O conflito entre grupos rebeldes pró-Rússia contra as forças ucranianas estão refletindo na economia europeia. Algumas das bolsas de valores da Europa tiveram uma queda devido ao conflito entre Rússia e Ucrânia. Ocorrido do dia 28 de agosto (quinta-feira), esse fato se deve à análise das atitudes dos rebeldes pró-Rússia que reforçaram os ataques contra as forças ucranianas. 

Após Redburn Ltd. aconcelhar os investidores a retirar as ações da loja online Ocado Group PLC, essa pode ser considerada uma das maiores quedas das principais bolsas de valores da Europa no período de dois anos.

Após a discussão sobre a venda da unidade da Telefónica SA no Brasil à GVT, a Telecom Itália SpA teve um aumento de 1,3%.

O aumento no desemprego na Alemanha também motivou a queda das ações. O número de desemprego alemão em agosto subiu de 2 mil para 2,902 milhões, após uma redução de 12 mil em julho.

Na Itália as lojas de vendas a varejo também foram afetadas, a variação de vendas foi nula, tendo uma queda de 0,6% no final do mês anterior. Na Espanha o índice de preços ao consumidor também teve uma queda para 0,5% no mês de agosto, refletindo assim na baixa dos valores de combustíveis e lubrificantes.

Porém, já no dia 29 (sexta-feira), as bolsas de valores da Europa fecham em alta, mas sem muitas variações.
Como já era esperado pelos investidores a inflação na zona do euro teve uma queda, mas dizem acreditar que o BCE não tomará uma providência imediata para esta semana.

Acordos estão sendo feitos entre rebeldes pró-Rússia e Forças Ucranianas, talvez o cessar fogo assinado seja um começo para a reestabilização da economia e a volta das bolsas de valores que haviam fechado em baixa, isso pode criar uma expectativa para os investidores e incentivá-los a investir. 

Por Ingrid Oliveira

Bolsa de Valores

Foto: Divulgação


Nesta quinta-feira (28), as principais bolsas de valores da Europa recuaram. Tal resultado se deve aos investidores analisarem as ações dos rebeldes pró-Rússia, que ampliaram seus ataques contra as forças ucranianas.  

Uma das quedas significantes foi das ações do Ocado (OCDO) Group PLC, as maiores em dois anos, depois que o Redburn (Europe) Ltd. aconselhou os investidores a se desfazerem das ações da loja online.

A Telecom Itália SpA ganhou 1,3%, após a Vivendi SA discutir com a Telefónica SA a venda de sua unidade no Brasil, a GVT

Em Londres, o índice Stoxx Europe 600 caiu 0,7%, atingindo 341.05 pontos, após receber péssimas notícias dos dados de desemprego na Alemanha, que subiu inesperadamente em agosto, aumentando em 2 mil, para 2,902 milhões de desempregados, após queda de 12 mil em julho. De acordo com Ben Kumar, que ajuda a gerenciar US$ 10 milhões no Seven Investment Management LLP, "o índice teve um aumento muito bom ao longo das últimas semanas e os investidores estavam levando algum dinheiro, mesmo com os dados econômicos dos Estados Unidos não corresponderem às expectativas". “Talvez os investidores tenham considerado também que as recentes notícias da economia fraca na zona do euro – como o aumento do desemprego alemão – não seriam muito ruins para motivar a ação do BCE", acrescenta Kumar.  

No final do dia o índice FTSE-MIB, em Milão, recuou 2,16% aos 20.315 pontos. Já na capital espanhola, Madrid, o índice Ibex 35 ficou com queda de 1,06% aos 10.722 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX 30 recuou 1,12% aos 9.462 pontos, e em Paris, o índice CAC-40 caiu 0,66% aos 4.366 pontos. Na capital portuguesa, Lisboa, o índice PSI-20 perdeu 1,05% aos 5.907 pontos.   

Na Itália, as vendas de varejo tiveram uma variação nula em junho, após um recuo de 0,6% no mês anterior. Na Espanha, o índice de preços ao consumidor caiu 0,5% em agosto, na comparação anual, reflexo na baixa nos valores de lubrificantes e combustíveis.

Por William Nascimento

Queda das bolsas de valores europeias

Foto: Divulgação


Nos últimos meses, muitas empresas do setor de telecomunicações tiveram uma certa perda de capital na Bolsa.

O Brasil vem apresentando uma economia sólida, porém muitas empresas, principalmente em setores onde existe bastante concorrência vêm perdendo muito se analisarmos o mesmo período do ano passado.

A queda no setor de comunicação (celulares, telefonia e etc) sofreu uma queda de 2,16% até o último dia 10 de maio. A média de empresas com capital aberto de outras áreas foi de apenas 1,44%.
Segundo uma pesquisa realizada pela Economática com 300 empresas, a Oi é a segunda que mais sofreu com essa queda percentual, com 44%. O valor da empresa em dezembro de 2012 era de R$ 14,077 bilhões e nestes últimos meses caiu para R$ 7,884 bilhões.

Mesmo com a queda na Bolsa, muitas empresas ainda vivem um momento muito favorável aqui no Brasil, principalmente com relação aos consumidores.

Em contra partida, os principais fornecedores dessas empresas (setor eletroeletrônico) sofreram grandes aumentos atualmente e conseguiram chegar a uma valorização de seus ativos de até 22,13%, algo bem maior do que víamos nos anos anteriores.

