliza que essas estimativas tiveram como parcial ponto de “apoio” a reorientação das políticas macroeconômicas adotadas radicalmente pelo bloco latinoamericano após a crise financeira asiática, ocorrida no final da década de 1990, e a crise da dívida da Argentina, entre 2001 e 2002. A partir desses fatos, os governos situados na América Latida abraçaram políticas monetárias mais ajustadas e políticas de taxas de câmbio norteadas para a manutenção da concorrência global.

Pelo estudo da Unctad, as medidas características voltadas ao mercado de trabalho foram consideráveis, entre elas incremento remuneratório sobre o salário mínimo e a reativação de órgãos responsáveis por negociar interesses coletivos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Num mundo mutável em relação a diversos temas – casamento entre pessoas do mesmo sexo, consideração do aborto por políticos como algo a ser vislumbrado num futuro, etc – são interessantes ao desenvolvimento sociocultural de todo o planeta, embora cada cultura cultue diferente ponto de vista sobre cada mote.

Um caso bem empregado a esta introdução tem por base estudo exprimido na última segunda-feira, 13 de setembro, pelo Banco Mundial. Trata-se da dependência das nações latinoamericanas em relação às exportações de commodities agrícolas e minerais. Pelo que consta no levantamento, essa situação já não é considerada mais uma maldição, como muitos abalizavam.

Por quê?

Segundo o Banco Mundial em matéria divulgada pelo Estadão, há três décadas a alta sujeição das economias desse bloco no quesito exportação de matérias-primas era visualizada como um obstáculo ao desenvolvimento, de acordo com economistas, pois tais produtos possuem baixo valor anexo.

Para o relatório, muitas das atuais nações com elevada renda por cabeça também foram condicionadas às commodities, porém, parecem ter feito bom uso desse recurso para obterem o almejado desenvolvimento.

O Brasil, porém, parece ter perdido um pouco desse apreço entre 1960 e 1990, segundo dados obtidos no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Em 1970, por exemplo, produtos básicos concebiam quase 75% do total das exportações do país, mas em 2000 esse mesmo índice arrefeceu para simplórios 23%.

Um novo fôlego, por outro lado, começou a ser observado na última década, pois a exportação das commodities saltou para quase 37% do total.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Comparações à parte dentro do mesmo grupo econômico, Brasil e China se distinguem tanto no número de habitantes e sistema de transporte mais utilizado como, também, pelo crescimento de suas economias, importantes cada qual, é claro, em relação ao atual ambiente e projeções futuras.

Ao afirmar que o Brasil não é, claramente, a China do continente latinoamericano, a agência de classificação de risco Moody’s afirma que se por acaso a economia tupiniquim continuar apresentando crescimento em ritmo veloz, os ratings soberanos de outras nações situadas na região poderão sofrer, num médio prazo, impacto positivo.

Em reportagem enunciada pela agência de notícias Reuters, a Moody’s atesta que o crescimento do Brasil impulsiona o interstício de comércio na América Latina, que há duas décadas já elevou o Produto Interno Bruto (PIB) em aproximadamente 40%. Somente entre 2006 e 2009, avalia Sergio Valderrama, analista da agência, a economia conseguiu elevação em 55%, porém bem abaixo dos 110% representados pela Ásia.

Para Valderrama, os impactos diretos exercidos pela nação brasileira para com seus vizinhos cerceiam troca mais ampla de bens e serviços. Indiretamente, avalia, o desempenho abarca o fato de o país conceber um modelo de políticas econômicas conceituadas boas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Políticos de grande peso da atual economia brasileira, entre eles Guido Mantega, ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, e o próprio Luiz Inácio Lula da Silva, líder do Brasil, acreditam que os reflexos da crise europeia não serão sentidos amplamente por aqui, talvez nas exportações, uma vez que a Europa é grande consumidora de vários produtos do país.

Na contramão do discurso parafraseado entre um e outro, o Banco Mundial (BM) advertiu que o entrave europeu surtirá efeito impactante na América Latina – e consequentemente no Brasil, claro! – caso algum dos países com maior endividamento (Espanha, Grécia, Irlanda, Itália e Portugal) alegue descumprimento de pagamentos.

Conforme atestado durante reportagem do portal mercado UOL, a recuperação econômica global continua em andamento, mas o problema europeu impôs novas barreiras a um crescimento sustentável. Como exemplificação, o estudo levantado pelo Banco Mundial lembra que algumas instituições financeiras vigentes no Chile, México e Peru provém da Espanha.

Além desse fato, inquietante aos empresários e políticos brasileiros, mais de 10% dos investimentos diretos no país, durante o ano passado, tiveram origem em Espanha e Portugal.

Fonte UOL

Por Luiz Felipe T. Erdei


A América Latina, com alguns países se destacando mais em relação a outros, consegue, aos poucos, obter números econômicos e financeiros inalcançáveis para países desenvolvidos (por enquanto), tais como europeus e, em especial, os Estados Unidos. Devido ao crescimento, o Banco Mundial relata que a aceleração é rápida o suficiente para gerar superaquecimento e bolhas de ativos.

