Nesta quinta-feira, dia 14 de dezembro de 2012, a Unisys Brasil (empresa especializada no ramo de tecnologia da informação), divulgou suas demonstrações contábeis.

A empresa controla as unidades Unisys Informática, Unisys Tecnologia e Datamec presentes no Brasil.

Segundo informações apresentadas, a empresa teve uma receita no ano de 2011 no valor de R$504,6 milhões – com queda de 6% -, seus custos com serviços e produtos ficaram 9% menores permitindo, assim, uma margem bruta de 38% e um lucro 2% maior no valor total de R$66,6 milhões.

Outras informações relevantes publicadas foi o seu lucro operacional 35% maior com R$87,1 milhões e um superávit em dezembro de 2011 no valor de R$79,8 milhões.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


A população está buscando cada vez mais alimentos naturais e sem agrotóxicos conhecidos, de forma geral, como orgânicos.

E esta demanda tem feito surgir um mercado promissor com a oferta de restaurantes, supermercados e outros tipos de estabelecimentos que oferecem apenas opções com produtos totalmente orgânicos.

Fonte: A Nutricionista

Por isso, espera-se que este setor cresça 465 até o ano de 2014 com um aumento da oferta em seus produtos e a redução dos preços para gerar a atração de uma maior quantidade de clientes.

Por Ana Camila Neves Morais


Neste último sábado, dia 01 de dezembro de 2012, o primeiro ministro grego Antonis Samars anunciou um pacote internacional que vai realizar a recompra da dívida do país.

Mas esta recompra não irá afetar os fundos de pensão que correspondem a cerca de oito milhões de euros.

Este pacote para salvação da Grécia deve ser finalizado até o dia 13 de dezembro de 2012 quando o país irá receber cerca de 30 milhões de euros pelo resgate de suas dívidas com o Fmi e com países da União Européia.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A Editora Abril divulgou os números referentes ao seu faturamento no ano de 2011.Dde acordo com os dados fornecidos pela empresa, a instituição apresentou lucro de mais de R$ 2 bilhões, o que representa um crescimento de 9,5% quando comparado ao ano anterior.

Algumas das publicações desenvolvidas pela editora apresentaram aumento na circulação, como por exemplo, as revistas Alfa, Máxima e Contigo que tiveram aumento de 39,9%, 13,7% e 7,8%, respectivamente.

Com relação à receita vinda de anúncios publicitários o aumento foi de 4,6% quando comparado a 2010. Um dos grandes investimentos da editora foi com relação às mídias digitais, nesse setor o crescimento apresentado foi de 56,9%, sendo que 23 revistas passaram também a ser disponibilizadas em versões online para tablets, foi o caso da Gloss, Superinteressante e Claudia.

Vale lembrar que a Editora Abril é uma das mais importantes do país, sendo que desde a sua fundação passou por diversas reestruturações, algumas publicações foram deixadas de lado e outras foram criadas.

Atualmente um dos maiores investimentos da empresa é com relação aos meios digitais, seguindo assim uma tendência mundial. 

Por Joyce Silva

Fonte: Portal Comunique-se


O sonho de ter o próprio negócio torna-se cada vez mais próximo da realidade graças ao crédito concedido pelas instituições financeiras.

Mesmo para quem já possui uma empresa, mas precisa expandir ou impedir a falência, em momentos de crise, recorre ao crédito. Porém, os bancos estão cada vez mais cautelosos no momento de conceder empréstimos, o que deixa como opção o microcrédito.

A conclusão é do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), que divulgou o resultado da pesquisa "Perfil das Instituições de Microfinanças no Brasil", uma parceria com a Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças (ABCRED).

O levantamento foi realizado no ano passado e abrangeu 75 das 103 Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscips) cadastradas no Ministério do Trabalho e Emprego.

A pesquisa apontou que a média de valor dos empréstimos é de R$ 2.800, sendo o máximo é de R$ 15 mil. Além disso, revelou que empresários do comércio (55%) e serviços (28%) são os que mais solicitaram esses empréstimos.

De acordo com o Sebrae, o número se justifica na facilidade para contrair esses pequenos empréstimos, em relação aos grandes, concedidos pelos bancos. Para os microcréditos, a garantia pedida são apenas bens e fiadores. O resultado é o crescimento do número de empresas, todos os anos.

Se você tem interesse em abrir a própria empresa, o Sebrae possui programas para fornecer as informações necessárias sobre estas e outras possibilidades.

Por Géssica Valentini


A empresa Foxconn International, que é nada menos que a maior fabricante terceirizada de dispositivos móveis do mundo, conseguiu reverter seu enorme prejuízo de 2010 a um lucro significativo em 2011.

Isso foi possível pelo motivo de clientes como a Huawei e a Nokia terem migrado para a fabricação de smartphones mais sofisticados, saindo de aparelhos celulares mais simples, com menos recursos e mais baratos. A controladora da Foxconn International é a taiwanesa Foxconn Technology Group que monta iPhones e iPads da gigante Apple.

A fabricante global se beneficiará cada vez mais da migração de seus principais clientes para o mercado de aparelhos mais sofisticados e com recursos mais evoluídos, como os smartphones. Além da Nokia e Huawei, a companhia também é montadora de dispositivos das marcas Sony e Motorola Mobility.

O resultado do ano passado foi estimulante para a fabricante terceirizada, com um lucro líquido de cerca de US$ 72,84 milhões, divulgados no dia 21 de março, quinta-feira. No ano anterior, 2010, a empresa fechou com prejuízo líquido de cerca de US$ 218,3 milhões, principalmente tendo em vista que vários de seus clientes acabaram perdendo participação de mercado com relação a dispositivos móveis.

Por Guilherme Marcon


De acordo com uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Franchising, ABF, o mercado de franquias cresceu 16,9% em 2011. O número representa uma alta acima do crescimento do Produto Interno Bruto do Brasil, que foi de apenas 2,7%.

Segundo o estudo, no ano passado o número de novas franquias foi de seis mil, o que representou a criação de 60 mil postos de trabalho. 

A ABF divulgou que a participação do setor no PIB foi de 2,3%. Em 2012 os especialistas preveem que esse crescimento continue acentuado e atinja o patamar de 15%, sendo que o segmento de alimentação foi o que mais se destacou e atingiu um faturamento de 14,5%.  Ao todo foram consultados mais de duas mil marcas que atuam no setor de franquias no Brasil.

Para a entidade, esse crescimento segue a tendência da economia nacional.  A abertura de novos shoppings irá contribuir para esse crescimento, mas os custos elevados desses espaços fazem com que os empreendedores se sintam intimidados em investir em novos pontos de venda. De acordo com o estudo, esse gasto cresceu entre 2% a 4% em 2011. 

Dentro do setor de Franchising, cresceu o número de microfranquias que exigem um investimento inicial menor, em 2010 elas somavam 213 unidades, sendo que 2011 fechou o ano com 336 lojas. 

Por Joyce Silva


A VTG (Vantage Drilling Company) divulgou na semana passada um prejuízo líquido para o último trimestre de 2011 de US$ 9,3 milhões, o que corresponde a três centavos de dólar por ação diluída. O valor é considerado muito positivo para a companhia, pois comparado ao prejuízo do último semestre do ano retrasado (finalizado em 31 de dezembro de 2010), em que o prejuízo líquido foi de US$ 13 milhões, a empresa mostrou um grande desempenho e avanço.

