Brasil conquista duas posições em ranking de países competitivos



O mercado tem oscilado indiscretamente nos últimos dias em virtude das problemáticas percebidas na zona do euro, principalmente em relação à dívida grega. A bolsa de valores de São Paulo, por exemplo, apresenta queda dia após dia e o dólar já atinge níveis próximos, para mais ou para menos, de R$ 1,90. Mesmo assim, Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do país, Guido Mantega, ministro da Fazenda, e Henrique Meirelles, líder do Banco Central, afirmam que o Brasil não sentirá os efeitos do entrave europeu com força.

O bom ambiente visto no Brasil, não somente por meio dos discursos dos líderes, como também através de números, fez o instituto suíço IMD indicar que a competitividade da nação fez a pátria subir duas posições no ranking mundial envolto ao tema. De acordo com o levantamento, a eficiência nos negócios, a robusta criação de postos de empregos e o desenvolvimento econômico foram fatores analisados e indicados à ascensão.



No atual momento, de acordo com o portal de notícias G1, o país ocupa o 38º lugar nesse ranking, mas poderia ter sido melhor se não fossem os problemas de infraestrutura e a eficiência do governo, uma vez que o estudo assinala, para o primeiro caso, queda, e para o segundo caso, nenhum tipo de elevação. Os temas educação e saúde, de acordo com o IMD, também foram determinantes negativamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



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