Nesta semana, o IBGE divulgou dados individuais do PIB de todos os municípios do Brasil e a cidade de Fortaleza obteve o maior valor para o nordeste com R$ 37.106.309.000 e ocupou o 9o lugar no Brasil como um todo.

Ainda segundo a pesquisa realizada cerca de 20,8% do PIB de 2010 corresponderam às cidades do Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo que corresponde a uma redução de 0,6% neste percentual do ano de 2009.

Além disso, ocorreu uma redução no PIB de São Paulo equivalendo a 12% do PIB nacional principalmente em decorrência do mau desempenho do setor de serviços, comércio e da indústria de transformação.

Ao considerar o PIB per capita, o valor global do Brasil foi de R$19.766,33 no ano de 2010 com cerca de 4.800 cidades com este indicador abaixo da média. Confira a seguir uma tabela com os principais PIB´s do país no ano de 2010.

Por Ana Camila Neves Morais


Corroborando análises já feitas (inclusive pelo próprio diretor do Banco Central), o ministro da Fazenda Guido Mantega afirmou no começo do mês que os fatores que levaram ao crescimento do nosso PIB em 2010 foram os fortes investimentos e o mercado interno robusto.

O índice de 7,5% atingido no ano passado é maior do que o de 1986. É reflexo também do aumento da geração de empregos, da ordem de 2,5 milhões de oportunidades de trabalho.

O destaque dado pelo ministro foi para o crescimento de 21,8% nos investimentos (ou, para ser mais preciso, a Formação Bruta de Capital Fixo), fato que por si só, indica que estamos “crescendo, expandindo a nossa capacidade produtiva, porque investimento significa que novos sistemas de produção estão sendo implantados no Brasil”, completou o ministro.

Entretanto, um ponto negativo na avaliação se deve ao desequilíbrio de nossa balança comercial, haja vista o fato de que nossas importações aumentaram em 36,2%, ao passo  que as exportações diminuíram cerca de 11,5%.

Por Alberto Vicente


A Ricardo Eletro e a Insinuante, em meados de março, uniram suas atividades e formaram a holding Máquina de Vendas. Além deste exemplo existem outros plausíveis de serem transcritos que ilustram, em comum, o bom cenário desenvolvido pela economia do país em 2010.

Levantamento realizado pela KPMG enuncia que o número de operações entre aquisições e fusões com empresas brasileiras atingiram novo recorde neste ano, mesmo a poucos dias de ele acabar. A pesquisa indica que no acumulado anual até 20 de dezembro, 707 recorrências dessas foram constatadas, superior, pois, aos 699 negócios observados em 2007 e muito acima de 2009 (454).

De acordo com Luis Motta, sócio responsável pelo estudo, o ponto definitivo para esse recorde foi a disposição das companhias estrangeiras por aquisições em território brasileiro. A consultoria revela que desde janeiro até a data em questão as transações conduzidas por empresas do país responderam por 60% do total.

As companhias dos Estados Unidos lideram as operações no Brasil, com 113 transações, bem acima das 22 transações realizadas pela França e 21 pela China. Os setores de tecnologia e informação, bebidas e fumo, alimentos e energia & óleo conduzem as operações pelo país.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Cálculos levantados pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) apontam que o faturamento líquido da indústria química do país deve terminar 2010 com a soma de US$ 130,2 bilhões, aumento de 29% em comparação ao ano passado, ocasião na qual fora escriturado US$ 100,9 bilhões.

Quase 50% do faturamento total se refere ao setor de produtos químicos de utilização industrial, mais exatamente US$ 63,8 bilhões, incremento de 38% em comparação a 2009. No comboio dessa esfera, de acordo com o portal de notícias G1, figuram produtos farmacêuticos, com faturamento de US$ 19,9 bilhões.

A associação indica que a balança comercial tupiniquim de produtos químicos deve encerrar 2010 com déficit (saldo negativo) aproximado de US$ 20,6 bilhões, acima do abiscoitado em 2009, de US$ 15,7 bilhões. As importações, alvo de reclamação de vários segmentos, poderão compor montante de US$ 33,7 bilhões e as exportações, diferentemente, US$ 13,1 bilhões.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O crescimento das importações gera preocupação para vários dos segmentos no país. Algumas justificativas têm por base a desvalorização do dólar diante do real, embora outras características relacionadas sejam passíveis de análise e relação ao fluxo maior de produtos importados em território nacional.

Cálculos feitos por Paulo Levy, economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), revela que esse crescimento apanhou três pontos percentuais do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre de 2010. No período, de acordo com o Estadão, o crescimento da demanda interna chegou a 10,1% em comparação aos mesmos três meses de 2009.

Segundo Levy, as exportações líquidas responderam com 3,3% do resultado da demanda, que agrega, por sua vez, o consumo do governo, investimentos e da família, além da variação de estoques existente na indústria. Em sua concepção, o câmbio é, sim, o principal motivador da alta nas importações, mas não o único.

Entre julho e setembro, a alta nas importações abraçou percentagem de 40,9% ante os mesmos três meses de 2009. O dólar, nesse período, valia R$ 1,87 e na ocasião comparativa de 2010, cerca de R$ 1,75.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um produto gerado nos Estados Unidos, por exemplo, tem custos bem menores em relação à mesma mercadoria que aporta no Brasil meses depois. As situações dessa recorrência vão desde aparelhos eletroeletrônicos a iPads e similares. Obviamente, existe diferença de cotações entre o dólar e a moeda brasileira, fator que vem acompanhado das temidas e altas tributações.

Matéria do portal R7 assinala que a manutenção da Selic, a taxa básica de juros, em 10,75% pelo Conselho de Política Monetária (Copom) sustenta o Brasil no topo da lista de nações com o maior índice de juros real de todo o planeta. Descontada a perspectiva da inflação, a taxa de juros real do país girará em torno de 4,8% nos próximos 12 meses.

Preparado por Jason Vieira, analista internacional do Cruzeiro do Sul, e Thiago Davino, analista de mercado da Weisul Agricultura, o ranking assinala a África do Sul como 2ª colocada, com percentagem de 2%, seguida pela Austrália, com índice de 1,9%.

Entre as 40 taxas de juros mais elevadas do globo, a Selic tupiniquim situa-se no 2º lugar, atrás apenas dos vizinhos venezuelanos, onde o índice praticado ultrapassa 18%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma das principais bandeiras do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) encerrará o período 2007 a 2010 com investimento de R$ 619 bilhões, 94,1% do total previsto para o intervalo, de R$ 657,4 bilhões.

Artigo relacionado pela agência de notícias Reuters assinala que os empreendimentos efetivamente terminados do programa totalizarão pouco menos do montante acima citado, R$ 444 bilhões. Para Miriam Belchior, coordenadora-geral do PAC, o total aplicado concebe 82% da despesa calculada no cronograma original para obras que necessitariam estar concluídas até dezembro deste ano.

A eclusa da usina hidrelétrica de Tucuruí, situada no Pará, é uma das concluídas, que contou, pois, com investimento no patamar de R$ 965,5 milhões.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma das principais commodities do mundo, o café é também a segunda bebida mais consumida. As exportações brasileiras da cultura cresceram 57,8% no mês passado em comparação a novembro de 2009, para mais de R$ 1 bilhão. De acordo com o Conselho de Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), o volume exportado também aumentou, mas 21,6%, para além de 3 milhões de sacos de 60 quilos.

Matéria exprimida pelo portal R7 certifica que no acumulado do ano até novembro as receitas dos exportadores do país abrangeram R$ 8,32 bilhões, alta de 28% em relação ao período igual de 2009. O volume de café, na mesma base comparativa, aumentou 6%.

Corroborando parcialmente com dados relacionados por Welber Barral, secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – uma vez que se referiu a dados gerais –, os Estados Unidos incrementaram suas compras em quase 11% desde janeiro, para 5,9 milhões de sacos, colocando a nação estadunidense como o principal comprador global do café tupiniquim.

Leia mais: MDIC – Exportações para os EUA – Previsão de Crescimento em 2010

Para Guilherme Braga, diretor da Cecafé, em todo o ano as exportações poderão chegar a 33 milhões de sacos, situação que se confirmada representará alta de 10% ante os 365 dias de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A temática importação versus exportação tem surgido com certa recorrência nas últimas semanas por meio de diversos segmentos, entre os quais o representado pela Associação Brasileira da Industria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

Embora a ansiedade venha à tona e emita sinal amarelo para o país quanto à verificação de perda de competitividade das empresas nacionais, de acordo com Welber Barral, secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), as exportações do Brasil para os Estados Unidos devem crescer aproximadamente 20% neste ano, algo em torno de US$ 17 bilhões emitidos para o norte.

Apesar de assegurar aumento da participação brasileira no mercado norte-americano, Barral indica que as vendas para lá ainda não regressaram ao patamar de antes da crise econômica, pois o país ainda pena com problemas relacionados à infraestrutura e com o sistema tributário. Entre 2007 e 2008, de acordo com o UOL, as exportações provenientes do país passaram de US$ 100 bilhões para US$ 200 bilhões, sem o devido comboio de desenvolvimento das estradas, portos e aeroportos.

Em relação ao Mercado Comum do Sul (Mercosul), Barral prevê incremento de vendas com origem brasileira em 50% e para o mercado asiático pouco menos, aproximadamente 40%. De acordo com o secretário, o câmbio tem surtido efeito nas negociações comerciais com outras nações, mas o impacto não seria tão intenso se questões logísticas fossem mais bem resolvidas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Dados referentes a novembro revelaram que na terceira semana (15 a 21) do período houve importação em maior volume (US$ 3,268 bilhões) em comparação a exportações (US$ 3,931 bilhões), porém durante todo mês fora constatado superávit (saldo positivo, grosso modo) de US$ 312 milhões, o menor nível em dez meses.

Informações divulgadas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior revelaram que a balança comercial brasileira adentrou este mês com superávit de US$ 580 milhões na primeira semana, acarretando, portanto, saldo positivo acumulado de US$ 15,513 bilhões desde janeiro.

De 1º a 5 de dezembro, de acordo com a Reuters, o país destinou R$ 2,670 bilhões ao exterior e observou o ingresso de US$ 2,090 bilhões. O superávit anual está 34% abaixo do saldo de US$ 23,482 bilhões acumulado entre janeiro e novembro do ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Sondagem recente divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) abaliza que a produção industrial do país cresceu em outubro, porém abaixo do esperado. Em setembro, a contagem registrou 53 pontos, já no mês seguinte avançou para 53,6 pontos. Toda vez que esse indicador ultrapassa 50 pontos elucida crescimento.

O levantamento assoalha que a utilização da capacidade instalada (UCI) do setor industrial recuou de 50,4 pontos para 48,9 pontos entre setembro e outubro. Marcelo Azevedo, economista da CNI, assevera, porém, que as fábricas estavam aparelhadas para uma produção mais ampla.

Por portes, as pequenas empresas produziram menos em outubro, de anteriores 52,5 pontos para novos 51,2 pontos. Por outro lado, as grandes companhias aumentaram o ritmo, de 53,6 pontos para 56,1 pontos.

Realizada com base em dados de quase 1,5 mil empresas entre 29 de outubro e 19 de novembro, a pesquisa assinala que o otimismo industrial sobre a demanda do mercado continua superior a 50 pontos apesar do baque mensal, de 59,8 pontos para 57 pontos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra


O cenário econômico do país é favorável tanto para os consumidores como para as empresas. A população brasileira, grande parcela situada na classe C (cerca de 50,5% do total), passou a adquirir produtos na medida em que incentivos fiscais foram adotados e também devido ao aumento da massa salarial e dos postos de trabalho preenchidos no decorrer dos últimos meses.

As empresas de capital aberto obtiveram lucro considerável entre julho e setembro em comparação ao terceiro trimestre do ano passado. De acordo com levantamento edificado pela consultoria Economatica, as companhias do país contraíram avanço de 48,5% no quesito, ou seja, dos anteriores R$ 37,08 bilhões de 2009 para novos R$ 55,08 bilhões.

O segmento de mineração foi o mais lucrativo dentre os demais de acordo com o portal de Economia Terra, pois os ganhos saltaram de R$ 3,7 bilhões para R$ 12,5 bilhões na base comparativa elucidada no parágrafo acima, ou seja, um incremento de 238%. Em seguida figurou o setor financeiro, de R$ 7,09 bilhões para R$ 9,98 bilhões (aumento de 40%).

A esfera de petróleo e gás apareceu logo depois, pois cresceu R$ 8,6 bilhões, ante R$ 7,4 bilhões. A Economativa avalia que o fator predominante para a alta, neste caso, foi a Petrobras.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Dados divulgados pelo Banco Central indicaram que o nível de atividade da economia voltou a crescer em setembro de 2010 após minutar estabilidade entre julho e agosto. O Índice de Atividade Econômica da entidade, o IBC-Br, sintetizou 140,15 pontos, avanço de 0,68%, o maior aumento assistido desde março ultimo.

Informações do BC também apontaram expansão do IBC-Br no terceiro trimestre de 2010, de 0,33% em comparação ao período imediatamente anterior. Segundo o portal de notícias G1, no confronto anual ante julho e setembro do ano passado o progresso chegou ao índice de 6,79%.

Apesar desses números interessantes, o Banco Central brasileiro indica diminuição no ritmo de crescimento no transcorrer deste ano. No acumulado anual até setembro o avanço da economia abraçou 8,84% ante período análogo de 2009. No aglomerado entre janeiro e agosto, porém, a expansão abarcava o índice de 9,2%, ante 9,65% observado até julho e 10,29% até maio.

Conforme citação veiculada pelo G1, o IBC-Br é um dos instrumentos utilizados pelo Banco Central para antecipar o índice do Produto Interno Bruto (PIB) e auxiliar a autoridade a definir a Selic, a taxa básica de juros da economia.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Informações enunciadas ontem, 17 de novembro, pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) indicaram avanço de 0,87% do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) na segunda quadrissemana deste mês sobre a alta de 0,97% abalizada na primeira leitura de novembro.

