Instituições Bancárias brasileiras- Preparadas para eventualidades





O Banco Central observou a todo instante, segundo palavras de Henrique Meirelles, presidente da entidade, os movimentos da crise financeira mundial. Há poucos dias o BC avaliou, com base nos primeiros seis meses deste ano, que as instituições bancárias do país estão aparelhadas para enfrentar ocasiões extremas de estresse, sem danos, portanto, às requisições de segurança de Basileia.

No médio prazo, conforme verificado pelo BC, há pouca possibilidade de os bancos enfrentarem empecilhos ao responder ao avanço da demanda por crédito, pois as instituições mostraram certa sagacidade em procurar fontes de financiamento depois do crescimento do compulsório agenciado entre janeiro e junho deste ano.

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O Relatório de Estabilidade Financeira emitido pelo Banco Central abaliza que em todos os ambientes de estresse sopesados, sobretudo em panoramas derradeiros de desgaste da condição macroeconômica, o Índice de Basileia seria acima de 11% – com base na citação à exigência de capital mínimo de R$ 11 para cada R$ 100 concedidos.

Reportagem emitida pelo portal de Economia UOL revela que entre dezembro do ano passado e junho de 2010 a percentagem média do sistema arrefeceu de 18,5% para 17,3%, situação que espelhou um incremento das operações de crédito e uma modificação regulatória oriunda do BC. Apesar disso o nível atual mantém-se acima do exigido pelos moldes internacionais, mesmo com as alterações a serem praticadas pelo acordo Basileia 3.

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Por Luiz Felipe T. Erdei



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