Crise Europeia não afeta o Brasil gravemente



O governo de Luiz Inácio Lula da Silva certamente ficará marcado na história do país como um dos que melhor contribui, por meio de dados concretos, à sociedade local. A seu dispor estão nomes de peso entre várias lideranças globais, dentre eles Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, e Guido Mantega, Ministro da Fazenda.

O último mencionado acima, que em 26 de maio, quarta-feira, esteve reunido com Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), abordou diversas pautas, entre elas problemas de âmbito internacional e outras específicas do país. Mantega, na ocasião, afirmou à autoridade que a crise na Europa, apesar de restrita ao continente, tem gerado reflexos negativos para o mundo, mas que isso não afeta o Brasil com força, somente na diminuição do fluxo cambial.



Sagazmente, Mantega mencionou ao diretor-gerente do FMI que em ambientes turbulentos como o atual, é comum aos investidores procurarem voltar seus capitais a aplicações tradicionais, geralmente feitas com dólar. Em reportagem divulgada pelo portal de notícias Estadão, o ministro da Fazenda disse que após adotadas e concretizadas as medidas europeias, a fluidez voltará ao normal.

Convergindo a uma das ideias de Strauss-Kahn, Mantega recomenda aos europeus crescimento econômico para que a crise seja vencida de vez.



Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Estadão

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