A entidade avalia que os preços do grupo Alimentação cresceram 2,15% na leitura atual, ante 2,50% constatada na antecedente. Os custos do grupo de Transportes também contraíram alta mais baixa, de 0,73% atuais contra 0,85% de antes.

Artigo veiculado pela Reuters aponta que os custos do grupo Habitação registraram avanço mais ameno na segunda quadrissemana em relação à primeira, de 0,39% sobre 0,50%. Os preços praticados no grupo de Saúde mantiveram a tendência dos demais ao registrar elevação de 0,34% em comparação a 0,43% da análise anterior.

O grupo de Despesas Pessoais também subiu, mais especificamente em 0,74% no relatório mais recente sobre 0,58% visto na primeira quadrissemana do mês. Os preços vistos em Vestuário progrediram significativamente, de 0,37% atuais sobre 0,03% de antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Reportagens em canais de televisão assinalam ampla expansão de lançamentos de imóveis pelo Brasil nos últimos meses. Algumas obras chegam a atrasar até sete meses, por exemplo, situação justificada pelas construtoras como movimento inesperado, portanto, muito além da própria capacidade de mão de obra em concomitância ao número de novos edifícios.

Um indicador desse curso é a expansão de 90% constatada na carteira de crédito do Banco do Brasil entre julho e setembro deste ano em relação ao terceiro trimestre de 2009. De acordo com o Estadão, o crédito imobiliário nessa instituição financeira obteve saldo de R$ 2,5 bilhões, bem superior ante linhas para pessoas físicas, entre os quais crédito consignado, que obteve incremento de 24%, amparado pelas operações realizadas pelo Nossa Caixa a partir do BB.

Por outro lado, na carteira de micros, pequenas e médias empresas foi diagnosticado aumento de 17,8% em 12 meses, inferior à média de crescimento de 30% observado em concorrentes do setor privado do Banco do Brasil.

No segmento de agronegócios a alta de 8,7% foi significativa pelo montante em questão (R$ 74 bilhões), pois de acordo com o BB suas operações respondem por 62% de todo o crédito bancário ao segmento.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A economia mundial tem apresentado instabilidades em meio à guerra cambial sentida nas últimas semanas, tanto que esse foi um dos temas mais aguardados pelas nações envolvidas na cúpula do G20 (grupos das 20 maiores economias e países emergentes) da semana passada. Enquanto isso, no Brasil, os consumidores e empresas se mantêm otimistas, fruto do bom desempenho da nação no referente a emprego, acesso ao crédito e poder de compra.

Informações divulgadas pela Serasa Experian assinalaram, porém, que a demanda das empresas por crédito recuou pelo segundo mês consecutivo em outubro. Conforme dados apurados, o arrefecimento foi de 4,4% na comparação a setembro deste ano, mas houve avanço de 6,9% no confronto anual e 2,5% em relação ao acumulado de 2010 ante período similar de 2009.

Mesmo com essa nova queda, economistas da entidade não creem numa possível mudança da tendência de maior demanda. Em nota, a Serasa avalia que a menor atividade do setor industrial no trimestre passado foi o responsável pelo resultado, tanto que a expectativa é de crescimento para os últimos três meses do ano.

O maior arrefecimento constatado, segundo o portal Terra, aconteceu entre as micro e pequenas empresas, pois responderam por 4,6% de queda, percentagem amplamente superior em comparação às médias empresas (baixa de 0,4%). Nas grandes companhias, diferentemente, houve aumento de 0,6% na busca por crédito.

De janeiro a outubro deste ano as grandes empresas acumularam maior crescimento em comparação aos mesmos dez meses de 2009, de 9,5%, pouco acima dos 7,8% calculados nas micro e pequenas empresas. As médias, por outro lado, acumulam decréscimo de 8,8% na mesma base comparativa.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Todo início de semana é sempre aguardado pelo mercado econômico por ser justamente essa a ocasião em que alguns números relativos aos cinco dias úteis anteriores são divulgados. Dados mensurados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) revelaram aumento na inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S).

Em nota, a entidade elevou o IPC-S de 0,67% da primeira leitura de novembro para 0,72% da segunda prévia do mês. De acordo com a FGV, esse foi o maior resultado constatado desde a primeira semana de maio deste ano, quando o percentual abalizado chegou a 0,78%.

Os custos do grupo Alimentação foram os principais responsáveis pelo crescimento do indicador, uma vez que progrediram de 1,54% da leitura anterior para 1,63% da atual. Os preços de Vestuário também representaram alta considerável, de 0,76% para 0,86% na mesma base comparativa. Transportes também sofreram incremento, para 0,77% ante 0,66% de antes.

A carne bovina e as frutas, de acordo com a FGV em reportagem da Reuters, sofreram considerável elevação, de 4,98% para 6,97% e tombo de 0,64% para alta de 0,61%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Boletim Focus,documento divulgado periodicamente pelo Banco Central, contendo as previsões, expectativas e estimativas dos analistas financeiros do mercado nacional para o ritmo dos índices inflacionários, pela nona semana consecutiva apresenta estimativas de alta para a inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). Enquanto no relatório anterior os analistas haviam estimado um aumento do IPCA em 5,31%, no relatório divulgado no inicio desta semana, esta estimativa foi revista para cima, ficando na casa dos 5,48% para este ano de 2010. Já para 2011 a expectativa sentida pelo mercado é também de alta, pois enquanto anteriormente o mercado previra o IPCA de 2011 em 4,99%, agora a previsão deste índice para o ano que vem é de 5,05%.

Assim como o IPCA, as previsões para os demais índices inflacionários foram aumentadas. O IGP-DI passou da estimativa de 9,94% neste ano para 10,36%. Segundo os analistas consultados pelo BC o IGP-M, índice base que reajusta a grande maioria dos contratos de aluguéis, na previsão atual deve chegar em 2010 a 10,59%, enquanto no boletim passado havia sido estimado em 10,05%. Para 2011 a estimativa do relatório Focus para o IGP-DI é de 5,26%, e para o IGP-M é de 5,35%.

Para os próximos meses as estimativas também contemplam altas. O IPCA para Novembro deve ficar em 0,55%. Estimativa aumentada em relação à estimativa anterior que era de 0,51%. E para Dezembro a expectativa é que o IPCA fique na casa dos 0,50%.

As previsões confirmam a tendência de alta dos índices inflacionários que vem ocorrendo principalmente pela alta dos preços dos alimentos e que deve se acentuar ainda mais com a chegada do fim de ano.

Por Mauro Câmara

Fonte: Economia IG


O mercado mundial de computadores é um setor que possivelmente não atravessará dificuldades num breve ou futuro momento, pois toda a sociedade, ou grande parte, se baseia nas tecnologias para desenvolver suas atividades, desde uma pequena loja de varejo até grandes empresas.

Ao mesmo tempo em que essa tendência poderá vir a se confirmar com o passar dos anos, o aumento da concorrência prevalece, tanto que a Positivo Informática registrou no terceiro trimestre deste ano queda de 74,1% de seu lucro líquido em comparação ao período análogo de 2009. O real valorizado perante o dólar e o arrefecimento nos preços de notebooks foram os dois pontos contribuintes para o resultado.

Em termos financeiramente palpáveis, o lucro líquido entre julho e setembro foi de R$ 15,3 milhões, contra R$ 59,1 milhões de antes. Além desse tombo, no confronto anual houve diminuição na comparação trimestral, pois de abril a junho o lucro chegou a R$ 30,2 milhões.

Apesar de assegurar bom crescimento de computadores no mercado brasileiro, de acordo com a Folha UOL o preço médio dos PCs decresceu 4,5% no terceiro trimestre ante os mesmos três meses de 2009. O valor dos notebooks, certamente, foram os principais responsáveis pela queda como assegura a Positivo, uma vez que tiveram desvalorização de 16,9% na mesma base comparativa descrita anteriormente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Empresários de segmentos distintos têm reportado o amplo aumento das importações no país em comparação às exportações realizadas. Entidades como a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) desejam incentivo do governo favorável aos produtos manufaturados.

O Brasil apresenta números curiosos. Para se ter ideia, segundo informações divulgadas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior 50 municípios do país, ou seja, menos de 1% entre todos, responderam por cerca de 60% das exportações entre janeiro e outubro de 2010.

O montante angariado com a comercialização ao exterior chegou a US$ 163,309 bilhões no período, aproximadamente US$ 96,1 bilhões oriundo desses locais. Angra dos Reis, situado no Rio de Janeiro, foi responsável por quase US$ 6,9 bilhões do total.

O Estado de São Paulo representou o maior volume exportado nos primeiros dez meses deste ano, com cifra de US$ 42,4 bilhões, acompanhado por Minas Gerais, com US$ 24,9 bilhões, Rio de Janeiro, com US$ 14,8 bilhões, Rio Grande do Sul, com US$ 12,9 bilhões, e Paraná, com US$ 11,8 bilhões.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Folha UOL


Com vários segmentos de atividade em seu portfólio, o grupo JBS, considerado o maior processador mundial de carne bovina, revelou na semana passada queda de 11,9% em seu lucro líquido no terceiro trimestre deste ano. Com isso, o montante representado é de R$ 133,5 milhões, abaixo em R$ 3,7 milhões ao assinalado entre abril e junho.

Matéria coordenada pela agência de notícias Reuters aponta que o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ficou em R$ 1,026 bilhão de julho a setembro, avanço significativo se comparado os R$ 291,9 milhões no confronto anual.

O mercado está atento em relação às operações da JBS na Argentina, porém, o grupo afiança que embora existam dificuldades estruturais em nossos vizinhos, soluções têm sido procuradas incansavelmente, tais como a demissão de 1,5 mil funcionários em quatro de suas unidades, término de atividades em outras três e a transferência da sede para outro local (Rosário).

Um anúncio feito em agosto último ainda pode contribuir às medidas levadas adiante pelo JBS, entre os quais a redução da produção de carne ou venda de algumas unidades produtivas argentinas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


As festas empresariais de final de ano estão próximas. O comércio prevê bom cenário para este ano, período que poderá refletir as boas conquistas econômicas desde o primeiro trimestre, quando o Produto Interno Bruto (PIB) avançou 2,7% em comparação aos últimos três meses de 2009.

Informações divulgadas na sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) assinalaram aumento de 0,4% nas vendas varejistas no mês de setembro em comparação a agosto, ou seja, o quinto período seguido de expansão. A entidade afirma que o dólar desvalorizado contribuiu para o índice.

No confronto anual, mensura o IBGE, a alta constatada chegou a 11,8%, outro recorde para o mês de setembro. Analistas sondados pela agência de notícias Reuters aguardavam resultados inferiores, de 0,15% e 11,1% respectivos.

Para Reinaldo Pereira, economista do IBGE, o câmbio transita por todos os segmentos e aqueles que apresentaram maior crescimento certamente foram favorecidos. Os destaques ficaram para eletrodomésticos e móveis e equipamentos para informática, escritório e comunicação.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A primeira prévia do mês de Novembro do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) mantém a tendência de alta que se verifica no aumento em todos os índices inflacionários registrando um aumento de 0,79%, enquanto na mesma prévia do mês de Outubro, a elevação ficou em 0,75%, conforme dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No ano a alta está na faixa de 9,85% e em doze meses em 9,56%. Em comparação com outro indicador, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) a diferença encontra-se em quase 100%, já que o IPCA acumula uma alta no ano de 4,38% e em doze meses até Outubro alta de 4,31%.

De acordo com técnicos esta diferença entre os dois índices é resultado de diferenças entre os períodos de coleta e o peso dos itens de consumo que compõem a análise. O que fica evidente, no entanto, é que ambos indicam uma subida forte da inflação e que parece ser a tendência para o futuro.

Usado como indexador para o cálculo do reajuste dos aluguéis, o IGP-M vem apresentando seguidas altas em suas apurações o que com certeza elevará os preços dos aluguéis com reajuste neste mês bem acima do índice oficial da inflação.

Composto por três indicadores, o IPA (Índice de Preços por Atacado) que apresentou alta de 1,02%, o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) alta de 0,39% e INCC (Índice Nacional de Custos da Construção Civil) com alta de 0,22%, o IGP-M teve os dados coletados para esta primeira prévia do mês de Novembro entre os dias 21 e 31 de Outubro.

Por Mauro Câmara

Fonte:  Economia IG


A espiral inflacionária parece realmente ter tomado impulso neste final de ano e todos os mais variados índices utilizados no país para medir a evolução dos preços vem registrando aumentos mês a mês. E não foi diferente com o IPC-C1 (Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1) que mede a inflação para famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos, medida pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), que para o mês de Outubro registrou elevação de 0,80%. Em Setembro a taxa ficara na casa de 0,42%. No acumulado do ano a alta registrada encontra-se na casa de 5,02% e nos últimos doze meses a elevação foi de 5,43%.

O indicador é composto por sete classes de despesas e quatro delas apresentaram elevação. O grupo alimentação que vem puxando a fila em quase todos os índices medidos no Brasil, e que deverá continuar a empurrar a inflação para cima os próximos meses, apresentou a maior elevação indo para a casa dos 1,72% (0,56% em Setembro). Educação, leitura e recreação pulou 0,54% (0,00% no mês anterior). Despesas diversas teve acréscimo de 0,21% (0,10 em Setembro) e transportes que foi de 0,00% para 0,02% em Outubro.

O IPC-C1 registrou diminuição nas taxas de variação de preços apenas nos grupos de despesas habitação, vestuário, saúde e cuidados pessoais.

Em relação aos itens que compõem o grupo de despesas responsáveis pelas maiores altas foram hortaliças e legumes, material escolar, cerveja e gasolina.

