Previsões indicam que a inflação poderá ficar mais elevada do que 10% no final deste ano, e que em 2016, varie entre 5,2% e 7,2%.

O Brasil, que está inserido em uma crise financeira e política, não terá uma melhora da situação rapidamente. Diante de tudo que vem acontecendo, a previsão é que aumente a inflação para o próximo ano.

Após a publicação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo do último mês, em outubro, a AE Projeções, da Agência Estado, após pesquisa realizada com diversos analistas de mercado constatou que a estimativa para o próximo ano será de crescimento do percentual da taxa de inflação.  

Os estudos indicam que a inflação irá variar entre 5,2% e 7,2% no ano de 2016. As indicações anteriores eram de uma taxa mais baixa, entre 4,5% a 6,7%. Frente a esses dados é possível que a inflação atinja ou ultrapasse a porcentagem que o Governo havia estipulado que era 6,5%.

Para o ano corrente a expectativa é ainda pior, pois existe chance da inflação ficar mais elevada do que 10%, devido ao aumento do combustível, energia elétrica, alimentos, matrículas escolares, plano de saúde, entre outros.

Ainda vale ressaltar que a desvalorização da moeda brasileira mexe muito com a economia do País e do mercado financeiro em geral. O dólar, apesar de ter tido uma pequena queda nesses últimos dias, permanece em alta e sua cotação fechou na sexta-feira, dia 06 de novembro, em R$ 3,76. Esse é um dos motivos para grande elevação dos preços. Tudo fica mais caro e quem está sofrendo com o cenário atual são todos os brasileiros, que estão tendo bastante dificuldade de pagar as contas. Sem contar também que a taxa de desemprego aumentou consideravelmente e sem emprego a situação piora ainda mais e a consequência disso é a diminuição do consumo, uma desaceleração nos gastos. A tendência das pessoas que ainda estão empregadas é de solicitar aumento de salário aos seus empregadores mesmo que esta não seja a melhor época.

O que resta aos cidadãos é aguardar se em 2016 haverá uma melhora no quadro financeiro e tentar evitar os gastos desnecessários.

Por Paula Barretto Guerra

Inflação


Segundo o IBGE, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo deverá encerrar este ano abaixo dos 10%, influenciado por diversos aspectos.

Recentemente, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou novas informações sobre suas expectativas relacionadas à inflação do país. De acordo com o IBGE o instituto está trabalhando e considerando seriamente o fato de que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo, o chamado IPCA, deverá fechar o ano de 2015 abaixo dos 10%.

A conta feita pelo IBGE leva em consideração diversos aspectos. Um deles é a questão de que a inflação fechou o último mês com alta de 9,49% quando considerado o acumulado dos doze últimos meses. Além disso, considera também que os aumentos referentes à gasolina e ao etanol irão contribuir para que a inflação tenha uma subida em outubro.

O IBGE, por meio de sua gerente, também comentou sobre os números divulgados em relação ao mês de setembro. É importante lembrar que obteve-se uma variação positiva na faixa dos 0,54%. Isso é praticamente mais do que o dobro registrado em agosto com 0,22%. Para ser mais exato esses números apontam um crescimento de 0,32%.

Ainda sobre a alta do mês de setembro o IPCA diz que houve uma grande influência vinda do aumento das passagens aéreas devido à realização do Rock in Rio. A participação do aumento do gás de cozinha bem como de tarifas sobre a água e o esgoto em regiões específicas do país também foram consideradas.

De acordo com o IPCA, convém também lembrar o fato de que mesmo tendo pela frente a perspectiva do aumento de preços os últimos três meses de 2014 acabaram sendo encerrados com taxas altas sendo 0,42%, 0,51% e 0,78% sendo cada uma dessas representadas por outubro, novembro e dezembro, respectivamente.

Outro ponto a ser considerado ainda sobre esses fatos é a questão de que 2015 começou com uma alta de 1,24% e que teve como principal alavanca o aumento dos preços das contas de luz. Na sequência, o IPCA fechou com 1,22% e depois subiu para 1,32% e somente depois que começou a cair para ficar na faixa dos 0,7%.

Por Denisson Soares

IPCA


Balança comercial brasileira registra um superávit de US$ 6,703 bilhões no acumulado de 2015. No mês de agosto já há o registro de um superávit de US$ 2,095 bilhões.

