O setor imobiliário tem vivenciado um período de extremo crescimento que aumenta a cada dia que passa. Agora a elevação nos valores está sendo vivenciada nas locações de imóveis residenciais na cidade de São Paulo que estão com valores até 14% mais altos do que os praticados neste mesmo período em 2011.

Este dado foi proveniente de uma pesquisa realizada pela Lello Imóveis, empresa do ramo imobiliário com escritórios presentes em 12 regiões diferentes da cidade de São Paulo, que obteve um valor médio de aluguel de R$2.000,00 por mês.

Estes imóveis possuem uma distribuição de aluguel de acordo com o seu tamanho na seguinte proporção: com um dormitório (18%), com dois dormitórios (59%) e acima de três dormitórios (23%); além disso, apesar do preço elevado, os imóveis ficam em média de 30 a 60 dias em espera até a sua efetiva locação.

Apesar da situação de elevação dos valores no aluguel, Roseli Hernandes – diretora comercial da Lello Imóveis – afirma que os interessados em alugar imóvel têm grandes quantidades vagas devido ao número crescente de lançamentos imobiliários que são criados na capital paulista.

Além disso, o mercado de locação de imóveis residenciais deve continuar aquecido nos próximos meses mantendo este patamar de valores que podem até ser elevados no ano de 2013.

Por Ana Camila Neves Morais


Quem precisou alugar um imóvel em São Paulo em Agosto, gerando um contrato novo de locação, teve que fechá-lo com um aumento em média de 1,3% se comparado com o mês de Julho. Foi este o aumento dos valores de contratos novos registrados em São Paulo no mês passado conforme divulgado pelo SECOVI-SP (Sindicato da Habitação) no último dia 20 de Setembro representando o segundo maior índice de aumento mensal do ano, ficando atrás apenas do índice do mês de Abril, que teve um aumento de 1,7%.

Em grande parte, segundo os diretores do SECOVI-SP, este aumento deveu-se a pouca oferta de imóveis para locação aliada a uma alta da procura no período, o que fez com que os valores cobrados subissem apertando ainda mais quem necessitou alugar um imóvel. Ainda mais se for levado em consideração que para os contratos já em vigor o IGP-M, índice geral de preços – mercado, que calcula o valor dos reajustes também vem apresentando aceleração nos últimos meses, assim como já apresentou alta na primeira prévia do mês de Setembro. Resumindo: está caro tanto contratar um novo aluguel, quanto pagar os reajustes daqueles contratos já assinados há um ano.

No acumulado dos aumentos nos últimos doze meses a alta dos valores dos contratos novos na capital paulista fechou em 11,4%. O IGP-M no mesmo período subiu 5,79%, valores acima da meta oficial do governo para a inflação oficial.

Por Mauro Câmara

Fonte: G1


Para quem tem reajuste de aluguel determinado pelo IGP-M (Índice geral de Preços – Mercado) do mês de Agosto uma notícia não muito boa. Segundo a FGV (Fundação Getúlio Vargas) divulgou o IGP-M do mês teve aumento de 0,77%. Este índice é o maior para o mês de Agosto desde 2007, quando a taxa ficou em 0,98%. Em comparação com o mês de Julho o salto foi bem maior que a taxa daquele mês, onde houve uma apuração de aumento de 0,15%.

Conforme matéria do site IG o que mais impulsionou o índice para cima foi o aumento do minério de ferro no atacado, que de Julho para Agosto aumentou de 2,48% para 15,08%. Já o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) registrou uma variação de 0,22%. Em Julho o índice apurado foi de 0,62%.

O cálculo do IGP-M é feito com os preços coletados no período compreendido entre o dia 21 do mês anterior e o dia 20 do mês de referência, e sua taxa acumulada é utilizada para calcular o reajuste dos valores dos aluguéis. Em 2010 este índice já atingiu uma alta de 6,66% e no percentual dos últimos doze meses a alta é de 6,99%. Uma taxa bem elevada, mas uma boa negociação direta do reajuste sempre pode ser tentada em busca de um valor que possa ser bom tanto para o inquilino quanto para o proprietário. A negociação sempre é um bom caminho.

Por Mauro Câmara


Nesta segunda-feira, 09 de agosto de 2010, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou a primeira prévia do mês de agosto deste ano do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), utilizado para reajuste dos valores de aluguéis de imóveis.

Neste período, o valor sofreu alta de 0,42%, sendo que no mesmo período do mês anterior a taxa registrada foi de 0,14%. Nos últimos doze meses, o IGP-M teve alta de 6,62%.

A maior parte deste índice é representada pelo IPA (Índice de Preços ao Atacado), que teve uma taxa de 0,75% na primeira prévia de agosto, sendo que no mesmo período de julho o valor ficou em 0,19%. Este aumento teve influência da elevação no preço das matérias-primas.

Por Elizabeth Preático

Fontes: G1, O Estadão, O Globo


De acordo com o Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), o número de aluguéis contratados para imóveis usados no estado aumentou no mês de maio deste ano em 14,26% em relação ao mês anterior.

No total foram quatro mil e cinquenta e quatro novos contratos firmados em maio deste ano, com um resultado positivo tanto na capital paulista, quanto no interior, litoral e na Grande São Paulo. Com relação à preferência da população, as casas tiveram mais procura do que os apartamentos, atingindo 57,84%.

Os aluguéis firmados no interior, bem como em Osasco, Guarulhos e no Grande ABC foram em sua maioria de valores até R$600,00. Já no litoral e na capital paulista, a maior parte dos valores dos aluguéis ficou na faixa de até R$800,00.

Por Elizabeth Preático

Fonte: R7


De acordo com pesquisa realizada pelo Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), foi verificado que o mês de junho de 2010 apresentou um aumento de 11% nos preços dos aluguéis em São Paulo, em relação ao mesmo mês do ano anterior.

A pesquisa que avalia os aluguéis mensais tanto de apartamentos quanto de casas residenciais foi divulgada nesta terça-feira, 20 de julho de 2010. A pesquisa avaliou ainda que o índice de velocidade de locação (IVL), que verifica o tempo em dias em que o imóvel fica vago até ser locado, foi menor quando se tratava de casas e sobrados, com média de 11 e 27 dias. Já os apartamentos tiveram um tempo maior de locação, avaliado entre 17 e 35 dias.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Abril, O Estadão





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