Por Mauro Câmara

Fonte: G1


Na pesquisa de Outubro referente às taxas de juros médios cobrados em operações de crédito para pessoas físicas, fundamentalmente relacionadas ao consumo que no Brasil continua em alta, constatou-se que a taxa média apresentou queda de 0,05 ponto, chegando ao seu menor nível desde o inicio da série histórica de pesquisa de juros realizada pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (ANEFAC), conforme matéria do site G1.

Nos dados levantados na pesquisa os juros médios para o consumidor em Outubro ficou em 6,69%, representando um recorde para a pesquisa. Em Setembro a taxa média ficara em 6,74%. Ao ano a taxa média de juros para o consumidor ficou em 117,51%, no geral ainda bastante elevada.

Foram pesquisadas seis linhas de crédito e a queda maior foi registrada no CDC (Crédito Direto ao Consumidor) que apresentou uma redução de 3,38%, saindo de 2,37% em Setembro para 2,29% em Outubro (31,22% ao ano).

No comércio os juros tiveram redução de 1,77% caindo em Outubro para 5,55%, também a menor taxa do mês na pesquisa histórica. A linha de crédito do cartão de crédito rotativo foi à única que não apresentou diminuição entre os juros médios permanecendo na casa de 10,69%.

Os juros do cheque especial em média em Outubro ficaram em 7,44%, perfazendo uma taxa de 136,59% ao ano. Com certeza uma das mais altas do mercado tornando este tipo de crédito quase proibitivo.

Por Mauro Câmara


Segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e de acordo com matéria do site Economia IG, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) teve forte aceleração no mês de Outubro com a taxa de 0,75% sendo a maior para o mês de Outubro desde o ano de 2005 e a maior deste ano de 2010, desde o mês de Fevereiro quando o índice ficou em 0,78%. A inflação acumulada nos dez meses de 2010 chegou a 4,38%, já superando o resultado de 4,31% que foi registrado em 2009. Na comparação de doze meses o índice de preços ao consumidor amplo teve uma forte variação de 5,20% em comparação à variação registrada de 4,70% verificada nos doze meses imediatamente anteriores.

O principal responsável por esta alta, que já vem se registrando nos últimos dois meses, foi o grupo alimentação, com participação de 57% da variação do IPCA, onde as carnes (com variação de 3,48%) continuaram sendo a vilã do aumento da inflação. Fora do grupo alimentação, os combustíveis apresentaram a maior contribuição para o aumento do índice com alta de 1,56%. O etanol teve reajuste de 7,41% e a gasolina teve seu preço aumentado em 1,13% no mês de Outubro.

E o panorama para os próximos meses parece indicar que o IPCA continuará em alta, mesmo descontando o peso do grupo alimentação que envolve alterações de oferta e a eventualidade do clima, segundo economistas, logo no inicio do ano as pressões inflacionárias continuarão com o aumento das mensalidades escolares, normalmente acima da inflação, aumento de transportes, entre outros itens que sempre apresentam aumentos no inicio de cada ano.

E talvez seja esse o primeiro desafio do governo Dilma a partir de Janeiro, se o aumento atual da inflação, que se afasta do centro da meta pré-definida, não for algo sazonal e persistir e com o governo, que quer trabalhar com juros menores, acreditando em não aumentar os juros em função do câmbio, segundo especialistas, estaria neste primeiro desafio, o governo perdendo uma arma para controlar a inflação.

Por Mauro Câmara


O crescimento da economia brasileira foi largamente vislumbrado no início deste ano, quando, no primeiro trimestre, houve avanço de 2,7% em comparação aos três meses imediatamente anteriores. Como o país conseguiu manter bons índices no transcorrer de 2010, o Banco Central voltou a manter a percentagem estimada anteriormente nesse quesito.

Por meio do boletim Focus, o BC acredita que a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) chegará a 7,6% em 2010 e 4,5% no ano que vem, o último índice, em especial, nutrido no mesmo patamar há 48 semanas.

Além desses dados, o boletim Focus contempla, de acordo com a Band Online, a perspectiva para o crescimento da produção do setor industrial, que apresentou contração de 11,22% para 11,12%, caso diferente do prognosticado para 2011, com estimado avanço de 5,20% para 5,25%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um dos setores que ainda conta com a exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), os materiais de construção tiveram vendas menores no mês passado em comparação a setembro. Segundo a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), a baixa foi de 7% entre um período e outro, com caixas d’água e telhas como as únicas a apresentar crescimento.

O grande destaque (negativo) relacionado pela associação foi o cimento, que obteve arrefecimento de 10% entre setembro e outubro. No acumulado anual, porém, a comercialização no varejo prosperou positivamente para 9% e nos últimos 12 meses finalizados no mês passado, de 10% sobre o período análogo de 2009.

Para 2010 de acordo com o portal R7, a Anamaco acredita no avanço de 11% na comercialização de itens de materiais de construção em comparação ao ano passado, ocasião na qual o segmento contabilizou recorde de faturamento de aproximados R$ 45 bilhões.

Embora a queda entre um mês e outro possa preocupar alguns, segundo Cláudio Conz, presidente da entidade, as vendas deverão se recuperar e novembro poderá se situar como um mês de recorde, dado o otimismo direcionado pelos comerciantes.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior no início desta semana assinalaram registro de US$ 429 milhões no superávit comercial na primeira semana deste mês.

Segundo informações mensuradas pela agência de notícias Reuters, entre os dias 1º e 7 de novembro (quatro dias úteis, pois no dia 2 houve feriado de Finados), as exportações aglomeraram US$ 3,205 bilhões, contra US$ 2,776 bilhões em importações.

Desde o início de 2010 até o presente momento a balança comercial brasileira amontoa superávit de US$ 15,050 bilhões, situação inferior em 32,7% quando considerada a média diária observada no período similar do ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Informações enunciadas na sexta-feira passada, 5 de novembro, pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) relacionaram que o índice de inflação na capital paulista apresentou robusta celeridade entre setembro e o mês passado.

O Índice de Custo de Vida (ICV) calculado pela instituição contabilizou variação positiva de 0,93% em outubro, ante levantamento de 0,53% assinalado no mês imediatamente anterior. Segundo o Dieese, o principal responsável pelo crescimento desse medidor foi o conjunto Alimentação, que apresentou alta de 2,47% entre um mês e outro.

Delimitado por subgrupos segundo o portal de notícias G1, os produtos in natura contraíram avanço de 4,06%, enquanto mercadorias da indústria alimentícia avançaram 1,62%.

O grupo Transporte também contabilizou aumento significativo, de 1,07%, devido à alta de 2,62% nos preços praticados nos combustíveis, com evidência para o álcool (7,36%). Este último caso, inclusive, já era esperado, uma vez que o término precoce da safra da cana tem empurrado os custos para cima.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um dos mais significativos em todo o mundo, o cenário econômico brasileiro acumula bons números, mesmo após a medida adotada pelo Federal Reserve (banco central dos Estados Unidos) recentemente. A confiança dos consumidores e das empresas reflete bem o ambiente, ocasionando, por exemplo, baixa nos endividamentos.

Informações divulgadas pela Serasa Experian na última sexta-feira, 5 de novembro, indicaram que o número de micro e pequenas empresas que faliram no mês passado foi o mais baixo deste ano, pois foram estabelecidas 46 falências nessa modalidade.

Dados emitidos pelo portal de notícias R7 sopesa que ao todo, em outubro, 53 companhias quebraram. Além das 46 já citadas, houve falência de cinco empresas de médio porte e outras duas de grande porte. Em setembro, não tão distante desse anúncio, 57 decretos haviam sido contabilizados, cinco dezenas provenientes das micro e pequenas empresas.

Como já mensurado anteriormente, a Serasa examina que a queda no número de falências espelha o momento econômico brasileiro em 2010, beneficiando, singularmente, empresas com escopo de atuação no mercado doméstico.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A crise financeira mundial prejudicou as atividades em todo o planeta, arrefecendo índices em várias áreas entre 2008 e 2009. Atualmente, países desenvolvidos, não em sua totalidade, enfrentam impasses para restabelecer números econômicos, porém, ao que tudo indica, consumidores e empresas instaladas no Brasil enfrentam cenário diferenciado, tal como é percebido na China e na Índia.

A Lojas Americanas, que entre julho e setembro do ano passado apresentou lucro líquido de R$ 7,9 milhões, observou no terceiro trimestre de 2010 alta quase seis vezes maior, atingindo, pois, R$ 45,1 milhões. Analistas consultados pela agência de notícias Reuters projetavam valor bem abaixo, de R$ 25,5 milhões.

De janeiro a setembro a Americanas acumula rendimento de R$ 104,6 milhões, superior em cerca de sete vezes ao montante vislumbrado no período igual de 2009. A receita líquida verificada entre julho e setembro foi de R$ 2,25 bilhões, incremento de 12,6% no confronto anual.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A economia mundial atravessa exatamente neste momento um ambiente de incertezas. Além de a desaceleração do crescimento funcionar como espécie de nuvem negra sobre os países, o anúncio da injeção de US$ 600 bilhões em títulos do governo a partir do Federal Reserve, o banco central norte-americano, nos Estados Unidos, só aumentou as preocupações.

Segundo Olivier Blanchard, economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), o crescimento global será entre 3% e 4% em 2010, prognóstico similar a ser constatado no ano que vem. Com essa declaração, de acordo com a Band Online, a entidade revisa para baixo as estimativas apregoadas há cerca de um mês.

Para detalhar de maneira mais abrangente suas expectativas, Blanchard prevê progressão nas nações desenvolvidas de 1% a 2%, enquanto nos países emergentes entre 6% e 8% (podendo estes últimos, inclusive, alçarem percentagens maiores).

Nos cálculos anteriores a entidade monetária acreditava em crescimento na casa de 4,8% para 2010 e outros 4,2% para o próximo ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Informações divulgadas nesta quinta-feira, 4 de novembro, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) assinalaram que pelo segundo mês consecutivo o uso da capacidade instalada na indústria brasileira arrefeceu. Em setembro, de acordo com o portal de Economia Terra, o índice abarcou 81,9%, ante 82,2% constatado em agosto.

Apesar dessa queda, o faturamento real do segmento cresceu 1,9% entre um mês e outro, saltando exatos 10% no confronto anual. Segundo a Band Online, no acumulado anual até setembro houve avanço de 11,3% em comparação ao período análogo do ano passado.

O número de vagas criadas entre janeiro e setembro deste ano sofreu alta de 5,3% em relação aos mesmos meses de 2009. Segundo Flávio Castelo Branco, gerente-executivo da CNI, o resultado pode ser examinado como uma perspectiva de prosseguimento do crescimento para os próximos meses.

Aliás, entre julho e setembro a indústria operou com 76% de sua capacidade, percentagem 1% abaixo da constatada entre abril e junho, porém 2% acima do diagnosticado no período similar de 2008.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Ressabiado com a injeção de US$ 600 bilhões de dólares por parte do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) sobre a economia dos Estados Unidos, Guido Mantega, ministro da Fazenda, se focou em mensurar nas últimas horas, porém, algumas projeções para o Brasil ainda a 2010.

Antes do encontro realizado nesta quinta-feira, 4 de novembro, Mantega avaliou, de acordo com uma fonte próxima, que a economia do país poderá crescer entre 7,5% e 8%. Segundo a agência de notícias Reuters, Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, não pode comparecer devido a uma viagem previamente marcada.

Luiz Inácio Lula da Silva, líder do Brasil e “tutor” de Dilma Rousseff, presidente eleita, mostrou preocupação com o tema assinalado anteriormente (medidas de estímulo dos Estados Unidos), bem como as ações a serem adotadas nos próximos dois meses para uma transição segura entre sua gestão e a da ex-ministra-chefe da Casa Civil.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Se uma coisa que já pode ser dito de positivo da eleição da presidente (a) Dilma Rousseff é que este fato propiciou uma alta na Bolsa de Valores brasileira.

Os investidores chineses não tiveram nenhum problema em admitir que ficaram confiantes em tê-la no comando do Brasil (e com isso nenhuma mudança econômica e na formação dos ministérios).

Pelo quarto dia seguido (todos após a eleição de Dilma) a Bovespa fecha em alta, na MAIOR alta desde o começo do ano; diga-se de passagem. Muito devesse também ao fato do Banco Central Americano ter anunciado estabilidade. Ao todo houve um giro de 7,3 bilhões de reais.

Fonte: Portal G1


Após breve estagnação em setembro, o comércio brasileiro voltou a prosperar em outubro. Segundo levantamento relacionado pela Serasa Experian na quarta-feira passada, 3 de novembro, o indicador cerceou crescimento de 1,6% entre um mês e outro, sem ajuste sazonal.

O incremento ocorreu especialmente no segmento de supermercados, bebidas e alimentos, com progresso de 1,7%, e no setor de móveis, eletroeletrônicos e eletrodomésticos, com avanço de 0,9%. A Serasa acredita que o índice promulgado no mês passado assinala o bom e possível ritmo de expansão no último trimestre de 2010, portanto totalmente favorável ao Natal.

Para o portal de Economia Terra, caso seja comparado outubro deste ano com o mês igual de 2009, percebe-se desenvolvimento de 9,2%. Nutrindo algumas medidas adotadas pelo governo, o setor de material de construção obteve a maior alta, de 17,8%, seguido pelo segmento de móveis, eletroeletrônicos e eletrodomésticos, com evolução de 11,85%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com um feriado no início desta semana, coube à Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgar informações sobre o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) em 3 de novembro, quarta-feira. De acordo com a instituição, houve aumento de 0,56% em outubro ante avanço de 0,46% no mês imediatamente anterior e 0,66% abaixo da terceira prévia de setembro.