Apesar do momento econômico brasileiro, a balança comercial brasileira vem se comportando de forma positiva. No acumulado de 2015 a mesma já registra umsuperávit de US$ 6,703 bilhões, haja vista as vendas externas terem superado as importações. O resultado aqui destacado foi divulgado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Além disso, vale ressaltar que o saldo positivo da balança comercial não é exclusividade do acumulado de 2015. O mês de agosto, por exemplo, já registra superávit de US$ 2,095 bilhões. Apenas na penúltima semana de agosto tivemos um superávit de US$ 699 milhões.

Levando em consideração os números totais, temos que na parcial de 2015 as exportações já somam US$ 123,96 bilhões, sendo que a média diária é de US$ 774,8 milhões. As importações, por sua vez, chegam a US$ 117,26 no acumulado de 2015, o que significa uma média diária de US$ 732,9 milhões.

Um detalhe importante é que o saldo positivo de US$ 2,095 bilhões em agosto foi medido até o dia 23 de agosto. Até esta data as exportações somaram US$ 11,10 bilhões, o que resulta em uma média diária de US$ 740,3 milhões. As importações até a referida data ficaram em US$ 9 bilhões, o que resulta em média diária de US$ 660,6 milhões.

Outro detalhe bastante interessante é que o mercado financeiro espera que 2015 registre melhoras no saldo da balança comercial. Vale ressaltar que essa expectativa é resultado de uma pesquisa do Banco Central juntamente com mais de 100 instituições financeiras. Sendo assim, a previsão do mercado é de que 2015 feche com saldo positivo de US$ 8 bilhões na balança comercial.

O resultado positivo da balança comercial não se restringe a 2015. Para 2016, a expectativa é de um superávit de US$ 16,80 bilhões ante os US$ 15,19 bilhões da expectativa anterior.

Apesar dos US$ 8 bilhões como previsão do mercado financeiro, o Banco Central prevê a balança comercial fechando com superávit de US$ 3 bilhões em 2015. Segundo o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, 2015 deve fechar com superávit entre US$ 8 bilhões e US$ 10 bilhões.

Por Bruno Henrique

Balança comercial

Foto: Divulgação


Nova previsão do Boletim Focus indica o PIB do Brasil será ainda menor em 2015.

A perspectiva de uma melhora na economia brasileira continua cada vez mais distante para a população e para os empresários.  E isso pode ser comprovado após a divulgação do Relatório de Mercado Focus que aponta uma diminuição maior do PIB – Produto Interno Bruto – do País em 2015. Antes, esperava-se que esta diminuição fosse de 1,76%, mas após a divulgação do relatório este percentual de queda subiu para 1,80% para este ano.

Este relatório é divulgado todas as segundas-feiras na parte da manhã pelo BC – Banco Central e comparando com o divulgado no dia 10, observa-se que as projeções anteriores apresentavam uma queda menor na economia brasileira, de 1,50%.

Para 2016, a confiança na recuperação da economia também anda em níveis baixos. Na segunda-feira do dia 3 de agosto, essa perspectiva não passou de 0,20%, sendo o mesmo percentual registrado uma semana antes.

No mês de julho, essa mesma confiança foi de 0,50%, mas mesmo o Banco Central revisando negativamente este percentual de 0,60% para 1,1%, a instituição se mostra confiante na recuperação da economia brasileira.

Já o Relatório Trimestral da Inflação para o mês de junho mostrou um recuo na expectativa para a indústria, onde o PIB apresentou uma queda não de 2,3% como se esperava, mas sim de 3%.

O Banco Central atribui está queda no PIB à reação em cadeia que vem acontecendo em alguns setores da economia, como por exemplo, na indústria de transformação, onde o impacto negativo saltou de 3,4% para 6%, na indústria de fabricação e distribuição de eletricidade, água e gás, com uma redução de menos 5,6% ao todo, ao aumento na utilização de usinas termoelétricas para a produção de energia, a diminuição do consumo de água devido à seca nos principais reservatórios do País, juntamente com o alto valor das tarifas que vem sendo cobrado.

Ainda de acordo com as informações divulgadas no boletim Focus desta segunda-feira, a previsão de queda na produção industrial será de 5%, mantendo-se estável em relação às últimas 3 divulgações do informativo.

Vale ressaltar que em 16 de julho, a agência de classificação de risco Moody’s já havia divulgado um relatório apontando esta mesma retração de 1,8% do PIB brasileiro para o ano de 2015. No relatório a agência assegura ainda que a baixa atividade econômica do país afetaria as empresas até os primeiros seis meses de 2016.

Por André F.C.

PIB brasileiro


De acordo com os bancos, o PIB brasileiro deverá ser ainda menor e em 2016 haverá recessão.

O impacto na economia brasileira deverá ser maior do que o previsto. De acordo com as estimativas de consultorias e bancos, o PIB nacional está piorando ainda mais nas últimas semanas. Há um grande risco de que em 2016 o país também esteja mergulhado em uma recessão econômica. Sendo assim, a recuperação da economia brasileira está longe de se acontecer.   

Tais estimativas negativas contrariam a projeção inicial da equipe econômica. O governo esperava que, com o ajuste na política monetária e fiscal, a economia se recuperasse no fim deste ano ou no início de 2016. No entanto, não é isso que os analistas estão projetando. A deterioração econômica esperada para o próximo ano está acompanhada de um cenário ainda mais adverso para 2015. Os bancos privados, Bradesco e Itaú, nos últimos dias, projetaram um tom de piora nas expectativas para este biênio.   

O Itaú modificou sua projeção de recessão para este ano, saltando de -1,7% para -2,2%, índice bastante preocupante. Já para 2016, o banco privado passou a ter uma estimativa de contração de 0,2%, ante previsão anterior de crescimento em 0,3%. Um relatório da instituição informou que "uma recuperação moderada ao longo de 2016 não deve ser suficiente para compensar a queda já ocorrida na atividade no crescimento médio do próximo ano".  

 Já o Bradesco indica que a economia brasileira deverá apresentar um índice de -1,8% em 2015 e, para o próximo ano, o Produto Interno Bruto deverá ficar estagnado. Segundo o economista-chefe do Bradesco, Octavio de Barros, "o ano de 2016 herdará um carrego estatístico muito negativo que virá de 2015".  

O banco Santander também fez sua projeção. De acordo com as estimativas do banco, o PIB deverá sofrer uma contração de 1,5% neste ano, e se manterá estagnado em 2016, ante uma previsão de crescimento em 0,5%.   

O principal motivo para piorar as previsões, está relacionado à maioria dos setores que não tem apresentado sinais de recuperação. A desaceleração neste ano também está afetando o mercado de trabalho, onde milhares de vagas de trabalho estão sendo reduzidas nos grandes centros. Isso dificulta a saída do país da recessão.   

A turbulência política também colabora negativamente para o quadro econômico. A presidente Dilma Rousseff tem tido grandes dificuldades para conseguir negociar medidas de ajuste com o Congresso. Além disso, há os efeitos da Operação Lava Jato e as "pedaladas fiscais" no TCU. Sendo assim, o governo terá de encontrar meios eficientes e conseguir aprová-los para que o Brasil possa voltar a respirar ainda em 2016.

Por William Nascimento

PIB


Uma notícia pegou muita gente de surpresa no meio econômico: a Petrobras foi rebaixada para o grau especulativo pela Moody’s. Dessa forma, deu-se início a uma grande confusão no mercado acionário. Acompanhando o rebaixamento para a categoria de grau especulativo, as ações da Petrobras despencaram 8%. Com tal notícia e a queda das ações, a IBOVESPA quase perdeu o patamar de 51 mil pontos. Confira mais detalhes na continuação desta matéria.

A principal confusão no mercado acionário teve início na manhã da última quarta-feira, 25 de fevereiro. No entanto, na tarde da quarta-feira o fluxo vendedor diminuiu e a notícia sobre a possibilidade de a estatal brasileira vender ativos fez com que muitos investidores fossem às compras. Com isso, houve um pouco de estabilidade.

Apesar de a IBOVESPA também ter sentido a queda das ações da Petrobras, a mesma terminou a sessão com recuo de apenas 0,12%, com isso, foi para 51.811,02 pontos. Na mínima, a mesma ficou na casa dos 51.051 pontos, já na máxima, registrou 51.863 pontos.

Através de uma entrevista ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, a analista sênior da Moody’s, Nymia Almeida, se posicionou à respeito da decisão de vendas de ativos.