Pamela Cox, vice-presidente da entidade (Bird) para América Latina e Caribe, avalia que a situação de aquecimento acelerado ocorre em nações com situações semelhantes às decorrentes, atualmente, na Argentina e no Brasil. Futuramente, acredita, Peru e México poderão passar por situação idêntica.

Em reportagem veiculada pelo portal de notícias G1, Pamela indica que é necessário observar uma possível bolha nos mercados imobiliários e acionários do país liderado por Luiz Inácio Lula da Silva, principalmente porque a taxa cambial apresenta-se bem forte, com grande fluxo de capitais direcionados ao país.

A entidade pondera que a América Latina deverá obter desenvolvimento econômico em 4% e o Brasil, em específico, Produto Interno Bruto (PIB) com percentual de 5% ainda neste ano.

Leia mais no G1.

Por Luiz Felipe Erdei


Noticiado desde a semana passada, a União Europeia espera finalizar acordos comerciais com diversos países latinoamericanos nos próximos dias. Anteriormente, a cúpula dos chefes de Estado de cada local não chegava a um consenso definitivo devido à possível participação de Porfírio Lobo, presidente de Honduras, tido pelos países do bloco como ilegítimo em virtude do golpe ocorrido contra Manuel Zelaya, no ano passado.

Apesar desse pequeno entrave em relação à autoridade hondurenha, Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, e Cristina Kirchner, líder da Argentina, deverão marcar presença no encontro. Hugo Chávez, porém, afirmou, sem motivos explícitos, sua não participação.

Informações lançadas pelo portal de notícias G1 indicam que a União Europeia deverá focar uma linha de crédito de 225 milhões de euros à América Latina, como maneira de elevar investimentos no bloco.

Desde 2004 as relações comerciais entre a UE e o Mercado Comum do Sul (Mercosul) foram interrompidas, sob a justificativa, por parte do continente sulista, de que as ofertas de acesso ao mercado agricultor eram pouco rentáveis.

Conheça mais informações no G1.

Por Luiz Felipe Erdei


O ambiente favorável vivido pela América Latina, em especial o Brasil, foi avaliado pelo jornal de origem britânica Financial Times como uma fanfarronice. O veículo de comunicação relata que a situação econômica da região, bem como a nação liderada por Luiz Inácio Lula da Silva, indica perigo, pois as quedas mais bruscas em qualquer país acontecem justamente quando está bem visto entre o mundo e comemora com veemência os resultados abiscoitados.

O jornal relata que o bom momento vivido pelo bloco latino-americano teve o fator sorte como apoio, principalmente porque as crises anteriores fizeram os países da região se voltar ao mercado interno ao invés de se exporem aos empréstimos do tipo subprime, os mesmos que prejudicaram as nações economicamente mais avançadas.

Reportagem do portal Terra, que espelhou as palavras do jornal britânico, veicula que a demanda por commodities asiáticas foram as responsáveis por elevar a situação de desenvolvimento da América Latina, ao mesmo instante em que as nações mais ricas do planeta sofriam com a crise financeira global.

O Financial Times, por fim, indica aos países vigentes no bloco cuidado com a supervalorização do câmbio. Além disso, obras de infraestrutura a longo prazo são outras iniciativas necessárias para o próprio futuro da América Latina.

Leia mais aqui.

Por: Luiz Felipe Erdei


A América Latina é um dos continentes que a imprensa internacional mais tem focado previsões otimistas em relação a crescimento e perspectivas futuras na esfera econômica. Um relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) julga que o bloco latino-americano e o Caribe se recuperaram da crise mais rapidamente do que se podia imaginar, tanto que a região pode finalizar o ano com desenvolvimento de 4%. Entretanto, avalia a entidade, entre um país e outro há contrastes substanciais.

Entre os principais fatores mencionados pelo instituto em relação ao crescimento estão a melhoria das condições financeiras externas à América Latina e o consumo privado de sua população. Segundo o FMI, as características vigentes na região poderão ajudar os países exportadores que traçam comércio no local a obterem ganhos robustos.

Segundo o portal dinheiro do Folha UOL, apesar das nações desenvolvidas apresentarem fragilidade econômica e serem dependentes de incentivos, acabam por estimular os preços de comercialização das matérias-primas, que tendem a beneficiar o continente Latino-Americano.

Leia mais dados sobre o tema e informações de políticas macroeconômicas aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um estudo indicativo feito em parceria entre a Empresa chilena de Inteligência de Negócios e o Centro de Pensamento colombiano em Estratégias Competitivas (Cepec) sobre quais cidades latino-americanas são as mais atrativas para se investir indicou São Paulo como a principal. As metrópoles do Rio de Janeiro, Santiago, Cidade do México, Bogotá e Buenos Aires são outras que merecem destaque, segundo o estudo.