Matéria expelida pela agência de notícias Reuters assinala incremento nos custos do grupo Alimentação de 1,38%, bem acima do 0,84% diagnosticado em setembro, porém inferior ao 1,51% abalizado na terceira prévia de outubro.

Os valores praticados no grupo de Transportes cresceram 0,45% em outubro. Em relação aos curtos na Habitação houve arrefecimento do avanço de 0,20% no mês passado ante 0,32% do período anterior.

Os maiores incrementos foram assinalados, individualmente, no feijão carioquinha, leite longa vida, pão francês, batata-inglesa e álcool combustível.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Depois de um dia muito comemorado pelo Partido dos Trabalhadores devido à vitória de Dilma Rousseff, ex-ministra-chefe da Casa Civil, no segundo turno das eleições presidenciais, o mercado aumentou delicadamente, em 1º de novembro, a estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, porém, manteve o mesmo percentual para 2011.

Segundo o Banco Central por meio do relatório Focus, o índice da economia sofreu elevação para 7,60% ante os 7,55% anteriores, enquanto ao ano que vem a percentagem de 4,5% permaneceu.

Em relação ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o BC incrementou, pela sétima semana seguida, para novos 5,29%, pouco acima dos 5,27% relacionados no relatório anterior. Para 2011 a tendência de alta foi nutrida, de 4,99% contra 4,98% de sete dias atrás.

O prognóstico para a inflação dos próximos 12 meses, de acordo com a agência de notícias Reuters, foi baixado para 5,16%, contra 5,17% precedente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A Lojas Marisa, rede varejista especializada em moda feminina, reportou avanço de 57,9% em seu lucro no terceiro trimestre deste ano em comparação ao período igual de 2009. Alguns fatores econômicos atuais ajudam a explicar o crescimento, tais como maior número de vagas formais criadas ao longo dos últimos anos, acesso ao crédito e poder de renda crescente por parte dos consumidores brasileiros.

A Lojas Renner, outra varejista de renome, assinalou lucro líquido de R$ 57 milhões no mesmo trimestre reportado pela Lojas Marisa, ou, em percentuais, aumento de 86,3% na mesma base comparativa. De acordo com a rede, a sustentação do ambiente macroeconômico favorável resultou em maior número de vendas e nível de inadimplência em menor patamar.

Assim como sua concorrente, a justificativa é o lançamento da coleção primavera-verão. Segundo Adalberto Santos, diretor de Relações com Investidores da varejista, o cenário era desafiador, porém a rede contou com o ajuste de vendas fortes e nível ameno de inadimplência para o sucesso.

Reportagem conduzida pelo portal de notícias G1 assinala que no acumulado entre janeiro e setembro deste ano a empresa acumula lucro próximo de R$ 185 milhões. Em relação a lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) foi constatado R$ 105 milhões no terceiro trimestre, superior em 18,5% ao observado nos três meses análogos do ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma das principais culturas do Brasil, fomentada principalmente quando o assunto é etanol, a moagem da cana-de-açúcar no Centro-Sul teve recuo de 4,05% nos primeiros quinze dias de outubro em comparação à segunda quinzena de setembro. Cálculo levantado pela União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Única) revela que entre 1º e 15 deste mês mais de 26 milhões de toneladas foram trituradas.

Reportagem exprimida pelo portal R7 assinala que no confronto com a primeira quinzena do mês passado a queda foi de 29,92%, percentual bem acima do relacionado anteriormente. Desde abril, ocasião na qual foi principiada a safra, foram moídas quase 470,7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, 4,8% abaixo do acumulado no mesmo período da safra precedente.

Uma das principais causas justificadas pela Única foi o término precoce da safra 2010/11 realizado por 23 usinas até o limiar da primeira quinzena de outubro. O agente deste acontecimento foi a menor disponibilidade de matéria-prima, tanto que na safra 09/10 somente duas usinas haviam finalizado o processo no mesmo período.

Estritamente ao combustível etanol, desde abril foram produzidos cerca de 21,56 bilhões de litros. A questão da safra tem incidido no valor do produto final aos condutores, que nas últimas semanas tem crescido consideravelmente, mas ainda assim rentável em muitas unidades federativas brasileiras.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Dados recentes divulgados pela Serasa Experian apontaram que o número de empresas inadimplentes apresentou o maior arrefecimento entre dois meses nos últimos três anos, abraçando, portanto, queda de 5,8% no mês passado segundo o Indicador de Inadimplência.

Entre janeiro e o mês passado o percentual também ilustrou contração, porém de 6,5% em comparação ao mesmo período de 2009. Por outro lado, se confrontados os meses de setembro deste e de um ano atrás, houve avanço de 0,4%. Para a Serasa os principais agentes do recuo da inadimplência foram o reaquecimento sazonal da atividade econômica e do comércio e a interrupção do ciclo de incrementos da taxa básica de juros da economia, a Selic.

Segundo matéria emitida pelo portal de Economia Terra, a maior queda da taxa da inadimplência foi contabilizada nas companhias de médio porte, as quais representaram baixa de 10,4% entre agosto e setembro e 11,9% no acumulado de 2010. As grandes companhias, por sua vez, abalizaram recuo de 6,5% e 6,0%, respectivamente, enquanto as pequenas empresas contabilizaram índice negativo de 5,5% no mês, porém crescimento de 1% no acumulado anual.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Convergindo às expectativas de especialistas, a economia norte-americana avançou dentro do aguardado no terceiro trimestre, porém, ainda insuficiente para diminuir o alto patamar de desemprego observado na nação ou modificar a intuição de que o Banco Central local (Federal Reserve, ou Fed) assumirá mais estímulos econômicos nos próximos dias.

Segundo dados divulgados pelo Departamento do Comércio, o Produto Interno Bruto (PIB) estadunidense avançou ao índice anual de 2% em virtude dos gastos mais evidentes dos consumidores nos maiores níveis desde 2006 e as empresas mantendo a tendência de reconstrução de seus estoques. No trimestre anterior a economia sofreu ampliação de 1,7%, com o desenvolvimento entre julho e setembro correspondendo às perspectivas de economistas.

Para Scott Brow, economista-chefe da Raymond Hames & Associates, a expansão ainda é positiva, mas mesmo assim um pouco desapontador. Para ele, o patamar atual não figura em conformidade ao realmente almejado no sentido de recuperação.

Em reportagem veiculada pelo portal de Economia Terra, economistas ponderam que para diminuir o índice de desemprego faz-se viável desenvolvimento econômico de, ao menos, 3,5%, incitado por uma demanda doméstica robusta e exportações intensas durante bom tempo.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O setor industrial brasileiro apresenta, atualmente, alguns fantasmas que têm incidido direta e negativamente sobre a opinião de especialistas, entre os quais Paulo Francini, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Apesar de alegar efeito de desindustrialização, houve boas notícias na última sexta-feira, 29 de outubro.

De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), a confiança na indústria do país avançou 0,5% em outubro ante setembro, mantendo pelo segundo mês seguido tendência de alta. Outro ponto informado pela entidade foi a capacidade do setor, que chegou a 114 pontos já com ajuste sazonal.

Em nota veiculada à imprensa pela FGV, a melhora do cenário só foi possível, em especial, devido às perspectivas mais otimistas referentes aos meses subsequentes. Segundo a agência de notícias Reuters, o componente de expectativa cresceu 0,7% entre um período e outro, para 112,9 pontos, o maior patamar sentido em 2010. Por outro lado, o elemento de situação atual angariou aumento de 0,3%, para 115,1 pontos, atravancando, portanto, uma série de baques iniciados em junho passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O bom desenvolvimento da economia brasileira teve seu grande momento no início de 2010, mais exatamente entre janeiro e março. Entre o segundo e terceiro trimestres o ritmo foi mais ameno, porém, um reaquecimento pode vir à tona entre outubro de 2010 e março de 2011.

Segundo a Serasa Experian, o Indicador de Perspectiva Econômica avançou 0,1% em agosto em comparação a julho, cingindo, portanto, nível de 100,5 pontos. De acordo com os economistas da entidade, a confirmação está sujeita às próximas realizações, porém, os dados do oitavo mês deste ano sinalizam chances de acontecer um ciclo de compressão monetária.

Conforme veiculado pelo portal de notícias G1, os Indicadores de Perspectiva Econômica foram cunhados com o desígnio de prever, num período de seis meses, em que estágio do ciclo estarão situadas a inadimplência das empresas e do consumidor, as concessões reais de créditos às empresas e ao consumidor e a atividade econômica.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Quem não gosta de lucros? Certamente haverá, entre estas linhas, respostas vazias; ou melhor, nenhuma resposta. Pois bem, os empresários do setor industrial brasileiro estão contentes com a margem de lucro operacional e o estado financeiro de suas empresas. Por quê?, certamente cada um deve estar se perguntando.

Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI) por meio da pesquisa Sondagem Industrial realizada entre julho e setembro deste ano, o percentual de satisfação com a margem de lucro citada abarcou 50,7 pontos, ultrapassando a divisão dos 50 pontos pela primeira vez desde 2007, quando o estudo começou a ser realizado. Em relação à situação financeira, o mesmo indicador abrangeu 54,8 pontos, considerado, pois, o maior da série histórica.

Com resultados possíveis entre zero e 100 pontos, quando há transposição de 50 pontos existem indicativos de perspectiva positiva ou evolução. Pela Sondagem, ocorreu avanço da atividade no terceiro trimestre analogamente ao trimestre imediatamente anterior, com 55,2 pontos, assinalando, portanto, a satisfação observada no segmento.

Além desses pontos acima mensurados, segundo o Canal Executivo UOL o número de empregados também sofreu avanço entre julho e setembro, para 55,2 pontos, portanto o quinto trimestre consecutivo em que as companhias do setor adicionam profissionais.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Sinalizador muito utilizado na correção de tratados de aluguel, o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) enunciado nesta semana pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) recuou a alta para 1,01% neste mês, pouco abaixo da percentagem de 1,15% diagnosticada em setembro. Particularmente a 2010, o indicador aglomera inflação de 8,98% e nos últimos 12 meses, 8,81%.

A FGV informa, ainda, que o Índice Geral de Preços ao Consumidor Amplo (IPA) caiu para 1,3% em outubro, 0,3% inferior ao 1,6% do mês passado. Algodão (em caroço) arrefeceu de 30,97% para 2,40%, minério de ferro dos anteriores 0,28% para novos -3,83%, além de bovinos, de 5,85% para 4,28%. Por outro lado, os itens soja, mandioca e leite in natura representaram movimento contrário.

Outro referencial, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPC) cresceu 0,56% em outubro depois da variação de 0,34% no mês passado. O grupo Alimentação apresentou avanço de 0,56% para 1,23%, porém arroz & feijão, hortaliças & legumes e laticínios contraíram os crescimentos mais significativos, abarcando, respectiva e atualmente, 7,04%, -1,70% e 1,56%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra


Entidades e especialistas têm expressado preocupação em torno do segmento industrial brasileiro. Alguns acreditam, tais como Paulo Francini, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em algo chamado desindustrialização devido ao setor operar com capacidade folgada, mesmo em condições de acolher amplamente a robusta demanda interna, a qual é abastecida, porém, por grande quantidade de produtos importados.

Dados divulgados na última quinta-feira, 28 de outubro, pela Fiesp assinalaram que a atividade da indústria paulista recuou 0,1% em setembro em comparação ao mês imediatamente anterior, já com ajuste sazonal. Sem o devido acerto, o Índice de Nível de Atividade (INA) arrefeceu 0,4% na mesma base. Conforme veiculado pela agência de notícias Reuters, no confronto anual, o indicador, diferentemente, apresentou progressão de 7,3%.

Outra queda perceptível ocorreu no nível de utilização da capacidade instalada na indústria, que chegou em 81,9% no mês passado, com ajuste sazonal, ante 82,5% em agosto e outros 81,3% em comparação a setembro de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A economia brasileira tem sustentado relativamente bem o crescimento de inúmeras empresas por aqui instaladas. As instituições bancárias, participantes atividades do cenário atual, conseguem aumentar seus lucros em conformidade à alta da renda da população, principalmente porque o cenário empregatício atravessa boa fase.

Recentemente, o Bradesco anunciou lucro maior em 39,5% no terceiro trimestre ante período igual de 2009. Outro banco de grande atuação no país, o Santander Brasil, divulgou rendimento líquido de R$ 1,93 bilhão na mesma base comparativa, obtendo avanço de 31,4% de acordo com a IFRS (norma contábil global).

No padrão nacional de contabilidade, segundo a agência de notícias Reuters, o lucro entre julho e setembro chegou a R$ 1,826 bilhão, também superior ao R$ 1,275 bilhão constatado no período similar do ano passado.

Para Carlos Galán, vice-presidente executivo de Finanças do Santander Brasil, o Brasil figura um cenário singular, em especial no crescimento do crédito. Toma-se como base desse discurso a carteira de financiamentos da instituição, que abarcou valor superior a R$ 159 bilhões no mês passado, incremento de 16,8% em um ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Como já se podia prever devido aos investimentos anunciados nas últimas semanas, a rede varejista Marisa, especialista em moda feminina, anunciou lucro superior a R$ 41,6 milhões no terceiro trimestre, expansão de 57,9% ante os ganhos conquistados entre julho e setembro do ano passado, quando R$ 26,363 milhões foram abiscoitados.

A boa comercialização realizada por meio de seus produtos, segundo a Marisa, deveu-se às coleções de inverno nas regiões Sudeste e Sul brasileiras durante o período de férias (julho), agregada, pois, ao ambiente econômico do país e ao crescimento do poder de renda da classe média.

No terceiro trimestre em questão a receita líquida da empresa, de acordo com o portal de notícias G1, amontoou valor acima de R$ 483,6 milhões, acréscimo de 16,2% ante os três meses análogos do ano passado. Na mesma base comparativa, o rendimento operacional calculado pelo lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda) cresceu 26,5%, cerceando, pois, R$ 73,6 milhões, com margem referente ao lucro operacional líquido ampliando 1,2% em 12 meses, para 15,2%.

