A Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA), fechou o dia 12 de novembro em alta, após algumas suposições sobre um dos principais nomes que poderão fazer parte da equipe econômica do país nos próximos 4 anos do governo Dilma.

O Ibovespa, índice que mede o desempenho dos valores das ações negociadas na BOVESPA, teve uma alta de 0,96%. Essa elevação foi obtida após o nome de Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central (BC), ter sido especulado em uma reportagem da agência de notícias Reuters, como futuro sucessor de Guido Mantega (atual presidente do Banco Central), para a presidência do Ministério da Fazenda.

Mesmo com rumores tão fortes envolvendo seu nome, Henrique Meirelles vem sinalizando que deverá recusar o convite, caso ele venha a ser feito. Na última terça-feira (11), aconteceu uma reunião com a diretoria do Banco Original, onde o ex-presidente do Banco Central, que hoje ocupa o cargo de Presidente do Conselho Executivo da Holding J&F, empresa que controla a JBS S.A., maior produtora de carne bovina mundial, também esteve presente.

Nessa reunião, Meirelles teria dito que rejeitaria o convite do Palácio do Planalto e que em uma escola de 0 a 10, as chances para ele se tornar o novo Ministro da Fazenda seria a nota 2. Essa mesma informação foi confirmada pela diretora executiva de mercados do Banco Original, Kátia Moroni, que participou no dia 12 de novembro do 1º Congresso Brasileiro dos Fundos de Pensão, que acontece na cidade de São Paulo.

Henrique Meirelles foi quem atuou por mais tempo como Presidente do Banco Central do Brasil, de janeiro de 2003 até 31 de dezembro de 2010. Nesse período, as políticas econômicas adotadas pelo Banco Central contribuíram para uma valorização da moeda brasileira em relação ao dólar e ajudou a fazer com que a inflação ficasse controlada, dentro da média instituída pelo Copom (Comitê de Políticas Monetárias).

Por André F.C.


Com uma recuperação surpreendente, o setor de serviços apresentou alta das atividades e dos ganhos e mostrou uma ótima recuperação em setembro, ritmo considerado o melhor dos últimos três meses. Mas embora o otimismo esteja cauteloso, a quantidade de novos negócios tende a continuar a subir.

De acordo com o Índice de Gerentes de Compras (PMI) divulgado no início de outubro os serviços subiram de 49,2 pontos em agosto para 51,2 pontos em setembro. Desde janeiro o índice não ultrapassava os 50 pontos.

Um dos melhores desempenhos foi registrado no setor de hotelaria, com a criação de novas vagas e oportunidades. Já o setor de Aluguéis e Atividade de Negócios teve uma leve queda.

A pesquisa entrevistou pessoas que apontaram as eleições como influência positiva, possibilitando e ajudando a aumentar o volume de novos negócios e acelerar o crescimento.

Outros setores que também registraram bons resultados, e novos trabalhos estão ligados no setor de Transporte e Armazenamento.

O nível de funcionários contratados no setor de serviços brasileiro permaneceu bastante estável, porém o índice que verifica o número de pessoas registrou um índice considerado o segundo mais fraco desde fevereiro de 2013.

Os insumos aumentaram e confirmaram a tendência dos últimos sete anos, embora o custo tenha sido repassado ao produto final, não houve pressão inflacionária, o que manteve tais percentuais enfraquecidos.

Mas o cenário ainda pode melhorar, já que apenas cinco por cento das empresas consultadas indicaram estarem otimistas com o cenário atual, com a conquista de novos clientes e previsões de lucros para o próximo ano.

De acordo com economista-chefe do HSBC, André Lóes, apesar de estar havendo uma expansão na atividade e também nos novos negócios, a moderação nas subcategorias de preços e valores bem como a frágil e delicada confiança podem indicar uma persistência do crescimento sem muito entusiasmo. Novas vagas tende a ser abertas nos próximos meses confirmando as previsões.

Por Vivian Schetini


Em setembro o dólar foi o campeão de valorização para aplicação. Com o aumento de 9,33%, liderou o ranking como principal investimento. Foi seguido pelo ouro, bem menos expressivo no período, com seus 2,7% e em terceiro lugar pelas Notas do Tesouro Nacional série B principal NTN-B Principal (vencimento 15/05/2015) que subiu 1,04%.

