Paulo Bernando afirma deu Política Econômica do Brasil não deve Mudar depois das Eleições

  

  

Em toda mudança de governo há questionamentos de como o país se comportará nos próximos quatro anos, além, é claro, a própria geração de incertezas em relação às medidas a serem adotadas pelo novo comando. Quando Luiz Inácio Lula da Silva, presidente em exercício, subiu ao Planalto Central pela primeira vez, o mercado se comportou com cautela, pois se tratava, naquela época, de um líder diferencial em relação aos antecessores.

Paulo Bernardo, ministro do Planejamento, assegurou em 19 de maio, quarta-feira, que independentemente se quem assumir o próximo mandato for Dilma Rousseff (PT), ex-ministra da Casa Civil, José Serra (PSDB), ex-governador de São Paulo, ou Marina Silva (PV), o resultado das eleições não deverá modificar a atual política econômica gerida por Lula.


Bernardo retratou a dois veículos de comunicação que se a petista se sair vencedora, certamente isso acontecerá em virtude  de suas estratégias serem similares às adotadas por Lula. Relacionou a Serra termos semelhantes, porém deixou claro que sua ida ao cargo não representaria quebras na política de hoje.

Carlos Solchaga, ex-ministro da Economia da Espanha, convergiu com as palavras de Bernardo. Em reportagem administrada pelo Folha UOL, a autoridade indicou  que mudanças de governo não deverão abalar as estruturas atuais, uma vez que a estabilidade política do país e sua solidez enquanto instituição permanecem inalteradas.

Confira mais informações no UOL.

  

Por Luiz Felipe Erdei

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