Por Henrique Nicolau


A RIM, fabricante dos smartphones BlackBerry, foi do inferno ao céu em poucos dias já que no começo desta semana viu suas ações despencarem em mais de 20% e presenciou na quinta-feira – dia 27 de dezembro de 2012 – a sua valorização em 10% nas bolsas de valores de Toronto e Nova York.

A melhoria na valorização das ações da RIM ocorreu pela expectativa positiva do mercado com o lançamento em janeiro do seu novo sistema operacional o BlackBerry 10 apesar dos temores com relação à nova estrutura de tarifas e serviços divulgada pela empresa.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Os consumidores dos Estados Unidos estão preocupados com a crise financeira do país e a iminência de um possível abismo fiscal.

Por isso, estão menos confiantes causando, assim, uma queda nos movimentos de vendas de produtos para o Natal.

Toda esta preocupação dos norte-americanos tem fundamento em virtude dos impasses entre republicanos e o presidente Barack Obama na definição das medidas a serem utilizadas para evitar esta situação.

Com isso, os consumidores estão comprando menos e poupando para enfrentar possíveis tempos difíceis em 2013 com aumento dos impostos e no preço dos produtos em geral.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou dados de uma pesquisa feita com relação aos hábitos de consumo dos brasileiros.

De acordo com o estudo feito cerca de 60% dos consumidores entrevistados irão reduzir os gastos por causa do endividamento em que se encontram e da crise econômica mundial.

Esta situação se justifica pelo fato de que 41% dos participantes possuem dívidas ou algum tipo de financiamento chegando ao nível máximo de comprometimento da renda.

Por Ana Camila Neves Morais


O Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada) divulgou nesta quarta-feira, dia 19 de dezembro de 2012, a última edição da Carta Conjuntura de 2012.

Este conjunto de indicadores da economia do Brasil se refere ao período de dezembro de 2012 mostra que a recuperação depende dos investimentos nacionais.

No entanto, esta área está sendo impedida de ter uma maior progressão em virtude da diminuição do consumo de bens duráveis pela população.

Esta diminuição da compra de bens como veículos e imóveis está muito relacionada com o alto grau de endividamento do brasileiro neste ano de 2012 que está optando por pagar as dívidas pendentes e obter produtos essenciais para a vida rotineira.

A Carta Conjuntura 2012 revelou ainda a discrepância presente na economia brasileira que possui um baixo consumo, mas manteve níveis adequados de emprego bem como a demora em responder aos diversos estímulos e incentivos feitos pelo governo.

Em virtude de todas estas questões, o Ipea não fez projeções para a economia do país em 2013 e anunciaram que estarão divulgando as mesmas apenas em março com um novo modelo de avaliação da economia.

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta segunda-feira, dia 17 de dezembro de 2012, a Agência Moody´s mudou a classificação de risco da dívida da Petrobrás.

Agora a empresa estatal teve seu endividamento transferido de estável para negativo em decorrência do crescimento da dívida da empresa além da incerteza sobre o seu fluxo de caixa e capacidade de cumprir os prazos e volumes de produção do petróleo.

A agência Moody´s não é a primeira a se preocupar com o montante de dívidas da empresa, pois o seu conselho de administração também está apreensivo com esta situação.

Sobre esta questão a relação da dívida da Petrobrás sobre o Ebitda (geração de caixa) está em 2,6 vezes e pode chegar em 2013 a 3 vezes sendo que o valor padrão exigido pelas agências de classificação de risco é de 2,5 vezes.

Com isso, se a Petrobrás perder o seu grau de investimento poderá perder capacidade para negociar de forma atrativa com o crédito externo.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta quinta-feira, dia, 13 de dezembro de 2012, ocorreu o recuo de ações européias devido a diversas incertezas orçamentárias nos Estados Unidos além da fraqueza no setor de saúde norte-americano.

Dentre as bolsas de valores do mundo, Frankfurt fechou com queda de 0,43% indo a 7.581 pontos, Londres teve baixa de 0,27% com 5.929 pontos e Paris perdeu 0,1% com 3.643 pontos.

No entanto, diversas bolsas operaram em alta como a de Lisboa com um avanço de 0,97% para 5.615 pontos e a de Milão com alta de 0,64% para 15.866 pontos.

Esta situação se deveu pelo receio dos investidores tendo em vista a possibilidade do abismo fiscal nos Estados Unidos sem previsão para resolução e a queda de 3% nas ações da AstraZeneca.

Por Ana Camila Neves Morais


A CNI (Confederação Nacional da Indústria) divulgou nesta quarta-feira – dia 12 de dezembro de 2012 – os resultados de uma pesquisa sobre o consumo dos brasileiros.

Este estudo foi conduzido pelo Ibope e apresentou uma realidade de redução do nível de consumo no país.

Os dados foram obtidos com 2.002 pessoas em 141 município no mês de junho de 2012 e mostrou que 60% dos participantes desejam reduzir o nível de consumo.

Esta situação se justifica por diversos fatores como a crise econômica e o alto nível de dívidas dos brasileiros com 42% das pessoas estando em um limite de comprometimento das contas mensais.

Com relação a isso, cerca de 38% daqueles que possuem dívidas estão com valores atrasados e mais da metade destes consumidores estão com um volume de dívidas maior do que no ano anterior.

Ao considerar as empresas para as quais os brasileiros possuem parcelamentos ou empréstimos, a maioria (41%) são de bancos, 31% para lojas comerciais e 29% para cartões de crédito.

Outra questão interessante mostrada pela pesquisa da CNI é a pretensão de 63% dos entrevistados comprar um bem durável e que se ganhasse mais iriam aumentar seu nível de consumo.

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta quarta-feira, dia 12 de dezembro de 2012, a Câmara dos Deputados votou a Medida Provisória 579 referente à redução da tarifa na conta de luz e prorrogação antecipada nas concessões relacionadas ao setor elétrico.

O relatório apresentado sobre a MP e que foi aprovado pela comissão mista não permite novo prazo para as concessionárias de energia elétrica decidirem sobre a sua adesão ao plano do governo, já que o anterior foi encerrado no dia 04 de dezembro de 2012.

Assim, empresas como Cemig, Copel e Cesp que não decidiram sobre a concordância com as novas normas não poderão mudar de opinião.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Central do Brasil divulgou nesta quarta-feira, dia 12 de dezembro de 2012, dados sobre a questão cambial nacional.

Segundo as informações o saldo cambial (entre a saída e entrada de dólares do país) ficou negativo no valor de 1,350 bilhões de dólares durante a primeira semana de dezembro.

Este valor corresponde a um aumento na negatividade com relação a este mesmo período do ano anterior quando o saldo negativo foi de apenas 247 milhões de dólares.

Além disso, houve um saldo negativo no fluxo da conta comercial do país na primeira semana de dezembro em 1,244 bilhões de dólares. Houve a inda a saída líquida de 107 milhões de dólares do Brasil no período analisado.

Outras informações desta pesquisa do Banco Central mostram 3,303 bilhões de dólares gastos em exportações e 4,547 bilhões de dólares usados para as importações causando esta deficiência financeira.

No entanto, nem todos os resultados foram negativos já que o saldo cambial final ficou positivo no início de dezembro com 22,158 bilhões de dólares, mas este valor indica uma redução importante neste saldo que, no ano de 2011, foi de 66,975 bilhões.

Segundo especialistas esta redução se deve, principalmente, às saídas líquidas que ocorreram tanto na área comercial quanto financeira durante o período analisado.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


A crise econômica enfrentada pelos Estados Unidos continuam tendo reflexos no país, pois foi divulgados nesta semana novos dados sobre a economia norte-americana.

Segundo as informações apresentadas pelo Departamento de Trabalho, os preços de produtos importados tiveram uma queda de 0,9% no mês de novembro que representou a maior queda nos últimos cinco meses divergindo da expectativa dos economistas de uma redução de apenas 0,5%.

Esta situação representa uma diminuição nos preços de alimentos e combustíveis com um controle da inflação no país mas a manutenção de uma economia fraca.

Com este resultado, o Banco Central dos Estados Unidos (FED) deve manter a política monetária de afrouxamento para buscar uma maior recuperação da economia norte-americana.

Fonte: Reuters


A Gol divulgou neste mês de novembro de 2012 que irá realizar uma estruturação do seu programa de fidelidade Smiles até o final de dezembro deste ano.

A organização deste programa tem o objetivo de realizar um IPO (abertura de capital) da empresa no primeiro semestre de 2013.

Com isso, haverá um processo de capitalização do programa Smiles que vai permitir a sua organização enquanto unidade independente da empresa de aviação Gol.

Esta ação tem como principal objetivo tentar diminuir os prejuízos da Gol que já somam apenas no terceiro trimestre de 2012 um valor de 309,4 milhões de reais que poderá ser reduzido de forma importante com esta oferta de capital no mercado por meio do programa Smiles.

Deste modo, segundo executivos da Gol, o seu novo programa de fidelidade deve estar sendo apresentado ao conselho entre os meses de abril de maio de 2013 para, então realizar a IPO.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Desde o início de seu governo, Dilma Roussef buscou aumentar os relacionamentos com países europeus, com a China e os Estados Unidos.

Nesta política internacional, o Brasil deixou de lado a América Latina e o reflexo disso já é sentido, pois as exportações do Brasil para países latinos diminuíram até outubro de 2012 em 11,3%.

Além disso, os investimentos do país na América Latina tiveram uma redução de 34% causando, com isso, um menor volume de negócios na região o que, de certa forma, está atrapalhando as tentativas de manter o crescimento da economia no Brasil.

Desta forma está ocorrendo uma perda do valor político e econômico do Brasil na região da América Latina que causa desconfiança dos outros países e diminuição em seu papel de liderança local.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A presidente Dilma contrariou as opiniões do Congresso Nacional e vetou o projeto da casa legislativa com mudanças na distribuição dos royalties vindos do petróleo.

O autor do projeto, senador Vital do Rego, solicitou uma reunião urgente do Congresso para avaliar os vetos feitos pela presidente.

Ainda segundo o senador, os vetos de Dilma surpreenderam a todos, mas respeita a opinião da chefe do executivo sobre este assunto dilemático.

Apesar disso, Vital solicita a derrubada do veto bem como pede uma avaliação mais criteriosa do Congresso Nacional com relação ao destino de todo o valor dos royalties ser revertido apenas para o setor de educação.