Ao consultarmos o desempenho anual desses investimentos temos revelada uma espécie de inversão da pirâmide: as NTN-B principal estão com 9,03%, o Ouro com 4,97% e o dólar com aumento de 4,68%.

A expectativa inicial da vitória da presidente Dilma Rousseff pode ser considerada a principal responsável pela alta do câmbio no último mês. Porém, a votação no candidato Aécio Neves promete reverter a situação até o segundo turno, além de gerar certo aquecimento na economia.

Após a eleição, a Ibovespa começou o dia com valorização de 8% e desacelerou até 4,7% com destaques nos setores financeiros e estatais. Nessa brincadeira de eleições o dólar terminou em queda de 1,43%.

O que podemos depreender é a preferência do mercado pelo candidato Aécio Neves, que prega uma economia mais liberal e com menos intervencionismo estatal em detrimento da candidata Dilma Rousseff.

Os economistas alertam que essa queda do câmbio devido ao resultado das eleições é um fenômeno temporário e de curto prazo e que o dólar deve continuar em alta até o próximo ano. Segundo especialistas, portanto, mesmo diante da queda atual, o investimento ainda se mostra seguro.  

O aumento das intenções de voto na atual presidente ao longo do mês passado alimentou nos investidores preocupações com a inflação e consequente aumento dos preços dos produtos importados. Essa situação foi responsável pelo maior aumento mensal do dólar no país nos últimos três anos segundo a revista Reuters.

Os três piores investimentos mensais foram: NTN-B Principal (vencimento 15/05/2035) com déficit de 14,82%, Ibovespa com défcit mensal de 11,70% e NTN-B (vencimento 15/05/2050) com déficit de 10,48%.

Os desempenhos anuais dos NTN-B Principal (vencimento 15/05/2035) e NTN-B (vencimento 15/05/2050) apresentam desempenho anual 11,93% e 13,48%.

Por João Flávio Gomes Faria


Por ora, a edição desta quinta-feira debate a defasagem de small caps sobre as blue chips em 2014. O SMLL cai 6,42%, contra uma alta de 10,32% do Ibovespa no período.

As small caps estão simplesmente abandonadas em Bolsa, com o fluxo muito concentrado em nomes mais líquidos. Veja, por exemplo, como se comportam os fundos de investimentos em empresas pequenas no ano – mesmo gestores formidáveis estão perdendo dinheiro. A culpa não é deles – há exceções claro -, mas do péssimo momento para small caps.

Honestamente, não acho que a dinâmica vá mudar no curto prazo. As pequenas devem continuar largadas, pois Brasil virou um call de fluxo, que vem atraído, por ora, apenas por suposições, precipitadas ou não, de que a oposição pode ganhar a eleição.

Seja como for, grandes discrepâncias não podem durar para sempre. O investidor de longo prazo já pode garimpar excelentes oportunidades geradas pelas menores abandonadas.

Créditos: Felipe Miranda, CNPI (Empiricus Research)


A BM&FBovespa (Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo), constante em um projeto elaborado por diversas entidades em parceria com o Governo Federal, contemplado em Medida Provisória 621, tramitante no Congresso, visa estimular que as pequenas e médias empresas entrem na Bolsa de Valores por meio de incentivos para compradores e companhias.

Em entrevista ao Diário do Grande ABC, o presidente da Bolsa de Valores, Edemir Pinto, explicou que esse projeto atende empresas que possuem faturamento de, no máximo, 500 milhões e valor de mercado de até 700 milhões.

Os compradores dos papeis dessas empresas serão isentos de Imposto de Renda. O público-alvo desses papeis são os investidores institucionais, assim como pessoas físicas, essas últimas podem se interessar devido à ligação da empresa com a comunidade.

O presidente explicou que há muita oferta e que a demanda está apenas em grandes projetos com rentabilidade imediata. No caso das médias ou pequenas empresas que estão no início, a rentabilidade ocorre a longo prazo. Nesses casos, é necessário identificar o comprador e então incentivá-lo a adquirir o papel da média e pequena empresa. 

O projeto, que está tramitando no Congresso, vem justamente para suprir esta demanda de incentivo ao comprador, possibilitando que a média e pequena empresa surja no mercado, se capitalize e cresça. O projeto estimulará tanto para os que ofertam quanto para os que compram.

