FAB deve comprar aviões caça Rafale da França

  

  

Conforme anunciado na semana passada, a concorrência na compra de jatos pela Força Aérea Brasileira (FAB) tornou-se acirrada. Porém, a sueca Saab, uma das participantes, contradisse que tenha solicitado um prazo maior para a entrega de propostas melhores deste processo.

Ake Svensson, principal executivo da Saab, afirmou que a companhia efetivará a proposta dentro do prazo estipulado inicialmente. Para esclarecer, no entanto, a FAB afirmou que pediu um tempo mais prolongado devido a solicitações das outras duas concorrentes, a Rafale, da França, e a Boeing, dos Estados Unidos.


De qualquer maneira, tudo indica que a Rafale seja a grande vencedora dessa disputa, pois, conforme asseguram os muitos veículos de comunicação, a visita pretensiosa e simpática de Nicolas Sarkozy, presidente francês, parece ter contribuído nas negociações.

Por Luiz Felipe T. Erdei

  

1 comentário em “FAB deve comprar aviões caça Rafale da França

  • Apesar do Rafale ser mais caro, sem dúvida alguma é o melhor. O Gripen também é um excelente caça (pelo menos no papel), pois o oferecido ao Brasil ainda não existe, o que poderia ser uma possibilidade para o Brasil participar do início do projeto até o final. Porém esse fato em sí já deixaria dúvidas quanto ao verdadeiro custo, uma vez que para não ficar dependendo de peças, motor e instrumentos norte-americanos, não tem como precisar o custo final deste projeto. A princípio se sabe que o modelo até então, fabricado pela fábrica sueca ao meu modo de ver, por exigir pista curta, seria muito interessante na área amazônica. Quanto ao F-18,embora sendo um bom equipamento,sob minha ótica, já de imediato, deveria estar totalmente fora da história por conta da política externa de dominação norte-americana. O caso dos Tucanos para a Venezuela, é um grande exemplo. Quanto ao Rafale, ele é bem superior ao F-18, que já esta quase obsoleto, en relação ao caça francês. Isto é indiscutível. Tanto que as forças Francesas que não são qualquer coisinha, os adotaram. Uma potência militar como a França não iria confiar num equipamento tão importante para suas forças, se este não fosse muito bom somente por ser fabricado na França. O máximo que faria para priorisar um produto nacional , seria participar do projeto até ele ficar bom. Alguém pode até questionar a qualidade do Rafale por este não ter sido vendido para outro país senão a França. Acontece que os EUA se metem em todos os possíveis negócios com a Dassault, de modo a impedir que esta feche negócio com governos de muitos países. Espero que o governo brasileiro não seja mais um a levantar o rabo para os yankees.

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