Uma nova crise começa a ser instalada no setor agropecuário brasileiro, pois após a identificação no início de dezembro da presença do agente causador da vaca louca em animais no Paraná no ano de 2010 já ocasionou a suspensão de importações da carne bovina brasileira pela China e África do Sul.

O embargo à carne nacional foi informado para o Ministério da Agricultura por meio de notificações nas quais os países solicitam maiores esclarecimentos sobre o assunto.

No entanto, o prejuízo para o setor pode ser ainda maior já que existem ameaças de barrar a entrada do produto em outros países como Rússia e Venezuela.

Segundo o Ministério da Agricultura esta é a primeira vez que o agente causador do mal da vaca louca surge no país e que não há riscos de contaminação para a população brasileira, pois todos os animais contaminados foram mortos e os últimos exames feitos foram negativos.

Por Ana Camila Neves Morais


Com o objetivo de avançar estrategicamente no mercado africano, a rede Walmart ofereceu nesta segunda-feira, 27 de setembro, quatro bilhões de dólares pela rede atacadista Massmart, do sul da África, a qual possui as cadeias Makro e Game e possui duzentas e noventa lojas em quatorze países.

De acordo com Andy Bond, vice-presidente executivo da Walmart, o mercado sul-africano, além de proporcionar boas expectativas de crescimento para o grupo, também servirá como uma plataforma para que a empresa cresça em outros países da África. Para a Massmart, a negociação com o grupo Walmart está agora num período de exclusividade e não se sabe quanto tempo isto vai demorar.

A Walmart tem sede em Bentonvile, Arkansas e possui mais de duas milhões de pessoas trabalhando em suas unidades.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Folha UOL, Diário Digital


As desigualdades sociais em todo o planeta não devem cessar tão cedo. Há situações entre vizinhos, entre outras entre cidades, estados, países e até continentes, independente do assunto que cada um pode, por si só, questionar-se. A África, relatada por vários professores da disciplina de História como um local esquecido pela humanidade, tem sido enxergado de maneira diferente por várias empresas.

A Vale, por exemplo, está situada em meia dúzia de países africanos, com investimentos aos próximos anos na casa de US$ 11 bilhões, então distribuídos entre obras infraestruturais e compras de minas. A situação suscita boas premissas de Roger Agnelli, presidente da companhia, que enxerga no continente a realização de inúmeros projetos, independente do tempo necessário para cada um.

CSN, Odebrecht e Camargo Correa são outras empresas brasileiras a visualizarem a África como solo propício e rentável para a aplicação financeira e negócios relacionados. A área na qual pretendem inserir suas atividades, segundo o Estadão, permeia desde agricultura e petróleo a finanças, cimento e mineração.

Apesar de todo um estigma em torno da África as empresas não consideram as diferenças socioculturais existentes, pois o preço dos ativos, a busca de alternativas a mercados já tradicionais e o potencial de consumo são belos atrativos.

Bom, parece que a África não foi esquecida na área dos negócios. E no restante, embora independa das ações das empresas?

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com base nos recentes dados sobre a economia européia e, em especial, a norte-americana, Dominique Strauss-Kahn, diretor-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), teceu comentários positivos em relação ao bloco latino-americano e ao continente africano, que muito fizeram, segundo ele, para amortecer o impacto da crise econômica global e superá-la.

Em discurso proferido no dia 29 de março, segunda-feira, Strauss-Kahn relatou que a América Latina é um local onde sempre se constatou inúmeros problemas, mas que na crise iniciada em 2008, as instituições bancárias estavam bem protegidas, tanto que não sofreram os mesmo encalços percebidos em outros lugares do planeta.

Além desses bons comentários, o diretor-geral do FMI avalia que, diferentemente do que se possa supor, os dois blocos aludidos anteriormente foram, sim, atingidos pela crise financeira, mas que a recuperação atual é bem rápida.

No caso brasileiro, em específico, é possível avaliar positivamente as medidas rápidas e eficazes adotadas pelo governo, pelo menos aos petistas e simpatizantes do PT (pois a oposição sempre terá algo a falar). Além disso, as retiradas de cada subsídio acontecem gradualmente, de modo a não permitir que o país sofra a tão temida bolha-econômica. Uma lição ao mundo!

Por Luiz Felipe T. Erdei





CONTINUE NAVEGANDO: