Mercado deverá passar distante da crise e crescer novamente neste ano de 2016.

Mesmo com a crise econômica que atinge o País, o mercado SEO não deve frear o seu crescimento, que deve ser em torno de 25% para este ano, de acordo com uma pesquisa feita pelo Edelman Trust Barometer, que indicou os mecanismos de busca como mais confiáveis pelos brasileiros com 79%, enquanto que as mídias tradicionais ficaram com 66%. Além disso, em sites de comércio eletrônico a busca deve gerar cerca de R$ 23 bilhões em vendas.

Search Engine Optimization, mais conhecido como SEO, é um dos principais canais do marketing digital, que faz parte de vários mecanismos de busca na WEB como, por exemplo, o Bing e o Google. O SEO é baseado em três pilares: técnica, conteúdo e autoridade. Cada critério age para tentar melhorar o posicionamento de uma palavra chave nos campos de busca.

No início do trabalho, por exemplo, é feito uma pesquisa com várias palavras chaves e de campo semântico, a fim de encontrar os melhores vocabulários. Assim, é possível ter vários insights para desenvolver o trabalho do marketing digital, uma vez que será possível conhecer as palavras de maior volume e busca.

O sistema SEO é facilmente aplicado para melhorar o marketing de conteúdo, entender a sua estratégia, otimizar os dados e fazer um planejamento. Por meio de um conteúdo de qualidade é possível criar e compartilhar ideias, envolver o público alvo e incentivá-los a interagir com a marca e conhecer o produto, ou até atrair novos clientes em potencial.

Neste sentido, pode ser qualquer tipo de conteúdo: mídias sociais, textos em blog, vídeos, entre muitos outros. A prioridade é qualidade do conteúdo e a relevância do tema, para atrair novos seguidores. Desta forma, as atividades de SEO e marketing digital contribuem de forma positiva para o negócio, sobretudo se ele for pensado e planejado de forma estratégica com outros canais.

O sistema SEO ajuda a melhorar a performance do marketing digital de uma empresa por meio da busca de palavras chaves, alavancar as vendas e melhorar a sua estratégia no mercado. Desta forma, os resultados indicam que o mercado tende a se expandir e  crescer no País, sendo um dos segmentos que deve passar longe da crise atual.

Por Babi


Previsões indicam que a inflação poderá ficar mais elevada do que 10% no final deste ano, e que em 2016, varie entre 5,2% e 7,2%.

O Brasil, que está inserido em uma crise financeira e política, não terá uma melhora da situação rapidamente. Diante de tudo que vem acontecendo, a previsão é que aumente a inflação para o próximo ano.

Após a publicação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo do último mês, em outubro, a AE Projeções, da Agência Estado, após pesquisa realizada com diversos analistas de mercado constatou que a estimativa para o próximo ano será de crescimento do percentual da taxa de inflação.  

Os estudos indicam que a inflação irá variar entre 5,2% e 7,2% no ano de 2016. As indicações anteriores eram de uma taxa mais baixa, entre 4,5% a 6,7%. Frente a esses dados é possível que a inflação atinja ou ultrapasse a porcentagem que o Governo havia estipulado que era 6,5%.

Para o ano corrente a expectativa é ainda pior, pois existe chance da inflação ficar mais elevada do que 10%, devido ao aumento do combustível, energia elétrica, alimentos, matrículas escolares, plano de saúde, entre outros.

Ainda vale ressaltar que a desvalorização da moeda brasileira mexe muito com a economia do País e do mercado financeiro em geral. O dólar, apesar de ter tido uma pequena queda nesses últimos dias, permanece em alta e sua cotação fechou na sexta-feira, dia 06 de novembro, em R$ 3,76. Esse é um dos motivos para grande elevação dos preços. Tudo fica mais caro e quem está sofrendo com o cenário atual são todos os brasileiros, que estão tendo bastante dificuldade de pagar as contas. Sem contar também que a taxa de desemprego aumentou consideravelmente e sem emprego a situação piora ainda mais e a consequência disso é a diminuição do consumo, uma desaceleração nos gastos. A tendência das pessoas que ainda estão empregadas é de solicitar aumento de salário aos seus empregadores mesmo que esta não seja a melhor época.

O que resta aos cidadãos é aguardar se em 2016 haverá uma melhora no quadro financeiro e tentar evitar os gastos desnecessários.

Por Paula Barretto Guerra

Inflação


Segundo especialistas da área, a economia brasileira vai demorar para se recuperar da crise pela qual está passando.

economia brasileira vai demorar para se recuperar. É o que afirmam os economistas.

Nosso País, no entanto, deve ficar no vermelho até 2016. O dólar ficará até R$ 4 em 2019 e o PIB, Produto Interno Bruto, também está negativo. Aliás, sabemos dos problemas econômicos do país, de modo que as previsões não são otimistas em relação ao presente e ao futuro. Vale dizer que, no começo do ano, então de acordo com o mercado financeiro, a previsão era o dólar sob o valor de R$ 3 até 2019, mas o cenário apontado agora é outro.

O leitor deve está se questionando qual a dificuldade da economia? Levando em conta as opiniões dos especialistas no assunto, o fato é que o governo não está conseguindo ajeitar as contas públicas, sem contar no problema do desemprego que já está instalado na nação.

