Moeda norte-americana encerrou o dia em R$ 4,0591, sendo uma cotação histórica.

Impressionantemente a notícia mais comentada do momento chegou ao Brasil como um gol de bicicleta no ângulo, o dólar no dia 29 de setembro fez com que muitos brasileiros ficassem preocupados com a economia do país, pois a moeda americana subiu muito, encerrando o dia em R$ 4,0591.

O Governo, de olho em toda a situação, no momento tem como meta reequilibrar as contas públicas de forma inteligente e rápida, isso para evitar que o Brasil fique com má fama.

A cotação é a maior da história, nunca vista anteriormente. Muitos comerciantes, empregados e empregadores ficam balançados com a situação e comentam que depois desta situação, pode-se esperar qualquer coisa nos próximos noticiários.

O atual comentário, que com maior frequência está sendo dito no momento, é que agentes do mercado estariam testando a capacidade de atuação do Banco Central, a notícia presente nos diz que na quinta-feira a moeda mais valiosa do momento chegou a renovar o recorde intradia, a aproximadamente R$ 4,24,porém a operação de avanço simplesmente ficou completamente anulada depois do BC elevar as suas intervenções no mercado de câmbio.

Além de tudo isso o resultado fiscal do mês de agosto superou o seu padrão comum e muita coisa mudou surpreendendo o povo brasileiro. As cotações ao longo do dia mostram como o dólar ficou no topo, e oscilando por várias vezes, porém não saindo do nível atual de R$ 4.

Muitas pessoas comentam se existe um lado bom nessa história toda, e sim existe, na verdade a alta do dólar acaba sendo bom para as exportações e o turismo nacional é um ponto pouco abordado devido à situação econômica estar sendo alvo de grande preocupação.

O economista Gesner Oliveira afirma que entre perdedores e vencedores a alta do dólar não é uma arma fatal contra a economia brasileira, pelo contrário, isso ajuda e muito o estado crítico momentâneo da economia do país. Afirma também que é muito importante melhorar o consumo e a balança comercial brasileira. As empresas exportadoras comemoram o momento, pois agora é uma boa hora para faturar um lucro maior.

Por Cristiano Moreno Nascimento

Dólar


Após o banco central americano divulgar a permanência da taxa de juros, a moeda norte-americana encerrou o dia valendo R$ 3,9582.

A economia no Brasil vive um momento de grande apreensão, mas uma das informações mais preocupantes é com relação à moeda norte-americana, o Dólar, pois ele conseguiu fechar na Bolsa de Valores do dia 18 de setembro de 2015 na marca de R$ 3,95, sendo esse valor maior que o do mês de outubro de 2002, precisamente no dia 10 de outubro de 2002.

Nessa data o Federal Reserve, que é conhecido como o banco central dos EUA, tomou a decisão de manter inalterada a taxa de juros, pois logo no começo do dia, no horário das 09h49 a moeda já estava na marca de R$ 3,8716 com uma queda de 0,237% em relação ao dia anterior, mas depois de muitos altos e baixos ao longo do dia, no horário após as 16h15, o Dólar subiu 1,95% e ficou cotado na marca de R$ 3,9582. Outros dados interessantes é que o Dólar teve uma alta nesses 9 primeiros meses do ano de 2015 em 48,88%, enquanto que nesse último mês de setembro a alta acumulada fica em 9,13% e na semana em 2,09%.

O Brasil passa por tudo isso imerso em vários processos que nos próximos dias devem ser determinantes para o Governo Federal mudar a situação política e econômica da nação, pois uns dos fatores mais preocupantes é a falta de investimento que pode surgir nos próximos meses, principalmente depois que a Standard and Poor’s (conhecida como S&P) colocou o país em um nível de rebaixamento.

Preocupações desse tipo influenciaram na última sexta-feira, dia 18 de setembro, a queda da Bovespa em 2,56%, chegando em 47.264 pontos, mas com um saldo positivo na semana de 1,86%.

A situação é incerta, mas o Bacen (Banco Central) vem realizando várias interferências no câmbio e ainda nas rolagens dos swaps cambiais, que já têm vencimento para o próximo mês de outubro, com uma oferta total de até 9,45 mil contratos.

O que isso significa?

Significa que já foi disponibilizado US$ 5,860 bilhões, que valem 62% do total do lote ou precisamente US$ 9,458 bilhões com todas as atualizações. 