Para uma empresa entrar, o valor é, em média, 7% da captação. Essa porcentagem será para cobrir custos de publicações legais, como diários oficiais e grandes jornais de circulação. O presidente ressalta que é um valor médio, podendo alterar conforme o tamanho da empresa.

Ele salienta ainda que o pequeno investidor precisa estar consciente que o mercado de renda variável possui riscos, independente de ele entrar em um momento de alta ou de baixa.

A consciência de educação financeira é disseminada pela Bolsa por meio de um instituto educacional, uma das premissas, por exemplo, expõe que o investidor não deve colocar o limite de 30% do capital disponível no mercado de renda variável.

Por Rafaela Fusieger


A economia mundial fragilizada não é sinônimo de desistência para os investidores das Bolsas de Valores. Nestas últimas semanas as bolsas de valores registraram performances positivas, demonstrando que o otimismo prevalece no comportamento dos que investem na Bolsa.

Com uma previsão da manutenção de juros baixos e liquidez bastante expressiva, eles dirigem suas decisões de investimento num paradoxo entre a iminência de acontecimentos negativos na economia e os dados que vem sendo registrados nas organizações.

Aqui no Brasil não poderia ser diferente, logo após a queda da intenção de voto da atual Presidente e candidata à presidência, Dilma Roussef, de 37% para 34%, a Ibovespa passou de 45000 pontos para 52000, isso significa que a Bolsa recuperou o patamar anterior, o comportamento dela segue uma curva que oscila entre altos e baixos, sem uma tendência definida.

No mesmo ritmo encontra-se a Petrobrás, que respondeu positivamente à queda da aversão ao risco, à queda da aprovação do Governo Dilma e também se comportou de forma positiva perante a melhora do mercado. 

Atualmente, aqui no Brasil, nada é definido nem demonstra muita certeza, com as eleições se aproximando e com a falta de confiança dos mercados para investir, devido ao Governo Dilma Roussef. Os investidores tem tido dificuldade em decidir investir em território brasileiro, tanto familias quanto empresas não se sentem à vontade para investir o seu capital em bens ou aumento de produção.

Esta incerteza causa indefinição que é o que aparece visivelmente nos gráficos de comportamento das Bolsas brasileiras. Além da oscilação nos investimentos e nas Bolsas, o brasileiro ainda enfrenta um problema inquietante, a variação nos preços nos bens de consumo, reflexo imediato na cesta de bens das familias.

Quando há um universo muito grande de incertezas, a mudança nos preços é muito grande, quando há certa estabilidade essa variação diminui, refletindo a mudança de humor dos investidores. Essas alterações nos preços são medidas pela volatilidade que indica tanto a frequência quanto a intensidade das oscilações na cotação de um ativo financeiro em um determinado período de tempo, ela mede o risco de um determinado ativo.

A volatilidade aumenta quando há um aumento na incerteza porque obviamente quando há mais indefinições há maiores riscos de investimentos. Acontece o contrario quando as incertezas diminuem, ou seja, quando há menos indefinições a volatilidade diminui.

Hoje em dia a volatilidade vem diminuindo, mesmo com as variações na economia mundial, isto acontece considerando o otimismo dos Estados Unidos e no Brasil devido a queda das apostas (poucas apostas, poucas incertezas, diminuição da volatilidade).

O novo normal da Bolsa ainda é uma incógnita visto o cenário de incertezas e de mudanças instantâneas que vem sendo registradas no mercado de ações.

Por Melina Menezes


O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) teve variação de 0,58% durante o mês de maio. Isso demonstrou uma queda ao ficar 0,20 ponto percentual abaixo da taxa de abril, que superou 0,78%. Diante disso, o acumulado dos cinco primeiros meses do ano de 2013 ultrapassou a 3,51%, ou seja, valor acima da taxa de 3,06% se comparado ao ano em vigor.

Os dados foram divulgados no dia 21 de maio através do site do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os quais indicam que houve um valor acumulado durante os últimos 12 meses. A taxa anual girou em torno de 6,31%, valor esse superior se comparado a mesma época do ano de 2013, uma vez que durante o mês de maio a taxa foi de 0,46%.

O IPCA-15 utiliza o mesmo método de preços do Índice de Preços ao Consumidor Amplo, bem como a taxa de inflação oficial do país o qual serve de proporção para a meta de inflação fixada pelo Banco Central. As taxas referem-se ao rendimento das famílias que recebem de um a quarenta salários mínimos e abrangem, principalmente, as regiões metropolitanas como: Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador, Curitiba, Brasília e Goiânia.

As principais características estão relacionadas quanto aos fatores de impedimento de uma queda ainda maior nos preços do IPCA-15, ligados diretamente as tarifas de energia elétrica, que tiveram alta de 3,76% e levaram a um impacto de 0,10 ponto percentual, considerado o mais elevado até o momento.

As regiões metropolitanas com taxas mais altas foram Rio de Janeiro e Belém com: 1,67% e 1,53%, respectivamente. Conforme o IBGE, após a energia elétrica, os mais altos foram os remédios, que se apresentaram 2,10% mais caros. Todavia, essa alta refletiu parte do reajuste do mês de março e oscilou entre 1,02% e 5,68%, a depender da classe terapêutica de medicamento.

Por Luciana Viturino


O Ibovespa registrou uma queda no início da tarde do dia 20, mas virou rapidamente. Isso aconteceu logo após ele abrir em queda, com o corte de orçamento pelo governo e meta de superávit primário. Às 12h51min, ele estava com 47.315 pontos e um índice em alta de 0,35%.

O governo anunciou que ele pretende atingir um superávit primário equivalente a 1,9% do PIB (Produto Interno Bruto), ainda este ano. O mercado prevê que o governo atinja um superávit entre 1,4% e 1,5%, com despesas entre R$ 30 bilhões e R$ 40 bilhões.

Na indústria dos EUA, o PMI acelerou para 56,7 nos mês de fevereiro. Além disso, os pedidos de auxílio desemprego no país registraram uma grande queda. A atividade industrial da China pressionou o índice brasileiro, com sua atividade manufatureira caindo para 48,3, contraindo a segunda maior economia mundial. Isso indica que a China está enfrentando uma grande desaceleração, com índice em menor nível em sete meses.

Na Zona do Euro, o PMI da atividade empresarial atingiu 52,7, não cumprindo a expectativa do mercado. A Alemanha foi o único país do continente que teve destaque positivo, com índice de Gerente de Compras subindo para 56,1.

A companhia aérea Gol (GOLL4) firmou uma parceria de longo prazo com a Air France-KLM. No acordo, esta irá investir US$ 100 milhões na Gol. Desse total, US$ 52 milhões serão exclusivos para a participação de 1,5% na ações. O aumento do valor do capital terá que passar pela aprovação do conselho de administração.

Já as ações do Banco do Brasil (BBAS3) registraram ganhos maiores nesse mês. Foi adiado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) o julgamento das ações dos planos econômicos. Nas perdas da Bovespa, as ações que se destacaram foram as da Rossi (RSID3) e PDG Reality (PDGR3). Estas estão seguidas por empresas de mineradores e papéis de siderúrgicas. Estes setores estão sendo pressionados por índices ruins da China. 

Por Danilo Gonçalves

Foto: divulgação


O número de ações para corrigir os valores do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) aumenta no Brasil. O jornal online, Estado de São Paulo, indica que as quantias do Fundo não seguem correções semelhantes aos movimentos da inflação, fato que causa críticas por parte dos economistas.

De 1999 até o começo de 2014, os rendimentos do FGTS atingiram aumento de 99,71%, ao ponto que o INPC indica que a inflação cresceu em 159%. Ao levar na conta um trabalhador que tenha saldo de dez mil reais no Fundo e a correção de três por cento ao ano, adicionada à taxa referencial, a quantia na conta do Fundo se encontra na casa de quase vinte mil reais.

Por outro lado, ao analisar a mesma renda com os valores corrigidos pelo INPC, que contabiliza os movimentos da inflação, o montante deveria ser quarenta mil reais, ou seja, o dobro.

O poder público tem o costume de corrigir o FGTS no dia 10 de cada mês. O Instituto FGTS Fácil, instituição que não está ligada ao poder público e trabalha de forma exclusiva às organizações trabalhistas, indica que apenas no começo do ano de 2014 o sistema de contabilização do Fundo fez com que acontecesse rombo no orçamento de quase sete bilhões de reais, que deveria seguir aos bolsos dos trabalhadores.