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta sexta-feira – dia 30 de novembro de 2012 – os acionistas da Celes (Centrais Elétricas de Santa Catarina) decidiram não renovar de forma antecipada as concessões de suas usinas hidrelétricas por mais 30 anos com o governo federal.

Com esta ação, a Celesc terá que devolver estes empreendimentos para que seja feita uma nova licitação pela União. Mas apesar da recusa, a decisão da Celesc não preocupa o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia Mário Zimmermann.

Segundo Márcio esta ausência terá um impacto pequeno no plano de tornar a energia elétrica no ano de 2013 mais barata em até 28% no Brasil.

A nova estratégia do governo para o setor de energia teve algumas alterações como o aumento de indenização para as usinas que renovarem suas concessões de forma antecipada.

Com isso, o governo irá pagar mais R$870,3 milhões às empresas integrantes do plano de energia.

Além disso, as empresas de transmissão de energia terão cerca de R$10 bilhões a mais em decorrência do incentivo federal para investimentos feitos antes do ano 2000.

As concessionárias do ramo de energia elétrica têm até o dia 04 de dezembro de 2012 para confirmar ou não a sua adesão ao plano do governo federal.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta segunda-feira – dia 03 de dezembro de 2012 – a companhia Vale informou uma redução no seu montante de investimentos para o ano de 2013.

No ano de 2012 a companhia deve fechar com 17 bilhões de dólares em investimentos os quais irão cair, segundo cálculos dos bancos Credit Suisse e Goldman Sachs, para aproximadamente 15 bilhões de dólares no ano de 2013.

Esta diminuição se deve em especial à diminuição dos preços das commodities bem como à alta inconstância do mercado financeiro que fizeram a empresa mudar a sua alocação de recursos até a chegada de um momento econômico mais favorável.

Para isso, a Vale está priorizando os seus projetos mais importantes como o potássio no rio Colorado da Argentina e a expansão de Carajás e Moatize.

E para evitar possíveis perdas a Vale deve adiar projetos complexos como o níquel em Onça Puma no Pará, o Simandou para ferro na Guiné e o projeto do nível na Oceania.

Fonte: Reuters

Por Ana camila Neves Morais


A notícia do momento no mundo da economia é o fraco desempenho do PIB brasileiro no terceiro trimestre com um simplório aumento de apenas 0,6% neste período.

Apesar disso, o ministro da fazenda Guido Mantega manteve a sua opinião de que a economia do país irá se recuperar e que o PIB vai ter um crescimento de 4% em 2013.

Segundo o ministro, a economia está no caminho da recuperação que teve neste último período um descuido com o setor de serviços cuja estagnação ajudou muito para o mau resultado do PIB brasileiro.

Na análise de Mantega o desempenho insatisfatório no setor de serviços ocorreu principalmente na intermediação financeira devido à queda dos spreads bancários que não foi compensado com um aumento do crédito por medo da inadimplência cada vez maior no Brasil com o índice de 5,98% no mês de outubro.

Com relação ao setor de investimentos, Guido Mantega afirmou que esta área demora mais tempo para reagir e acredita em sua evolução no 4º trimestre de 2012.

Por Ana Camila Neves Morais


A China divulgou, nesta sexta-feira dia 30 de novembro de 2012, uma redução no valor de venda do seu minério de ferro; sendo que esta foi a primeira queda deste produto no país asiático desde agosto de 2012.

Esta diminuição foi acompanhada por menores cotações do aço no mercado financeiro causado por um menor ritmo de construção local devido ao rigoroso inverno chinês.

De forma mais específica, o vergalhão para construção teve uma queda de 3,7% enquanto o aço com 625 de ferro foi vendido com US$115,60 a tonelada com uma diminuição de US$1,30 sendo este o menor valor desde o dia 19 de outubro de 2012.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A consultoria IDC divulgou resultado de pesquisa nesta sexta-feira – dia 30 de novembro de 2012 – que mostra a diminuição nas vendas de computadores no Brasil.

Segundo o estudo, os 4,05 milhões de computadores vendidos representam uma queda de 0,3% no terceiro trimestre de 2012 que ao ser comparado com o período anterior passa a ter o valor de 7,9% a menos.

Conforme a IDC, no terceiro trimestre, cerca de 61% dos aparelhos vendidos foram notebooks com um consumo doméstico destes aparelhos em 65% dos casos.

Esta redução no comércio de computadores já era prevista, pois desde o início de 2012 este mercado estava bem abaixo do esperado.

Ainda conforme a avaliação divulgada,é esperado que ocorra um crescimento nas vendas deste setor de 2% contrastando em muito com os 15% esperados no início de 2012.

Por Ana Camila Neves Morais


A empresa de telefonia Portugal Telecom está vivendo na pele a recessão econômica de Portugal já que teve no terceiro trimestre uma diminuição de 29% em seu lucro anual.

A receita da empresa em Portugal já havia caído cerca de 6,7% indo para 682 milhões de euros e agora teve uma nova diminuição.

De forma mais específica, a sua receita no terceiro trimestre diminuiu em 6% chegando a 1.64 bilhão de euros, o lucro líquido ficou em 64 milhões de euros que correspondeu a 19 milhões de euros a menos do que o período anterior.

Além disso, houve a redução dos custos operacionais da Portugal Telecom em 4% ficando em 1,05 bilhão de euros e o seu Ebitda (que mede o lucro antes de descontar juros e impostos) também ficou 10% menor em um total de 587,8 milhões de euros.

