Autopeças – Redução nas taxas de importação



O cenário atual do país é de otimismo e por vezes euforia. O crescimento contabilizado por meio de números, sobretudo pelo Produto Interno Bruto (PIB), tem propiciado novos ares à nação, a qual, diagnosticada como emergente, tem aproveitado para atrair mensalmente novos investidores. O dólar em baixa ante o real, o aumento do número de empregos e o acesso ao crédito em evidência são outros fatores que, somados a uma série de outras diretrizes, encorajam empresários.

No último dia 14, terça-feira, a Câmara de Comércio Exterior (Camex) anunciou redução das alíquotas para 116 itens de autopeças não fabricadas no Brasil, dos anteriores 14% a 18% para novos 2%. As regras recém-acordadas são voltadas a componentes destinados à produção e dentro de considerações acertadas com a Argentina em relação à Política Automotiva Comum (PAC).



Paulo Butori, presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças), parece ter recebido bem a redução da alíquota de importação. Segundo ele, o arrefecimento das taxas melhora, inclusive, a competitividade do veículo produzido no Brasil, principalmente se considerados os modelos que aportam no país inteiramente desmembrados.

Mesmo assim, de acordo com o portal de notícias G1, Butori avalia que a medida adotada pela Camex é um pequeno passo no intuito de conferir proteção à indústria automobilística do país.



Por Luiz Felipe T. Erdei

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