Guerra Cambial – Posicionamento do Brasil



Sem dúvidas, o termo “guerra cambial” continuará em evidência até que diretrizes, num âmbito global, sejam adotadas para brecar a iniciativa de países que almejam proteger suas economias ao promover desvalorização de suas moedas – no intuito de aumentarem sua competitividade.

Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), endossou recentemente um posicionamento ativo do governo frente a essa tendência, em específico no caso da valorização da moeda brasileira ante o dólar. Para ele, são necessárias, em primeiro lugar, iniciativas mais amenas e só depois, caso não haja outro jeito, atos mais intensos.



Validando opiniões de autoridades e de veículos de comunicação estrangeiros, Coutinho pede que o país não se conforme com a depreciação cambial. Mesmo assim, examina que as autoridades estão antenadas e prosseguirão movimentando vasta gama de investimentos para atalhar tendência de valorização do câmbio.

Em reportagem veiculada pelo portal de Economia UOL, Coutinho considera a taxação para capital proveniente do exterior e a quarentena como possibilidades.



Por Luiz Felipe T. Erdei

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