A agricultura de precisão utiliza vários ramos do conhecimento como aliados para criar técnicas mais efetivas, uma delas é a geoestatística. Através dela é possível dinamizar o processo de coleta e análise de amostragem de solo e criar mapas de variância de forma mais econômica.

Usos da amostragem georreferenciada

Até o século XX a agricultura utilizava informações médias de um talhão na hora de enriquecer e manejar o solo. Mas com a tecnologia atual já se percebe que o solo não é uma massa uniforme e possui diversas irregularidades. As amostras georreferenciadas possibilitam a criação de um mapa feito para ajudar no manejo localizado.

Ao conhecer quais partes do terreno precisam ser enriquecidas ou melhoradas o agricultor consegue aplicar seus insumos de maneira mais eficiente e até gerar certa economia. As amostras mostram fatores variados como quantidade de nutrientes no solo, PH, pragas, doenças, compactação do solo, etc.

Métodos de amostragem

Os métodos de amostragem utilizados para a geração de mapa dividem-se em dois grandes tipos: aqueles feitos sem conhecimento prévio do terreno e aqueles feitos com conhecimento prévio.

Em terrenos sem informações prévias ocorre a amostragem em grade, quando o terreno é dividido numa grade onde as amostras são representadas por pontos. A grade e a localização dos pontos podem ser geradas e editas por softwares, o que facilita o processo. Existem alguns arranjos de grade possíveis: grade regular com ponto no meio da célula, grade com pontos em zigue zague (boa para quebrar vícios de máquina), aleatorizado (quando os pontos são aleatorizados em um dos eixos) e randômica (quando a posição dos pontos é aleatória em todas as células).

Em casos onde já existem informações prévias do terreno como imagens áreas ou de satélite e mapas de produtividade o agricultor pode utilizar a amostragem inteligente ou guiada. Nela o ponto de amostragem é guiado por informações dos talhões. Algumas teorias sugerem que mais pontos de amostragem sejam colocados no talhão que é menos uniforme e menos no que é menos uniforme, outras sugerem o contrário.

No caso de não existir recursos financeiros suficientes para realizar uma amostragem mais detalhes o agricultor deve optar por uma amostragem composta, onde exista maior número de subamostras na grade. Dessa maneira as variâncias são atenuadas, criando um mapa mais possível de aplicar.

Fatores que influenciam na amostragem

Para gerar um mapa eficiente é preciso que a amostragem seja extremamente bem-feita. Vários fatores influenciam em seus resultados, alguns deles são:

  • Raio de busca da amostra: a amostra é o ponto central de uma célula a partir do qual serão coletadas as subamostras. O raio de busca é a distância do ponto central para coleta, que pode ser maior ou menor. Ao realizar coletas com um raio muito grande as variações do terreno serão atenuadas, isso é o equivalente à amostragem composta. O recomendado é que o raio tenha entre 2m e 5m.

  • Distância entre amostras: amostras mais próximas tendem a ter mais semelhanças e amostras mais distantes costumam ter mais diferenças. Quando as amostras coletadas são muito distantes o processo de interpolação (descobrir o que existe entre elas) é prejudicado, assim como todo o mapa.

  • Número de amostras e subamostras: a quantidade de amostras e subamostras influencia diretamente na variância encontrada no resultado final. Quando existe um número muito grande de amostras a variância do terreno é atenuada. O número de subamostras interfere no erro esperado pelo mapa: quanto menor o número de subamostras maior a possibilidade de erro.

Geoestatística aliada à amostragem de solo

O processo de coleta de amostras é demorado e custoso para o agricultor, mas a geoestatística ajuda a facilitar o processo. Seu objetivo é identificar a correlação espacial entre as amostras, modelar e quantificar sua dependência espacial e identificar padrões de amostragem adequados.

