Banco do Brasil (BB) e SulAmérica prometem firmar negócios





O Banco do Brasil e a SulAmérica anteviram, nesta semana, uma agregação entre ambas instituições, sem domínio acionário propriamente dito da segurada mencionada. Esta citação é uma das situações imperadas pelo banco federal na transação com a empresa privada, controlada, atualmente, pela companhia ING, da Holanda, e pela família Larragoiti.

De qualquer maneira, o BB não pretende ser majoritário no negócio, pois o padrão mais adequado é o mesmo adotado nas negociatas entre a Votorantim e o Banco do Brasil, em que este último passou a ser sócio minoritário, mas com participação crucial na gestão.




O Banco do Brasil, de qualquer maneira, aprova tal intento, porque este possibilita que haja manutenção e agilidade pela SulAmérica – o que é muito positivo. Afinal, a astúcia presente em grande parte das empresas privadas torna qualquer tipo de negócio mais eficaz, com recursos auto-sustentáveis e bem objetivos – ou seja, lucrativos.

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Por Luiz Felipe T. Erdei



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