Economia Brasileira – Otimismo e Opiniões



O cenário atual pelo qual o Brasil atravessa tem gerado uma série de discursos otimistas por todas as partes, principalmente de Luiz Inácio Lula da Silva, Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, e Guido Mantega, Ministro da Fazenda. Obviamente, não são somente eles os detentores da voz ativa, pois empresários também sentem oportunidades singulares e em conformidade com suas pretensões.

Paul Krugman, prêmio Nobel de Economia de 2008, ponderou na última sexta-feira, 17 de setembro, que acredita no crescimento médio de 5% da nação brasileira nos próximos três ou quatro anos, pois o país possui em seu favor 200 milhões de pessoas, mercado interno benéfico e condições econômicas a consideradas positivas. Além dessas características enunciadas, observa a redução da desigualdade nos últimos anos como um “quê” a mais.



Referindo-se a Lula, conforme descrito pelo Estadão, Krugman sopesou que o direcionamento conferido à política econômica do governo como bem razoável, sensível. Seu discurso teve por base um tripé de destaque, que é a inflação, a questão fiscal e o câmbio, ambos sob controle.

Como um balde d’água fria, ou melhor, como um copo d’água fria na cabeça de alguns, o Nobel de Economia disse não observar como tão alta assim a expansão econômica emitida pelo país que viria a justificar a empolgação. Contudo, relembrou caso semelhante ocorrido nos Estados Unidos em 1993 e 1994, ainda durante a gestão de Bill Clinton; daquela ocasião em diante, o país obteve período próspero.



Por Luiz Felipe T. Erdei

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