Mercado ainda é pouco explorado no país, mas vem crescendo ano a ano.

A Inseminação Artificial em bovinos é um mercado em expansão no País, mesmo com crise econômica. Por exemplo, entre os anos de 2009 e 2014, o segmento teve um crescimento em torno de 59% para gado de corte e 34% para gado de leite. De acordo com a Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Sabia), em 2014 foram comercializadas 13,6 milhões de doses de sêmen no Brasil. Tudo isto indica que o segmento tem um bom potencial para o crescimento, sendo que cerca de apenas 11% das vacas do País são inseminadas.

Entretanto, o mercado tem baixa adesão devido à falta do conhecimento da tecnologia, que precisa ser divulgada e ampliada, uma vez que o segmento vai proporcionar produtividade, resultado e profissionalização aos que atuam no setor agropecuário do Brasil. Além disso, a inseminação artificial tem o menor custo em relação aos insumos, sendo considerado um processo econômico, eficiente e traz resultados. A Inseminação artificial no mercado hoje representa em torno de 2%. Uma dose de sêmen pode ser ser adquirida a um custo a partir de R$ 12,00. De acordo com o diretor-presidente do Grupo Semex, estima-se que a empresa deva crescer 15% neste ano.  

Além da tecnologia aplicada na Inseminação Artificial, os drones têm melhorado a precisão na agricultura e ganhando espaço no segmento, para melhorar a produtividade. Os estudos realizados pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) contribuíram para a transformar a atuação do setor. Por isso, estão sendo desenvolvidos novos instrumentos para serem aplicados na agropecuária como os drones, que são veículos aéreos não tripulados.

Estão sendo produzidos modelos mais leves, resistentes e que proporcionam autonomia. Por exemplo, estes veículos conseguem captar imagens abaixo a nuvem, o que amplia as possibilidades. Além disso, estão sendo desenvolvidas lentes mais precisas e adequadas com cada tipo de software para fazer análise de dados, o que auxilia na tomada de decisão por um agricultor sobre o plantio, por exemplo.

Os drones fazem parte da realidade do setor agropecuário no Brasil e as empresas têm investido na área buscando soluções, inovando na criação de tecnologia e ampliando novos horizontes no mercado agropecuário, a fim de aumentar a produtividade.

Por Babi


O CeCafé (Conselho de Exportadores de Café do Brasil) informou que as exportações do produto no mês de novembro tiveram uma queda de 8% com relação ao mesmo período de 2012 em um total de 2,79 milhões de sacas sendo enviadas para fora do país.

Este total de exportações teve um faturamento geral de 583,5 milhões de dólares que foi, também, cerca de 31,1% menor do que o ano anterior.

Esta retração no mercado externo do café brasileiro se deve, principalmente às dificuldades ocasionadas pelas chuvas durante o ano no Brasil que levou a um processo de desvalorização do grão que precisará ser revertido para o ano de 2013.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


O ramo de carne suína viveu diversas fases durante o ano de 2012, pois no início do ano teve uma série de problemas com os embargos feitos pela Rússia e Argentina além da redução dos preços pelo aumento da oferta deste produto no mercado nacional.

Na segunda parte do ano, o problema foram os custos elevados na criação com a alta de produtos para a alimentação dos animais.

Apesar de todas estas contrariedades, a suinocultura irá encerrar o ano de 2012 bem. Segundo a Abipecs (Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína) foram inseridas exportações para Hong Kong e Ucrânia além do aumento do comércio para a China.

Assim, a produção de carne suína no Brasil irá encerrar o ano de 2012 com 3,5 milhões de toneladas e para o ano de 2013 é esperado um aumento no mercado com a inserção do Japão entre os países que compram a carne dos porcos nacionais.

Por Ana Camila Neves Morais


A descoberta da morte de animais no Paraná em 2010 pelo agente causador da vaca louca gerou uma rejeição mundial à carne bovina vinda do Brasil.

Por isso, representantes da Secretaria de Defesa Agropecuária do Brasil foram nesta quarta-feira, dia 19 de dezembro de 2012, na OMC (Organização Mundial do Comércio) em Genebra para informar as ações que estão sendo tomadas com relação a esta situação com o objetivo de impedir que novos países embarguem o comércio deste tipo de alimento brasileiro.

Segundo o Ministério da Agricultura, foram tomadas todas as medidas para impedir a proliferação e que os padrões sanitários utilizados no Brasil seguem as práticas mundiais.

Esta reunião demonstra que os embargos tem natureza muito mais comercial visto que a OIE (Organização Mundial de Saúde Animal) após o ocorrido manteve a classificação do país como “insignificante” para a vaca louca.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Segundo analistas do banco Rabobank é esperado um aumento de 3% na produção de carne brasileira para o ano de 2013.

Assim, é esperado uma melhora nas margens de produção das empresas brasileiras que produzem carne.

No entanto, nem todas as questões deste setor são positivas, pois pode haver uma queda nos preços da carne bovina em decorrência de limitações no seu fornecimento para outros países além da estagnação do produto vindo de outros países.

Por Ana Camila Neves Morais


Uma nova crise começa a ser instalada no setor agropecuário brasileiro, pois após a identificação no início de dezembro da presença do agente causador da vaca louca em animais no Paraná no ano de 2010 já ocasionou a suspensão de importações da carne bovina brasileira pela China e África do Sul.

