Nelson Barbosa assegura que não há decisões de baixar taxações de fundos



A partir de uma meta que será conduzida ao Congresso Nacional nos próximos dias, a taxação da caderneta de poupança terá por fim equacionar futuros desequilíbrios no mercado, na medida em que as aplicações se tornam mais interessantes. É o que revelou Nelson Barbosa, secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda.

Para ele, no atual momento não há como destilar possibilidades de estimulação de fundos de investimentos, tais como a redução de sua taxação, mas não existe um possível descarte de qualquer hipótese.



A verdade é que o momento pede maior cautela, pois o Brasil caminha a passos curtos, ora largos, rumo a um equilíbrio financeiro mais estável. Perguntado por jornalistas, Barbosa afirmou que sempre se analisam fundos, mesmo que na atual conjuntura, conforme já mencionado, não seja possível a tomada de decisões.



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