Empresas adotam Administração por Economia de Comunhão





Existem 125 empresas no Brasil que são administradas de uma forma bem pouco convencional, de acordo com certos princípios da primeira comunidade cristã de Jerusalém, onde “não existiam necessitados”. Essas empresas adotam a economia de comunhão e, sendo assim, colocam em comunhão os lucros da empresa, com três finalidades de igual importância:

Apoiar o desenvolvimento de pessoas e comunidades que se encontram em situação de pobreza; difundir a "cultura do dar", a fraternidade e a solidariedade e desenvolver a empresa, a fim de criar postos de trabalho.




 Trata-se de uma iniciativa de Chiara Lubich, fundadora do Movimento dos Focolares, em 1991. No mundo, já mais de 800 empresas que aderiram a esse projeto que rompe paradigmas.

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Por Christiane Suplicy Curioni



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