Flavio Castelo Branco, chefe da Unidade de Política Econômica da CNI, disse que “os problemas da economia internacional também influenciaram no buraco que o Brasil se meteu, mas que, sobretudo, o problema é mais interno, dentro do próprio setor do Governo. A presidente Dilma terá que mudar muita coisa para tentar solucionar esse problema”. Pois bem, Adriano Gomes, economista de renome, afirmou que o carro chefe dos entraves econômicos nacionais reside, contudo, na gestão das contas públicas. Esta está sendo mal feita, disse ele. Assim, o Brasil perdeu muito seu poder de investimento por causa de suas dívidas de ordem pública.

Outra explicação para a queda da economia e toda essa crise é o fato das polêmicas que regem o atual Governo. Escândalos como o da lava jato, a questão da corrupção na Petrobras e outros acontecimentos acabaram refletindo no quadro econômico do país. Então o panorama é o seguinte: alta do dólar, inflação lá em cima, aumento do desemprego e das taxas de juros. 

Por Madson Lima de Oliveira

Economia


Com a aprovação do Orçamento 2016 será possível recuperar o grau de investimento no Brasil e voltar a ter crescimento econômico.

A última quinta-feira, 15 de outubro, foi marcada por um resultado negativo na economia brasileira: a agência de classificação de risco Fitch rebaixou a nota brasileira. Logo após o ocorrido, através de nota oficial, o Ministério da Fazenda destacou que confia na recuperação da economia brasileira e que um cenário de recuperação seria marcado pela aprovação do Orçamento 2016. Portanto, para o Ministério da Fazenda o cenário de crescimento pode voltar após a aprovação do Orçamento 2016.

O Ministério da Fazenda também fez questão de citar que a economia do país vem respondendo de forma positiva ao reequilíbrio das contas que foi colocado em prática em 2015. Dessa forma, o passo seguinte para a estabilização fiscal seria de fato a aprovação do orçamento 2016 que visa um resultado primário de 0,7% do PIB além de receitas adequadas ao atual momento.

É importante destacar que no fim de agosto o governo enviou ao Congresso Nacional uma proposta para o orçamento de 2016. Entretanto, a estimativa desta proposta previa um déficit fiscal, algo que foi totalmente criticado tanto pelos parlamentares quanto pelos analistas. Na ocasião o país perdeu o chamado grau de investimentos, o selo de bom pagador, por parte da agência de risco Standard & Poors.

Após tal rejeição, o governo anunciou no meio de setembro uma nova proposta. Em tal proposta tivemos um pacote de alta de tributos que também contava com a proposta do retorno da chamada CPMF além de bloqueio de gastos. Tais medidas visam um superávit de R$ 43,8 bilhões, que representa 0,7% do PIB.

É importante destacar que, segundo o Governo Federal, a estabilização fiscal através de alta de tributos e contenção de gastos que devem ser mais visíveis na questão dos investimentos, será a grande oportunidade para a abertura de um caminho que visa à retomada da demanda, bem como a estabilização da moeda e redução dos prêmios de risco. Além disso, o governo também informa que tais medidas trarão bons resultados juntamente com a inflação, no crédito e nos juros.

Por Bruno Henrique

Recuperação da economia


Situação não está nada boa para a economia brasileira neste ano e ano que vem. Previsões de retração aumentam cada vez mais.

A retração da economia tende a continuar piorando, segundo as instituições financeiras. Estima-se que o PIB (Produto Interno Bruto), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, só neste ano, já ultrapassou de 2,85% chegando a 2,97% no 13º reajuste. A previsão para o próximo ano é de 1,20%, antes estimava-se que não passasse de 1%. As pesquisas são feitas toda semana pelo Banco Central (BC).

Na avaliação do mercado financeiro, não há estimativa de melhoras, antes a previsão da queda para este ano da produção industrial era de 6,5%, hoje essa estimativa já chega a 7%, e pode aumentar de acordo com a situação do país. Para o ano que vem, a projeção de retração aumentou de 0,29% para 1%.
Para quem está preocupado com o aumento do dólar, as estimativas não são as melhores. Estima-se que até o final de 2015, o dólar não ultrapasse dos R$ 4. Mas para 2016, o dólar pode dar uma disparada e chegar ao final do ano com uma cotação de R$ 4,15.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), subiu pela quarta vez, só este ano, passando de 9,3% para 9,7%. A estimativa para 2016 também é de aumento, passando de 5,64% para 6,05%.
A inflação está acima do esperado, só este ano a inflação ultrapassou o centro da meta de 4,5% e também o teto da meta de 6,5%. Para 2016, não há estimativa de melhoras, mas para, pelo menos, levar a inflação ao centro da meta no ano que vem, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou   a taxa básica de juros, a Selic, por sete vezes consecutivas só este ano. Mas, em reunião em setembro deste ano, o Copom resolveu deixar a taxa estabilizada em 14,25% ao ano. A taxa Selic é usada também como referência para as demais taxas de juros da economia.

De acordo com as pesquisas, este ano a economia  estará em retração, podendo começar a crescer a partir do ano que vem.