Este prejuízo só não foi maior graças a alguns fatores como o bom desempenho da Oi (na qual a Portugal Telecom é proprietária de 25%), o corte de custos da empresa e o bom desempenho da televisão MEO.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade) divulgou a última contabilização da taxa de juros do cartão de crédito a qual, no mês de outubro, foi menor do que 10% sendo este o valor mais reduzido deste tipo de juro desde o ano de 1995.

A média da taxa de juros para o cartão de crédito foi no valor de 5,50% para pessoas físicas no último mês alcançando, assim, uma taxa menor do que os 5,83% obtidos no mês de setembro.

Ao considerar estes dados de forma mais específica, a taxa de juros deste tipo de empréstimo alcançou o valor de 9,37% ao mês sendo que no mês de outubro ela tinha sido registrada no valor de 10,41% representando, assim, uma redução de 1,04% que ocorreu em todas as linhas de crédito inseridas nesta análise.

Fonte: Infomoney

Por Ana Camila Neves Morais


Além do dólar, o petróleo também teve os seus momentos de leves quedas nesta segunda-feira, dia 27 de fevereiro. Depois de reuniões do famoso G-20, o produto quebrou uma sequência de altas consecutivas para dar lugar a um pequeno decréscimo.  

A Europa acelerando um projeto de embargo ao óleo do Irã e as preocupações em torno do programa nuclear no país foram fatores que acabaram culminando em uma reunião urgente do G-20. Os 20 países mais ricos do mundo garantem que tais acontecimentos podem gerar um forte impacto nos valores da exportação do petróleo.

Para muitos, ainda existem instituições financeiras muito fracas para aguentar a pressão que vem por aí. A queda do valor do petróleo só foi o começo, já que os ministros das finanças pertencentes ao G-20 não tomaram uma providência urgente. Uma proposta séria deveria visar à ampliação das resistências relacionadas aos choques, que levariam a um colapso no peço do produto em questão.

Na cidade de Nova York, o contrato do WTI recuou para um valor de US$ 108,56, por exemplo. Em Londres, o famoso Brent caiu para US$ 124,17 no mesmo mês.

Por Jéssica Monteiro

Fonte: G1


No dia 27 de fevereiro o dólar acabou fechando em queda  mesmo após ter oscilado com leves altas em comparação ao real. Ainda que o Banco Central tenha aberto mercado para compras à vista, o dólar comercial não resistiu e fechou o dia com um leve decrescimento em seu valor.

A bolsa registrou valores em queda de apenas 0,06%, apesar do bom movimento dentro do mercado internacional e nas taxas de câmbio. A moeda ficou cotada em R$ 1,7054 para venda, representando a porcentagem recém registrada. Ao longo do mês de fevereiro não foi diferente, já que o acúmulo de queda foi de quase 3%.  Valores referentes ao ano apontam quase 8% de decréscimo da moeda norte-americana.

Porém, alguns economistas acreditam que em breve, este cenário está para mudar frente a acontecimentos que vêm agilizando a movimentação do dólar no Brasil. O consultor financeiro da Previbank  afirma que existem muitas empresas que captam bastante dinheiro, alimentando ainda mais a emissão externa.

O Bradesco, por exemplo, captou um valor de US$ 1,1 bilhão através de uma emissão externa, sendo que já não é a primeira vez que a empresa está presente nestes assuntos. Ela já foi considerada uma grande esperança para que o valor do dólar volte a operar em alta.

Por Jéssica Monteiro

Fonte: G1


As oscilações constantes do dólar estão dando o que falar na bolsa de valores. Seu valor permaneceu em queda por todo o dia, porém, nesta quarta-feira (15/02), acabou fechando com uma leve alta. Sua trajetória ao longo da semana, mês e ano não foi diferente.

Enquanto se registravam valores baixos e que decresciam vagarosamente, no final sempre surpreendia e dava uma guinada para cima, mesmo que em valores ainda não tão significantes.

A moeda norte-americana só conseguiu avançar o equivalente a 0,1% e passou a ser vendida a R$ 1,7232. Tomando esta semana inteira como referência, o dólar tem registrado queda no geral e no valor de 0,2% até o presente momento. Durante todo o mês de fevereiro foram divulgados valores de quedas ainda maiores, chegando aos 1,37% até agora. Porém, analisando números equivalentes ao ano, foi registrado um recuo de 7,78%, formando uma escala crescente de valores.

Mas não foi somente o dólar que operou em queda. De uns tempos para cá, os índices da bolsa europeia também mostraram números menores do que o esperado o que, na verdade, não é o caso de um colapso econômico.

Por Jéssica Monteiro 

Fonte: G1


A Bolsa de Valores de São Paulo, Bovespa, operou durante todo o dia 10 em baixa. Isso tudo graças a Petrobras que sofreu uma queda em suas ações.  Mais para o período da tarde, o principal índice da bolsa paulista, Ibovespa, caía o equivalente a 2%, chegando aos 64.216 pontos. Tanto as ações preferencias quanto as ordinárias sofreram queda brusca de mais de 6%.

No ano passado, a empresa petroleira divulgou resultados de decréscimo dos lucros em 5% em comparação a 2010. A porcentagem de queda representa 33 bilhões, para o desagrado do mercado.

