Guerra Cambial pode pressionar sistema econômico



A guerra cambial é debatida em todos os cantos do globo terrestre, principalmente em Seul, Coreia do Sul, cidade que recebe até esta sexta-feira, 12 de novembro, a cúpula do G20 (grupos das 20 maiores potências econômicas do mundo). Na visão de Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a economia poderá sofrer apertos originados dos desajustes cambiais globais.

Abordando elementos para sua concepção, Coutinho avalia existir um método de relaxamento monetário por parte dos Estados Unidos em virtude da injeção de US$ 600 bilhões na economia, proveniente, então, de seu banco central, o Federal Reserve. Tal intento, em sua visão, inundará o mercado global de liquidez.



Ao relacionar esse ato, o presidente do BNDES acredita no exercício de pressão sobre as moedas flutuantes, principalmente nas nações em que há, atualmente, probabilidade de crescimento econômico e situação de atração de capitais.

Para Coutinho em reportagem apregoada pelo portal R7, o sucesso para o crescimento reside no investimento das empresas em desenvolvimento e pesquisa. Algumas áreas estratégicas, tais como biocombustíveis e edificação de aplicativos (softwares), são bons pontos para o país, podendo, inclusive, conferir benefícios competitivos.



Por Luiz Felipe T. Erdei

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