Por Camilla dos Santos Batista

Economia


Queda econômica deverá ser de 2,8% neste ano e de 1% em 2016, segundo previsões.

Novamente a economia brasileira é o centro das atenções. Claro, até porque isso afeta a todos nós. Mas vamos aos dados que interessam: em 2015 a nossa economia deverá registrar uma queda em torno dos 2,8%. A mesma expectativa de queda para o ano de 2016 é um pouco menor sendo de 1%. Essas informações foram levantadas e divulgadas recentemente pelo Boletim Focus, uma publicação semanal do Banco Central. Para quem desconhece a importância desse documento basta dizer que ele considera ou tem como base para sua elaboração as projeções de instituições financeiras que, por sinal, são as principais indicadoras de como deve se comportar a economia.

– Estimativa de déficit, balanço comercial e investimento estrangeiro:

Esses três pontos do triângulo são importantes para qualquer economia, por isso, não vamos deixá-los de fora. Com relação à estimativa de déficit, o que considera as vendas, compras e transações correntes no Brasil com o resto do planeta o documento aponta um pequena queda sendo que era de  US$ 71 bilhões e agora é de US$ 70 bilhões em 2015.

Para a balança comercial é esperado um superávit de US$ 11 bilhões versus os US$ 10 bilhões que tinham sido previstos há apenas uma semana.

Por fim, a expectativa é de que o investimento estrangeiro no Brasil chegue a US$ 65 bilhões.

E como estamos falando de quedas aqui e ali, o Produto Interno Bruto (PIB) também está na lista. Agora em 2015 foi a 11° queda seguida. Já a retração para o próximo ano foi ajustada novamente. E não uma ou duas vezes, mas pela oitava vez seguida.

A economia vai encolher, ao menos é isso que as projeções avisam para todos. Porém, junto como ela vem algo bem mais alarmante (se bem que não dá para definir qual é pior) que é a certeza de que a inflação será cada vez maior.

Com o oitavo ajuste que citamos os números do IPCA que sobem em 2015 vão continuar subindo em 2016 indo de 5,70% para 5,87%.

Por Denisson Soares

Economia brasileira


Queda prevista pelo Banco Central para os investimentos no Brasil é de 12,1%. Já neste ano de 2015 a previsão é de recuo de 12,3%.

De acordo com as previsões feitas pelo Banco Central, os investimentos no Brasil continuarão em queda para o próximo ano. Segundo o banco, a denominada Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) que é acumulada por 12 meses, até o mês de junho do próximo ano, vai ter um recuo de 12,1%. No ano de 2015, a previsão do Banco Central é que a queda dos investimentos fique em torno de 12,3%.

Para a indústria brasileira, o cenário continuará em recessão com queda prevista de 5% em um ano, até o final do segundo semestre do ano de 2016. Este ano, o Banco Central prevê uma redução de 5,6% para o setor industrial.

Outro setor que também está ameaçado pelas quedas é o de serviços, que terá queda de 1,2% no acumulado de 12 meses até o mês de junho. Para este ano, a previsão é de que o índice de recuo fique em 1,6%.

Dentre os setores analisados, o único que manterá o dinamismo para o próximo ano é o agropecuário, que contrariando os outros pesquisados, tem previsão de expansão para o próximo ano de 1,9%, no acumulado de 12 meses, até o final do primeiro semestre do ano de 2016. Mas, mesmo com a previsão de alta o setor tem um resultado pior do que o esperado para este ano, onde os especialistas do BC projetavam uma alta de 2,6%.

É natural que as previsões para o próximo ano na economia brasileira não sejam tão otimistas. Como já estamos quase no final do ano, e as tão esperadas medidas fiscais ainda não foram efetivamente postas em prática, é normal que a previsão seja de uma recuperação lenta.

O governo Dilma apenas precisa se apressar para colocar o pacote de medidas fiscais logo em prática, para evitar que o cenário pessimista e as constantes quedas não se prolonguem também para o segundo semestre de 2016, culminando com possíveis novos rebaixamentos da nota de crédito do país. A esperança é de que as medidas sejam efetivas, e de que o país estabilize e volte a crescer no segundo semestre de 2016, ou no mais tardar, no primeiro semestre de 2017.

Por Patrícia Generoso

Investimentos no Brasil


Em setembro houve uma queda de 2,4% na intenção de consumo das famílias brasileiras. Além disso, 55,8% das famílias estão consumindo bem menos do que em 2014.

Um levantamento feito pela CNC – Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo – apontou que a intenção de consumo das famílias brasileiras continua em baixa, apresentando uma queda de 2,4% neste mês de setembro.

A comparação foi realizada em relação ao mês de agosto e se compararmos com o mesmo período de 2014, teremos uma queda de 34,5%.

O resultado é alarmante e deixa claro como é grave a situação que o país atravessa. As famílias estão cortando todos os gastos possíveis e já começaram até a reduzir as idas aos supermercados para conseguirem uma redução nos gastos familiares.

Este resultado apresentado pela CNC é preocupante também porque esta é a 8ª queda seguida e chegou ao menor patamar desde 2010 quando os dados começaram a ser coletados.