O presidente e CEO da VTG, Paul Bragg, afirmou que estava muito entusiasmado em anunciar as receitas e lucros. Ele também disse que as condições de mercado estão melhorando, principalmente para quem tem plataformas novas e modernas como a Vantage.

Informações sobre a empresa:

A VTG está localizada nas Ilhas Cayman cuja principal função é a perfuração submarina. Funcionando como uma empreiteira desta área, a VTG é considerada uma das maiores empresas independentes no setor de petróleo e gás natural. Ela possui uma embarcação para perfuração de águas ultraprofundas que está sendo construída e quatro plataformas flutuantes.

Além da contratação de unidades, equipamentos e trabalhadores, ela também fornece serviços como a supervisão de construções, administração de unidades de perfuração, etc.

Por Thiago Polido

Fonte: Marketwire


As Demonstrações Financeiras ou, de forma mais simples, as divulgações financeiras e operacionais da CCR S.A. do quarto trimestre de 2011 e do ano de 2011 foram apresentadas.

A empresa que é considerada uma das maiores em termos de recuperação, melhoria, manutenção e expansão da malha rodoviária nacional, divulgou, de acordo com a IFRS (Normas Internacionais de Relatório Financeiro) e com as práticas contábeis do Brasil, sua folha de receita que alcançou um Valor Liquido de R$ 1.225,4 milhões no quarto trimestre e R$ 4.577,6 milhões em 2011. Os resultados apresentados mostram um acréscimo de mais de 15% comparados com o anterior.

Outros números importantes a serem notados são o do tráfego consolidado que cresceu 3.2% no 4º trimestre e 5,4% em 2011, o do EBIT que atingiu valores de R$ 659,6 milhões no 4º trimestre e R$ 2.277,0 milhões em 2011 e também o do número de usuários da arrecadação eletrônica que atingiu 3.244 mil tag’s ativos.

O Presidente, Renato Alves Vale, comentou que os resultados foram expostos com orgulho e satisfação. Ele também disse que 2011 foi um ano de grandes sucessos para a companhia, pois foi concluída a primeira fase do projeto 4-Amarelo do Metro de São Paulo, estendeu-se o prazo do contrato da CCR-ViaLagos e ocorreu a entrada da CCR no setor de infraestrutura de aeroportos.

Por Thiago Polido

Fonte: Marketwire


O resultado do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro foi divulgado e, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a economia do Brasil obteve um crescimento de apenas 2,7% em 2011, dado que surpreende se comparado com o crescimento de 7,5% de 2010.

Entretanto, para o Ministro da Fazenda, Guido Mantega, o número não causa espanto, visto que a estimativa apontada era de 3%, em virtude do esforço para conter a inflação e da estagnação da economia no período de julho a setembro.

Já a presidente Dilma Rousseff, acredita que a aceleração econômica foi realmente baixa e responsabiliza a crise europeia pela desaceleração. O principal motivo citado pela presidente são as medidas adotadas pelos países desenvolvidos, que não cooperam com o crescimento dos países emergentes.

Assim, é possível entender que os países estão buscando soluções individuais, enquanto deveriam se unir para obter resultados satisfatórios a todas as economias envolvidas. Com isso, o Brasil se mantém na defensiva e, caso seja necessário, também deve adotar medidas próprias que estimulem mais a economia e valorizem a moeda brasileira.

Por Anne A. Matioli Dias


O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) divulgou uma nota apresentando o lucro líquido da instituição em 2011. De acordo com o documento, o valor foi de R$ 9 bilhões, sendo que em 2010 o lucro foi R$ 9,9 bilhões, ou seja, uma queda de 8,7%.

Segundo a nota da instituição, essa queda foi influenciada pelos altos valores usados na recuperação de crédito do ano anterior, que foi de R$ 2,3 bilhões.

Com relação à carteira de crédito e os repasses feitos ao banco, o número aumentou em 2011 e fechou o ano em R$ 6,1 bilhões, sendo que em 2010 foi de R$ 5,8 bilhões.

A renda variável também apresentou um desempenho considerado bom pelo banco e foi um dos pontos responsáveis por fazer com que o resultado bruto chegasse a R$ 6,8 bilhões.

Com relação à venda de ações, houve uma queda que, segundo a instituição, teve influência das condições consideradas desfavoráveis no mercado de capitais. Outro ponto divulgado foi com relação às operações de tesouraria do banco, que também ficou abaixo do valor de 2010, passou de R$ 1,6 bilhão para R$ 900 milhões no ano passado.

Por Joyce Silva


Uma quantia equivalente a R$ 37,814 bilhões. Esse foi o lucro de uma das maiores empresas de capital aberto do Brasil. A Vale já tem muitos anos de estrada e mostrou seu maior crescimento no ano de 2011.

Segundo levantamento da consultoria Economatica houve comparações dos lucros nominais de muitas empresas do Brasil e todas seriam de livre capital. Depois de testes e análises, o valor de lucros atribuídos a Vale constou nas notas como o maior já registrado em todos esses anos de trabalho.

Além da Vale, o lucro do ano passado de outras quatro empresas brasileiras também ficaram entre os 20 maiores da história no país.

Fábricas como as da Petrobras conquistaram a 3ª colocação, com R$ 33,313 bilhões. O Itaú Unibanco ficou em 14º lugar, com R$ 14,621 bilhões e o Banco do Brasil em 16º lugar, com R$ 12,126 bilhões. Já o Bradesco conseguiu alcançar o 19º lugar, com R$ 11,028 bilhões. 

Dentre os 20 maiores lucros registrados, o setor bancário é um dos que mais se destaca e fica bem na frente do setor industrial. 

A Petrobras passa a acumular 9 dos 20 maiores lucros e a Vale, 6.

Por Jéssica Monteiro

Fonte: Uol


A Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) divulgou o seu boletim Rio Exporta referente ao ano passado. De acordo com o estudo, as exportações do Estado do Rio de Janeiro tiveram um aumento de 47% se comparado ao ano anterior, as transações movimentaram mais de US$ 20 bilhões, um recorde. Com relação às importações, houve um aumento de 14%, o que também foi um recorde.

Em declaração, Guilherme Mercês, gerente de Estudos da Firjan, afirmou que um dos principais influenciadores desse resultado foi a atual posição do Estado no cenário internacional. Para ele, 2011 foi um ano que marcou o crescimento de diversos países, o que fez com que o Brasil, em especial o Rio de Janeiro, aproveitasse mais as oportunidades desse mercado. 

Outro ponto a favor do Rio de Janeiro foi a entrada da Companhia Siderúrgica do Atlântico no Estado, vale lembrar que a produção da empresa é destinada ao mercado internacional, o que faz com as vendas para o exterior aumentem. 

Ainda segundo Guilherme Mercês, a expansão mundial foi de 4%, enquanto no Brasil essa expansão foi de quase 3%.

Por Joyce Silva


O Banco do Brasil divulgou um relatório informando que o seu lucro líquido em 2011 foi de R$ 12,126 bilhões, um crescimento de 3,6% se comparado ao ano anterior.

O lucro recorrente da instituição, que exclui eventos extraordinários, somou R$ 11,751 bilhões em 2011, esse valor apresentou um volume 10,2% maior que o de 2010. Com relação aos ativos totais do Banco do Brasil, o valor foi de R$ 981,230 bilhões, um crescimento de 21%. Outro ponto divulgado pela instituição foi o crédito ampliado, que envolve as garantias prestadas e os títulos e valores mobiliários privados, que alcançou o valor de R$ 465,093 bilhões, o que representa um aumento de 19,8% em 12 meses.

