Economista prevê alta da Selic no decorrer de 2011



Parcela dos brasileiros não se atenta a questões mais específicas sobre a economia. Contudo, muitas das informações que envolvem índices, siglas e outros mais afetam diretamente o dia a dia de um lar, de uma pessoa, de toda uma cadeia envolvida.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) cresceu mais uma vez, de acordo com o último levantamento do Banco Central (BC), para 5,64%, contra 5,53% de antes. Na concepção de Evaldo Alves, professor de economia da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), as altas são oriundas, em maior instância, pelo avanço nos valores das commodities no mercado global e o crescimento do mercado interno do Brasil.



Evaldo considera que para frear a pressão inflacionária o Banco Central (BC) se utiliza da taxa básica de juros da economia, a Selic. Em sua visão, ela, a Selic, deverá continuar a crescer.

Como o dólar transita em várias pautas econômicas, Alves prevê que a taxa cambial no final do ano chegará em R$ 1,75, pouco acima dos números atuais, devido ao aumento mais presente das importações de equipamentos e máquinas.



Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Insight Comunicação

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