Tendência é de baixa para o ibov no curto prazo



Após uma análise técnica o Ibovespa acabou entrando em uma tendência de baixa. De acordo com Igor Graminhani, Analista gráfico de investimentos, a probabilidade de queda é de até 93.260 pontos, o que em percentual deve chegar aos 5,12%.



Na última segunda feira (21), o pregão fechou em queda, com 1,81% com 98.290 pontos, o que deixou o movimento lateral que vinha se mantendo nos últimos 26 pregões, quebrado.

Toda essa movimentação acaba marcado pela briga de compra e venda e com isso, o índice fica com maior dificuldade de subir de patamar. Isso acontece porque a força da venda passa a não ser mais suficiente para que os preços subam.



Esse rompimento, faz com que essa movimentação se inicie dentro de uma tendência de curto prazo baixa. Segundo o analista, a probabilidade de queda deve chegar ao mesmo nível que chegou em 24 de junho.

O Ibovespa vinha acumulando uma alta de 71% desde a data em que afundou com a crise do Covid-19. E para a próxima movimentação dos pontos de 98.260 pontos para os 93.260, a perda deve chegar aos 5,12%.

Investimentos questionados

Há alguns meses, os investidores vêm se perguntando sobre a estabilidade do Ibovespa, já que os ganhos e perdas atrai muita insegurança para quem quer alcançar novos patamares, já que a bolsa não vem impulsionando o mercado.

Para analistas de gráficos, os índices que estão sendo estudados hoje, apontas diversas tendências de instabilidade no curto prazo, mas que pode mudar, caso haja algum catalisador positivo que incentive para melhor a situação política e fiscal do país.

Segundo o analista Lucas Carvalho, da Toro Investimentos, o Ibovespa se encontra em uma região que possui muita pressão para compradores, e isso acontece devido aos preços atraentes do momento. Só que se esses números se mantiverem caindo, ou abaixo do nível normal, é possível que a bolsa ainda continue seguindo com uma tendência negativa.

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O destravamento de novos patamares

Já faz um tempo que a bolsa de valores vem ficando mais na lateral, e por isso, quando há qualquer tipo de catalisador que seja forte, as notícias mudam o quadro completamente. Tanto para o lado positivo quanto negativo.

Alguns especialistas ponderam a ideia e defendem a bolsa atualmente, já que ela esteve muito pior em março deste ano. Com o auge da crise do coronavírus muitas dificuldades foram enfrentadas e embora a gente tenha consciência de que ainda não passou, as dificuldades começaram a diminuir.

Preço do dólar

Se pararmos para analisar o valor do dólar com o nível do Ibovespa, é razoável que o nível seja justo para que o cenário econômico atual fique em equilíbrio. As empresas integram todo o índice que de certa forma até está se saindo bem, e tudo isso contribuiu para ajudar a bolsa, mas nada está resolvido, e é preciso mais notícias boas para que o Ibovespa suba mais.

Crescimento econômico

Segundo os especialistas, o crescimento econômico para ser forte precisa de uma agenda reformista, isso significa que dois pontos principais precisam ser colocados em prática. E basicamente ambos servem para deixar os investidores mais confiantes para fazer operações de risco.

De acordo com um relatório do Itaú, o Ibovespa deve continuar instável no curto prazo, e para os especialistas a resistência deve sofrer movimentações nas próximas semanas para baixo.

O mercado internacional está próximo de alcançar resistências importantes. Isso inclui a possibilidade de uma máxima histórica que pode ser ultrapassada. Esse ponto é tão importante que pode melhorar o apetite para aplicações de risco em mercados internacionais. Essa superação é de extrema importância para o Ibovespa, mas que deve seguir sendo acompanhada de perto.

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