A instituição financeira ficou com uma participação no mercado de crédito no Brasil de 19,2% em dezembro de 2011. 

Foi analisado também o crédito imobiliário voltado para pessoas físicas que encerrou o ano com um montante de R$ 6,035 bilhões, isso representa um aumento de 20%, no quarto trimestre de 2011 o valor gasto chegou a R$ 1,098 bilhão. 

Mesmo com esses números, o Banco do Brasil ficou abaixo de outras instituições, como, por exemplo, o Itaú.  

Por Joyce Silva


Segundo a consultoria Economatica, em 2011, o lucro do Bradesco foi o terceiro maior da história dos bancos brasileiros. Houve um aumento de 10% em relação a 2010, registrando um valor de lucro líquido de R$ 11,028 bilhões, ficando atrás apenas do Banco do Brasil (R$ 11,296 bi) e do Itaú (R$ 11,708 bi).

No quarto trimestre do ano passado, ocorreu uma queda de 8,7% comparada ao mesmo período de 2010, ocorrendo um lucro líquido de R$ 2,726 bilhões.

Excluindo eventos extraordinários, é considerado o lucro líquido ajustado, o qual resulta R$ 2,771 bilhões no quarto trimestre, equivalendo a um aumento de 3,2% comparado ao mesmo período de 2010.

O crescimento da margem financeira total do banco  no período  de outubro a dezembro  foi de 13,8%.

Com isso o mês de dezembro encerrou sua carteira de crédito total em R$ 345,724 bilhões, um aumento de 17,1% ao ano anterior. Sendo que as operações com pessoas físicas tiveram alta de 10,6%, totalizando R$ 108,671 bilhões, e com pessoas jurídicas um crescimento de 20,4%, atingindo R$ 237,053 bilhões.

No final de 2011 os depósitos totais do banco tiveram um aumento de 12,5% comparado ao final de 2010, resultando em um valor de R$ 217,424 bilhões.

Já os recursos captados e administrados tiveram um aumento de 16,9%, um valor de R$ 1,020 trilhão.

Por Anaí Barbieri


Apesar de ter finalizado o ano de 2011 com volume financeiro negociado recorde, o valor de mercado das empresas listadas na BM&FBovespa caiu 10,5% ano passado. O valor total das empresas é de R$ 2,29 trilhões, segundo informações do balanço de operações divulgado no dia 6 de janeiro.

Dentre as 373 empresas com ações negociadas na bolsa, as que registraram maior giro financeiro no ano de 2011 foram: Vale PNA (R$ 174,33 bilhões); Petrobras PN, (R$ 125,81 bilhões); OGX Petróleo ON (R$ 73,22 bilhões); Itaú Unibanco PN (R$ 67,73 bilhões); e Vale ON (R$ 45,05 bilhões).

O balanço divulgado pela BM&F apresentou também outros dados, tais como o número total de investidores individuais. Ao todo, 583.202 pessoas físicas possuem conta no mercado de capitais, um número 4,5% menor do que o apresentado em 2010 (610.915). Estes investidores representam 21,44% das movimentações financeiras, ficando em terceiro lugar, enquanto os investidores estrangeiros movimentaram 34,74%, e os investidores institucionais 21,44%.

O Ibovespa apresentou queda de 18,1% no ano passado, sendo este o pior desempenho desde o ano de 2008. O índice é utilizado para representar o desempenho médio do mercado de ações brasileiro.

Por Lucas Ferreira

Fonte: G1


Os países europeus estão fazendo grandes esforços para diminuir seu déficit público após reafirmarem o Tratado de Maastrich, que passará a estabelecer punição automática aos países cujo déficit exceda 3% do PIB (Produto Interno Bruto) ou 60% da dívida. Cortes de gastos, demissões de funcionários públicos e diminuição dos benefícios sociais serão alguns instrumentos utilizados para que os países se ajustem à meta.

Enquanto a área do euro deve finalizar o ano de 2011 com déficit médio de 6% e dívida pública de 88% do PIB, o Brasil apresenta um déficit nominal de 2,56%, considerando todas as contas do setor público, incluindo Governo Federal, Governos Estaduais e Municipais, além de todas as empresas estatais. Já a dívida bruta brasileira totaliza 55,4% do PIB.

O economista Fernando Montero, da Corretora Convenção, declarou que a situação atual do Brasil é muito melhor que a europeia. “Nós temos uma foto muito melhor, e temos um filme também melhor. A foto, que é a dívida/PIB, o déficit nominal, e o resultado primário deste momento, é muito melhor do que a Europa. E pode incluir outros países, como os Estados Unidos. E o filme, que é a dinâmica, olhando para frente, também é muito melhor”, afirmou ele.

Manter níveis adequados de dívida pública, défcit nominal e superávit primário, permite ao Brasil abaixar as taxas de juros, o que provoca uma aceleração no crescimento econômico.

Por Lucas Ferreira

Fonte: G1


No mesmo estudo em que a consultoria Economatica anunciou que o volume de negociações na Bovespa em 2011 foi o maior da história, houve o anúncio de que as ações da empresa Cielo, responsável pelo precessamento financeiro no Brasil das maiores bandeiras de cartão de crédito do mundo, como Visa e Mastercard, foram as mais rentáveis neste ano de 2011 dentre todas as ações negociadas na América Latina.

O estudo levou em consideração as 82 ações com volume financeiro médio diário superior a US$ 10 milhões.

No tarde do dia 27 de dezembro as ações da empresa estavam valendo R$ 47,60, apresentando leve alta de 0,21%.

A Cielo (CIEL3) apresentou rentabilidade anual de 51,1%, seguida pela empresa mexicana Fomento Econômico do México (FEMSA UBD), com 50,7%, e da Redecard do Brasil, com retorno de 46,2%. Do total das 82 ações analisadas pelo estudo, 65 delas são brasileiras, 10 são mexicanas, cinco chilenas e duas da Colômbia.

As ações com maior queda, porém, foram também de empresas brasileiras. A HrT Petróleo (HRTP3) apresentou um recuo de 64,6%, e a Gafisa (GFSA3), do ramo de construção civil, apresentou queda de 63,3%.

Por Lucas Ferreira

Fontes: G1Uol


A Ambev registrou aumento de 1% na participação no mercado brasileiro de cervejas e aumento de 12,9% no EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), que saltou para R$ 2,99 bilhões no último trimestre.

Embora os números sejam positivos, os resultados da empresa não convenceram. Especialistas acreditam que o papel, cujo fechamento no dia 9 de novembro ficou na casa de R$ 57,50, está caro.

A variação do dólar, que no começo do trimestre era cotado em R$ 1,60 e terminou em R$ 1,85 fez com que a companhia perdesse nas operações ‘inter companies’, o que, por consequência, comprometeu o resultado financeiro no período, deixando-o negativo em R$ 306,3 bilhões. Em 2010, no mesmo período, a Ambev registrou resultado positivo em R$ 48,1 milhões.

No mercado de ações, a companhia apresenta uma valorização de 18,9% no acumulado do ano, período em que o Ibovespa registrou uma queda de 163%.

A inflação registrada no período contribuiu com o aumento de 7,3% das despesas com vendas gerais e administrativas. O volume do produto vendido por hectolitro subiu para 1,6%, o que corresponde a um aumento de 39,9 milhões de hectolitros.

Por Lorena Matuziro


O lucro líquido da BM&FBovespa no terceiro trimestre deste ano é de R$ 292 milhões, considerado estável em relação ao mesmo período de 2010.

Entre os meses de julho e setembro deste ano, a receita líquida da empresa obteve uma variação positiva de 0,9%, saltando para R$ 493,7 milhões. Entretanto, a Receita Federal contesta a operação que resultou em ganho fiscal para a BM&FBovespa.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, medidos pelo Ebitda, da companhia subiu para R$ 347,5 milhões, com uma alta de 2,5%. O índice tem uma margem de 70,4%, contra os 69,2% do mesmo período do ano passado.

Devido à crise que afeta países na Europa, o orçamento de investimentos, que antes girava entre R$ 235 milhões e R$ 255 milhões, foi revisado, e a companhia espera que fique no intervalo de R$ 180 milhões a R$ 210 milhões.

A BM&FBovespa aprovou o pagamento de R$ 233,6 milhões em dividendos. O pagamento deve ser feito no dia 31 de janeiro de 2012, baseado no registro de acionistas de 17 de novembro deste ano. O montante a ser pago equivale a 80% do lucro líquido contábil.

Por Lorena Matuziro


Embora a produção cafeeira no Brasil tenha caído, as exportações atingiram uma receita de US$ 7,01 bilhões nos últimos dez meses. Os dados são do CeCafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil) e foram divulgados na última terça-feira (8/11). O montante representa um crescimento de 61% em relação ao mesmo período do ano passado. 

O volume exportado nos quatro primeiros meses da safra 2011/12, que iniciou em julho, é inferior ao registrado na safra 2010/11 em 9%. Entretanto, a alta nos preços internacionais fez com que os três milhões de sacas embarcadas em outubro atingissem um montante de US$ 870,988 milhões, 32,8% superior ao registrado um ano antes. 

Aproximadamente, 27,35 milhões de sacas de café brasileiro foram exportados no acumulado do ano, o que representa um aumento de 4% em relação ao mesmo período de 2010. 

O Brasil é o maior produtor e exportador de café do mundo. Na safra 2008/09, foi responsável por 36% da produção mundial.

Produzido em quatorze Estados, o café está presente em quase dois mil municípios, empregando mais de oito milhões de pessoas. Essa diversificação na ocupação geográfica permite que o país produza diferentes tipos e espécies do produto, tornando-o um diferencial no exterior.

Para mais informações, clique aqui.

Por Lorena Matuziro


A economia brasileira ainda propicia às empresas nacionais e estrangeiras maiores investimentos. Em vários setores o montante destinado a expansão, fusão e outros termos relacionados cresceram de maneira muito positiva no ano passado, tal como ocorreu ao segmento de veículos automotores, que observou o ingresso de novas montadoras por aqui.

O setor alimentício, por sinal, é um que tende sempre a crescer, apontado por muitos como sinônimo de altos ganhos. A rede Bon Grillê, um desses casos, inaugurou quatro lojas nos últimos três meses. Os locais contemplados foram os tradicionais Shoppings Metrô Itaquera e Anália Franco, ambos em São Paulo, além de outros no interior do Estado paulista.

Neste ano, prevê a rede, 15 lojas serão inauguradas pelo país. Isto significa novos investimentos e mais empregos com registro em carteira de trabalho. Aos que têm interesse em atuar na área e na rede, está dado o recado.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Maxpress


Empresa reconhecida no mundo inteiro pelos seus produtos, a Coca-Cola é presença certa em todo o território tupiniquim. Suas vendas, em 2010, cresceram 5% pelo planeta; no último trimestre do ano, 6%. No Brasil, especificamente, os números comerciais da companhia avançaram 7% acima da média global entre outubro e dezembro.

Os dados brasileiros ratificam a tendência de crescimento da Coca-Cola, que há 27 trimestres seguem em escalada. Segundo Xiemar Zarazúa, presidente da companhia no Brasil, a nação tem desempenhado bem seu papel no cenário internacional, confirmando a ideia de que o local está apto a abranger negócios de sucesso.

Devido a fatores como este é que o Sistema Coca-Cola Brasil investirá R$ 2,5 bilhões neste ano. Somente entre 2010 e 2014, segundo dados da empresa, R$ 11 bilhões devem ser contabilizados em termos de investimentos.

Relacionado a volumes de vendas, a empresa registrou avanço de 12% no primeiro trimestre do ano passado, 13% no segundo e terceiro trimestres e mais 7% no último período. No acumulado anual, portanto, alta foi de 11%.

Apesar de haver muitas contestações sobre algumas das políticas da Coca-Cola (senso geral), a empresa tem procurado contribuir para um meio-ambiente cada vez mais sustentável ao lançar, na América Latina, a garrafa PlantBottle, a qual contempla 30% de sua constituição à base de planta.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Associação Brasileira de Supermercados


Manter um negócio acarreta em decisões que podem, ou não, vigorar positivamente ao empresário. Deliberações certas em meio ao atual cenário econômico brasileiro nutrem as atividades das empresas. Determinações errôneas ou outros motivos atrelados levam as companhias a decretarem falências ou atravessarem longos períodos de turbulência.

Segundo o Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações, janeiro de 2011 foi o mês com o menor número de falências decretadas para o período desde 2005. A instituição revela que 41 decretos foram realizados no período, 35 a partir de micro e pequenas empresas, quatro entre as grandes empresas e duas pelas médias.

O panorama econômico do país em 2010, de acordo com economistas da Serasa, foi o fator determinante para o mês passado ter atingido o menor número de falências estabelecidas. Em comparação a dezembro, as falências solicitadas aumentaram, porém no confronto anual, recuaram.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian


Parcela dos brasileiros não se atenta a questões mais específicas sobre a economia. Contudo, muitas das informações que envolvem índices, siglas e outros mais afetam diretamente o dia a dia de um lar, de uma pessoa, de toda uma cadeia envolvida.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) cresceu mais uma vez, de acordo com o último levantamento do Banco Central (BC), para 5,64%, contra 5,53% de antes. Na concepção de Evaldo Alves, professor de economia da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), as altas são oriundas, em maior instância, pelo avanço nos valores das commodities no mercado global e o crescimento do mercado interno do Brasil.

Evaldo considera que para frear a pressão inflacionária o Banco Central (BC) se utiliza da taxa básica de juros da economia, a Selic. Em sua visão, ela, a Selic, deverá continuar a crescer.

Como o dólar transita em várias pautas econômicas, Alves prevê que a taxa cambial no final do ano chegará em R$ 1,75, pouco acima dos números atuais, devido ao aumento mais presente das importações de equipamentos e máquinas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Insight Comunicação


Informações divulgadas pelo Banco Central (BC) por meio do relatório Focus indicaram que o mercado elevou, após semanas de manutenção, o índice do Produto Interno Bruto (PIB) 2011 de 4,50% para 4,60%. Para 2012, por outro lado, o índice permaneceu em 4,50%.

Além dessa informação, o Focus aumentou a projeção da meta de 2011 da taxa básica de juros da economia, a Selic, de 12,25% para 12,50%, porém manteve o índice de 2012 em 11,00%.

No relatório constam, também, informações sobre o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que após subir para 5,53% na semana passada, voltou a avançar, desta vez para 5,64%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Banco Central


Relatório Focus divulgado recentemente pelo Banco Central (BC), assinala que o mercado brasileiro majorou as perspectivas para a inflação deste ano e de 2012, mantendo, com isso, os índices fora do centro da meta.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) saltou de 5,42% calculado na semana passada para 5,53% no atual relatório. A estimativa para o ano que vem cresceu de 4,50% para 4,54%.