Vale destacar a redução na perspectiva de consumo que apresentou uma queda de 5,5% deixando claro para o comércio de um modo geral que nem adianta sonhar com vendas melhores no fim de ano que é o melhor período para vendas, porque as famílias estão mesmo dispostas a gastarem bem menos do que de costume.

Em agosto houve uma desaceleração da inflação, mas nem isso convenceu as famílias que a hora era propícia para voltarem às compras.

A pesquisa apontou que 55,8% das famílias estão consumindo bem menos do que em 2014 e se a crise não melhorar, a redução no consumo continuará pelos próximos meses até o final do ano.

Uma das principais causas para a redução no consumo é o custo de crédito que continua elevado, além do endividamento crescente das famílias e o alto preço dos produtos que veem aumentando muito nos últimos meses e apesar da inflação ser menor, ela continua existindo e fazendo com que as famílias sejam obrigadas a gastarem menos do que gostariam.

Há vários fatores que estão contribuindo para a queda na intenção de consumo das famílias. Até a alta do dólar é um dos motivos, pois os produtos importados custam mais caro e os produtos brasileiros preferem vender sua produção para o exterior para receberem em dólar do que vender no mercado interno e receber em real. Com isto, a oferta interna de produtos cai e consequentemente o preço fica elevado.

Por Russel

Compras


Segundo previsões da OCDE, a economia brasileira terá uma retração de 2,8% neste ano e 0,7% em 2016.

As previsões de crescimento mundial para o ano de 2015 e 2016 foram reduzidas pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Além de reduzir as perspectivas de crescimento, a OCDE também alertou sobre o retrocesso marcante da economia brasileira e sobre as incertezas da China.

A previsão de queda para o Brasil também foi aumentada pela organização. Se no mês de junho a estimativa era que houvesse recuo de 0,8% da economia brasileira para este ano, em agosto a retração foi ainda maior, passando para 2,8%. A previsão para o ano de 2016 passou de uma alta de 1,1% para uma queda de 0,7%.

Já as previsões para a China são mais otimistas. Segundo a organização, o país crescerá 6,7% este ano e 6,5% em 2016. A Índia registrará um crescimento de 7,2% este ano e 7,3% em 2016.

A organização, já havia rebaixado as expectativas de crescimento de uma forma global, por causa da fragilidade econômica dos Estados Unidos. A OCDE analisa atualmente 34 diferentes países, em sua maioria com economias avançadas.

A organização voltou novamente a reduzir as expectativas globais, e prevê que o PIB mundial terá um aumento de apenas 3% neste ano e de 3,6% para o próximo. Os números contrariam o relatório anterior, onde a previsão era de 3,1% e 3,8%, respectivamente.

O documento publicado pela OCDE foi emitido na véspera do tão esperado anúncio do Federal Reserve, sobre a taxa de juros. O relatório era aguardado com muita ansiedade pelos mercados por todo o mundo.

Os analistas acreditam que um aumento da taxa pode ter um péssimo impacto sobre a atividade econômica do mundo. O aumento seria o primeiro num período de nove anos de registro.

Ao contrário do que pode parecer, não só o Brasil está passando por períodos de incertezas e de crise econômica. Não chegamos a ter um cenário de crise global instalado, mas a economia fragilizada de alguns países chama atenção, podendo influenciar as relações internacionais, inclusive do Brasil em um futuro próximo.

Por Patrícia Generoso

Economia brasileira


Com a notícia do Brasil ter sua nota de crédito rebaixada, o dólar disparou e chegou a R$ 3,90 no dia 10 de setembro.

Assim que a agência de risco Standard & Poor's mudou a classificação do Brasil, tirando do país o selo de "bom pagador", como era de se esperar, o dólar disparou e foi acima dos R$ 3,90 sendo preciso que o Banco Central anunciasse leilões da moeda americana para que a alta fosse contida e não ultrapassasse os R$ 4,00.

Outro fator que ajudou a segurar o dólar foi o fato de que uma outra agência de risco, a Fitch, deu sinais de que irá manter, pelo menos por enquanto, o mesmo grau de investimento no Brasil.

Logo que o dia começou (10/09), a moeda americana teve a maior alta desde outubro de 2002, aumentando 3,1% e chegando a R$ 3,9173. Ainda na parte da manhã o Dólar teve uma pequena queda e por volta das 11h estava em R$ 3,85, mas no período da tarde começou a subir novamente, depois teve uma queda chegando a R$ 3,83 e pouco depois das 16h estava a R$ 3,8603.

Nesta semana, o dólar teve uma queda acumulada de 0,26% só que se levarmos em consideração o ano de 2015 a valorização já chega a 44,82% e no mês de setembro a valorização já chega a 6,16%.

Um fator que tem contribuído para a valorização do dólar comercial é justamente o dólar turismo que tem sido vendido nas casas de câmbio por valores bem elevados. O dólar turismo nesta quinta-feira (10) chegou bem perto de R$ 4,30.

E o futuro favorece a alta do dólar, basta levar em consideração o conjunto de fatores que tendem a fazer com que isso aconteça, entre eles os problemas interno do Brasil tanto no que diz respeito à política como também a economia, além da valorização do dólar no mercado estrangeiro.