Segundo a analista, cortar investimentos não é o suficiente para preservar o caixa da Petrobras. Para Nymia, essa decisão pode ter resultados negativos na receita fatura da estatal. Para ela, além da venda de ativos outras medidas devem ser tomadas como, por exemplo, a abertura de capital de subsidiárias para gerar caixa.

O Banco do Brasil, empresa estatal, também sofreu com os resultados negativos que o rebaixamento da Petrobras gerou em todo o mercado. Dessa forma, o Banco do Brasil registrou perda de 2,11%.

Um dos principais destaques positivos foi a Eletrobras ter passado muito bem por tudo isso, haja vista a mesma ter obtido os seguintes resultados: ON +1,8%; PNB +1,23%.

Além disso, após o anúncio da Moody’s em relação ao rebaixamento da Petrobras, é esperado que isso favoreça o ajuste fiscal do Governo Federal. Apesar disso, Dilma Rousseff fez questão de minimizar o anúncio da Moody’s, 

Por Bruno Henrique


As projeções do PIB e da inflação vão continuar a ser questões problemáticas para a economia brasileira em 2015. Economistas de instituições financeiras voltaram a fazer projeções assustadoras, reafirmando o triste cenário para a política monetária para este ano.

Uma pesquisa realizada pelo Focus do Banco Central divulgada no dia 23 de fevereiro, segunda-feira, mostrou que a estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2015 diminuiu pela oitava semana seguida, chegando a uma contração de 0,50%, afirmando uma queda de 0,42% ante ao levantamento anterior.

Com um grande peso em relação à atividade, a indústria terá uma perspectiva de recuo, passando de 0,35% para 0,43%. Outros fatores determinantes para o resultado do estudo são os preços cada vez mais altos de bens de consumo e alimentos, além do risco de racionamento de energia elétrica e água.

A inflação também mostra que o país tem dificuldade em mostrar uma recuperação, gerando um panorama de confiança abalado. A projeção no Focus é de alta de 10,4%, sendo este 0,4% superior ao estudo realizado na semana anterior. Levando em consideração à alta do IPCA neste ano, a pesquisa também mostrou a oitava piora seguida neste ano. O estudo projeta um avanço de 7,33% ante 7,27% na semana anterior.

Com este cenário, os especialistas sustentaram que a Selic encerrará 2015 a 12,75%. A projeção é de alta de 0,5% referente à taxa básica de juros, que está cravada atualmente em 12,25%. Os dados são do Comitê de Política Monetária (Copom).

Apesar da notícia, em 2016 a projeção para o PIB permanece com o aumento de 1,5%. Contudo a expectativa de avanço do IPCA será de 5,6%, representando uma alta de 5,5% dos preços administrados. Até o momento a projeção permanece a mesma. Já a Selic se mostrou mediana de acordo com as projeções para o ano que vem, podendo encerrar o ano 11,50%. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

PIB e Infla??o


Pelo quarto pregão consecutivo o dólar comercial fechou em R$ 2,71, nesta segunda-feira (2), o que significa uma alta de 3%, se comparado aos índices das semanas anteriores. Trata-se da quarta alta consecutiva e o maior índice desde dezembro de 2014.

O aumento registrado nesta segunda foi motivado pela procura pela moeda, por parte de investidores, os quais não estiveram dentro das negociações realizadas na última sexta-feira (30), de acordo com reportagem publicada no portal UOL.

O Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou na semana passada que o governo não tem a intenção em manter o real valorizado de forma “artificial”. A declaração, de fato, teve grande impacto no aumento do dólar na sexta.

No Twitter, o jornalista André Trigueiro alfinetou a cobertura e espaço dado pela mídia nacional em relação ao aumento do dólar e índice da Bolsa de Valores: “Enquanto a variação do dólar, juros, bolsa, etc, for mais importante que medir estoques de água, biodiversidade, emissão de CO2, etc, pereceremos”, afirma.

Maiores investimentos do mercado:

O dólar e o ouro foram os investimentos com mais rentabilidade em janeiro deste ano, segundo informação da Rádio Estadão. O ouro teve valorização de 7,5% e o dólar comercial obteve 1,3%.  Já o índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) ficou em último lugar no ranking pelo terceiro mês seguido, foram registradas perdas 6,2% no primeiro de 2015.