O jornal Estado de São Paulo indica que a queda com maior valor acentuado nos últimos anos aconteceu por conta das políticas promovidas no governo Dilma, visto que em alguns meses a taxa ficou na casa zero e não trouxe correção, ao ponto que a inflação cresceu durante períodos semelhantes.

De forma prática, trabalhadores que trabalham de carteira assinada possuem depósitos de 8% referentes ao salário mensal, que deve seguir ao Fundo. Por causa da renda que se encontra perdida conforme dados do FGTS Fácil, existem milhares de ações na justiça de trabalhadores que reclamam por causa da renda perdida.

Por Renato Plantier

Foto: divulgação


A Bolsa de Valores de São Paulo registrou a maior queda desde janeiro do ano de 1995. Na sexta-feira, ela fechou 0,84% em alta, acumulando 47.638 pontos. Mas no mês de janeiro obteve 7,51% em queda. Ela teve o terceiro mês e a quinta semana seguida de quedas constantes, fato que prejudicou o cenário global ao risco e fazendo com que investidores desconfiem ainda mais do Brasil.

Essa foi considerada a maior queda desde 1995, ano que houve a perda de 10,77% segundo a consultoria Economatica. Em toda a semana, a baixa foi de 0,31%, acumulando em janeiro o índice de 7,51%. Segundo estatísticas, a queda da acumulação de janeiro de 2014 foi metade da desvalorização registrada em 2013, de 15,5%.

Na sexta-feira, a valorização foi feita por ações da Vale, BM&FBovespa e de diversos bancos, logo após passar a primeira parte negativa do pregão, pela Bolsa de Valores.

Uma das ações da Petrobras acabou tendo seu fechamento estável, cotada a R$ 14,70. Já as principais bolsas da Europa tiveram seu fechamento devido às dificuldades que países emergentes estão enfrentando e ao temor de uma nova deflação nas bolsas europeias.

“Podemos ver um rali de curto prazo, mas o cenário mais provável é que o índice busque a mínima do ano passado, de 44.100 pontos. Tem muitos estrangeiros tirando dinheiro do Brasil”, disse Hugo Rosa, estrategista da emrpesa Citi Corretora.

Segundo analistas, os preços estão pressionados, e consideram que a bolsa deverá em breve sofrer um repique. A tendência para o futuro ainda é a queda dos valores. Em Paris, o CAC 40 teve uma regressão de 0,34%, o DAX de Frankfurt teve queda de 0,71%, o FTSE-Mib teve uma pequena alta de 0,03% em Milão, em Madri o IBEX 35 registrou 0,44% e o FTCE-100 de Londres perdeu 0,43%.

Com a saída do Brasil da lista, o dólar será ainda mais valorizado. Segundo Hugo Rosa, essa situação foi gerada pelo baixo crescimento da economia do Brasil, certa desconfiança com a política econômica do país e a pressão monetária do Banco Central.

Por Danilo Gonçalves


Para quem almeja ingressar na carreira pública pela estabilidade e ter um excelente salário, foi publicado no Diário Oficial da União o concurso para a Câmera dos Deputados com 113 vagas, sendo 5 reservadas para deficientes. O certame contempla boas oportunidades, uma delas para os cargos de analista legislativo ( em várias áreas) e técnico legislativo. A remuneração inicial de cada cargo é de R$ 25.105,39 e R$ 12.286,61, respectivamente. O cargo de analista legislativo exige graduação em qualquer área de nível superior e o cargo de técnico exige nível médio.

 A carga horária de trabalho na Câmera dos Deputados corresponde a 40 horas semanais e os interessados em fazer este concurso devem fazer as inscrições que começam dia 05 de fevereiro e vão até o dia 23. O concurso vai ser organizado pelo Cespe/Unb e para fazer a inscrição, assim como, ter acesso ao edital completo com todas as informações é só acessar o link através do endereço: http://www.cespe.unb.br/concursos/cd_14_at/.  A taxa de inscrição varia de acordo com o cargo, sendo R$ 110,00 para técnico e R$ 150,00 para analista.

Os candidatos que quiserem concorrer ao cargo de analista – que exige nível superior em qualquer área de graduação- farão provas objetivas ( 13 de abril ) e discursivas ( 20 de abril). Além disso, haverá avaliação de títulos. Para o cargo de técnico  – que exige nível médio- tanto as provas objetivas, quanto as discursiva, estão marcadas para a data provável de 20 de abril. Haverá ainda Prova de Aptidão Física.

