Crescimento da Economia Brasileira deve diminuir entre Julho e Setembro 2010




O Brasil integra o grupo das nações com a economia em maior potencial na atualidade, juntamente às emergentes China e Índia. Outras nações, consideradas desenvolvidas, têm penado para suplantar os principais efeitos da crise financeira global, tais como os Estados Unidos, a Grécia e a Espanha.

Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do país, muito tem exaltado as conquistas durante sua gestão, que na verdade podem ser tidas como sequência de algumas iniciativas do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso – embora o ex-sindicalista nunca vá detalhar e aceitar algumas afirmações. Porém, o clima, no próximo trimestre, deverá ser bem mais ameno.


A Confederação Nacional da Indústria (CNI) relatou em 28 de julho, quarta-feira, que haverá manutenção da economia brasileira entre julho e setembro, num ritmo mais acalentado. Renato da Fonseca, gerente-executivo da Unidade de Pesquisa do órgão, ressalta que essa tendência é fruto da forte expansão no início deste ano em virtude da desoneração de impostos a vários setores e a posterior retirada deles a partir de abril.

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Embora essa contabilização e as palavras de Fonseca soem como alerta, ele próprio atesta, em reportagem divulgada pelo Canal Executivo do UOL, que não haverá paralisação, somente redução, porém, dentro do limiar de manutenção do aquecimento da cadeia produtiva.

Por Luiz Felipe T. Erdei




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