Tem ainda a questão da reação do mercado diante da ação tomada pela S&P e ainda a entrevista de Joaquim Levy, ministro da Fazenda, que não trouxe nada de concreto para o mercado e só deixou ainda mais claro o quanto o Governo está despreparado para resolver os problemas que tem enfrentado.

Por Russel

Dólar


Economistas pioraram as estimativas para o crescimento da economia brasileira neste ano. Queda poderá ser de 2,26%.

A crise econômica no Brasil parece não ter fim. Novas estimativas sobre o Produto Interno Bruto (PIB) do País são piores que as anteriores, colocando o País na ladeira da desaceleração. Após o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentar que o PIB do segundo trimestre recuou 1,9%, as projeções econômicas dos analistas pioraram para este ano. Com os dados do IBGE já é possível afirmar que o País está em recessão técnica.   

Segundo o levantamento publicado nesta segunda-feira (31) pelo Banco Central (BC), a expectativa dos economistas é que o PIB nacional apresente resultado de -2,26%. Na semana anterior, essa projeção era de -2,06%. Isso mostra que os ajustes realizados pelo Governo, até então, não estão sendo suficientes para manter a economia, no mínimo, estável.   

A inflação é outro fator de peso na economia do País. Pela segunda semana, os especialistas diminuíram a previsão. Agora, é esperado que o índice da inflação fique em torno dos 9,28%. A previsão anterior dos analistas era de 9,29%, praticamente estável. No entanto, a previsão fica muito além do teto fixado pelo Governo.

O objetivo inicial do Governo era manter a inflação em 4,5% ao ano, com uma tolerância de dois pontos percentuais. Sendo assim, a variação é de 2,5% a 6,5%.  

De acordo com os números do IBGE, a prévia do índice inflacionário no mês de agosto desacelerou e ficou em 0,43%. No entanto, em 12 meses o índice atingiu 9,57%.   

A previsão em relação ao dólar e a taxa básica de juros, a Selic, ficou estável. A estimativa é de R$ 3,50 para a moeda americana e 14,25% para a Selic. O Banco Central subiu a taxa Selic em 0,5% na última reunião. Atualmente a taxa é de 14,25%, a maior em nove anos, desde agosto de 2006.   

Semanalmente, o Banco Central publica um relatório, o boletim Focus, que traz as principais apostas dos analistas e economistas para os índices econômicos do Brasil.

Por William Nascimento

PIB em queda


Inflação já ultrapassou o teto da meta neste ano, e em 2016 a previsão é de que chegue a 5,4%.

O IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor – já ultrapassou o teto da meta que era de 6,5% para este ano de 2015, agora já tem previsão de alcançar 5,4% em 2016, de acordo com os dados disponíveis na proposta enviada pelo Governo, sobre o Orçamento para 2016, que já foi enviado na última segunda-feira, dia 31 de agosto, para o Congresso Nacional.

De acordo com a equipe econômica do Governo, os trabalhos estão sendo feitos baseados nas estimativas do mercado e nos indicadores da economia, como, por exemplo, o PIB – Produto Interno Bruto. Desta forma, a equipe espera conseguir maior credibilidade. E o Banco Central tenta controlar os juros, para que eles fiquem dentro das metas antes estipuladas e, para isso, vem utilizando o sistema de metas de inflação.

Tanto para este ano, como também para o ano que vem, a meta da inflação é de 4,5%, só que o IPCA, que é referência, acaba oscilando e tem um limite de tolerância que vai de 2,5% e 6,5% e, por isso, a meta estipulada acaba não sendo descumprida, pelo menos de maneira formal, mas na realidade, o que pode-se ver é que a inflação vai superar sim, pelo menos o centro da meta, já que em 2016 poderá alcançar 5,4%.

A previsão do Banco Central para 2016 é que o centro da meta para o IPCA fique em 4,5%, mas a previsão do Governo ficou bem acima deste centro da meta e para o Governo a previsão para o ano que vem é de 5,4% para o IPCA e é a meta que consta no Orçamento.  

O Banco Central vem subindo os juros básicos da economia como forma de alcançar a meta central da previsão e por 7 vezes seguidas subiu os juros que foram para 14,25% ao ano, sendo este o maior patamar já alcançado nos últimos 9 anos.

Só que, deixando o crédito e o investimento mais caros, os juros ficam elevados e isso prejudica não só a economia brasileira como também o mercado de trabalho que não consegue gerar tantos empregos como gostaria.

Por Russel

Inflação


Brasil está em recessão técnica e há esperanças de que no 3º trimestre a retração do PIB seja menor.

Oficialmente em recessão, a economia do País vai ainda enfrentar muitos altos e baixos e se ouve que entre o 3º e 4º trimestre do ano ainda chegue ao fundo do poço. Considerando a situação atual, o País está em "recessão técnica", pois o indicador do PIB (Produto Interno Bruto) registrou números negativos por dois trimestres seguidos – no primeiro trimestre houve uma queda de 0,7% e no segundo a marca de 1,9%. Esse último resultado é o mais alto desde 2009, quando o PIB também atingiu esse número.