Governo fala em ajustes:

No último dia 21 de janeiro, o ministro Joaquim Levy afirmou em Davos (Suíça), durante o Fórum Econômico, que o governo brasileiro “deverá continuar a fazer ajustes na economia para que o país possa retomar o caminho do crescimento”.  Sobre investimentos internacionais, na ocasião, o ministro ainda afirmou que para o investidor é importante saber que “não trabalhamos no curtíssimo prazo”. Ele ainda reiterou que o governo não busca fazer “remendos”, mas a intenção é “arrumar a casa”. A declaração foi feita a jornalistas que estavam presentes no evento internacional.

Por Letícia Veloso

D?lar


Está pensativo neste ano que se iniciará e cheio de vontade de fazer aquele investimento que não pôde ser feito? Pois então, o melhor momento de se decidir é agora, um pouco antes deste ano começar.

Pensando nisso, apresentaremos algumas dicas que podem ser úteis se a sua decisão for pelo investimento em ações. Mas antes de falar sobre quais são as empresas que podem gerar mais lucro em 2015, precisamos relembrar no que consiste o investimento em ações.

Como sabemos, investir em ações significa que você irá investir em um fundo que lhe proporcionará uma renda variável.

É a mesma lógica dos fundos de ações e dos fundos imobiliários, por exemplo, isto é, eles podem render bem, até mais do que as outras modalidades (fundos de renda fixa, poupança, CDB), mas é preciso lembrar que, como se trata de investimentos que envolvem mais riscos do que o normal, é necessário que você tenha duas características: um perfil de investidor e uma base sólida em outros investimentos de baixo risco (algo como uma reserva de capital).

Passamos agora para listar algumas boas promessas de ações que podem satisfazer os investidores em 2015, segundo analistas:

A primeira delas é a BRFS3, uma empresa do ramos de alimentos, considerada por muitos como bastante sólida. Basta lembrar que é a detentora de marcas como Sadia, Batavo e Perdigão. Ela é uma empresa que possui baixa dívida e vende produtos consolidadamente efetivos, ou seja, com imensas chances de vender sempre, já que são "artigos" de primeira necessidade.

O grupo Itaú/Unibanco também está entre os bem cotados para o próximo ano. É uma instituição financeira privada muito bem sucedida, com uma carteira sólida de clientes, com mais de 4 mil agências pelo mundo, e um excelente valor de mercado: cerca de 215 bilhões de reais.

A Telefônica Brasil é a terceira bem cotada da nossa lista. Tem mais de 90 milhões de clientes, cobrindo serviços de telefonia móvel e fixa, internet e TV privada. Tem tudo para atrair investidores.

Por fim, lembremos que os analistas ainda dão crédito à Estácio e ao grupo Pão de Açúcar. A primeira, atuante do setor educacional, vem cada vez mais se firmando no setor de educação à distância. O segundo é nada menos do que a maior  empresa do ramo varejista da América Latina, possuindo cerca de 154 mil empregados em todas as suas unidades.

Mas se estiver ainda em dúvidas sobre qual investimento escolher, o melhor a fazer é avaliar seu perfil. Para isso, acesse o link: http://www.euqueroinvestir.com/teste-de-perfil-suitability/.

Por Alberto Vicente

Foto: divulgação


De acordo com um estudo realizado pelo BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Social e Econômico, os investimentos na indústria brasileira irão alcançar um patamar de R$ 597 bilhões até 2015.

Esse volume representa um aumento de 29,75% quando comparado às projeções realizadas pela instituição para o período 2007 a 2010. Para esse período o investimento foi de R$ 461 bilhões. 

Os investimentos mais significativos foram apresentados na área industrial, mais especificamente nos segmentos de petróleo e gás, que abrange as atividades de refino e extração, somente nesse setor serão investidos um montante de aproximadamente R$ 354 bilhões, o que representa uma fatia de 59% de todo o investimento da indústria do país. A participação desse segmento no estudo realizado anteriormente foi de 52%. 

Na avaliação de Luciano Coutinho, presidente do BNDES, a tendência é que os investimentos em infraetrutura também acompanhem esse bom resultado. 

Segundo Nelson Siffert, superintendente da Área de Infraestrutura e Insumos Básicos do banco, espera-se que os setores de logística e energia recebam mais de R$ 30 bilhões em recursos para serem investidos em infraestrutura, o que representa um crescimento de 26% quando comparado ao estudo anterior.    

Por Joyce Silva





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