Brasil – Empresários buscam a Remoção dos Estímulos Fiscais



As medidas de estímulo adotadas pelo governo brasileiro durante a crise financeira mundial surtiram relativamente bem a vários setores, tais como linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar), veículos automotores e materiais de construção. A consultoria KPMG revelou em estudo que 41% dos empresários brasileiros creem que o pacote de incentivos adotado por Luiz Inácio Lula da Silva, sobretudo na área fiscal, foi um dos capitais fatores para o sucesso perante o colapso.

Com os principais efeitos já superados e a economia caminhando a passos curtos, ora largos, mas caminhando, 35% desses executivos endossam a remoção dos estímulos para a economia funcionar dentro da normalidade. O estudo, que cerceou outras nações, indicou vontade parecida entre os australianos, os canadenses e os norte-americanos.



Pela pesquisa, boa parte dos empresários em todo o planeta está preocupada com os níveis atingidos pela dívida pública, tanto que para 70% deles a primeira opção para o enfrentamento dessa constatação é a execução de corte nos gastos públicos. Roberto Haddad, sócio da consultoria no Brasil, pondera que a dívida brasileira poderá alcançar 44% do Produto Interno Bruto (PIB), superior em 14% ao patamar observado em 2008. Mesmo assim, o índice é mais interessante se relacionado as principais economias mundiais.

De acordo com o Estadão, os empresários de inúmeras nações defendem investimentos públicos à área de infraestutura e outros (bem poucos), por sua vez, aumento da carga de tributos.



Por Luiz Felipe T. Erdei

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