Enquanto a estatística tradicional procura descobrir a média das amostras a geoestatística trabalha com a variância encontrada no terreno. A partir das informações coletadas pela geoestatística é possível descobrir qual a distância ideal entre amostras. Também permite estimar valores em lugares não amostrados de acordo com as amostras existentes num processo conhecido como krigagem.

A grande vantagem da geoestatística é a economia na coleta de amostras. Ao invés de coletar várias amostras para conhecer o terreno inteiro basta utilizar os dados já obtidos para estimar como deve ser o restante do terreno.


A busca por combustíveis alternativos como o etanol nos Estados Unidos está fazendo com que os seus produtores busquem outros mercados para garantir o faturamento de suas produções.

Para isso eles estão tentando vender o produto para outros países bem como estão fazendo produtos variados com o milho como alimentos e insumos para a indústria.

Esta situação se deve ao fato de que o E85 (com 85% de etanol e 15% de gasolina) não caiu no gosto dos motoristas norte-americanos ficando, assim, em um preço mais elevado.

Por isso, é esperado que o uso do etanol enquanto combustível tenha um crescimento de menos de 1% em 2012 fazendo os agricultores do milho se voltarem novamente para o seu setor de origem: a alimentação.

Por Ana Camila Neves Morais


No Natal e final de ano é comum a reunião de famílias e amigos com mesas cheias de pratos saborosos.

Mas, segundo a Fundação Getúlio Vargas, a cesta de Natal em 2012 ficou mais cara para os consumidores brasileiros.

De acordo com a pesquisa, os alimentos para esta época tiveram um aumento médio de 18,6% em relação ao ano de 2011 como lombo, arroz e bacalhau.

Apesar deste grande aumento outros produtos como azeite e vinho apresentaram um aumento de aproximadamente 3% em seus valores enquanto que o pernil suíno apresentou redução de 1,26% em seus valores comerciais.

De acordo com analistas da FGV estes aumentos ocorreram, principalmente, em alimentos in natura devido às alterações climáticas que dificultaram as colheitas em todo o país.

Por isso, a grande dica para fazer a ceia deste Natal é pesquisar e trocar marcas famosas pelas mais comuns e baratas.

Por Ana Camila Neves Morais


A Associação de Grãos da Ucrânia informou recentemente que o país exportou em 2012 cerca de 11,76 milhões de toneladas de grãos que corresponde a um aumento de 71,3% no volume embarcado no ano anterior.

Deste volume global 5,48 milhões de toneladas foram de trigo, 4,36 milhões de toneladas continham milho e cerca de 1,76 milhões de toneladas eram de cevada.

Esta alta da exportação se deve, principalmente, a uma corrida dos comerciantes locais para enviar grãos ao exterior antes de possíveis embargos aos produtos e em especial ao trigo em decorrência da menor oferta de grãos em 2012 pelo grave período de seca que ocorreu no país.

Para o ano de 2013, Associação de Grãos da Ucrânia informou que o Ministério da Agricultura local garantiu autorização para exportar 5,8 milhões de toneladas de trigo sem nenhum tipo de restrição.

Por Ana Camila Neves Morais


No mês de dezembro de 2012 foi divulgada uma pesquisa realizada na ESALQ (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz) da USP, em Piracicaba, que avaliou a oferta de alimentos orgânicos nas casas brasileiras.

Este estudo foi baseado na Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE entre maio de 2008 e maio de 2009 e abordou 55.970 domicílios em todo o Brasil.

Segundo a pesquisa há uma relação direta e importante entre o aumento da renda familiar e o consumo de alimentos orgânicos.

O uso de alimentos orgânicos está aumentando cada vez mais tanto para garantir uma melhoria na qualidade de vida tanto para auxiliar na preservação do meio ambiente.

O estudo mostrou um maior consumo de produtos orgânicos de origem animal, como laticínios, em detrimento de alternativas mais baratas como frutas, verduras e legumes.

