Presente na vida de muitos brasileiros – e brasileiras, para criar um caso singular de referência –, o setor estético pouco foi afetado pelo colapso financeiro do biênio 2008 e 2009. De acordo com Lucy Onodera, diretora da rede de clínicas especializada em estética, a crise não embaraçou o crescimento de 25% no faturamento da empresa no ano passado.

Lucy aguarda para este ano aumento de 30% no faturamento. Em sua opinião, o público feminino não deixa de recorrer aos tratamentos estéticos, tanto que cada uma das clientes emprega, em média, R$ 1,3 mil em tratamentos de combate à gordura localizada, celulite e estrias.

A atuação da franquia, composta por 523 unidades, gera grande desafio para a empresária, principalmente porque se tem de manter o mesmo padrão dos tratamentos em toda a rede. Algumas das medidas adotadas para o sucesso são treinamentos virtuais e presenciais de seus funcionários.

Para conferir mais disposição ante a concorrência, Lucy confessa, de acordo com o Estadão, existir investimentos por meio de um centro de tecnologia e pesquisa, onde são realizados testes sobre os tratamentos dispostos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O agronegócio é um dos setores de maior destaque no Brasil, movimentando anualmente cifras sobre cifras. No ano passado, porém, o valor da produção agrícola chegou a R$ 140,8 bilhões, inferior em 5,3% aos dados acurados em 2008. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) por meio do estudo Produção Agrícola Municipal (PAM), a diferença figura em cerca de R$ 8 bilhões entre um período e outro.

Embora o arrefecimento fora constatado no concernente a valores, a área plantada total avançou 0,3% de 2008 para 2009, totalizando, pois, 65,7 milhões de hectares. A pesquisa, de acordo com o portal de notícias G1, agrega 64 produtos fundamentais das lavouras permanentes e temporárias da agricultura brasileira.

O destaque negativo ficou ao milho, que teve diminuição de 13,9% em sua produção, ou seja, quase 8,3 milhões de toneladas a menos. A soja, produto de capital importância no referente a exportações, também apresentou baque, porém mais ameno, de 4,2%, ou 2,49 milhões de toneladas abaixo das verificadas em 2008.

Bastante danificada pela ausência de chuvas, a safra da soja foi mais afetada no Paraná, que além da diminuição observada na produção, culturas como café, feijão, milho e trigo também ilustraram preços abaixo dos praticados em 2008. Diferentemente, a cana-de-açúcar teve recorde contabilizado neste ano em 4% ante 2008, ou 671,4 milhões de toneladas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A recente crise financeira global, tão negativa quanto à de 1929 (colapso da bolsa de Nova Iorque), tem marcado uma nova geografia econômica mundial. Os Estados Unidos, que até 2008 rumavam tranquilamente em todo o globo terrestre, sentem dificuldades em restabelecer suas atividades; o Brasil, por sua vez, passou a comandar uma espécie de revolução, se assim pode ser dito, entre os países latinoamericanos.

No primeiro trimestre de 2010, o Produto Interno Bruto (PIB) contabilizou alta de 2,7% em comparação aos três meses finais do ano passado. Contudo, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quarta-feira, 1º de setembro, que o PIB per capita de 2009 foi abaixo em 1,17% ante a soma de todos os bens e serviços observada em 2008. Em valores, no ano passado somou-se R$ 5,405 mil; anteriormente, contabilizou-se R$ 5,469 mil.

Apesar da baixa na comparação anual, segundo o IBGE em matéria emitida pelo portal Economia Terra, o número é o segundo mais avançado desde 1995, ano em que o estudo começou a ser realizado. O balancete do PIB per capita é abordado como um indicador da cadência do crescimento econômico do país.

A principal e mais óbvia justificativa – mas não a única – para essa retração do ano passado é a crise financeira mundial, que ainda condiciona alguns ajustes por parte de vários países do globo.

Por Luiz Felipe T. Erdei





CONTINUE NAVEGANDO: