Melhores e piores investimentos de junho de 2015



Alguns fundos de investimentos foram os que mais renderam em junho. Já a poupança e Títulos Públicos com prazos mais longos foram considerados maus investimentos.

Quem está em busca de bons investimentos deve ficar atento às variações no cenário financeiro do país. Uma forma disso é acompanhar os melhores e piores investimentos dos meses anteriores.

Confira os dados coletados no mês de junho:



Os fundos que registraram maior alta no último mês de junho foram os referenciados DI. Segundo pesquisas, esses fundos registraram rentabilidade de 1,07%. Quem investe nesse tipo de fundo investe pelo menos 95% de seu patrimônio em títulos de renda fixa ou em operações que variam de acordo com a taxa de juros CDI ou Selic.

O segundo tipo de fundo que mais rendeu foi o de renda fixa, que tiveram alta de 1,05% no último mês. Os consumidores que optam pela renda fixa investem 80% de seus investimentos em títulos públicos e ativos de menor risco no mercado.



Os títulos Multimercados, Juros e Moedas renderam 1% em junho e ocupam o terceiro lugar no balanço mensal de aplicações. Esse tipo de produto tem o investimento voltado a ativos de renda fixa.

Todos os dados referem-se à data de 29 de junho. Os fundos citados acima registraram os melhores rendimentos, por serem consideradas mais conservadoras e serem beneficiadas pela alta taxa de juros. Em sua grande maioria, os investimentos citados acompanham o crescimento da Taxa Selic.

Já a poupança anda perdendo espaço na preferência dos consumidores, e já é considerada pela maioria deles um mau investimento, pois sua a elevação da taxa básica dos juros foi de 0,50 ponto percentual no começo desse mês, chegando a 13,75%. A poupança segue a Taxa Referencial do mês mais 0,5%, deixando seu rendimento bem menos atrativo do que os outros investimentos que acompanham a alta da taxa Selic, que rende mais que 8,5% ao ano. 

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Outro tipo de investimento que está em queda no gosto dos consumidores são os Títulos Públicos com prazos mais longos, que no último mês ocuparam a lanterna na preferência dos investidores. A rentabilidade do título IPCA+2035 caiu cerca de 3,7% no último mês e o IPCA+com juros semestrais 2050 teve queda de 2,32%. Como a taxa Selic tende a aumentar até o final do ano, segundo uma projeção de mercado, esses títulos registraram altas quedas no mês passado.      

Por Patrícia Generoso

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