Com aumento de 18 unidades em um ano, abraçando, portanto, 240 delas em setembro, a Marisa almeja atingir 278 unidades até o final de 2010.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Num ambiente sadio em alguns pontos, é verdade, os brasileiros têm procurado se valer do bom posicionamento da economia brasileira. Os últimos dados referentes a empregos, crédito e renda continuam a refletir, singularmente, o índice de confiança, que em outubro chegou a 121,8 pontos, já com ajuste sazonal.

Para Aloísio Campelo, economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV), mesmo com o ameno incremento de 0,1%, a confiança do consumidor voltou a atingir recorde, o quarto consecutivo dentro do oitavo mês seguido de crescimento. Segundo ele, matematicamente constata-se avanço, porém entre outubro e o mês passado, estabilidade.

Em matéria veiculada pela agência de notícias Reuters Campelo avalia que o consumidor está confiante com base em alguns fatores significativos, entre os quais a evolução do mercado de trabalho, a oferta mais ampla de crédito, os juros e a inflação.

O elemento da situação atual, porém, decresceu 0,1% em outubro, para 140,7 pontos, ao mesmo tempo em que o componente de expectativas abarcou acréscimo de 0,2%, para 111,8 pontos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma das maiores instituições financeiras presentes no Brasil, o Bradesco anunciou à imprensa nacional obtenção de lucro líquido de R$ 2,527 bilhões no terceiro trimestre, crescimento de 39,5% no confronto anual. De acordo com a agência de notícias Reuters, em bases correntes a receita alcançou R$ 2,518 bilhões, aumento de 40,3% na mesma base comparativa.

Além de ser um número altamente significativo, o resultado assinalado também se vigorou pouco além das previsões de mais de dez analistas sondados pela Reuters, que aguardavam, na verdade, lucro recorrente de R$ 2,466 bilhões.

O montante divulgado pelo Bradesco contou com outro dado positivo. A carteira de crédito no final de setembro chegava a R$ 255,618 bilhões, progresso de 18,6% no acumulado dos últimos 12 meses. A justificativa para esse caso deveu-se ao crescimento de 23% dos empréstimos realizados para pessoas físicas, que aglomeraram R$ 92,9 bilhões.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A confiança do brasileiro tem espalhado efeitos positivos em vários setores. Caso inserido neste contexto foi constatado na comercialização real dos supermercados, que avançou 4,83% no mês passado em comparação a setembro de 2009. Segundo a Associação Brasileira dos Supermercados (Abras), porém, houve arrefecimento de 0,55% em comparação a agosto deste ano.

Entre janeiro e setembro, de acordo com agência de notícias Reuters, as vendas progrediram 4,75% em comparação ao período similar do ano passado. O valor da cesta AbrasMercado, por sua vez, abalizou crescimento de 6,73% em confronto a setembro de 2009 e avanço de 2,15% ante agosto.

Constituído por mais de 30 produtos de alto consumo, então analisados pela GfK, a cesta içou valor de R$ 276,77. Para a entidade, os supermercados aguardam ascensão superior a 12,5% durante o período do Natal em relação à época análoga de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Presente na vida de muitos brasileiros – e brasileiras, para criar um caso singular de referência –, o setor estético pouco foi afetado pelo colapso financeiro do biênio 2008 e 2009. De acordo com Lucy Onodera, diretora da rede de clínicas especializada em estética, a crise não embaraçou o crescimento de 25% no faturamento da empresa no ano passado.

Lucy aguarda para este ano aumento de 30% no faturamento. Em sua opinião, o público feminino não deixa de recorrer aos tratamentos estéticos, tanto que cada uma das clientes emprega, em média, R$ 1,3 mil em tratamentos de combate à gordura localizada, celulite e estrias.

A atuação da franquia, composta por 523 unidades, gera grande desafio para a empresária, principalmente porque se tem de manter o mesmo padrão dos tratamentos em toda a rede. Algumas das medidas adotadas para o sucesso são treinamentos virtuais e presenciais de seus funcionários.

Para conferir mais disposição ante a concorrência, Lucy confessa, de acordo com o Estadão, existir investimentos por meio de um centro de tecnologia e pesquisa, onde são realizados testes sobre os tratamentos dispostos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Como fora anunciado neste mesmo canal de comunicação, previu-se para o início desta semana que o Impostômetro alcançaria e ultrapassaria a margem de US$ 1 trilhão arrecadado. Pois bem, especificamente ontem, 26 de outubro, o medidor abarcou esse montante.

Instado na sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), o Impostômetro mede a arrecadação por meio de contribuições e tributos das esferas municipal, estadual e federal. Segundo a Band Online, o episódio (arrecadamento superior a R$ 1 trilhão) já ocorre pelo terceiro ano consecutivo, porém, em 2008 e 2009 o mesmo valor só foi abraçado entre a primeira e segunda quinzena de novembro.

Cálculo realizado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) prevê que em 2010 o total de arrecadações se aproximará de R$ 1,27 trilhão, superior em aproximadamente 16,5% ao R$ 1,09 trilhão minutado no ano passado.

Até o momento, cada cidadão conferiu R$ 5.193 ao governo federal somente neste ano, porém, se os cálculos prognosticados se confirmarem, o montante pago pelo brasileiro poderá subir para quase R$ 6,6 mil. Com estes dados em mãos, certamente o país ainda é um dos que mais arrecada impostos entre as demais nações do mundo.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Componente responsável por calcular a variação de preços de produtos e serviços em sete capitais do país, o Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) avançou 0,01% na terceira semana de outubro, para 0,66%, em comparação ao registro relacionado na última operação. De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), a variação que desempenhou o maior reforço foi a do grupo de Transportes, dos anteriores 0,05% para novos 0,30%.

Na mesma tendência, porém menos significativo dentro do IPC-S, o grupo de Alimentação sofreu avanço de 1,45% para 1,51% e Despesas Diversas, de 0,17% para 0,23%. As maiores intervenções foram percebidas nos preços do álcool combustível devido à alta de 3,14% para 5,42%, bem como hortaliças e legumes, dos negativos 2,51% para positivos 0,03%, e cerveja, de 0,66% para 1,85%.

Na outra ponta da balança, Habitação, Vestuário, Saúde & Cuidados Pessoais, Educação, Leitura & Recreação assinalaram queda nos índices de variação. A taxa de água e esgoto residencial foi o grande destaque ao ter passado de 1,66% para 1,20%, seguido por Roupas (0,98% para 0,71%), Artigos de Higiene e Cuidado Pessoal (1,02% para 0,60%) e Passagem Aérea (5,29% para 2,23%).

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1


Informações divulgadas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) abalizaram que a balança comercial do país conglomera superávit de US$ 14,463 bilhões desde janeiro até a quarta semana deste mês. Os dados são decorrentes de US$ 158,779 bilhões envolvendo exportações e outros US$ 144,316 bilhões em importações.

O ministério pondera que o único mês de déficit constatado em todo o ano ocorreu em janeiro (US$ 177 milhões). No acumulado de 2009 até a quarta semana de outubro, o superávit comercial alcançou US$ 22,419 bilhões em virtude de US$ 122,798 bilhões em exportações e US$ 100,379 bilhões em importações.

Além desses dados, o ministério decidiu revisar a meta de exportação deste ano para US$ 195 bilhões, montante superior em quase 10% ao escopo designado anteriormente, de US$ 180 bilhões. De acordo com a Folha UOL, para Welber Barral, secretário de Comércio Exterior, a alta se deve ao avanço das commodities e ao aumento das exportações para a América Latina, sobretudo em relação a produtos manufaturados.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O varejo brasileiro tem apresentado bom crescimento neste ano, sobretudo se levada em consideração a baixa taxa comparativa de 2009. Segundo o Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV) por meio do Índice Antecedente de Vendas (IAV), o avanço nas vendas pelo setor aumentou 7,9% no mês passado em comparação ao período igual de um ano atrás.

Um pouco mais ameno em relação ao percentual acima conferido, para outubro o instituto avalia que o crescimento será de 7,7%, também no confronto anual, podendo subir para 7,9% em novembro, mas decrescendo, mais uma vez, no mês de dezembro. De acordo com o portal R7, pelo Índice a média anual da comercialização realizada pelo comércio abarcará 7,1%, portanto, a maior da série histórica, uma vez quem no ano passado e em 2008 se observou percentagens de 3,9% e 3,6, respectivamente.

Ratificando informações oficiais emitidas por institutos especializados e pelo governo brasileiro, o ingresso de cidadãos na classe média do país (cerca de 50,5% do total de pessoas) explica o aquecimento do consumo.

Por segmento, o de bens duráveis é o que melhor se comportou no período base em questão, com incrementos acima de 10%. No trimestre iniciado em setembro, estima-se que as vendas extrapolem o índice de 13% em relação ao período análogo de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O cenário positivo da economia brasileira, quase sempre alimentado por notícias envolvendo maior poder de compra da população, aumento do número de empregos e crédito com acesso mais facilitado ao consumidor, apresenta diversos reflexos explicativos, de norte a sul, leste a oeste.

Na semana passada, a Junta Comercial do Rio de Janeiro (Jucerja), corroborando com a introdução acima, afirmou que até o final de dezembro 40 mil empresas serão abertas somente no Estado do RJ. Carlos De La Rocque, presidente da entidade, assinala que a estimativa, caso seja confirmada, representará incremento de 10% em comparação ao total de empresas abertas no ano passado.

Vinculada à Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico (Sedeis) de acordo com o portal de Economia Terra, informações enunciadas pela Jucerja mostram que o número de novas companhias observadas no Rio de Janeiro atingiu o montante de quase 30,7 mil até setembro. Se a média de três mil mensais permanecer, pondera De La Rocque, seguramente de outubro a dezembro as 40 mil serão alcançadas.

Pelo levantamento, os setores mais almejados pelos cariocas são acessórios e vestuário, bares, restaurante e similares, além de informática, perfumaria e cosméticos. Para o presente da Jucerja, as perspectivas envolvendo negócios são bem interessantes, tanto que renda média avançou mais do que a própria média constatada em todo o país.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Brasil é estimado um dos países com a maior arrecadação proveniente de impostos e outros tributos em todo o planeta. Informações divulgadas pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) assinalaram que as contribuições pagas pelo brasileiro já estão próximas de R$ 1 trilhão, algo que deve ser alcançado já nesta próxima terça-feira (26).

A ACSP revela que esse montante só foi alcançado, no ano passado, em 14 de dezembro e em 2008, no dia 15. Na última sexta-feira, de acordo com o portal R7, o Impostômetro atingiu a marca de R$ 984 bilhões e até 31 de dezembro poderá ultrapassar R$ 1,2 trilhão.

No intuito de elucidar os consumidores e conferir um comparativo à altura, o R7 sopesa que a cifra seria suficiente para pagar salários mínimos (R$ 510) para 1,96 bilhão de pessoas, comprar mais de três bilhões de cestas básicas (com valor referencial de R$ 300), além de prover cerca de 40 milhões carros populares de aproximadamente R$ 25 mil.

Segundo João Eloi Olenike, presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), a arrecadação cresce nominalmente 14% por ano, ou 10% caso seja excluída a inflação. O aumento do arrecadamento, alega, é intrínseco às peculiaridades de cobrança de impostos no país.

Para Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), o valor a mais (R$ 112 bilhões em relação ao ano passado) equivale a quase três arrecadações da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), extinta há três anos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um dos setores que tem crescido amplamente pelo país é o de Turismo, decorrente em grande parte do maior acesso ao crédito e do aumento do poder de compra dos consumidores, estritamente relacionados, pois, ao crescimento das vagas formais de trabalho nos últimos meses.

Embora distante da atualidade, informações divulgadas pelo Ministério do Turismo em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na semana passada, indicaram que as atividades de turismo, entre as quais serviços de fotografia e hotéis, contraíram aumento de 22% entre 2003 e 2007. Segundo o portal de Economia Terra, o percentual é superior ao conjunto de todos os segmentos da economia brasileira, que ascendeu 19,3% no mesmo período citado.

Apesar do resultado, a geração de empregos observada no segmento não comboiou o ritmo geral, com incremento de 9,6% ante 12% constatado na média adjacente. O Produto Interno Bruto (PIB) contou com 3,6% de contribuição proveniente do setor de turismo.

Por outro lado, entre 2006 e 2007 o valor somado pelas atividades do segmento passou de R$ 73,9 bilhões para R$ 82,7 bilhões, crescimento de 4,8%, já com desconto inflacionário, porém inferior à taxa geral de 5,8%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Levantamento divulgado em 22 de outubro pela Serasa Experian revelou que a economia brasileira deverá apresentar expansão quase nula no atual trimestre. Pelo Indicador de Atividade Econômica, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 0,3% em agosto sobre julho, mas o trimestre finalizado nesse mês arrefeceu 0,2% em comparação ao período anterior.

Pelo estudo, caso seja comparada a percentagem de agosto com o mês simular do ano passado, o patamar atual delineou avanço de 6,7%, no mesmo instante em que o acumulado deste ano apresenta-se 8,3% acima do mesmo intervalo de 2009.

A Serasa pondera em reportagem enunciada pelo portal de Economia Terra que os principais fatores para a contração econômica no trimestre provêm da retirada dos incentivos fiscais para bens duráveis, dos alarmes sobre uma possível volta da recessão juntamente à desaceleração da economia de nações desenvolvidas, além do cerco monetário expelido pelo Banco Central desde abril.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Estudo veiculado pela Fundação Procon de São Paulo (Procon-SP) na sexta-feira passada, 22 de outubro, indicou que a taxa média de juros do cheque especial chegou a 9,11% em outubro, leve crescimento em comparação ao mês imediatamente anterior, quando o percentual alcançou 9,10%. A entidade assevera que o incremento ocorreu em virtude de uma alteração ocorrida na alíquota do HSBC, dos anteriores 9,51% para novos 9,55%.

Mesmo com essa alta, a taxa praticada no empréstimo pessoal proveniente das instituições financeiras não sofreu qualquer alteração, permanecendo em 5,35% ao mês. Segundo o portal de Economia Terra, o estudo foi verificado mediante índices emitidos pelos bancos Santander, Safra, Itaú, Caixa Econômica Federal, Bradesco e Banco do Brasil, além do HSBC.

Como existe probabilidade de modificação da taxa do empréstimo pessoal devido à função do prazo do contrato, foi mensurado o período de um mês para o cheque especial e um ano para o empréstimo pessoal.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os brasileiros têm a seu dispor momento econômico altamente viável para investimentos e compras, tanto que a Pesquisa Trimestral de Intenção de Compra no Varejo, do Programa de Administração do Varejo (Provar), assinalou que 76,2% das pessoas indagadas no levantamento almejam adquirir ao menos uma mercadoria no último trimestre, período antecedente ao Natal e demais festas de final de ano.

O índice representa alta de 0,6% em comparação ao terceiro trimestre deste ano, porém, arrefecimento de 0,8% ante os últimos três meses de 2009, ocasião em que 77% dos consultados se mostraram propensos em comprar produtos. Para Claudio Felisoni, coordenador-geral do Provar, o baque é leve, mas tem-se de levar em consideração a alta base comparativa do ano passado.

São dez os grupos de bens analisados pelo Provar, segundo o portal de Economia UOL, entre eles eletroeletrônicos, linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar), automóveis e motos, material de construção, informática e telefonia e celulares. Os itens compreendidos em Cine e Foto são os destaques, pois 14,2% dos cidadãos entrevistados almejam adquirir pelo menos uma mercadoria da categoria.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Mês a mês políticos, empresários e entidades avaliam positivamente o crescimento da economia brasileira. Ontem, 21 de outubro, o Ministério da Fazenda voltou a estimar novos índices, desta vez de 7,5% no desenvolvimento do Produto Interno Bruto (PIB), superior em relação ao relatório anterior divulgado em agosto, o qual abarcava previsão de 6,5%.

O documento enunciado, “Economia Brasileira em Perspectiva”, considera que a média de avanço do PIB pela próxima meia década, agregando 2010, deverá chegar num percentual de 5,9%. Segundo a agência de notícias Reuters, a expectativa do ministério é de que a demanda nacional cresça 10,3% mesmo em meio ao desempenho ameno observado pelo mundo.

A Fazenda avalia que o índice de inflação também está dentro da trajetória harmonizável com o atual desempenho da economia brasileira. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deverá subir 5,1% em 2010.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma longa reestruturação tem marcado a “recente” história da fabricante de bicicletas Caloi. Depois de duas décadas penando para retomar saudavelmente suas atividades, a empresa deverá encerrar este ano com lucro líquido de R$ 10 milhões, avanço de 50% sobre a constatação de 2009. Com situação a ser confirmada, será este o segundo ano consecutivo dessa tendência.

Eduardo Musa, presidente da Caloi, revela que o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, ou Ladija, deverá abiscoitar R$ 30 milhões, 35% de incremento. Em relação à cadeia produtiva, a empresa poderá terminar 2010 com a confecção de 800 mil bicicletas, 15% acima dos dados de 2009.

Os números poderiam ser ainda melhores se a capacidade de produção não estivesse no limite. Para suprir essa carência, segundo o portal de Economia UOL, a Caloi iniciou um plano de investimento de R$ 30 milhões para modernizar e expandir sua capacidade de produção pelos próximos três anos.

Os bons ventos não param por aí. Em janeiro próximo a Caloi inaugurará uma filial em Xangai, na China, no intuito de apertar o relacionamento com os fornecedores daquele país. Não à toa, a asiática é o maior mercado consumidor do mundo e o maior fabricante de componentes do setor.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) divulgado na última quarta-feira, 20 de outubro, indicou que a atividade econômica do país apresentou estabilidade no mês de agosto em comparação a julho. Dos anteriores 139,13 pontos, a nova contabilização chegou a 139,12 pontos, porém, na comparação anual houve alta de 6,43%.

O IBC-Br, maneira de examinar o progresso da atividade econômica e antecipar a tendência do Produto Interno Bruto (PIB), de acordo com a Folha Online, atingiu o percentual de 9,11% no acumulado dos oito primeiros meses de 2010 em comparação ao período análogo do ano passado. Segundo a Band Online, o indicador é utilizado pelo BC para cálculos deliberativos sobre a Selic, a taxa básica de juros da economia.

Além desse ponto abalizado, o índice congrega dados sobre atividades dos vários segmentos econômicos, tais como provenientes do setor de serviços, industrial e agropecuário.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O famigerado assunto endossado pelo governo, maior acesso ao crédito, não manteve o mesmo crescimento observado há dois meses. Estudo enunciado em 20 de outubro pela Serasa Experian assinala que a procura por crédito a partir das empresas brasileiras arrefeceu 3,7% em setembro em comparação a agosto.

A instituição avalia que o efeito calendário, ou seja, menos dias úteis no mês passado, foi vital para a queda do indicador, que de outubro em diante não deverá apresentar uma reviravolta na tendência positiva. Apesar desse decréscimo, em comparação a setembro de 2009, a demanda empresarial por crédito alcançou 5,1%, com acumulado anual 7,4% acima da constatação indicada no período igual de um ano antes.

Todas as unidades federativas brasileiras registraram tombo, porém o Norte do país foi a região com o maior percentual, de 8,2%, diferentemente do Sul, que obteve a variação menos ampla, de -3,1%.

As micro e pequenas empresas, de acordo com o portal de Economia Terra, foram as que mais decresceram nessa busca, com percentual negativo de 3,8%, dessemelhante da percentagem diagnosticada entre as grandes empresas, que arrefeceram somente 0,4%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Dados divulgados na última quarta-feira, 20 de outubro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) assinalaram que a inflação abalizada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA) cresceu com grande vigor no atual mês devido aos preços maiores dos alimentos.

No mês vigente o indicador avançou 0,62% após ter subido 0,31% em setembro. O percentual é superior em relação ao estimado por analistas questionados pela Reuters, que previam incremento de 0,54%. O grupo de Bebidas e Alimentação ascendeu 1,70% entre um período e outro, bem acima dos anteriores 0,30% do último levantamento.

Em nota, o IBGE aponta que as carnes foram as que mais contribuíram para o acréscimo do IPCA-15 em outubro, de 0,11%, com alta de 4,93%. O Frango também acompanhou a elevação, seguido do pão francês e do biscoito.

Matéria veiculada pela agência de notícias Reuters sopesa que outras esferas também contribuíram significativamente para o avanço do IPCA-15, tais como Habitação, com aceleração de 0,49% em outubro sobre os 0,32% anteriores, e Artigos de Residência, para 0,70% contra o índice precedente de 0,18%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A China tem se consolidado como uma das maiores economias do planeta. Com a mais vasta população mundial e a consequente mão de obra relativamente numérica, o país atua amplamente além de sua fronteira, tal como o é no Brasil e os produtos etiquetados “Made In China”.

Uma medida que pegou o mundo de surpresa, agradando boa parte de economistas e analistas, foi fixada em 19 de outubro, terça-feira, na página virtual do Banco Central do país. Desde a crise financeira global a China evitava endurecer sua política monetária, porém, decidiu elevar a taxa de depósitos a um ano de 2,25% para 2,50%, e a dos empréstimos, pelo mesmo percentual a um ano, de 5,31% para 5,56%, cada qual em vigor desde esta quarta-feira.

A última ascensão no aumento das taxas de juros no país de que se tem notícia ocorreu em dezembro de 2007. Segundo o portal de Economia UOL, entre setembro e dezembro do ano seguinte as alíquotas foram abrandadas gradualmente como maneira de responder ao colapso financeiro.

De acordo com Lu Ting, economista do Bank of America Merrill Lynch, o anúncio é uma surpresa para os mercados porque existia consonância à estimativa de que a possibilidade de uma elevação das alíquotas era delicada. Notícias veiculadas antes do fechamento deste artigo parecem indicar que as medidas surtiram efeito positivo, entre elas o fortalecimento da moeda norte-americana.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Brasil é considerado um dos países com a maior alta carga tributária do planeta. Políticos, em época de eleições, têm endossado reformas em vários setores, tais como esse. Para se ter ideia, a arrecadação de contribuições federais e de impostos, além de outras receitas, contabilizou mais de R$ 63,4 bilhões no mês passado.

Segundo a Receita Federal, além de representar novo patamar histórico para um mês de setembro, este período representa o 12º seguido de recorde, iniciado, pois, em setembro de 2009. No confronto anual, o aumento real da arrecadação, com valores corrigidos pela inflação, atingiu 17,68%.

No acumulado entre janeiro e setembro de 2010, de acordo com a Receita Federal, a arrecadação sintetizou mais de R$ 573 bilhões, incremento real de 13,12% sobre os mesmos nove meses do ano passado. Segundo o portal de notícias G1, por meio desse último fato se tem, também, recorde histórico.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Tanto se tem comentado sobre a desvalorização do dólar ante o real, mas poucas são as entidades capazes de mensurar, com exatidão, os efeitos mais recentes. Exceção – existem outras, claro – é a Fundação Getúlio Vargas (FGV), que neste início de semana revelou queda em 12%, no acumulado dos últimos 12 meses, em alguns produtos eletrônicos.

A queda da moeda norte-americana não tem sido o único ponto de análise. O rápido avanço tecnológico, em que novas mercadorias são inseridas no mercado num prazo menor de tempo, e o aumento da concorrência também atenuaram, de acordo com a FGV, sobre o arrefecimento nos preços.

Os bens que tiveram seus preços mais decrescentes foram os videogames, em 9,67% desde o início de 2010, e a televisão, 8,23%. Outro produto intensamente consumido, o celular, teve baque de 5,19%.

Outros produtos, de acordo com a Band Online, não sofreram tanta queda, como é o caso de aparelhos de DVD, de 1,99%, computadores e periféricos, de 2,66%, e aparelhos de som, 3,97%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Na finalidade de diminuir a pressão sobre a taxa de câmbio, o governo brasileiro voltou a fixar novo percentual do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). A medida, que havia sido adotada há duas semanas, foi de 2% para 4% e agora chegou a 6%. A Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais (Abimei) comemorou a decisão.

Outra deliberação primordial sob o ponto de vista da associação foi o incremento de 0,38% para 6% sobre a alíquota do IOF relativa à margem de cobertura dos investimentos de origem estrangeira no mercado futuro. Para Daniel Dias de Carvalho, diretor financeiro da Abimei, se a moeda norte-americana está muito barata ficam complicadas as vendas dentro do país, suscitando perda de competitividade.

Outro fator levantado por Carvalho foi a exportação realizada, pois com o real sobrevalorizado em relação à moeda norte-americana, os produtos nacionais apresentam-se relativamente mais custosos no exterior, prejudicando, consequentemente, uma parcela da economia brasileira.

Carvalho endossa, de acordo com o portal de Economia Terra, que o dólar tem de apresentar condições ideais para a economia funcionar saudavelmente, com a inserção de mercadorias no mercado interno. O valor da moeda para negócios, acredita, teria de estar entre R$ 1,80 e R$ 2,00.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O setor habitacional brasileiro vive um momento diferenciado. Fontes oficiais e de representantes do segmento indicam altas vendas, ratificando, deste modo, o acesso ao crédito mais amplo do consumidor, o aumento do número de empregos e, por que não, da renda do trabalhador.

Mesmo com o ritmo forte, em agosto a comercialização de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo caiu 48,4% em comparação a julho. De acordo com o Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), foram vendidas 1.638 unidades.

Para Celso Petrucci, economista-chefe do sindicato, os resultados de agosto ocorreram devido a impasses para a viabilidade de projetos, acarretando em diminuição da participação de São Paulo no total de lançamentos para 34,1% do total. Em nota, ressalta que a cidade representava parcela acima de 83% no princípio de 2004.

Em contrapartida, segundo a agência de notícias Reuters, no acumulado anual mais de 21,8 mil unidades foram comercializadas, número superior em 8,9% às vendas realizadas no período análogo do ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A confiança e o otimismo da população e dos empresários são considerados reflexos do atual ambiente econômico do país. Emprego em abundância, dizem fontes oficiais, acesso facilitado ao crédito e maior poder aquisitivo compõem uma das tríades mais mensuradas nas últimas semanas.

Mônica Bergamo, colunista da BandNews FM, acredita que neste ano o varejo terá um dos melhores resultados em toda sua história. Buscando anteceder informações a serem veiculadas pela Federação do Comércio de Bens, Serviços  e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) possivelmente neste semana, assinala que o faturamento do comércio extrapolou a barreira de R$ 8 bilhões em agosto passado. Se confirmado, incremento de 6% em comparação ao mês igual de 2009.

O lucro entre janeiro e agosto de 2010, revela a Band Online, poderá ultrapassar o índice de 6% em confronto aos oito meses iniciais do ano passado. Por enquanto, faz-se necessário aguardar dados oficiais. A tendência converge para essa previsão, uma vez que o resultado, além de outros fatores, poderá ter ajuda das férias escolares no caso de pagamentos parcelados.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O crescimento brasileiro tem se configurado como um dos mais notáveis em todo o mundo, embora a China e a Índia tenham conquistado números mais elevados. Roberto Messenberg, coordenador do Grupo de Conjuntura do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), prevê que os primeiros indicadores da economia do terceiro trimestre deste apontarão para um caminho mais ameno, com alguma probabilidade de celeridade entre outubro e dezembro.

