No mês de outubro o dólar registra uma perda de 5,61%.

Durante os últimos meses a supervalorização do dinheiro americano vem acarretando uma série de preocupações financeiras para os brasileiros. Frente à crise política e econômica instalada no País, muitos setores do mercado enfrentam dificuldades e por esse motivo os preços dos produtos aumentaram drasticamente. A grande maioria das pessoas está sofrendo com toda essa situação e a melhor maneira de contornar esse cenário é cortando gastos, ou seja, aplicar com urgência a redução de custos.

Para muitas pessoas que estavam esperando a baixa do dólar, em 9 de outubro de 2015 a moeda encerrou o dia com o seu valor reduzido para R$ 3,75. Esse foi o menor valor que o dólar chegou a ter nos últimos 40 dias, isto é, desde o dia 1º de setembro de 2015 e a queda foi de R$ 0,034 ou 0,9%. A cotação durante o dia variou entre R$ 3,77 (valor máximo) e R$ 3,72 (valor mínimo). Durante a semana que se passou a baixa do dólar acumulou uma perda de 4,87% e no mês a perda foi de 5,61%.

A justificativa para esse acontecimento foi que na última reunião do Fed, Federal Reserve – Banco Central Americano, a ata, publicada no dia 8 de outubro de 2015, trazia um sinal de que o ajuste monetário nos Estados Unidos ocorrerá num futuro longínquo.

A probabilidade de prorrogar o aumento do valor dos juros da maior economia do mundo é grande, pois assim evita a retirada de investimentos de países emergentes, como, por exemplo, o Brasil, do Tesouro Americano que é apontado como o mais estável e seguro.

Ainda, foi informado pelos componentes desse órgão que será fundamental aguardar quais serão os reflexos da desaceleração da China antes de decidir sobre o juros básicos dos EUA, que hoje em dia está entre 0% e 0,25% ao ano, até o momento o mais baixo da história. 

Por Paula Barretto Guerra

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