Ao analisar o Valor Energético Total que avalia a presença de macronutrientes energéticos como vitaminas, fibras e carotenóides vindos dos alimentos orgânicos consumidos foi percebido um valor baixo para todas as regiões.

Enquanto isso, a energia média diária obtida por meio destes alimentos tem uma tendência crescente que se eleva à medida que a renda familiar também aumenta.

Sobre o perfil da população que consome alimentos orgânicos ela se constitui, na maioria das vezes, em pessoas acima de 60 anos, em domicílios com poucos moradores e em um aumento na disponibilidade à medida que a renda se eleva.

Diante destas questões, a pesquisa sugere a criação de ações voltadas para fortalecer a agricultura orgânica bem como para realizar mudança de hábitos alimentares na população brasileira.

Por Ana Camila Neves Morais


O mercado de café recebeu nesta semana uma notícia interessante, pois foi publicado no Diário Oficial do Estado do dia 12 de dezembro de 2012 o Decreto 46.103.

Este decreto regulamenta a Lei 20.313 de 2012 que criou o Fecafé (Fundo Estadual do Café) para proporcionar o desenvolvimento e competitividade da produção do café.

Para isso, o Fecafé oferece apoio financeiro para projetos relacionados à agricultura cafeeira.

O novo decreto determinou que, a partir de agora, para conseguir recursos reembolsáveis é preciso certidão de regularidade no FGTS e INSS.

Já para financiamentos de recursos não reembolsáveis é preciso certidão negativa de débitos trabalhistas, com a União, Estados e Município.

Além disso, o novo decreto determinou a suspensão de financiamento para beneficiários com situação fiscal irregular junto aos Cadin – MG Cadastro Informativo de Inadimplência em Relação à Administração Pública do Estado de Minas Gerais ou de qualquer outra irregularidade fiscal.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) divulgou nesta semana dados sobre o comércio da cana-de-açúcar no país.

Segundo a pesquisa, o Brasil irá processar aproximadamente 595,12 milhões de toneladas deste produto durante a temporada 2012/2013.

Este valor representa um aumento de 6,2% em comparação com o período anterior que teve apenas 560,36 milhões de toneladas de cana-de-açúcar sendo processadas.

Além disso, o estudo divulgou a produção de açúcar para a temporada 2012/2013 em um valor de 37,66 milhões de toneladas distribuídas em 8,52 milhões de hectares que são 2% a mais do que no ciclo precedente.

De acordo com os analistas, esta melhoria no mercado aconteceu principalmente pela melhorias das condições climáticas no centro-sul do país oferecendo, assim, um maior volume de cana para a moagem.

Aliado aos dados da cana-de-açúcar processada, a Conab divulgou ainda informações sobre a produção de etanol que está prevista para 23,62 bilhões de litros com um leve aumento em relação ao ano de 2011.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Mundial apresentou nesta quinta-feira, dia 29 de novembro de 2012, indicadores sobre os preços dos alimentos em todo o mundo.

Segundo dados desta organização disponíveis no relatório 'Observador de Preços de Alimentos”, os preços dos alimentos se estabilizaram no mundo com a ausência de políticas como a restrição da oferta de alimentos.

Mas, apesar disto, o Banco Mundial informou que os alimentos estão 7% mais caros do que em 2011. E os alimentos com maiores altas foram os grãos com uma elevação de 12% em seus valores de comércio ocasionada por secas e inundações ocorridas em todo o mundo nas plantações deste tipo de alimento.

Esta situação pode fazer surgir uma nova norma de alimentos mais caros que podem ocasionar mais fome e desnutrição nos locais mais pobres do planeta.

Para evitar isso, o Banco Mundial orienta medidas como o fortalecimento das redes de segurança alimentar, incorporação da nutrição na ajuda aos mais pobres além de políticas mais seguras para acabar com a fome no mundo.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A falta de chuvas na Região Sul fez com que os agricultores de Santa Catarina amargassem R$ 777 milhões em prejuízos. As colheitas mais prejudicadas foram as de grãos como o milho, feijão e soja, além da produção de leite. As informações fazem parte de um relatório feito pelo Epagi/Cepa (Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola).