Apesar de afastados do centro da meta, de 4,50%, ambos permanecem próximos ao almejado pelo governo, uma vez que existe tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Com relação à taxa básica de juros da economia, Selic, o relatório nutriu a perspectiva de 12,25% ao ano para 2011, e de 11%, também ao ano, para 2012.

Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), o BC prevê expansão de 4,50%, índice calculado neste patamar há semanas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) foi a eventualidade mais aguardada nesta semana por economistas e especialistas. Ao final do ato, anunciou-se alta em meio ponto percentual à Selic, taxa básica de juros da economia. Com isso, o índice anterior de 10,75% passou para 11,25%.

Esse acréscimo tem por base a ideia de frear o crescimento da inflação para, deste modo, se conquistar convergências com as metas do Banco Central. Com esse alçamento, a taxa acordada já é a maior constatada desde abril de 2009.

Dois grandes órgãos não receberam bem a notícia: a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Por outro lado, na concepção de Cristiano Souza, economista do Santander Brasil, essa convenção em torno da Selic é o primeiro ponto de ciclo de ajuste em meio a um ambiente de agravamento da inflação, denotando mudanças.

O Copom, no comunicado, assinalou possibilidade de medidas macroprudenciais em consonância à alta da Selic. Para Otávio de Barros, economista-chefe do Bradesco, é sinal de que poderão ocorrer mais apertos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters


A expansão imobiliária brasileira agrega aumento no número de empregos por todo o país, além de propiciar às pessoas o acesso à moradia própria. Em regiões de periferia, por exemplo, é possível observar que quando um empreendimento fica pronto passa a movimentar mais amplamente a economia local.

Em breve, o Brasil será palco da Copa do Mundo de 2014 e um pouco mais adiante, das Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. Enxergando esses dois eventos como positivos, a Mills, considerada uma das líderes no setor de soluções de engenharia no país, anunciou investimentos superiores a R$ 337 milhões para 2011, voltados à aquisição de equipamentos.

Neste ano, em particular, vias expressas no Rio de Janeiro, além de linhas de metrô na cidade, bem como em São Paulo, terão suporte da Mills. Os estádios destinados à Copa do Mundo e o Rodoanel paulista, entre outras obras, serão abrangidas pelas atividades da empresa.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Maxpress


Sucessor de Henrique Meirelles frente à presidência do Banco Central, Alexandre Tombini já iniciou, juntamente a Dilma Rousseff, presidente do país, suas atividades anunciando novas medidas. Enquanto a ex-ministra-chefe da Casa Civil propôs a privatização de dois aeroportos, o líder do banco decidiu instituir o depósito compulsório para bancos que apostam na valorização do real.

Nutrindo ativamente seus afazeres, Tombini assinalou que o mercado de crédito de consumo poderá avançar aproximadamente 10% em 2011, portanto inferior aos 15% contabilizados em 2010. Assegura que o BC tem prestado atenção a bolhas que possam vir a ocorrer no segmento.

Para Tombini, em matéria veiculada pelo portal R7, essa disposição não assinala algo que precise de medidas prudenciais, porém o consumo continuará a crescer num patamar ameno. Para tanto, prevê que o principal incentivo a ser adotado é sobre o crédito do ramo imobiliário.

Em sua opinião, a maior disposição financeira da população propicia oportunidades de expansão, mas essa prática precisa ser feita de maneira sustentável.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O segmento imobiliário brasileiro sofreu grande expansão nos últimos anos. Lançamentos, entregas e novas obras são observados em várias regiões do país, tanto em meio às classes A e B como nas C, D e E. Apesar de todo o otimismo, empresários do setor apontam alguns problemas, entre os quais mão de obra qualificada em número insuficiente.

Constatações à parte, estudo realizado pela Associação de Investidores Estrangeiros em Mercado Imobiliário (Afire, na sigla em língua inglesa) constatou que o país foi mais bem visto pelos investidores estrangeiros em relação à China, a grande potência emergente da atualidade.

Matéria veiculada pelo Estadão revela que o Brasil não foi considerado somente como o mercado emergente mais propício e interessante para investimentos, como, também, o quarto entre os demais com maiores possibilidades de valorização. Mesmo com alguns entraves em sua economia, os estadunidenses lideram o topo do ranking.

Na concepção de Ian Hawksworth, presidente da Afire, a situação que trouxe benefícios aos emergentes foi a melhor disposição entre os investidores para 2011 e a perspectiva de os investimentos serem mais bem diversificados.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Dados divulgados pelo Banco Central na segunda-feira (20/12) nutriram as perspectivas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) elevado para 2010, porém mais ameno para o ano que vem. Mesmo com essa disposição, alguns setores mostram-se confiantes quanto ao comportamento econômico do país.

Um desses casos é o setor industrial. De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) por meio da pesquisa Sondagem de Investimentos, mais da metade dos empresários industriais (55%) almejam, nesse ínterim, realizar investimentos maiores em 2011 perante 2010.

Na contramão do descrito anteriormente, para 15% das 829 empresas consultadas haverá arrefecimento no volume de investimentos, o mais humilde desde 2008, quando o índice foi de 13%.

No atinente a vendas, a parcela das empresas que estimam aumento passou de 69% para 72% a 2011, o segundo patamar mais elevado da série histórica, abaixo apenas do prognóstico relacionado em 2005, de 79%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: R7


O famigerado Trem de Alta Velocidade, também conhecido por TAV, tem por escopo interligar Campinas, Rio de Janeiro e São Paulo, projeto que se edificado como o governo brasileiro e população imaginam poderá oferecer nova alternativa para o desgastado sistema de transportes do país – estritamente a esses locais.

O trem-bala, como também é familiarizado, não ficará pronto até a Copa do Mundo de 2014, mas às Olimpíadas de 2016 funcionamento parcial é previsto. No início da segunda semana de dezembro a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) reabriu o prazo para encaminhamento de pedido de explicações sobre o projeto aos que possuem interesses.

De acordo com a ANTT, os interessados poderão pedir maiores detalhes até as 18 horas do dia 10 de março do ano que vem. Segundo o portal de notícias G1, o prolongamento ocorreu após o governo ter determinado o adiamento do leilão (que ocorreria neste mês). Além dessa data, a nova ocasião para o encaminhamento das propostas é 11 de abril próximo, com leilão a ser realizado em 29 do mesmo mês.

Terá boa vantagem o consórcio que conseguir oferecer valor inferior a R$ 0,49 por quilômetro à classe econômica.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A indústria brasileira tem reportado quase diariamente insatisfação com o aumento das importações ante as exportações. Constatações assinalam que várias foram as empresas que começaram a adquirir produtos estrangeiros, significando, portanto, perda de competitividade nacional.

Dados divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) por meio do estudo Investimentos na Indústria assinalam que 89,6% das companhias situadas no país investiram neste ano e 92%, de acordo com o Estadão, pretendem investir em 2011.

Das 454 empresas consultadas, em média cada uma aplicou R$ 6,344 milhões, alta de 80% em comparação aos R$ 3,526 milhões do ano passado. A perspectiva é que 2011 perpetue valor próximo de R$ 6,8 milhões.

A intenção para 77,8% das indústrias ao ano que vem são investimentos focados exclusiva ou singularmente para o mercado nacional.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O crescimento das importações ante exportações preocupa diversos segmentos que exercem atividades de venda pelo Brasil, seja ao mercado externo como ao interno. A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) avalia que essa tendência tem acarretado prejuízos à própria indústria nacional. A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) assinala que uma em cada duas empresas já tem nos produtos estrangeiros grande fonte de economia.

Preocupado em fornecer soluções, Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), assevera que o governo avalia medidas para barrar a expansão das importações no Brasil. A autoridade atesta que o Ministério da Fazenda já aumentou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para investimentos estrangeiros, mas ainda existem outras possibilidades, entre as quais regulatórios, operações a futuro e compulsórios.

Matéria veiculada pela Folha UOL aponta que a alíquota de câmbio na nação brasileira é a principal reclamação do setor industrial, pois empresários reportam, atualmente, falta de competitividade de produtos daqui perante importados. O segmento pede intercessão no ingresso de capitais estrangeiros como maneira de brecar a valorização da moeda tupiniquim.

No intuito de acalmar a indústria, Coutinho assegura existir um plano, porém em processo de finalização, com previsão de entrega para o início de 2011. Entre as medidas situam-se adequação tributária para beneficiar a exportação.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Ao longo deste ano o Brasil observou dezenas de investimentos provenientes de empresas estrangeiras. Inúmeros são os benefícios ao país, entre os quais emprego para grande número de pessoas, possibilidade de transferência de tecnologia – dependendo da companhia e sua atuação – e consumo da produção pela própria população.

Em 24 de novembro, quarta-feira, a General Motors do Brasil anunciou, de maneira oficial, novo aumento do Centro Distribuidor de Peças situado em Sorocaba, no interior de São Paulo. O investimento previsto para essa expansão é de R$ 15 milhões, com início das obras em meados de janeiro próximo e término estimado para junho de 2011.

Os ganhos brutos dessa unidade são, segundo o G1, de R$ 1,3 bilhão anuais, podendo alcançar R$ 1,6 bilhão após as obras. A perspectiva da GM é que as 32 milhões de peças produzidas por ano em Sorocaba aumentem para 43 milhões, voltadas tanto ao mercado interno como a países da América do Norte, América Latina e América do Sul.

Para Isela Costantini, diretora-geral de Pós-Vendas da GM do Brasil, o intuito por meio dessa expansão é abranger o crescimento do segmento automobilístico do país, o que inclui novos lançamentos da Chevrolet, além dos veículos para exportação.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Boletim Focus,documento divulgado periodicamente pelo Banco Central, contendo as previsões, expectativas e estimativas dos analistas financeiros do mercado nacional para o ritmo dos índices inflacionários, pela nona semana consecutiva apresenta estimativas de alta para a inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). Enquanto no relatório anterior os analistas haviam estimado um aumento do IPCA em 5,31%, no relatório divulgado no inicio desta semana, esta estimativa foi revista para cima, ficando na casa dos 5,48% para este ano de 2010. Já para 2011 a expectativa sentida pelo mercado é também de alta, pois enquanto anteriormente o mercado previra o IPCA de 2011 em 4,99%, agora a previsão deste índice para o ano que vem é de 5,05%.

Assim como o IPCA, as previsões para os demais índices inflacionários foram aumentadas. O IGP-DI passou da estimativa de 9,94% neste ano para 10,36%. Segundo os analistas consultados pelo BC o IGP-M, índice base que reajusta a grande maioria dos contratos de aluguéis, na previsão atual deve chegar em 2010 a 10,59%, enquanto no boletim passado havia sido estimado em 10,05%. Para 2011 a estimativa do relatório Focus para o IGP-DI é de 5,26%, e para o IGP-M é de 5,35%.

Para os próximos meses as estimativas também contemplam altas. O IPCA para Novembro deve ficar em 0,55%. Estimativa aumentada em relação à estimativa anterior que era de 0,51%. E para Dezembro a expectativa é que o IPCA fique na casa dos 0,50%.

As previsões confirmam a tendência de alta dos índices inflacionários que vem ocorrendo principalmente pela alta dos preços dos alimentos e que deve se acentuar ainda mais com a chegada do fim de ano.

Por Mauro Câmara

Fonte: Economia IG


Um dos pilares da política de combate a inflação nos últimos tempos, as altas taxas de juros, que tem ajudado a manter o controle sobre os índices inflacionários, mas que por outro lado também sufocam a economia e oneram o setor produtivo pode estar com os dias contados. De Seul, onde se encontra para a reunião de cúpula que reúne as vinte maiores economias do mundo, o Ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse, conforme matéria do site Economia UOL, que a partir de 2011 no governo Dilma haverá a possibilidade da baixa dos juros, sem se descuidar em nenhum momento do controle da inflação.

O que possibilitará esta queda de juros, além de outras medidas para continuar se mantendo a inflação sobre controle, será a diminuição nos gastos públicos, uma meta que a presidenta Dilma reiterou diversas vezes que vai buscar como objetivo principal, assim como o recuo dos subsídios do BNDES.

Sobre a inflação oficial que vem aumentando conforme indica os últimos índices divulgados, o ministro disse que isto está acontecendo em função da alta das commodities e do preço dos alimentos, consequências, segundo o ministro, da atual conjuntura internacional e não quer dizer necessariamente que o problema seja local em função do planejamento de controle da inflação realizado pelo governo. E reafirmou que nem o governo Lula e nem o governo Dilma não descuidarão do controle da inflação, que é sem dúvida nenhuma a base fundamental da política econômica do governo para poder desenvolver todos os seus planos e projetos.

Por Mauro Câmara


O crescimento da economia brasileira foi largamente vislumbrado no início deste ano, quando, no primeiro trimestre, houve avanço de 2,7% em comparação aos três meses imediatamente anteriores. Como o país conseguiu manter bons índices no transcorrer de 2010, o Banco Central voltou a manter a percentagem estimada anteriormente nesse quesito.

Por meio do boletim Focus, o BC acredita que a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) chegará a 7,6% em 2010 e 4,5% no ano que vem, o último índice, em especial, nutrido no mesmo patamar há 48 semanas.

Além desses dados, o boletim Focus contempla, de acordo com a Band Online, a perspectiva para o crescimento da produção do setor industrial, que apresentou contração de 11,22% para 11,12%, caso diferente do prognosticado para 2011, com estimado avanço de 5,20% para 5,25%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Crescimento, crescimento, crescimento. A repetição desse termo condiz bem ao atual cenário positivo sentido no Brasil. O Produto Interno Bruto (PIB), que em 2009 encolheu a -0,2%, será de 7,5% segundo o Banco Central, pensamento similar ao emitido por instituições financeiras. O número de empregos criados, também em alta, é outro parâmetro dentro das palavras deste início de parágrafo.

Mantendo a mesma linha de ideia, Evaldo Alves, professor de economia internacional da Fundação Getúlio Vargas (FGV), acredita que a indústria brasileira deve continuar a crescer no ano que vem, embora endosse que são necessárias resoluções dos gargalos infraestruturais no país. Para ele, os empresários do segmento estão se municiando para um estágio de expansão ininterrupto.

Breve artigo expelido pela Band Online assinala que a indústria no país atravessa o maior faturamento de toda a história. Em setembro, para elucidação, o indicador da Confederação Nacional da Indústria (CNI) abarcou 120,3 pontos e no acumulado anual até o mês em questão ante período simular de 2009, avanço de 11,3%.

Na opinião de Marcelo Ávila, economista da CNI, o emprego no segmento já está totalmente recuperado do colapso do biênio 2008-2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Passada a euforia das eleições com os discursos dos derrotados e principalmente dos vencedores começa agora o momento de se delinear o perfil do próximo governo. Entre especulações sobre o novo ministério, rumores da criação de mais impostos um aspecto fundamental é o orçamento com o qual o governo irá trabalhar em seu primeiro ano no poder.