Para Messenberg, apesar de alguns fatores contribuintes no estímulo à economia, tais como isenção do Imposto sobre Produtos Industrializado (IPI), a demanda interna permanece espelhando melhorias nos patamares de confiança – tanto a partir dos empresários como da própria população.

Em matéria veiculada pelo Estadão, o economista considera como triviais o crédito mais facilitado, o emprego em alta e a renda da população cada vez mais elevada, segundo dados oficiais, convergindo, pois, com a criação de postos de trabalho formais ao longo deste ano. Para o Ipea, o Produto Interno Bruto (PIB) encerrará 2010 com expansão entre 5,5% e 6,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma tendência que tem se repetido novamente foi constatada. Informações divulgadas por meio do relatório Focus, do Banco Central, assinalaram incremento nas previsões de inflação para 2010 e 2011, porém, sustentou as estimativas para a Selic, a taxa básica de juros da economia.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010 aumentou pela quinta semana consecutiva, para 5,20%, um pouco acima do percentual de 5,15% emitido no último levantamento. Ao ano que vem a percentagem avançou para 4,99%, sucintamente superior aos 4,98% de antes.

O centro da meta para este e o próximo ano permanece: 4,50%, com tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O prognóstico para a inflação de outubro deste ano até setembro do próximo continua em 5,16%, assim como a Selic 2010 e 2011 de 10,75% e 11,75%, respectivamente.

Segundo a agência de notícias Reuters, o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano foi conservado em 7,55% e para 2011 em 4,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Após a alta de 1,12% constatada em setembro, o Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) voltou a subir em outubro, desta vez em 1,15%. Segundo informações exprimidas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), as futuras leituras, estritamente a partir do mês que vem, deverão ficar abaixo de 1%.

Para Salomão Quadros, economista da entidade, a pretendida desaceleração de novembro em diante já seria considerada razoável. No mês atual, o preço do feijão foi o maior algoz, pois apresentou ascensão de 43,03%, bem diferente do arrefecimento diagnosticado no mês passado, de 7,71%. A mercadoria, por si só, foi responsável por uma fatia de 0,38% da alta no atacado, que chegou a 0,28%.

Quadros pondera que uma avaria na terceira safra de feijão na Bahia obrigou o país a importar o produto da China. Mesmo assim, de acordo com a agência de notícias Reuters, acredita que em toda situação em que existe forte alta, uma desaceleração é igualmente predominante. No acumulado e nos últimos 12 meses o IGP-10 aglomera elevação de 8,51%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O consumidor brasileiro está propenso, atualmente, em contrair novas dívidas, tendência observada ao longo deste ano. Para Guido Mantega, ministro da Fazenda, a população tem a possibilidade de se endividar ainda mais, não que deseje isso, mas porque existe possibilidade de, por exemplo, contração de imóveis, tipo de investimento que rende mais do que a própria poupança.

Leia mais: Economia Brasileira está propícia para Consumidores contraírem novas Dívidas

Dados divulgados pela Serasa Experian indicaram que no mês passado a inadimplência do consumidor avançou 1,6% em comparação a agosto. O índice, ressalta a entidade, é o maior para setembro desde 2000, quando o indicador começou a ser diagnosticado. Além desse fator, esta foi a quinta marca seguida de crescimento mensal.

Para a Serasa o movimento reflete o endividamento da população por meio de compras parceladas em datas festivas e em feriados estendidos. Um porém, singularmente, poderá acontecer: manutenção de alta nos próximos meses. Apesar disso, a entidade sopesa que o aumento do emprego com carteira de trabalho assinada e a elevação da renda têm contribuído para evitar um crescimento ainda mais acelerado.

A comparação anual, de acordo com o portal de Economia Terra, também não é das mais felizes, uma vez que o índice saltou 15,3%, o maior resultado desde março de 2009, período em que o colapso financeiro global já afetava as atividades pelo país.

Por Luiz Felipe T. Erdei


As características atuais da economia brasileira têm incidido positivamente sobre os consumidores tupiniquins. Inúmeros são os segmentos que parecem aproveitar o poder de compra do consumidor em alta e a geração de empregos neste ano. Entretanto, dados antes positivos estão começando a cair.

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), que em setembro bateu na casa de 161,1 pontos, caiu para 154,5 pontos em outubro, decréscimo de 4,1%. De acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), o arrefecimento pode marcar ajuste técnico, pois o indicador se manteve em patamares elevados nos meses anteriores (acima de 155 pontos).

O medidor, compreendido numa escala entre zero e 200 pontos, assinalou alta de 0,2% em comparação a outubro do ano passado de acordo com o portal de notícias G1. O Índice de Condições Econômicas Atuais (ICEA), um dos itens integrantes do ICC, caiu dos 161,9 pontos do mês passado para 153,9 pontos em outubro, baque de 4,9%.

Os consumidores com remuneração mensal superior a 10 salários mínimos (R$ 5,1 mil) foram os maiores responsáveis pelo resultado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A alta na renda da população, o aumento do número de empregos pelo país desde o início deste ano e a desvalorização do dólar ante o real impulsionaram as vendas no varejo. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a ascensão chegou a 2% entre agosto e julho e 10,4% em relação ao oitavo mês do ano passado.

Coordenadas enunciadas pelo IBGE em matéria veiculada pela agência de notícias Reuters apontam que a comercialização no varejo brasileiro conquistou, com a percentagem, o melhor resultado para um mês de agosto desde 2000, ano em que a série histórica foi iniciada. Para Reinaldo Pereira, economista do Instituto, a desvalorização da moeda norte-americana é importante, pois por meio dos importados mais rentáveis, o equilíbrio de preços tem considerável contribuição.

Outro ponto positivo observado por Pereira são as variáveis emprego e massa salarial, que permanecem como cruciais motivadores para o aumento das vendas. Como exemplificador, o economista observa o efeito do dólar em hipermercados e supermercados, eletrodomésticos e móveis, tornando cada item importado mais barato.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A FGV (Fundação Getúlio Vargas) realiza a pesquisa de diversos índices e indicadores inflacionários do país e entre eles o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal) que é pesquisado em sete das principais capitais do país e na apuração da primeira semana de Outubro este índice indicou alta em todas as sete capitais confirmando a tendência de subida da inflação que vem se verificando nas últimas apurações.

Na apuração geral o IPC-S teve uma aceleração de preços da ordem de 0,66%. Na comparação com a última medição divulgada houve um acréscimo de 0,20 ponto percentual, muito determinado pela inflação que está se verificando no grupo alimentação e que vem empurrando a inflação para cima.

Por capitais os aumentos são consideráveis e a maior taxa apurada foi em São Paulo cuja variação ficou em 0,98% contra os 0,83% da última medição com aumento em todas as classes de despesas que compõem o índice. A seguir vem o Rio de Janeiro com aumento de 0,55% contra 0,33% da última verificação. Dos sete grupos de despesas no Rio de Janeiro cinco apresentaram aumentos, os maiores foram alimentação e vestuário. Seguindo o ranking vem Belo Horizonte com a taxa nesta primeira semana de Outubro do IPC-S na casa de 0,42%, enquanto na última apuração o índice ficou em 0,23% com seis grupos de despesas apresentando aumentos.

Salvador com 0,37%, Brasília com 0,36%, Recife com 0,29% e Porto Alegre com 0,17% foram às outras capitais onde este índice indicou aumentos confirmando a subida da inflação, embora ainda dentro da meta estipulada pelo governo, a espiral de subida indica dever haver uma maior atenção na economia nos próximos meses.

Por Mauro Câmara

Fonte: G1


As estimativas calculadas para as vendas do comércio ao Dia das Crianças parecem ter sido atendidas e até extrapoladas. De acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio, a comercialização de produtos entre 5 e 11 de outubro foram maiores em 12% em comparação à mesma semana do ano passado. Somente nos dias 8 e 10, o percentual abalizado foi superior em 8,5% ao final de semana correspondente de 2009.

O crescimento na cidade de São Paulo, segundo o portal de notícias G1, avançou 7,5% ante a semana similar do ano passado. No final de semana, diferente e positivamente, as vendas realizadas na capital paulista cresceram 11,9% no confronto ao final de semana análogo de um ano atrás.

A Serasa pondera que o crescimento das oportunidades de emprego formais, isto é, com carteira de trabalho assinada, incidirá no número de consumidores que receberão a primeira parcela do 13º salário, possibilitando, portanto, parcelamentos mais extensos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Contando com a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) até 31 de dezembro deste ano, o setor de materiais de construção tem conseguido assinalar boas altas em suas vendas nos últimos meses. A tendência até o término de 2010 deverá ser de incremento ainda mais prolixo, justamente pelo anúncio não ter qualquer sinal de modificação e o consumidor, optar pela antecipação.

Apesar de as empresas nacionais oferecem produtos de qualidade a preços baixos, a importação de materiais de construção tem crescido, tanto em produtos para acabamento como para a edificação de residências (aço, por exemplo). Até 2007 a balança comercial mostrava-se positiva, com mais de R$ 1 bilhão constatados.

Com a expansão robusta do segmento da construção civil nos últimos dois anos, a tendência se inverteu, pois as importações superaram em aproximadamente R$ 1,1 bilhão as receitas das exportações. De acordo com a FGV Projetos em matéria veiculada pelo Estadão, os valores de 2010 poderão dobrar e chegar à casa de R$ 2,3 bilhões.

Para Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da FGV Projetos, existe um fator denominado custo Brasil, correspondente à falta de infraestrutura pelo território, a alta carga tributária e a desvalorização do dólar perante o real. Com essa tríade, os produtos nacionais perdem competitividade devido ao encarecimento.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Dados enunciados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em 13 de outubro, quarta-feira, abalizaram que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) obteve avanço de 0,76% na primeira quadrissemana de outubro sobre os 0,53% observados em setembro.

As despesas de Alimentação cresceram 2,24%, superior ao percentual de 1,57% diagnosticado no levantamento anterior. Os preços praticados em Transportes também cresceram, desta vez em 0,24% na primeira quadrissemana ante à mutação negativa de 0,02% examinada no mês passado.

Despesas Pessoais não ficaram atrás, pois contabilizam incremento de 0,44% na primeira quadrissemana de outubro ante os 0,19% observados em setembro. Vestuários, por outro lado, ascenderam em menor volume, 0,31% ante os 0,54% constatados no mês passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters


Convergindo à estimativa conjeturada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) há poucas horas, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) elevou a perspectiva de aumento do Produto Interno Bruto (PIB) para 7,5% ante os 7,2% anteriormente examinados. Segundo o portal de notícias G1, o prognóstico é superior aos cálculos mensurados pelo governo federal, de 7,2%, e pelo Banco Central, de 7,3%.

A entidade sopesa que a economia tupiniquim continua ratificando grande alento, algo proveniente da demanda doméstica de consumo em alta e dos investimentos. De acordo com a CNI, o resultado poderia ser bem melhor se a forte valorização da moeda brasileira sobre o dólar, não viesse à tona.

Mesmo com esse estimado crescimento com base nos movimentos econômicos do inicio do ano até o atual momento, entre julho e setembro a atuação econômica do país foi a mais amena entre os países que integram o BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China). Vasta reportagem veiculada pela Folha UOL relaciona que a tendência acontece pelo segundo trimestre seguido e corrobora com a ideia de que os dias mais prósperos de desenvolvimento do país parecem ter acabado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um dos setores que movimenta a economia com grande tenacidade é o de materiais de construção, que no mês passado apresentou avanço nas vendas de 1,5% em comparação a setembro de 2009. Segundo a Associação Nacional dos Comerciantes de Materiais de Construção (Anamaco), no acumulado anual até setembro a alta chegou a 10,6% em comparação ao mesmo período de um ano antes.

A Anamaco também pondera que nos 12 meses encerrados em setembro, o crescimento foi de 9,5% sobre o período igual e imediatamente anterior. Dividido por esferas de atuação, fios, cabos, aço e tinta cresceram 2% (cada), diferentemente de tubos, argamassas e conexões, que arrefeceram entre 3,5% e 4%.

Claudio Conz, presidente da Anamaco, examina que a atuação da comercialização a ser realizada em outubro deverá sofrer influência do anunciado fim da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), previsto para encerrar no último dia deste ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Estadão


O varejo brasileiro mantém-se otimista para a contabilização das vendas a serem realizadas neste ano. Segundo Roque Pellizzaro Júnior, presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), a comercialização do setor deverá crescer a até 11% em comparação aos números constatados em 2009.

A confederação pondera que o crescimento de parcelamentos e a confiança dos consumidores incidirão, especialmente, no Natal. No mês passado, por exemplo, houve contração de 4,65% nas consultas realizadas ao Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) entre agosto e setembro, algo que para Pellizaro já era esperado. Para isso resume ser uma queda natural, incidindo, portanto, no resultado abalizado.

Antes do Natal, porém, virá o Dia das Crianças. Para essa eventualidade, a CNDL estima aumento de 8,5% nas vendas deste ano em comparação a 2009. O grande incremento deverá ser sentido nos grandes centros em virtude do maior apelo publicitário, diferentemente do interior, que não conta com os mesmos recursos e necessidades.

Para Pellizaro, de acordo com o Estadão, a compra média para cada criança deverá manter a mesma constatação de 2009, ou seja, de R$ 50.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Costumeiramente, este espaço a vós dirigido ressalta inúmeros pontos para relacionar o atual ambiente econômico brasileiro, tais como maior poder de compra da população, acesso ao crédito menos restrito e demanda interna em crescente avanço a partir de inúmeros setores. Certamente, cada qual possui seu grau de responsabilidade, mas todos, de alguma maneira, acabam por influenciar o otimismo das pessoas.

Levantamento realizado em conjunto entre a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e o Ipsos revelou que a confiança do consumidor caiu serenamente no mês passado, para 153 pontos, abaixo em dois pontos do cálculo realizado em agosto, porém bem acima dos 135 pontos vistos em setembro de 2009.

