China eleva Taxas de Depósitos e Empréstimos



A China tem se consolidado como uma das maiores economias do planeta. Com a mais vasta população mundial e a consequente mão de obra relativamente numérica, o país atua amplamente além de sua fronteira, tal como o é no Brasil e os produtos etiquetados “Made In China”.

Uma medida que pegou o mundo de surpresa, agradando boa parte de economistas e analistas, foi fixada em 19 de outubro, terça-feira, na página virtual do Banco Central do país. Desde a crise financeira global a China evitava endurecer sua política monetária, porém, decidiu elevar a taxa de depósitos a um ano de 2,25% para 2,50%, e a dos empréstimos, pelo mesmo percentual a um ano, de 5,31% para 5,56%, cada qual em vigor desde esta quarta-feira.



A última ascensão no aumento das taxas de juros no país de que se tem notícia ocorreu em dezembro de 2007. Segundo o portal de Economia UOL, entre setembro e dezembro do ano seguinte as alíquotas foram abrandadas gradualmente como maneira de responder ao colapso financeiro.

De acordo com Lu Ting, economista do Bank of America Merrill Lynch, o anúncio é uma surpresa para os mercados porque existia consonância à estimativa de que a possibilidade de uma elevação das alíquotas era delicada. Notícias veiculadas antes do fechamento deste artigo parecem indicar que as medidas surtiram efeito positivo, entre elas o fortalecimento da moeda norte-americana.



Por Luiz Felipe T. Erdei

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