Investimentos no Brasil – Incentivos Fiscais e baixa do Dólar



Os incentivos fiscais observados pelos brasileiros até março último explicam boa parte  do crescimento do país, tanto em números como em expectativas. O Produto Interno Bruto (PIB) do 1º trimestre foi um dos mais altos em todo o mundo, perdendo para as economias chinesa e indiana, que juntamente ao Brasil, mais a Rússia, integram o bloco BRIC.

Os investimentos na nação brasileira, apesar de alguns conservadores tentarem abafar, é algo ainda recorrente nos dias atuais. O Banco Central e o próprio governo conseguiram içar atrativos altamente rentáveis para a aplicação financeira de estrangeiros, tais como baixas taxas de juros e promessas de lucros em várias atividades.



Gustavo Loyola, ex-presidente do Banco Central e sócio da Tendências Consultoria Integrada, avalia que a cotação do dólar (em meados de R$ 1,75 neste princípio de semana) e os fatores descritos no parágrafo anterior têm favorecido o ingresso de capitais de investimentos, pois enquanto a economia brasileira se beneficia do período pós-crise, algumas nações ainda tentam se restabelecer.

Para Loyola, em reportagem exprimida pelo portal de notícias G1, o ambiente é tão propício que os investimentos indexados ao dólar, tempos atrás, são feitos com base na moeda brasileira, portanto lucro em reais, o que estimula melhorias na qualidade de aplicações monetárias dentro do país.



Por Luiz Felipe T. Erdei

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