O embargo à carne nacional foi informado para o Ministério da Agricultura por meio de notificações nas quais os países solicitam maiores esclarecimentos sobre o assunto.

No entanto, o prejuízo para o setor pode ser ainda maior já que existem ameaças de barrar a entrada do produto em outros países como Rússia e Venezuela.

Segundo o Ministério da Agricultura esta é a primeira vez que o agente causador do mal da vaca louca surge no país e que não há riscos de contaminação para a população brasileira, pois todos os animais contaminados foram mortos e os últimos exames feitos foram negativos.

Por Ana Camila Neves Morais


Um dos setores econômicos mais importantes do Brasil é o agropecuário, que movimenta todos os anos cifras sobre cifras. As exportações do complexo de soja, que engloba farelo, grão e óleo, deverão conquistar montante de US$ 16,75 bilhões na temporada 2010/2011, superior em US$ 450 milhões ao mês passado.

Para a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), o aumento da perspectiva mensal aconteceu devido ao acréscimo da projeção de valores médios do farelo e grão ante setembro, que na atual temporada foram apreciados, respectivamente, em US$ 330 e US$ 370 por tonelada, acima dos US$ 320 e US$ 360 , também respectivamente, em setembro. O preço praticado no óleo de soja foi conservado em US$ 825 por tonelada.

Para Rodrigo Feix, economista da associação, em matéria veiculada pelo portal de Economia Terra, a alta das commodities incidiu no preço da soja, primeiro à cultura do trigo e em seguida, à do milho. Embora exista o avanço da receita, a soma deverá se situar abaixo dos US$ 17 bilhões assinalados na temporada passada.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Após o primeiro trimestre de este ano contrair alta de 2,7% no Produto Interno Bruto (PIB) em comparação aos três meses finais de 2009 e outros 9% em confronto anual, especialistas acreditavam, à época, que a economia brasileira reteria manutenção, porém amena.

Contrariando expectativas, a economia brasileira cresceu 1,2% entre abril e junho ante o primeiro trimestre de 2010 e mais 8,8% na comparação anual. Segundo a agência de notícias Reuters, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indica o segmento agropecuário do país e o número de investimentos como os responsáveis pelo resultado.

Mesmo com as informações significativas, o IBGE assinala que o crescimento do Brasil ficou abaixo da expansão observada no Chile, no México e na Alemanha, porém, acima da União Europeia, dos Estados Unidos e do Japão. Relacionado ao BRIC, o país tupiniquim foi considerado o segundo de melhor resultado, atrás somente da China, que abiscoitou dilatação de 10,3%.

A ascensão do segmento agrário, segundo Rebeca Palis, economista do IBGE, só foi possível e mais bem posicionada em detrimento a 2009 porque a crise financeira mundial ainda assolava o globo.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O desenvolvimento da economia brasileira é notável, decerto, não porque essa ou aquela pessoa diz, mas porque os números comprovam, tais como por exemplo as informações concernentes ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre de 2010, a geração cada vez mais acelerada de postos de trabalho e o maior acesso da população ao crédito.

O setor agropecuário, um dos expoentes, estima para a safra atual melhores índices em comparação à anterior, isto é, se tudo acontecer como estimam os especialistas. Baseada no segmento, a revista The Economist, de origem britânica, acompanhou proximamente os movimentos da esfera para destilar um editorial e artigo relacionados, endossando que os países devem aprender com o Brasil modos de evitar colapso de alimentos.

De acordo com o veículo de comunicação, nas últimas décadas os avanços no cultivo de alimentos foram inúmeros, permitindo ao país chegar em 2050 como produtor de grande importância ao contexto em questão. Dados emitidos pela, agência da Organização das Nações Unidas (ONU) para agricultura e alimentação, averiguam que a produção global de grãos terá de ascender 50% e a de carnes, por sua vez, dobrar para suprir a demanda daqui a quarenta anos.

Em reportagem emitida pelo portal de notícias G1, na década de 1970 o Brasil propôs a expansão da agricultura doméstica por meio de pesquisas científicas, acarretando na abertura de mercado e falência dos fazendeiros que por ventura produziam de maneira ineficaz.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Após anunciado os percentuais do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nas primeiras horas de 8 de junho, terça-feira, Wagner Rossi, ministro da Agricultura, deu um parecer particular sobre o setor que lhe compete.

Em entrevista concedida à Agência Estado, então parafraseada pelo portal de economia do Estadão, Rossi assinalou dilatação de 2,7% no primeiro trimestre deste ano ao segmento agropecuário ante os três meses imediatamente anteriores e 5,1% na comparação anual.

Apesar da alta, o ministro afirma que ela só não foi mais elevada em virtude dos preços das matérias-primas (formadas no mercado exterior, segundo ele), que ainda não se recuperaram da crise financeira global do biênio 2008-2009.

Em convergência a essa ponderação, Rossi assegura que o PIB do segmento não corresponde à realidade econômica gerida pelos agronegócios, pois a produção do período só apresenta crescimento em relação aos meses anteriores.

Por fim, relaciona que o setor continuará em ampliação nos próximos anos e será peça fundamental para o desenvolvimento econômico do Brasil ainda em 2010.

Fonte Estadão

Por Luiz Felipe T. Erdei





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