Estima-se que no 3º trimestre a retração do PIB deva ser menor, o que não significa uma rápida recuperação, uma vez que a conjuntura do País está representada por aumento no desemprego, falência de empresas, alta no dólar, queda na produção das indústrias e comércio enfraquecido. Mas há ainda outros fatores e enquanto esses não se ajustarem, o País fica desestabilizado financeiramente. Esses fatores são a atual crise política e os ajustes na economia. O grande problema está na identificação real do que depende de quem. Enquanto houver crise política e incertezas nas definições da economia, tudo fica retraído e enquanto está tudo retraído fica difícil da crise política estabilizar.

O povo brasileiro vê todos os dias os meios de comunicação anunciando que o governo está tomando providências para conter a inflação e reequilibrar as contas públicas. Mas esse reequilíbrio, em grande parte, afeta a vida financeira do cidadão e, consequentemente, afetará o comércio – ver como exemplo o não pagamento do abono salarial PIS de parte dos brasileiros, para ajustar as contas públicas.

De acordo com assessores presidenciais, o governo estava preparado para a retração, só não esperava que fosse nessa proporção, tendo inclusive, derrubado a taxa de investimento, o que dificulta ainda mais a recuperação. O passo mais certeiro agora é o governo recuperar a confiança de investidores e empresários, para que cresça novamente o investimento e que a retração do 3º trimestre seja bem menor de verdade.

Por Elia Macedo

PIB


IBC-Br também apresentou queda no 2º trimestre deste ano.

A economia brasileira teve mais uma queda entre abril e junho deste ano, logo após passar todo o primeiro trimestre em baixa. Os números divulgados pelo Banco Central no dia 19 de agosto apontam para um período de recessão técnica, que se caracteriza pelos dois trimestres seguidos com o Produto Interno Bruto em recuo. Até o chamado Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), que funciona como uma “prévia” do PIB sofreu uma redução durante o segundo trimestre deste ano, quando comparado com os três meses passados. A variação foi registrada logo após um ajuste sazonal, ou seja, feito de acordo com cada época do ano.

Nos três primeiros meses do ano, a economia já tinha sofrido uma redução de 0,88%, segundo dados registrados pelo IBC-Br, e de 0,2% de acordo com o IBGE. O PIB é a soma de todos os bens e serviços do País e é usado como forma de medir a evolução da economia brasileira. Mas o resultado do PIB só será divulgado oficialmente no dia 28 de agosto. A previsão do mercado brasileiro é de 2% neste ano e 0,15% para o próximo ano. A série histórica do IBGE registrou que a economia brasileira entrou pela última vez oficialmente em recessão no início do ano de 2009, quando o PIB teve uma redução de 2,2% no primeiro trimestre daquele ano, logo após sofrer uma retração de 4,1% nos três últimos meses do ano anterior.

Também contribuíram para a crise financeira no Brasil, a crise internacional, que foi marcada pela quebra do banco Lehman Brothers, em setembro de 2008.

Tentativa de sair da crise:

Com o sistema de metas de inflação atualmente vigorando no Brasil, o Banco Central precisa ajustar os juros para chegar à meta. Quanto maior a taxa, menos consumo e consequentemente os preços abaixam ou se estabilizam. Para este e o próximo ano, a meta da inflação é de 4,5%, com tolerância de 2% para mais ou para menos. Desse modo, o IPCA pode chegar a índices entre 2,5% e 6,5% sem descumprir completamente a meta.

Mas para este ano, a previsão ainda é pessimista. Influenciados pelos resultados dos dois primeiros trimestres do ano, tanto o BC, quanto o mercado financeiro acreditam que a inflação ficará acima do teto previsto pela meta, de 6,5%. A previsão do BC é de um IPCA de 9% para o ano e o mercado estima um percentual de 9,32%. A afirmação do Banco Central é de que tem trabalhado para trazer a inflação novamente para dentro da meta no próximo ano.

Por Patrícia Generoso

Recessão técnica


A recessão técnica acontece quando o PIB sofre recuo em 2 trimestres consecutivos, o que pode se confirmar no dia 28 de agosto, quando o IBGE revelar o resultado oficial do PIB do Brasil do 2º trimestre deste ano.

Dados oficiais do Banco Central mostram que a economia brasileira está se encaminhando para um cenário de recessão técnica. Essa é uma consequência direta da retração que foi registrada no primeiro trimestre de 2015. Vale destacar que esse é um resultado dos números oficiais do Banco Central e que foram divulgados na última quarta-feira, 19 de agosto. Caso não saiba, o cenário de recessão técnica está caracterizado quando o Produto Interno Bruto sofre recuo em dois trimestres consecutivos.

O chamado cenário de recessão técnica passou a ser considerado após o resultado negativo no segundo trimestre de 2015. Com isso, o Índice de Atividade Econômica, o IBC-Br, mostrou que o PIB no segundo trimestre de 2015 registrou baixa de 1,89%.

Além disso, é importante destacar que o resultado negativo não é algo exclusivo do segundo trimestre de 2015. Nos três primeiros meses de 2015, janeiro a março, houve uma retração de 0,88% no PIB brasileiro, segundo o valor revisado. Porém, segundo o IBGE, essa retração foi de 0,20%. Sendo assim, os dois cenários apresentados são de baixa, logo, aliado ao segundo trimestre que também foi negativo pode-se considerar que a economia brasileira entrou em recessão técnica.