O concurso da Câmera dos Deputados terá a validade de dois anos, que pode ser prorrogado por igual período a critério da administração. Os interessados em concorrer uma das 13 vagas devem ler atentamente ao edital e elaborar um cronograma organizado contendo todas as disciplinas do cargo. Além disso, o estudante deve fazer simulado – para saber em qual matéria precisa reforçar os estudos- e ter foco e muita disciplina. 


Na última quarta-feira (15), as ações europeias fecharam em alta e atingindo as máximas, fato este que não ocorria desde 2008, quando foi deflagrada a crise econômica europeia e mundial. De acordo com os índices da FTSEurofirst 300, a principal agência que reúne os principais papéis do continente europeu, os índices chegaram a 1,01% alcançando os 1339 pontos.

A alta foi influenciada pelas ações dos bancos europeus que foram contemplados com a decisão do Banco Central Europeu (BCE) que, em comunicado, anunciou a decisão de não obrigar aos bancos europeus a ajustarem seus portfólios de dívida soberana junto ao mesmo até o vencimento de suas contas. Os mercados também foram animados pelos fortes sinais dados pelo Banco Mundial, que vê um cenário de crescimento e melhora nos indicadores econômicos de uma forma global e maior neste ano.

Em contrapartida o cenário das ações nacionais não tem acompanhado o otimismo europeu. O principal índice da Bovespa fechou no vermelho, abaixo da linha dos 50000 pontos, influenciada pelas baixas das ações norte-americanas e pela baixa das ações da Petrobrás. A queda das ações da Petrobrás foi motivada pelo clima negativo depois que o Governo negou o acordo sobre um novo reajuste dos preços dos combustíveis.

Outro dos fatores que influenciaram na queda das ações da Bovespa foi a alta da taxa básica de juros, a taxa Selic, que pesou em alguns dos setores da bolsa, tais como o de construção. Diante da leitura de que o Banco Central está mais comprometido em combater a inflação e a taxa Selic é a válvula reguladora, a mesma para a bolsa de valores torna os ativos mais arriscados e com isto proporcionando menos atrativos aos investidores. Outro setor que contribuiu com fortes influências negativas sobre o Ibovespa foram os bancos, o Bradesco e o Itaú Unibanco fecharam em baixa. Enquanto a preferencial da Eletrobrás teve a maior queda do dia.

Por Claudemir Pereira


Investir na Bolsa é uma tarefa que exige bastante estudo, análise de mercado, conhecimento e, para dizer a verdade, um pouco de sorte. Porém, no geral, o mais importante são as competências de seus investidores. E, por conta disso, vamos ver algumas dicas de investidores que ganharam muito dinheiro nos últimos anos em apostas na bolsa. 

O fato é que, de acordo com o ranking da InfoMoney, o principal fundo de ações que mais rendeu foi o da Equitas e da Quest. A  Quest, por sua vez, gerou um retorno de 56,47% para seus investidores, enquanto que a Equitas, em todo o caso, trouxe um retorno de 66,85% para seu investidor.

O co-gestor da Equitas, Felipe Amaral, apontou que as principais apostas do fundo nesse tempo foram para os setores da educação e para o consumo doméstico. A Gestora, no caso, deu-se muito bem ao investir em empresas como a ABRIL, BRF, Suzano e Eztec que, de acordo como Felipe Amaral, cresceu muito mais desde que a Equitas entrou no negócio.

Outra estratégia interessante para saber onde investir foi dada pelo co-gestor da Quest Investimentos, Welliam Wang. Ele sugeriu que o ideal é apostar em empresas pagadoras de dividendos e geradoras de caixas.  Wang afirmou que exportadoras como a DUFRY, que teve várias aquisições nos últimos anos e nomes como a Grendene, que vem melhorando o consumo do país e a Embraer também são ótimas opções de investimento.

O ideal é ter um olhar amplo e dinâmico sobre o mercado, sabendo que tudo pode mudar. Investir é uma missão que exige bastante atenção e análise de tudo que está em jogo. Amaral, da Equitas, disse que 2014 será um ano de transformações no cenário nacional. A Quest, por seu turno, já pensa em mudanças para a próxima temporada.

Por Juan Wihelm

Investimento na Bolsa de Valores

Foto: Divulgação





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