Um relatório feito por analistas do bando Itaú BBA disseram que essas perdas nos lucros poderiam estar relacionadas a gastos com muitas importações por parte da Petrobras. Com isso, a instituição considerou os números muito ruins, mas têm expectativas de melhora para este ano, já que o segmento para exportação está aumentando.

Diferente dos mercados externos que oscilavam com valores crescentes, a bolsa fechou em queda pelo segundo dia seguido. As leves altas foram consequências de fatos como o acordo entre líderes gregos e dados positivos nos Estados Unidos.

Fonte: G1

Por Jéssica Monteiro 


No mesmo estudo em que a consultoria Economatica anunciou que o volume de negociações na Bovespa em 2011 foi o maior da história, houve o anúncio de que as ações da empresa Cielo, responsável pelo precessamento financeiro no Brasil das maiores bandeiras de cartão de crédito do mundo, como Visa e Mastercard, foram as mais rentáveis neste ano de 2011 dentre todas as ações negociadas na América Latina.

O estudo levou em consideração as 82 ações com volume financeiro médio diário superior a US$ 10 milhões.

No tarde do dia 27 de dezembro as ações da empresa estavam valendo R$ 47,60, apresentando leve alta de 0,21%.

A Cielo (CIEL3) apresentou rentabilidade anual de 51,1%, seguida pela empresa mexicana Fomento Econômico do México (FEMSA UBD), com 50,7%, e da Redecard do Brasil, com retorno de 46,2%. Do total das 82 ações analisadas pelo estudo, 65 delas são brasileiras, 10 são mexicanas, cinco chilenas e duas da Colômbia.

As ações com maior queda, porém, foram também de empresas brasileiras. A HrT Petróleo (HRTP3) apresentou um recuo de 64,6%, e a Gafisa (GFSA3), do ramo de construção civil, apresentou queda de 63,3%.

Por Lucas Ferreira

Fontes: G1Uol


A economia mundial tem apresentado instabilidades em meio à guerra cambial sentida nas últimas semanas, tanto que esse foi um dos temas mais aguardados pelas nações envolvidas na cúpula do G20 (grupos das 20 maiores economias e países emergentes) da semana passada. Enquanto isso, no Brasil, os consumidores e empresas se mantêm otimistas, fruto do bom desempenho da nação no referente a emprego, acesso ao crédito e poder de compra.

Informações divulgadas pela Serasa Experian assinalaram, porém, que a demanda das empresas por crédito recuou pelo segundo mês consecutivo em outubro. Conforme dados apurados, o arrefecimento foi de 4,4% na comparação a setembro deste ano, mas houve avanço de 6,9% no confronto anual e 2,5% em relação ao acumulado de 2010 ante período similar de 2009.

Mesmo com essa nova queda, economistas da entidade não creem numa possível mudança da tendência de maior demanda. Em nota, a Serasa avalia que a menor atividade do setor industrial no trimestre passado foi o responsável pelo resultado, tanto que a expectativa é de crescimento para os últimos três meses do ano.

O maior arrefecimento constatado, segundo o portal Terra, aconteceu entre as micro e pequenas empresas, pois responderam por 4,6% de queda, percentagem amplamente superior em comparação às médias empresas (baixa de 0,4%). Nas grandes companhias, diferentemente, houve aumento de 0,6% na busca por crédito.

De janeiro a outubro deste ano as grandes empresas acumularam maior crescimento em comparação aos mesmos dez meses de 2009, de 9,5%, pouco acima dos 7,8% calculados nas micro e pequenas empresas. As médias, por outro lado, acumulam decréscimo de 8,8% na mesma base comparativa.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O mercado mundial de computadores é um setor que possivelmente não atravessará dificuldades num breve ou futuro momento, pois toda a sociedade, ou grande parte, se baseia nas tecnologias para desenvolver suas atividades, desde uma pequena loja de varejo até grandes empresas.

Ao mesmo tempo em que essa tendência poderá vir a se confirmar com o passar dos anos, o aumento da concorrência prevalece, tanto que a Positivo Informática registrou no terceiro trimestre deste ano queda de 74,1% de seu lucro líquido em comparação ao período análogo de 2009. O real valorizado perante o dólar e o arrefecimento nos preços de notebooks foram os dois pontos contribuintes para o resultado.

Em termos financeiramente palpáveis, o lucro líquido entre julho e setembro foi de R$ 15,3 milhões, contra R$ 59,1 milhões de antes. Além desse tombo, no confronto anual houve diminuição na comparação trimestral, pois de abril a junho o lucro chegou a R$ 30,2 milhões.

Apesar de assegurar bom crescimento de computadores no mercado brasileiro, de acordo com a Folha UOL o preço médio dos PCs decresceu 4,5% no terceiro trimestre ante os mesmos três meses de 2009. O valor dos notebooks, certamente, foram os principais responsáveis pela queda como assegura a Positivo, uma vez que tiveram desvalorização de 16,9% na mesma base comparativa descrita anteriormente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com vários segmentos de atividade em seu portfólio, o grupo JBS, considerado o maior processador mundial de carne bovina, revelou na semana passada queda de 11,9% em seu lucro líquido no terceiro trimestre deste ano. Com isso, o montante representado é de R$ 133,5 milhões, abaixo em R$ 3,7 milhões ao assinalado entre abril e junho.