A perda na safra de milho foi de 48% da produção total, o que contabiliza um prejuízo de mais de R$ 372 milhões. Já a soja teve queda de 24,8% (um prejuízo de R$ 192,6 milhões) e a produção de leite registrou perda de 7,4%.

Os dados foram confirmados pelo Ciram (Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina). De acordo com a instituição, entre o mês de março e os primeiros 17 dias do mês de abril a ocorrência de chuvas foi 80% abaixo da média para o período.

Para os especialistas do Ciram, um dos grandes influenciadores para esse resultado foi o fenômeno conhecido como La Niña, pois ele é o responsável por intensificar os bloqueios da atmosfera nos oceanos Atlântico e Pacífico, dessa forma a chegada da frente fria é inibida.

Por Joyce Silva


O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) anunciou que o ministro Mendes Ribeiro Filho assinou um acordo de cooperação agrícola com o ministro da Hungria. O termo foi assinado na terça-feira (dia 27 de março), em Budapeste.

O acordo foi firmado depois que a primeira rodada de contato entre os países foi positiva.

A reunião envolveu empresários húngaros e os ministros da Hungria e do Brasil. O objetivo foi estabelecer ações que possam promover a atividade agrícola. Uma das possibilidades é a troca de informações e experiências entre pesquisadores da Embrapa e do ministério húngaro para a produção vitivinícola. Além disso, também foi anunciada a troca de informações sobre a produção de orgânicos e o estudo de solo e clima para produtos produzidos nos dois países.

No encontro, Mendes Ribeiro Filho ainda falou sobre as medidas fitossanitárias utilizadas no Brasil e das ações com intuito de aumentar a qualidade dos produtos voltados para a exportação.

A missão do governo brasileiro ainda passará pelo Reino Unido e o ministro terá um encontro com a ministra russa Elena Srkynnik. Além disso, na quinta-feira (dia 29 de março), Mendes Ribeiro Filho fará uma palestra no Reino Unido.

Fonte: Ministério da Agricultura

Por Matheus Camargo


O agronegócio é um dos setores de maior destaque no Brasil, movimentando anualmente cifras sobre cifras. No ano passado, porém, o valor da produção agrícola chegou a R$ 140,8 bilhões, inferior em 5,3% aos dados acurados em 2008. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) por meio do estudo Produção Agrícola Municipal (PAM), a diferença figura em cerca de R$ 8 bilhões entre um período e outro.

Embora o arrefecimento fora constatado no concernente a valores, a área plantada total avançou 0,3% de 2008 para 2009, totalizando, pois, 65,7 milhões de hectares. A pesquisa, de acordo com o portal de notícias G1, agrega 64 produtos fundamentais das lavouras permanentes e temporárias da agricultura brasileira.

O destaque negativo ficou ao milho, que teve diminuição de 13,9% em sua produção, ou seja, quase 8,3 milhões de toneladas a menos. A soja, produto de capital importância no referente a exportações, também apresentou baque, porém mais ameno, de 4,2%, ou 2,49 milhões de toneladas abaixo das verificadas em 2008.

Bastante danificada pela ausência de chuvas, a safra da soja foi mais afetada no Paraná, que além da diminuição observada na produção, culturas como café, feijão, milho e trigo também ilustraram preços abaixo dos praticados em 2008. Diferentemente, a cana-de-açúcar teve recorde contabilizado neste ano em 4% ante 2008, ou 671,4 milhões de toneladas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Considerada uma das maiores economias do planeta, a China apresenta altos índices em vários setores, tais como o empregatício. É impossível, nesta conjuntura, deixar de relacionar os números do Produto Interno Bruto (PIB) chinês, que no terceiro trimestre deste ano apresentou avanço de 11,9% em comparação ao período descrito entre abril e junho.