Um detalhe importante é que o resultado oficial do PIB brasileiro é de exclusiva responsabilidade do IBGE, sendo o IBC-Br apenas um indicador de prévia. Dessa forma, o resultado oficial do segundo trimestre do PIB do Brasil ainda será divulgado em 28 de agosto pelo IBGE.

Se confirmado, o cenário de recessão técnica será o primeiro desde o início do ano de 2009. Nesta ocasião, o PIB brasileiro registrou recuo de 4,1% nos três últimos meses de 2008 e, logo em seguida, registrou recuo de 2,2% nos primeiros três meses de 2009. O resultado em 2009 foi uma das consequências da forte crise internacional que se espalhou pelas economias de todo o mundo.

O PIB é nada menos que a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. A grande aplicação deste índice é justamente avaliar a evolução de determinada economia.

Por Bruno Henrique

Recessão técnica


Regiões Norte e Sudeste do Brasil apresentaram as piores resultados da atividade econômica, tendo uma contração de 1,2%.

De acordo com o Banco Central, o Brasil apresentou uma retração em relação à atividade econômica em 5 regiões brasileiras, no período de 3 meses terminando em maio, se comparado aos 3 meses anteriores.

O IBCR-N – Índices de Atividade Econômica do Banco Central do Norte – e o IBCR-SE, do Sudeste apresentaram os piores resultados, tendo uma contração de 1,2%, conforme foi divulgado na última sexta-feira (21), no Boletim Regional.

Ainda segundo o Banco Central, na região Norte do Brasil, a atividade econômica continua sofrendo com o desaquecimento no comércio, na indústria e até mesmo no setor externo, com retrações de 2,1% nas vendas e também na atividade industrial.

O IBCR-N – Índice de Atividade Econômica Regional – apresentou um recuo de 1,2% no trimestre com encerramento em maio, sendo comparado com o trimestre que finalizou em fevereiro.

Analisando o período de 12 meses, finalizando em maio deste ano, o recuo apresentado pelo indicador, foi de 0,8%, sendo que foi apontado com destaque o superávit que teve na balança comercial daquela região, que apresentou um encolhimento de US$ 1,42 bilhão só no primeiro semestre do ano passado e de US$ 457 milhões no primeiro semestre deste ano.

Para a região Sudeste do Brasil, o "Boletim Regional" indicou que a atividade econômica também vem sofrendo retrações, as vendas no comércio estão caindo e a situação também está em queda para a indústria, mantendo-se a mesma trajetória de retração em relação ao trimestre que terminou em maio.

De acordo com as informações do CAGED – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, mais de 66 mil empregos formais já foram perdidos neste período, sendo que em 2014 foram criados 144,8 mil. Só na indústria da transformação, foram mais de 60 mil vagas cortadas.

A região do Centro-Oeste ficou na terceira posição, apresentando um recuo de 0,7% no trimestre finalizado em maio, se comparado com o trimestre que finalizou em fevereiro. No período de 12 meses, a variação chegou a 0,4% em maio.

Já no Sul, a economia mostrou-se mais estável no mesmo período, com desempenho favorável principalmente na agricultura, já que o aumento na safra de grãos naquela região impulsionou os negócios no setor.

Por Russel

Atividade econômica


A estimativa para o fechamento da inflação neste ano está em torno de 9,32%, maior índice já registrado nos últimos 13 anos.

O ano de 2015 ainda não chegou ao fim e vários especialistas do mercado já chegaram à conclusão que estamos passando pela maior inflação em 13 anos.

Com base nas informações de conceituados economistas do mercado financeiro, este ano está marcado com uma inflação em alta, com a estimativa no fechamento em torno de 9,32%. Esses dados foram colhidos no boletim Focus, uma fonte de muito prestígio, responsável pela coleta de dados perante mais de 100 instituições e recentemente divulgada pelo Banco Central do Brasil (Bacen).

Esse dado é muito crítico, principalmente pelo fato de ser a 17ª alta consecutiva da estimativa desse tipo de taxa, desde a última alta que ocorreu no ano de 2002, no valor de 12,53%. Na semana passada, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) era previsto para chegar à marca de 9,25%, um valor enorme, perto da variação de 9,3%, que foi a maior ocorrida e registrada em 2003.

Quais foram os fatores que contribuíram para que isso acontecesse na economia brasileira?

O que podemos notar significantemente foi:

  • A alta do dólar;
  • Os preços administrados, como por exemplo, telefonia, energia, combustíveis, água, tarifa de ônibus, etc.;
  • A Inflação de serviços, devido a ganhos reais de salários e seguindo em caráter elevado.

Para 2016 especula-se que a inflação de mercado passe de 5,40% para a marca de 5,43%, um valor bem diferente das expectativas para o próximo ano de 4,5% e com um IPCA oscilando entre 2,5% e 6,5%.