Matéria coordenada pela agência de notícias Reuters aponta que o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ficou em R$ 1,026 bilhão de julho a setembro, avanço significativo se comparado os R$ 291,9 milhões no confronto anual.

O mercado está atento em relação às operações da JBS na Argentina, porém, o grupo afiança que embora existam dificuldades estruturais em nossos vizinhos, soluções têm sido procuradas incansavelmente, tais como a demissão de 1,5 mil funcionários em quatro de suas unidades, término de atividades em outras três e a transferência da sede para outro local (Rosário).

Um anúncio feito em agosto último ainda pode contribuir às medidas levadas adiante pelo JBS, entre os quais a redução da produção de carne ou venda de algumas unidades produtivas argentinas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Na pesquisa de Outubro referente às taxas de juros médios cobrados em operações de crédito para pessoas físicas, fundamentalmente relacionadas ao consumo que no Brasil continua em alta, constatou-se que a taxa média apresentou queda de 0,05 ponto, chegando ao seu menor nível desde o inicio da série histórica de pesquisa de juros realizada pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (ANEFAC), conforme matéria do site G1.

Nos dados levantados na pesquisa os juros médios para o consumidor em Outubro ficou em 6,69%, representando um recorde para a pesquisa. Em Setembro a taxa média ficara em 6,74%. Ao ano a taxa média de juros para o consumidor ficou em 117,51%, no geral ainda bastante elevada.

Foram pesquisadas seis linhas de crédito e a queda maior foi registrada no CDC (Crédito Direto ao Consumidor) que apresentou uma redução de 3,38%, saindo de 2,37% em Setembro para 2,29% em Outubro (31,22% ao ano).

No comércio os juros tiveram redução de 1,77% caindo em Outubro para 5,55%, também a menor taxa do mês na pesquisa histórica. A linha de crédito do cartão de crédito rotativo foi à única que não apresentou diminuição entre os juros médios permanecendo na casa de 10,69%.

Os juros do cheque especial em média em Outubro ficaram em 7,44%, perfazendo uma taxa de 136,59% ao ano. Com certeza uma das mais altas do mercado tornando este tipo de crédito quase proibitivo.

Por Mauro Câmara


Um dos setores que ainda conta com a exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), os materiais de construção tiveram vendas menores no mês passado em comparação a setembro. Segundo a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), a baixa foi de 7% entre um período e outro, com caixas d’água e telhas como as únicas a apresentar crescimento.

O grande destaque (negativo) relacionado pela associação foi o cimento, que obteve arrefecimento de 10% entre setembro e outubro. No acumulado anual, porém, a comercialização no varejo prosperou positivamente para 9% e nos últimos 12 meses finalizados no mês passado, de 10% sobre o período análogo de 2009.

Para 2010 de acordo com o portal R7, a Anamaco acredita no avanço de 11% na comercialização de itens de materiais de construção em comparação ao ano passado, ocasião na qual o segmento contabilizou recorde de faturamento de aproximados R$ 45 bilhões.

Embora a queda entre um mês e outro possa preocupar alguns, segundo Cláudio Conz, presidente da entidade, as vendas deverão se recuperar e novembro poderá se situar como um mês de recorde, dado o otimismo direcionado pelos comerciantes.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma das principais culturas do Brasil, fomentada principalmente quando o assunto é etanol, a moagem da cana-de-açúcar no Centro-Sul teve recuo de 4,05% nos primeiros quinze dias de outubro em comparação à segunda quinzena de setembro. Cálculo levantado pela União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Única) revela que entre 1º e 15 deste mês mais de 26 milhões de toneladas foram trituradas.

Reportagem exprimida pelo portal R7 assinala que no confronto com a primeira quinzena do mês passado a queda foi de 29,92%, percentual bem acima do relacionado anteriormente. Desde abril, ocasião na qual foi principiada a safra, foram moídas quase 470,7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, 4,8% abaixo do acumulado no mesmo período da safra precedente.

Uma das principais causas justificadas pela Única foi o término precoce da safra 2010/11 realizado por 23 usinas até o limiar da primeira quinzena de outubro. O agente deste acontecimento foi a menor disponibilidade de matéria-prima, tanto que na safra 09/10 somente duas usinas haviam finalizado o processo no mesmo período.

Estritamente ao combustível etanol, desde abril foram produzidos cerca de 21,56 bilhões de litros. A questão da safra tem incidido no valor do produto final aos condutores, que nas últimas semanas tem crescido consideravelmente, mas ainda assim rentável em muitas unidades federativas brasileiras.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Dados recentes divulgados pela Serasa Experian apontaram que o número de empresas inadimplentes apresentou o maior arrefecimento entre dois meses nos últimos três anos, abraçando, portanto, queda de 5,8% no mês passado segundo o Indicador de Inadimplência.

Entre janeiro e o mês passado o percentual também ilustrou contração, porém de 6,5% em comparação ao mesmo período de 2009. Por outro lado, se confrontados os meses de setembro deste e de um ano atrás, houve avanço de 0,4%. Para a Serasa os principais agentes do recuo da inadimplência foram o reaquecimento sazonal da atividade econômica e do comércio e a interrupção do ciclo de incrementos da taxa básica de juros da economia, a Selic.