Com uma campanha calcada na continuação dos programas sociais do governo Lula, o PT alavancou a candidatura da presidenta Dilma Rousseff, mas para mantê-los e ampliá-los, inclusive com reajustes dos valores destes programas sociais, a projeção do orçamento da união deverá permitir um volume de receitas que dêem margem para o governo trabalhar.

E de acordo com matéria do site Economia IG esta margem de trabalho irá existir. Desde o último dia 03 de Novembro a estimativa do orçamento para 2011, do deputado Bruno Araújo (PSDB) está em discussão na Comissão Mista de Orçamento foi revisado e agora contempla um acréscimo de cerca de quase R$ 18 bilhões na receita estimada, o que permitiria certa folga ao novo governo para implementar suas políticas e projetos.

Com a revisão a projeção das receitas da união chegou a R$ 985,3 bilhões baseada principalmente na expectativa de uma arrecadação maior com o imposto sobre operações financeiras (IOF), o REFIS 4, programa de recuperação de receitas tributárias e a decisão da justiça de cobrar a CSLL sobre as exportações.

De acordo com o relator das receitas do orçamento existe espaço até para o novo governo pensar em reduzir a carga tributária, o que poderia impactar positivamente na economia brasileira.

Por Mauro Câmara

Fonte: Economia IG


Depois de um dia muito comemorado pelo Partido dos Trabalhadores devido à vitória de Dilma Rousseff, ex-ministra-chefe da Casa Civil, no segundo turno das eleições presidenciais, o mercado aumentou delicadamente, em 1º de novembro, a estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, porém, manteve o mesmo percentual para 2011.

Segundo o Banco Central por meio do relatório Focus, o índice da economia sofreu elevação para 7,60% ante os 7,55% anteriores, enquanto ao ano que vem a percentagem de 4,5% permaneceu.

Em relação ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o BC incrementou, pela sétima semana seguida, para novos 5,29%, pouco acima dos 5,27% relacionados no relatório anterior. Para 2011 a tendência de alta foi nutrida, de 4,99% contra 4,98% de sete dias atrás.

O prognóstico para a inflação dos próximos 12 meses, de acordo com a agência de notícias Reuters, foi baixado para 5,16%, contra 5,17% precedente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O bom desenvolvimento da economia brasileira teve seu grande momento no início de 2010, mais exatamente entre janeiro e março. Entre o segundo e terceiro trimestres o ritmo foi mais ameno, porém, um reaquecimento pode vir à tona entre outubro de 2010 e março de 2011.

Segundo a Serasa Experian, o Indicador de Perspectiva Econômica avançou 0,1% em agosto em comparação a julho, cingindo, portanto, nível de 100,5 pontos. De acordo com os economistas da entidade, a confirmação está sujeita às próximas realizações, porém, os dados do oitavo mês deste ano sinalizam chances de acontecer um ciclo de compressão monetária.

Conforme veiculado pelo portal de notícias G1, os Indicadores de Perspectiva Econômica foram cunhados com o desígnio de prever, num período de seis meses, em que estágio do ciclo estarão situadas a inadimplência das empresas e do consumidor, as concessões reais de créditos às empresas e ao consumidor e a atividade econômica.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Por vezes apelativos e em muitas ocasiões tendenciosos em somente ilustrar propostas dignas de candidatos à sucessão presidencial, Dilma Rousseff (PT), ex-ministra-chefe da Casa Civil, e José Serra (PSDB), ex-governador de São Paulo, procuram salientar diversos pontos de vistas sobre temas distintos, ao mesmo tempo em que destinam parte de suas agendas para contato com eleitores e setores empresariais.

Nos últimos dias, a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) recorreu a ambos para pedir que a exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), estimada para finalizar em dezembro próximo, continue em 2011. Além desse pedido, a entidade almeja isenção permanente e total da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e do Programa de Integração Social (PIS) para as mercadorias.

Para Melvyn Fox, presidente da Abramat, não se terá um posicionamento definitivo antes do decisivo 2º turno, porém, entende-se que existe certa sensibilidade por parte do governo vigente – em adotar o pedido.

O requerimento não é elucidado ao acaso. Segundo o portal de notícias G1, o ato de construir é uma atividade esquematizada, com prazo de execução mais extenso, e o consumidor não deve recorrer às lojas nos 45 minutos do segundo tempo para fazer bom proveito dos últimos dias da exoneração do IPI.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A semana começou movimentada em diversos aspectos. Primeiramente, o governo decidiu aumentar a fixação do índice do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) dos recém-acordados 4% para novos 6%. Em seguida, vários anúncios de investimentos – sem desprezar outros assuntos de igual importância.

Volkswagen e Fiat, por exemplo, apregoaram aplicações financeiras para os próximos anos, cada qual com seu desígnio. A General Motors, ou GM, não ficou para trás, tanto que prometeu acelerar a execução do programa de investimentos no país por meio da cifra de R$ 5 bilhões ao período compreendido entre 2008 e 2012. Segundo Jaime Ardila, presidente da montadora na América do Sul, os desembolsos estimados para 2011 são de aproximadamente R$ 2 bilhões.

Matéria veiculada pelo portal de notícias G1 aponta que a intenção da GM é investir amplamente na unidade de Gravataí, situada no Rio Grande do Sul, a qual poderá comportar, além de R$ 2 bilhões, o lançamento de uma linha de novos veículos automotores. A companhia também deverá focar R$ 1,35 milhão para modernizar e ampliar a fábrica localizada em São Caetano do Sul, na região metropolitana de São Paulo, possivelmente para a produção de dois novos modelos já a partir de 2011.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma tendência que tem se repetido novamente foi constatada. Informações divulgadas por meio do relatório Focus, do Banco Central, assinalaram incremento nas previsões de inflação para 2010 e 2011, porém, sustentou as estimativas para a Selic, a taxa básica de juros da economia.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010 aumentou pela quinta semana consecutiva, para 5,20%, um pouco acima do percentual de 5,15% emitido no último levantamento. Ao ano que vem a percentagem avançou para 4,99%, sucintamente superior aos 4,98% de antes.

O centro da meta para este e o próximo ano permanece: 4,50%, com tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O prognóstico para a inflação de outubro deste ano até setembro do próximo continua em 5,16%, assim como a Selic 2010 e 2011 de 10,75% e 11,75%, respectivamente.

Segundo a agência de notícias Reuters, o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano foi conservado em 7,55% e para 2011 em 4,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma das maiores redes mundiais do setor de varejo, o Walmart anunciou na sexta-feira passada, 15 de outubro, que aumentou o volume de investimentos estimados para 2011 e 2012, além de assinalar que deverá ampliar suas unidades situadas no Brasil, na China e no México.

Para o ano fiscal deste ano, com encerramento ditado em 30 de janeiro próximo, a quantia de investimentos chega a US$ 12,2 bilhões, dos quais US$ 6,6 bilhões aos Estados Unidos e outros US$ 3,8 bilhões ao restante do mundo. Apesar dessas estimativas, a rede pode aumentar o valor para até US$ 14 bilhões no ano fiscal 2011.

Segundo Doug McMillon, presidente da Walmart International, o investimento de capital para 2011 será focado para novas lojas, com destaque singular nos mercados emergentes, entre eles Brasil, México e China. Apesar desse indicativo, números específicos não foram mencionados.