Por Fernanda de Godoi

Dólar


Real desvalorizou 53% frente ao Dólar nos últimos 12 meses, atrás somente de moedas de Países como Rússia e Colômbia,

A desvalorização da moeda brasileira continua a assustar nas pesquisas. Somente nos últimos 12 meses foi de cerca de 53%, ficando atrás somente de dois países: Rússia e Colômbia. O estudo foi realizado pela TOV Corretora. O levantamento analisou um total de 27 moedas.

A queda da Rússia foi de 80,34% e da Colômbia de 59,42%. Do outro lado da análise estão moedas como o Euro, que desvalorizou somente 20,87% e a moeda de Hong Kong, que quase não sofreu desvalorização: somente 0,05%.

Juros altos nos EUA:

O estudo dá destaque para a sistematização da desaceleração da economia global e também para a expectativa do mundo frente a elevação dos juros nos Estados Unidos. A expectativa se dá, pois juros maiores atrairiam recursos que são atualmente aplicados em outros países como, por exemplo, o próprio Brasil. A alta de juros nos EUA motivaria a alta da valorização do dólar em relação a nossa moeda, o que seria altamente preocupante, já que a diferença atualmente já se encontra elevada.

Existe a tese de que alguns países emergentes seriam mais prejudicados com uma alta de juros dos EUA. Os cinco mais frágeis seriam África do Sul, Brasil, Índia Indonésia e Turquia, que enfrentariam um forte fluxo de saída de capital de seus cofres, podendo enfrentar sérias dificuldades.

A corretora analisa que se houver uma alta de juros ainda este ano nos EUA, a valorização do dólar seria uma consequência, e a economia global, que já anda a passos lentos, poderia sofrer uma queda ainda maior, levando inclusive os EUA a uma nova queda do PIB.

Medidas extremas na China:

Segundo o estudo, a China teve uma desvalorização de 4,01% no último período de 12 meses, ocupando a 26ª posição. O país inclusive teve espaço nos noticiários na última semana, pois usou a estratégia de desvalorizar sua moeda frente ao dólar, como forma de manter a sua competitividade no mercado internacional. Algumas estratégias utilizadas pelo país conseguiram fazer a moeda cair 4,5% no acumulado, entre terça e quinta-feira passadas (11 a 13/08).

Segundo a corretora, quando um país depende de suas exportações, acaba por ter riscos maiores, pois fica muito mais vulnerável à medida que a economia global mexe com seus saldos externos já em queda e as suas moedas sofrem desvalorização frente ao dólar.

Por Patrícia Generoso

Real e Dólar


Alta do Dólar comercial alavancou a alta do Dólar turismo e do Euro turismo do dia 13 de agosto. Dólar comercial registrou o valor de R$ 3,529, maior alta em 12 anos.

O Real vem perdendo seu valor constantemente com a atual crise econômica do País. Como consequência, o Dólar comercial vem tomando força perante a moeda nacional. A alta do Dólar é uma resposta às ações do governo brasileiro para alcançar a tão falada redução da meta fiscal e os cortes de orçamento necessários. A moeda americana também acompanha o terceiro dia seguido de desvalorização do yuan na China. A alta da moeda americana foi de 1,06% em relação à brasileira e chegou ao valor de R$ 3,529 na última quinta-feira (dia 13). A alta é a maior em 12 anos.

A alta da moeda americana acabou alavancando a alta do Dólar turismo, que chegou ao patamar de R$ 3,90 e também do Euro turismo, que chegou ao índice incrível de R$ 4,40 nas diversas casas de câmbio do Rio de Janeiro. Acompanhe a cotação ao final do pregão em algumas casas de câmbio conhecidas pelo Rio de Janeiro:

Nas agências de câmbio do Banco Bradesco, o dólar americano chegou a uma cotação de R$ 3,92, para o cartão pré-pago. O dólar em papel estava custando R$ 3,73. Já o Euro teve uma cotação menor em espécie, R$ 3,14, mas para cartão pré-pago manteve a alta e chegou ao índice de R$ 4,34. Sobre esses valores descritos ainda incidem impostos como o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), de 0,38% sobre o papel e de 6,38% para o cartão pré-pago.

O Dólar espécie registrou R$ 3,75 na Casa de Câmbio Cotação e para trocas em cartão pré-pago registrou o valor de R$ 3,93. O Euro em espécie encerrou o dia a R$ 4,18 e a R$ 4,40 no cartão pré-pago.

Na agência Ultramar Viagens a cotação para o dólar e o euro em cartão foi de R$ 3,88 e R$ 4,32 respectivamente, já com o IOF incluído. Já o dinheiro em espécie encerrou o dia em R$ 3,65 para o dólar e R$ 4,07 para o euro.

Por Patrícia Generoso

Dólar e Euro





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