Mesmo com tais discursos otimistas sobre a China, para Larry Brainard, economista-chefe e diretor de pesquisa da consultoria Trusted Sources, a agricultura é o ponto mais delicado da asiática, principalmente após o adiamento das reformas do trabalho e das terras rurais, permitindo, portanto, ofertas na potencial demanda urbana do país superiores às rurais.

Em sua avaliação, Brainard acredita que cada vez mais a China será conhecida como primordial importadora de alimentos, principalmente nas culturas do milho e da soja, amplamente utilizadas pela nação para a fabricação de ração animal. De acordo com o Estadão, além dessa constatação o economista pondera que o baixo nível dos estoques globais e o desenvolvimento da produção etanol deverão favorecer o Brasil.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O crescimento brasileiro parece não ter sido bem recebido por todos os países do mundo. Nesta semana, representantes do Mercado Comum do Sul (Mercosul) e da União Europeia estabeleceram encontros para o debate de uma grande área de livre comércio entre as duas partes, a ser considerada, caso venha a vigorar, como a maior do mundo.

A França, que já atravessou o caminho do Brasil no futebol (em caso mais recente), parece não estar disposta em levar adiante os acordos. Christian Estrosi, ministra da Indústria francesa, e Bruno Le Maire, ministro da Agricultura, endossam protecionismo econômico ao país, tanto que o segundo em questão assegurou aos produtores rurais da nação luta contra o convênio entre Mercosul e UE.

Após um evento na cidade de Rennes, Le Marie discursou à imprensa que defende uma Europa firme nas negociatas, tanto que acredita na possibilidade de 15 nações deixarem de assinar o acordo. Para ele, conforme o portal de notícias G1, o agricultor não é uma moeda de troca e por isso, negócios com a Organização Mundial do Comércio (OMC) e com o Mercosul não serão levados adiante.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A vastidão de terras produtivas beneficia o Brasil em vários pontos, tanto no que diz respeito ao próprio mercado interno como ao externo, além é claro, da economia local. O setor agropecuário agrega uma série de empresas e produtores que impulsionaram as safras brasileiras nos últimos anos, obtendo consequentemente, números rentabilíssimos.

O crédito rural empresarial para a safra 2010/2011, particularmente, atingiu a marca de R$ 8,8 bilhões no mês passado, índice 18% acima do período similar de 2009, segundo informações emitidas pelo Ministério da Agricultura. Edilson Guimarães, secretário de Política Agrícola dessa secretaria, afirmou ser esse resultado oriundo das expectativas positivas para a temporada em acordo com as perspectivas do cenário estrangeiro e nacional.

Reportagem emitida pelo portal de Economia Terra indica que os recursos destinados à safra em andamento atingem o montante de R$ 100 bilhões somente à agricultura de cunho comercial. Outros R$ 16 bilhões, por outro lado, são voltados à agricultura familiar.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Quando decide divulgar dados sobre o segmento, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) o faz em ampla escalar, abrangendo diversos setores por ela atendidos. Desta vez, segundo a entidade, as vendas de máquinas agrícolas no país ruíram em 8,7% no mês passado ante março deste ano.

A Anfavea, para alegria geral do setor, relacionou que as vendas realizadas no 4º mês de 2010 foram maiores em 53,5% em comparação a abril de 2009. No primeiro quadrimestre do ano atual, são mais de 22,5 mil unidades comercializadas pelo país.

Ainda em relação a abril, de acordo com o portal de economia Terra, a produção de máquinas alçou pouco mais de 7,8 mil unidades, retração de 1,1% ante março e desenvolvimento de quase 50% se comparado ao mês igual de 2009.

Confira mais números sobre o setor, tais como vendas ao exterior, no site do Terra.

Por: Luiz Felipe Erdei





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