Matéria veiculada pela Folha UOL relaciona que o lucro da companhia atingiu a marca de US$ 6,89 bilhões no primeiro semestre fiscal, alta de 6,6% no confronto anual.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Em mais uma ocasião, o mercado brasileiro decidiu elevar a estimativa para a inflação deste ano. De acordo com relatório Focus emitido nesta segunda-feira pelo Banco Central, o índice de 5,05% foi suplantado para 5,07%. Para o ano que vem houve outro ajuste, mas para baixo, dos anteriores 4,94% para 4,92%.

Esta é a terceira semana consecutiva de adequações. Segundo a agência de notícias Reuters, a meta inflacionária dos dois anos possui centro em 4,5%, com tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Outro ajuste foi o concernente ao prognóstico para a inflação nos próximos 12 meses, de 5,15% para 5,16%. Para 2010 e 2011 a Selic, taxa básica de juros da economia, permaneceu inalterada em, respectivamente, 10,75% e 11,75%.

A estimativa para o crescimento econômico brasileiro, ou seja, o Produto Interno Bruto (PIB), saltou de 7,53% abalizado na semana passada para novos 7,55%. Para 2011 o índice foi mantido em 4,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A economia mundial já apresenta melhorias em várias partes do mundo, tanto que alguns países têm conquistado a simpatia de empresários e investidores, como é o caso do Brasil, que ora é designado “emergente”, ora “em desenvolvimento”. Algumas empresas, inclusive, já começaram a projetar dados para o ano que vem, tais como a Samsung, que prevê boa expansão nas vendas de televisores de tela plana.

Alheia ao campo de domínio da fabricante de TVs, a Caterpillar, considerada a maior na área de equipamentos de mineração e construção do globo, decidiu nesta semana que aumentará seus preços mundiais em até 2% em 2011, com previsão de implementação em janeiro próximo.

Em artigo veiculado pelo Estadão, a Caterpillar anunciou que o reajuste de alguns produtos em dados locais será entre 2% e 6%. Em comunicado, a empresa pondera que a mudança dos preços é consequência das atuais condições enfrentadas pela indústria e do estado geral da economia.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Apesar da tendência que vem se verificando nas últimas semanas de aceleração de alguns índices inflacionários, principalmente puxados pelo preço dos alimentos, o Banco Central reduziu a previsão de inflação para o ano de 2010 em seu Relatório Trimestral de Inflação. Pelas projeções do BC o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) teve sua estimativa para este ano reduzida de 5,4% para 5%.

O Relatório Trimestral do BC contempla uma série de projeções sobre a inflação para os próximos dois anos levando em conta a manutenção da taxa de câmbio na faixa de R$ 1,75. Atualmente esta é uma grande preocupação do governo em face da queda de valor do dólar que vem ocorrendo nos últimos dias e também da permanência da taxa de juros básicos da economia (taxa Selic) em 10,75% ao ano.

Com o centro da meta inflacionária prevista para os anos de 2010, 2011 e 2012 em 4,50%, podendo ocorrer à variação tanto para cima ou para baixo de dois pontos, as previsões para o acumulado de doze meses para o primeiro trimestre de 2011 ficou em 4,4% assim como para os doze meses a se encerrarem no segundo trimestre. Já para ao terceiro trimestre de 2011 a projeção ficou em 4,7%. Para o ano de 2011 a estimativa do IPCA caiu da faixa de 5% para 4,6%.

Projeções feitas dentro de um cenário favorável de controle dos níveis inflacionários que deverão manter a atual tendência de aceleração em patamares razoáveis dentro da meta oficial estabelecida e que com certeza dependerá também da evolução do câmbio nos próximos meses.

Por Mauro Câmara

Fonte: Economia IG


Economistas e empresários estão sempre atentos aos movimentos do mercado para, assim, poderem analisar dados e investir com bases em prognósticos concretos. Relatório Focus enunciado pelo Banco Central no primeiro dia útil desta semana propalou breve ajuste à inflação do país para 2010, bem como ao ambiente do ano que vem.

A estimativa calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) avançou dos anteriores 5,01%, constatado na semana passada, para novos, 5,05% a este ano. A 2011, por outro lado, a perspectiva recuou de 4,95% para 4,94%. De acordo com a agência de notícias Reuters, a meta inflacionária tem centro de 4,50% e margem de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A estimativa para a Selic, taxa básica de juros da economia, manteve-se estável para 2010 em 10,75% e para 2011 em 11,75%. A avaliação de crescimento econômico avançou novamente. Na semana passada o índice conjeturado foi de 7,47%, agora, diferentemente, 7,53%. Para o ano que vem, entretanto, a expectativa manteve-se a mesma, com expansão de 4,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Termômetro das previsões do mercado financeiro a respeito da economia nacional e informado pelo Banco Central, o Relatório de Mercado Focus, divulgado no último dia 20 de Setembro, antevendo a tendência do aumento da taxa inflacionária medida pelo IPCA, que no indicador IPCA-15 na prévia de Setembro já registrou uma aceleração de preços na ordem de 0,31%, trouxe a análise dos especialistas que acreditam em um aumento do IPCA tanto para este ano quanto para o ano que vem. No relatório anterior a expectativa em relação ao IPCA era de que ele fechasse 2010 em 4,97%. Neste novo relatório esta previsão foi revista para cima. Segundo os analistas o IPCA neste ano deverá chegar a 5,01%. Para o ano que vem a previsão aumentou de 4,90% para 4,95% ao ano, conforme matéria do site G1.

O governo brasileiro trabalha com uma meta de inflação, na qual o Banco Central para atingi-la, necessita ajustar a taxa de juros. Atualmente esta meta de inflação gira em torno de 4,5%, podendo ter um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Esta flexibilização permite uma variação na taxa sem que a meta seja descumprida. Pelas previsões desta semana do relatório Focus a taxa inflacionária irá se situar acima da meta central, mas ainda dentro do intervalo determinado.

Quanto aos juros a previsão é de que permaneça na faixa de 10,75% ao ano, mas com a tendência de subida da inflação, os economistas acreditam que a política de aumento das taxas de juros para conter o fluxo inflacionário seja mantida e a expectativa é que em Dezembro de 2011 a taxa esteja em 11,75% ao ano.

Por Mauro Câmara

Fonte: G1


O cenário enfrentado pelo Brasil é para lá de otimista, decerto. As oportunidades de emprego, o acesso ao crédito – embora aumento da inadimplência na atualidade – e o Produto Interno Bruto (PIB) continuam suas projeções positivas. Aliás, no relativo à economia, estima-se crescimento de 7,42%, conforme enunciação do Boletim Focus desta semana.

Para a Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac), o Brasil realmente deverá apresentar retração em 2011 ante 2010, período pelo qual figurará crescimento de 4,5% proveniente da redução dos investimentos e da ausência de diminuição dos gastos públicos. Roberto Vertamatti, conselheiro e membro da diretoria de economia da entidade, pondera existir diversos sinais amarelos preocupantes aos próximos anos.

Relacionado mais detalhadamente, Vertamatti cita que os investimentos na economia tupiniquim estão abaixo dos 25% do PIB ideais – se confirmado, existirão dificuldades de o país crescer sustentavelmente. Informações emitidas pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), segundo o portal R7, abalizaram a nação como a que menos retém taxa de investimentos entre as 11 maiores economias do planeta.

Uma pauta já vislumbrada à Copa do Mundo de 2014, para alguns, também é relacionada por Vertamatti. Segundo ele, a falta de incentivos do governo em estradas, aeroportos e portos, por exemplo, restringem o crescimento.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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