Já no campo do PIB (Produto Interno Bruto), ou seja, a soma de todos os bens e serviços feitos dentro do Brasil, independente do tipo de nacionalidade do produtor, é estimada a quarta queda seguida este ano, com um recuo de 1,80%, o pior em 25 anos (em 1.990 ficou na marca de 4,35%) e com isso temos um próximo ano com uma economia estagnada, pois os especialistas chegaram à conclusão que a alta de exatamente 0,20% passou para o próximo ano na marca de queda, ou seja, ficando na posição 0%.

O Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no fim do mês de maio já apresentou um registro que o primeiro trimestre de 2015 foi marcado com uma queda na economia de 0,2%, por causa dos setores de serviços e da indústria, só não sendo maior por causa da agropecuária.

Por Fernanda de Godoi

Inflação


Nova previsão do Boletim Focus indica o PIB do Brasil será ainda menor em 2015.

A perspectiva de uma melhora na economia brasileira continua cada vez mais distante para a população e para os empresários.  E isso pode ser comprovado após a divulgação do Relatório de Mercado Focus que aponta uma diminuição maior do PIB – Produto Interno Bruto – do País em 2015. Antes, esperava-se que esta diminuição fosse de 1,76%, mas após a divulgação do relatório este percentual de queda subiu para 1,80% para este ano.

Este relatório é divulgado todas as segundas-feiras na parte da manhã pelo BC – Banco Central e comparando com o divulgado no dia 10, observa-se que as projeções anteriores apresentavam uma queda menor na economia brasileira, de 1,50%.

Para 2016, a confiança na recuperação da economia também anda em níveis baixos. Na segunda-feira do dia 3 de agosto, essa perspectiva não passou de 0,20%, sendo o mesmo percentual registrado uma semana antes.

No mês de julho, essa mesma confiança foi de 0,50%, mas mesmo o Banco Central revisando negativamente este percentual de 0,60% para 1,1%, a instituição se mostra confiante na recuperação da economia brasileira.

Já o Relatório Trimestral da Inflação para o mês de junho mostrou um recuo na expectativa para a indústria, onde o PIB apresentou uma queda não de 2,3% como se esperava, mas sim de 3%.

O Banco Central atribui está queda no PIB à reação em cadeia que vem acontecendo em alguns setores da economia, como por exemplo, na indústria de transformação, onde o impacto negativo saltou de 3,4% para 6%, na indústria de fabricação e distribuição de eletricidade, água e gás, com uma redução de menos 5,6% ao todo, ao aumento na utilização de usinas termoelétricas para a produção de energia, a diminuição do consumo de água devido à seca nos principais reservatórios do País, juntamente com o alto valor das tarifas que vem sendo cobrado.

Ainda de acordo com as informações divulgadas no boletim Focus desta segunda-feira, a previsão de queda na produção industrial será de 5%, mantendo-se estável em relação às últimas 3 divulgações do informativo.

Vale ressaltar que em 16 de julho, a agência de classificação de risco Moody’s já havia divulgado um relatório apontando esta mesma retração de 1,8% do PIB brasileiro para o ano de 2015. No relatório a agência assegura ainda que a baixa atividade econômica do país afetaria as empresas até os primeiros seis meses de 2016.

Por André F.C.

PIB brasileiro


O que levou à baixa procura das empresas por crédito foram os juros altos, a baixa confiança no mercado e o risco eminente de crise.

A demanda das empresas por crédito teve queda de 3,4% em maio, em relação a abril. Os dados são do Indicador Serasa Experian, que ainda mostrou que o recuo em relação ao mesmo período de 2014 foi de 6,5%, sendo esta a maior diferença dos últimos dois anos, quando levado em conta esse critério de comparação. Apesar disso, o Serasa afirmou que a procura por crédito se manteve alta nos cinco primeiros meses de 2015, com crescimento de 4,1% em relação ao mesmo período do ano passado.

Entre os motivos que fizeram com que as empresas buscassem menos o crédito estão os juros altos, a baixa confiança no mercado e o risco eminente de crise, que assola diferentes segmentos. O atual cenário com desvalorização do Real frente ao Dólar também é um fator decisivo para que as empresas buscassem menos o crédito.

A queda na procura foi mais expressiva entre as pequenas empresas, cujo recuo foi de 3,5% na comparação com abril. As empresas de médio porte diminuíram a procura em 2,8% e nas grandes foi de 1,5%. Em contrapartida, de janeiro a maio de 2015, houve elevação da procura por micro empresas, com elevação de 5,5%, se comparado com o mesmo período de 2014. O recuo interanual das médias empresas foi de 15,8%, e nas grandes a queda foi de 9,7%.

Na região Norte houve a maior queda, com redução de 20,4%, mesmo sendo a região que teve a maior procura de crédito nos primeiros cinco meses do ano com elevação de 6,9%, seguida por Sul e Sudeste, cujo recuo foi de 1,3%. A região Centro – Oeste e Nordeste tiveram baixa de 0,5%. A indústria foi quem teve a maior queda na procura de crédito, com 5,5%.

A Serasa Experian ainda afirmou que a retração da procura por crédito mostra que há o declínio das atividades empresariais no país. Isso agrava o atual quadro recessivo da economia do país. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Crédito para empresas

Foto: Divulgação





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