Para Alencar Burti, presidente da ACSP, o comércio está satisfeito com o resultado, ilustrando, mais uma vez, que o nível de confiança dos brasileiros cresceu saudavelmente em comparação a 2009, algo que continuará, acredita, em 2010. Segundo ele, o Natal deverá ser um dos melhores da atual década.

A população do Centro Oeste e do Norte, de acordo com o Estadão, são as mais otimistas, com 181 pontos numa escala entre zero e 200. A classe C, representante de 50,5% da população do ano passado, atingiu 164 em setembro, mesmo resultado percebido em agosto.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A crise financeira mundial, que deverá continuar em pauta durante bons anos e cerceará, provavelmente, trabalhos acadêmicos futuros, incidiu negativamente sobre o comércio global em 2009. Após os efeitos mais graves parcialmente superados, Alejandro Jara, diretor-geral adjunto da Organização Mundial do Comércio (OMC), prevê crescimento ao setor de 12% em 2010 ante à queda de 9% no ano anterior.

Embora as estimativas de crescimento sejam positivas, Jara asseverou que para o avanço alcançar o volume observado antes do colapso, dois anos de desenvolvimento iguais aos previstos para 2010 seriam necessários. Segundo matéria veiculada pelo portal R7, para o mercado de trabalho sentir tais efeitos mais tempo será preciso, uma vez que nem sempre os dois pontos aqui descritos se convergem.

Mantendo a tendência dos bons diagnósticos emitidos em favor de Brasil e China, o diretor pondera que essas economias apresentam recuperação mais robusta em detrimento às nações desenvolvidas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Ao longo dos últimos anos, em especial nos últimos meses, o número de empresas que anunciaram fusões cresceu amplamente no Brasil. Parte desse sucesso, por assim dizer, provém do abundante acesso a capital estrangeiro pelas grandes empresas domésticas devido à crescente instância de estrangeiros pelo Brasil e pela concretização observada em inúmeros segmentos econômicos.

Estudo confeccionado pela Thomson Reuters sopesa que o giro financeiro de transações abarcando empresas brasileiras entre janeiro e setembro deste ano inteirou US$ 88,8 bilhões, pulo de 81,9% em comparação à contabilização examinada no período igual de 2009.

Ao lado da China e do México entre os emergentes, o Brasil ocupou posição de destaque nesse ponto de análise. De acordo com a agência de notícias Reuters, as aquisições e fusões expressadas nas nações em desenvolvimento chegaram a US$ 480 bilhões nos primeiros nove meses de 2010, incremento de 63% ante o andamento similar do ano passado, correspondente na atual conjuntura a um quarto de todas as operações pelo mundo.

Para Marco Gonçalves, chefe da área de Mergers & Aquisitions da BTG Pactual, o planeta está mirando o Brasil como importante mercado. Especialistas endossam que o movimento anteriormente citado espelha ambiente positivo, sobretudo se relacionadas as expectativas de crescimento da economia tupiniquim acima da média internacional durante bons e próximos anos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O ambiente econômico do Brasil tem-se mostrado propenso a melhorar ainda mais caso muitos prognósticos se confirmem. É estimado, por exemplo, crescimento próximo de 7,5% do Produto Interno Bruto (PIB) para 2010 e 4,5% para 2011. O número de empregos, outro fator relevante, deverá chegar a 2,5 milhões ainda neste ano, com probabilidade de alcançar 3 milhões no ano que vem.

Com dados positivos, invariavelmente outros setores de análise viriam a apresentar ascensão, como é o caso do comércio, que terminou o mês passado com atividade 10% maior no acumulado entre janeiro e julho de 2010 em confronto ao período igual do ano passado.

De acordo com apontador divulgado pela Serasa Experian em 4 de outubro, segunda-feira, o setor de material de construção e de imóveis obteve alta de 16,8% em setembro, à frente do segmento de móveis, eletrônicos e informática (15,9%).

Mesmo com esse bom desenvolvimento, em comparação a agosto passado a atividade comercial assinalou equilíbrio, confirmando, segundo a Band Online, a retomada do desenvolvimento no terceiro trimestre depois dos três meses anteriores mais brandos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Em mais uma ocasião, o mercado brasileiro decidiu elevar a estimativa para a inflação deste ano. De acordo com relatório Focus emitido nesta segunda-feira pelo Banco Central, o índice de 5,05% foi suplantado para 5,07%. Para o ano que vem houve outro ajuste, mas para baixo, dos anteriores 4,94% para 4,92%.

Esta é a terceira semana consecutiva de adequações. Segundo a agência de notícias Reuters, a meta inflacionária dos dois anos possui centro em 4,5%, com tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Outro ajuste foi o concernente ao prognóstico para a inflação nos próximos 12 meses, de 5,15% para 5,16%. Para 2010 e 2011 a Selic, taxa básica de juros da economia, permaneceu inalterada em, respectivamente, 10,75% e 11,75%.

A estimativa para o crescimento econômico brasileiro, ou seja, o Produto Interno Bruto (PIB), saltou de 7,53% abalizado na semana passada para novos 7,55%. Para 2011 o índice foi mantido em 4,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A crise financeira mundial foi um recente marco à contemporaneidade, tanto que as economias mais desenvolvidas do planeta, antes seguras até certo ponto, custam para retomar suas atividades observadas antes do colapso. Países como Brasil, por exemplo, conseguem nos dias atuais melhores resultados, sobretudo na criação de empregos e nos cálculos do Produto Interno Bruto (PIB).

O final de 2009 e inicio de 2010 ficaram marcados aos brasileiros pelas medidas de incentivo adotadas pelo governo, talvez a mais importante a exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a diversos setores, tais como linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar), veículos automotores e materiais de construção.

O último setor, em particular, conseguiu ampliação no benefício. Altamente atrelado a tal conceito figura o Custo Unitário Básico (CUB) da construção civil, que no Estado de São Paulo, em setembro, caiu 0,15% em comparação a agosto, totalizando R$ 904,63 a cada metro quadrado.

De acordo com o Estadão, esse medidor conjetura a variação dos gastos do setor para usabilidade nos rearranjos dos contratos de obras, então avaliado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP). Para o veículo de comunicação o arrefecimento ocorreu devido à deflação média de 0,33% dos materiais de construção. Mesmo assim, os custos administrativos e da mão de obra não sofreram qualquer modificação.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com período de coleta entre o dia 21 do mês anterior e o dia 20 do mês de referência, o INCC-M (Índice Nacional do Custo da Construção Civil – Mercado) que aponta a inflação referente à construção civil no país registrou no mês de Setembro uma alta menor em comparação com o índice registrado no mês anterior. Em Setembro este indicador teve alta de 0,20%, ficando abaixo do que foi apurado no mês de Agosto quando a aceleração dos preços foi de 0,22%. O resultado para os nove primeiros meses do ano já registra 6,40% e o acumulado nos últimos doze meses está na faixa de 6,94%.

Este indicador faz parte do conjunto de índices que formam um outro indicador de inflação igualmente importante no cenário da economia nacional, o IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) que calcula o reajuste dos aluguéis e o INCC-M representa no universo do IGP-M 10% do total. Mesmo tendo apresentado um recuo no mês de Setembro isto não foi o suficiente para desacelerar o IGP-M, pois a inflação do aluguel avançou se constituindo na maior para o mês de Setembro desde a apuração do mesmo mês em 2007.

Conforme a FGV (Fundação Getúlio Vargas) os materiais que apresentaram maiores quedas foram vergalhões e arames (decresceram 0,76%), tinta a base de PVA (menos 2,10%) e massa corrida PVA (preços 0,87% menores). Já os que mais subiram no período foram: tijolo/telha (1,52%), condutores elétricos (4,06%) e tubos e conexões PVC (2,33%).      

Por Mauro Câmara

Fonte: Economia IG


Apesar da tendência que vem se verificando nas últimas semanas de aceleração de alguns índices inflacionários, principalmente puxados pelo preço dos alimentos, o Banco Central reduziu a previsão de inflação para o ano de 2010 em seu Relatório Trimestral de Inflação. Pelas projeções do BC o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) teve sua estimativa para este ano reduzida de 5,4% para 5%.

O Relatório Trimestral do BC contempla uma série de projeções sobre a inflação para os próximos dois anos levando em conta a manutenção da taxa de câmbio na faixa de R$ 1,75. Atualmente esta é uma grande preocupação do governo em face da queda de valor do dólar que vem ocorrendo nos últimos dias e também da permanência da taxa de juros básicos da economia (taxa Selic) em 10,75% ao ano.

Com o centro da meta inflacionária prevista para os anos de 2010, 2011 e 2012 em 4,50%, podendo ocorrer à variação tanto para cima ou para baixo de dois pontos, as previsões para o acumulado de doze meses para o primeiro trimestre de 2011 ficou em 4,4% assim como para os doze meses a se encerrarem no segundo trimestre. Já para ao terceiro trimestre de 2011 a projeção ficou em 4,7%. Para o ano de 2011 a estimativa do IPCA caiu da faixa de 5% para 4,6%.

Projeções feitas dentro de um cenário favorável de controle dos níveis inflacionários que deverão manter a atual tendência de aceleração em patamares razoáveis dentro da meta oficial estabelecida e que com certeza dependerá também da evolução do câmbio nos próximos meses.

Por Mauro Câmara

Fonte: Economia IG


Crescimento econômico sustentável é um entre os inúmeros objetivos endossados pelos candidatos à presidência deste ano como maneira de ganharam a confiança dos brasileiros e dos empresários. Nos últimos meses a economia brasileira tem se comportado bem, mesmo com as oscilações recentes observadas na zona do euro, especialmente por países como Grécia, Espanha e Portugal.

Perante a essas nações desenvolvidas o Brasil nutre bons números desde o princípio de 2010, quando a crise, de fato, começou a ser deixada para trás. Segundo a Serasa Experian, o Indicador de Perspectiva Econômica manteve-se estável em julho em comparação a junho, em 100,3 pontos, considerada a segunda estabilidade consecutiva após cinco quedas desde janeiro e até maio deste ano.

Para a Serasa, um desenvolvimento econômico mais balanceado estimado para o atual semestre, o segundo, poupa coações inflacionárias suplementares de demanda, então atinente ao excesso de consumo. Os economistas da entidade, segundo o Estadão, avaliam que o nível atingido no sétimo mês de 2010 sinaliza ritmo de crescimento da economia entre julho e dezembro compatibilizado com a taxa de desenvolvimento de longo prazo da economia do país.

São tomados como base a esse estudo a própria atividade econômica do país, as concessões reais de crédito às companhias e suas inadimplências e o número de consumidores com algum tipo de débito.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com crescimento amplo nos últimos anos, principalmente nos meses iniciais de 2010, o comércio eletrônico pelo país mantém a tendência pela qual analistas e especialistas têm conjeturado: contínuo desenvolvimento. Entre janeiro e julho o incremento observado pelo setor foi superior em 41,2% ao diagnosticado no período similar do ano passado.

De quebra, avalia reportagem veiculada pelo portal de notícias G1, o faturamento, de R$ 7,8 bilhões, foi mais amplo em relação às vendas realizadas pelos shopping centers da Grande São Paulo, que arrecadou R$ 7,2 bilhões. Segundo pesquisa divulgada pela E-bit em sociedade com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), a região metropolitana do Estado foi responsável por R$ 1,25 bilhão, avanço de 29,3% sobre o período similar de 2009.

Para Antonio Carlos Borges, diretor-executivo da Fecomercio-SP, se o crescimento continuar na mesma tendência, certamente as vendas realizadas pela rede mundial de computadores ultrapassarão as realizadas pelas lojas de departamento e de móveis e decoração.

À 2010, crê a E-bit, o comércio online deverá movimentar R$ 14,3 bilhões, cifra superior em 25% à constada em 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Economistas e empresários estão sempre atentos aos movimentos do mercado para, assim, poderem analisar dados e investir com bases em prognósticos concretos. Relatório Focus enunciado pelo Banco Central no primeiro dia útil desta semana propalou breve ajuste à inflação do país para 2010, bem como ao ambiente do ano que vem.

A estimativa calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) avançou dos anteriores 5,01%, constatado na semana passada, para novos, 5,05% a este ano. A 2011, por outro lado, a perspectiva recuou de 4,95% para 4,94%. De acordo com a agência de notícias Reuters, a meta inflacionária tem centro de 4,50% e margem de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A estimativa para a Selic, taxa básica de juros da economia, manteve-se estável para 2010 em 10,75% e para 2011 em 11,75%. A avaliação de crescimento econômico avançou novamente. Na semana passada o índice conjeturado foi de 7,47%, agora, diferentemente, 7,53%. Para o ano que vem, entretanto, a expectativa manteve-se a mesma, com expansão de 4,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Já não é qualquer tipo de novidade enumerar alguns pontos que conseguem atribuir ao Brasil bons prognósticos, principalmente se o assunto em questão for a economia. Aumento das vagas formais, ampliação no acesso ao crédito e diminuição da inadimplência (dependendo da base avaliativa), poder aquisitivo em alta e projeções do Produto Interno Bruto (PIB) são os tópicos de grande relevância.

O otimismo, algo que até resume certos pontos, pode ser observado também nos gastos feitos com cartões. Em setembro, o cidadão do país gastou, em média, R$ 77 a cada compra realizada por meio desse sistema. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), o tíquete médio foi 2,67% acima dos R$ 75 observados no mês passado.

Os cartões de crédito lideram os gastos, de acordo com a Band Online, com média por operação de R$ 107. Os de débito, por outro lado, quase metade do valor, exatamente R$ 56. Já os cartões próprios das redes de lojas por todo o país tiveram contabilização de gastos de R$ 54 por compra.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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