A pesquisa assinala que São Paulo é a cidade que aglomera condições interessantes para investimentos na região, decido ao bom clima para investidores, seu tamanho de mercado e, também, seu concreto panorama proporcionado a empresários.

Segundo o portal de notícias Terra, 48 cidades latino-americanas fizeram parte do levantamento, executado no ano passado, que contemplou desempenho e atributos, tanto em âmbito regional como nacional. Além disso, o Produto Interno Bruto (PIB) de cada local, bem como sua reputação, presença de empresas estrangeiras, número de habitantes e mais outras características foram levados em consideração.

Saiba mais diretamente no Terra.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um fato indiscutível diz respeito ao bom andamento vivido pelos países da América Latina após o período denominado pós-crise. O Brasil, inclusive, tem angariado bons resultados em relação a nações mais desenvolvidas, tanto que o real apresenta sobrevalorização em relação a moedas como o dólar e o euro.

Augusto de la Torre, economista-chefe do Banco Mundial para a América Latina, avalia que a ligação desse bloco com a China foi um dos pontos-chave para o sucesso da recuperação de cada um, muito além do que especialistas imaginavam. Há uma década, para ele, a presença chinesa era pouco notada; hoje, faz-se presente de maneira ampla.

O país liderado por Luiz Inácio Lula da Silva é aquele que melhor representa o bom momento da América Latina, tanto que o Banco Mundial acredita em crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 5,5% para a nação.

Para de la Torre, que teve discurso mencionado pelo portal de economia Terra, o país asiático conseguiu suprir a presença que os Estados Unidos sempre exerceram no âmbito comercial em relação a nações como Brasil e Peru.

Leia mais diretamente no Terra.

Por: Luiz Felipe Erdei


Com base nos recentes dados sobre a economia européia e, em especial, a norte-americana, Dominique Strauss-Kahn, diretor-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), teceu comentários positivos em relação ao bloco latino-americano e ao continente africano, que muito fizeram, segundo ele, para amortecer o impacto da crise econômica global e superá-la.

Em discurso proferido no dia 29 de março, segunda-feira, Strauss-Kahn relatou que a América Latina é um local onde sempre se constatou inúmeros problemas, mas que na crise iniciada em 2008, as instituições bancárias estavam bem protegidas, tanto que não sofreram os mesmo encalços percebidos em outros lugares do planeta.

Além desses bons comentários, o diretor-geral do FMI avalia que, diferentemente do que se possa supor, os dois blocos aludidos anteriormente foram, sim, atingidos pela crise financeira, mas que a recuperação atual é bem rápida.

No caso brasileiro, em específico, é possível avaliar positivamente as medidas rápidas e eficazes adotadas pelo governo, pelo menos aos petistas e simpatizantes do PT (pois a oposição sempre terá algo a falar). Além disso, as retiradas de cada subsídio acontecem gradualmente, de modo a não permitir que o país sofra a tão temida bolha-econômica. Uma lição ao mundo!

Por Luiz Felipe T. Erdei


Levantamento da consultoria Economatica aponta que a estatal brasileira apresentou, no segundo semestre de 2009, o maior lucro entre as empresas da América Latina com ações negociadas em bolsa. Se as empresas norte-americanas forem incluídas no ranking, a Petrobrás é a única empresa brasileira a aparecer entre os 10 maiores lucros, só ficando atrás do Citigroup se consideradas as empresas financeiras.

O valor registrado de abril a junho, US$3,96 bilhões é mais que o dobro do atingido pela segunda colocada no ranking, US$ 1,7 bilhão da mexicana América Movil, durante o mesmo período. Também se destacaram os bancos: Itaú Unibanco com US$1,3 bilhão, Banco do Brasil, com US$1,2 bilhão e Bradesco com US$ 1,17 bilhão.


Ao fazer uma análise sobre a crise política em Honduras, o jornal cubano Granma adjetivou o presidente americano Barack Obama de “continuador” da política intervencionista praticada pelo governo George W. Bush.

O jornal reconhece que Obama inicialmente acenava um distanciamento da política de Bush para com os países latinos, mas ultimamente vêm mostrando fortes sinais do contrário. “O golpe de Estado em Honduras confirma isso. Washington manteve uma via dupla que, na prática, serve para os golpistas ganharem tempo, sobretudo para reprimir e tentar dobrar a resistência das organizações populares”, argumenta o jornal.

Segundo o jornal, os dois atacam a Aliança Bolivariana para as Américas (Alba), formada pela Venezuela, Nicarágua, Honduras, Bolívia, Cuba, Equador e ilhas do Caribe. O Granma lembrou ainda que, após o golpe em Honduras, Hillary Clinton, secretária de Estado, concedeu uma entrevista ao canal venezuelano Globovisión, orgulhosa de sua “ativa participação no golpe de Estado em abril de 2002 e na greve petroleira contra o presidente Chávez”.





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