Segundo matéria emitida pelo portal de Economia Terra, a maior queda da taxa da inadimplência foi contabilizada nas companhias de médio porte, as quais representaram baixa de 10,4% entre agosto e setembro e 11,9% no acumulado de 2010. As grandes companhias, por sua vez, abalizaram recuo de 6,5% e 6,0%, respectivamente, enquanto as pequenas empresas contabilizaram índice negativo de 5,5% no mês, porém crescimento de 1% no acumulado anual.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Entidades e especialistas têm expressado preocupação em torno do segmento industrial brasileiro. Alguns acreditam, tais como Paulo Francini, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em algo chamado desindustrialização devido ao setor operar com capacidade folgada, mesmo em condições de acolher amplamente a robusta demanda interna, a qual é abastecida, porém, por grande quantidade de produtos importados.

Dados divulgados na última quinta-feira, 28 de outubro, pela Fiesp assinalaram que a atividade da indústria paulista recuou 0,1% em setembro em comparação ao mês imediatamente anterior, já com ajuste sazonal. Sem o devido acerto, o Índice de Nível de Atividade (INA) arrefeceu 0,4% na mesma base. Conforme veiculado pela agência de notícias Reuters, no confronto anual, o indicador, diferentemente, apresentou progressão de 7,3%.

Outra queda perceptível ocorreu no nível de utilização da capacidade instalada na indústria, que chegou em 81,9% no mês passado, com ajuste sazonal, ante 82,5% em agosto e outros 81,3% em comparação a setembro de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A confiança do brasileiro tem espalhado efeitos positivos em vários setores. Caso inserido neste contexto foi constatado na comercialização real dos supermercados, que avançou 4,83% no mês passado em comparação a setembro de 2009. Segundo a Associação Brasileira dos Supermercados (Abras), porém, houve arrefecimento de 0,55% em comparação a agosto deste ano.

Entre janeiro e setembro, de acordo com agência de notícias Reuters, as vendas progrediram 4,75% em comparação ao período similar do ano passado. O valor da cesta AbrasMercado, por sua vez, abalizou crescimento de 6,73% em confronto a setembro de 2009 e avanço de 2,15% ante agosto.

Constituído por mais de 30 produtos de alto consumo, então analisados pela GfK, a cesta içou valor de R$ 276,77. Para a entidade, os supermercados aguardam ascensão superior a 12,5% durante o período do Natal em relação à época análoga de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O agronegócio é um dos setores de maior destaque no Brasil, movimentando anualmente cifras sobre cifras. No ano passado, porém, o valor da produção agrícola chegou a R$ 140,8 bilhões, inferior em 5,3% aos dados acurados em 2008. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) por meio do estudo Produção Agrícola Municipal (PAM), a diferença figura em cerca de R$ 8 bilhões entre um período e outro.

Embora o arrefecimento fora constatado no concernente a valores, a área plantada total avançou 0,3% de 2008 para 2009, totalizando, pois, 65,7 milhões de hectares. A pesquisa, de acordo com o portal de notícias G1, agrega 64 produtos fundamentais das lavouras permanentes e temporárias da agricultura brasileira.

O destaque negativo ficou ao milho, que teve diminuição de 13,9% em sua produção, ou seja, quase 8,3 milhões de toneladas a menos. A soja, produto de capital importância no referente a exportações, também apresentou baque, porém mais ameno, de 4,2%, ou 2,49 milhões de toneladas abaixo das verificadas em 2008.

Bastante danificada pela ausência de chuvas, a safra da soja foi mais afetada no Paraná, que além da diminuição observada na produção, culturas como café, feijão, milho e trigo também ilustraram preços abaixo dos praticados em 2008. Diferentemente, a cana-de-açúcar teve recorde contabilizado neste ano em 4% ante 2008, ou 671,4 milhões de toneladas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O famigerado assunto endossado pelo governo, maior acesso ao crédito, não manteve o mesmo crescimento observado há dois meses. Estudo enunciado em 20 de outubro pela Serasa Experian assinala que a procura por crédito a partir das empresas brasileiras arrefeceu 3,7% em setembro em comparação a agosto.

A instituição avalia que o efeito calendário, ou seja, menos dias úteis no mês passado, foi vital para a queda do indicador, que de outubro em diante não deverá apresentar uma reviravolta na tendência positiva. Apesar desse decréscimo, em comparação a setembro de 2009, a demanda empresarial por crédito alcançou 5,1%, com acumulado anual 7,4% acima da constatação indicada no período igual de um ano antes.

Todas as unidades federativas brasileiras registraram tombo, porém o Norte do país foi a região com o maior percentual, de 8,2%, diferentemente do Sul, que obteve a variação menos ampla, de -3,1%.

As micro e pequenas empresas, de acordo com o portal de Economia Terra, foram as que mais decresceram nessa busca, com percentual negativo de 3,8%, dessemelhante da percentagem diagnosticada entre as grandes empresas, que arrefeceram somente 0,4%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Tanto se tem comentado sobre a desvalorização do dólar ante o real, mas poucas são as entidades capazes de mensurar, com exatidão, os efeitos mais recentes. Exceção – existem outras, claro – é a Fundação Getúlio Vargas (FGV), que neste início de semana revelou queda em 12%, no acumulado dos últimos 12 meses, em alguns produtos eletrônicos.

A queda da moeda norte-americana não tem sido o único ponto de análise. O rápido avanço tecnológico, em que novas mercadorias são inseridas no mercado num prazo menor de tempo, e o aumento da concorrência também atenuaram, de acordo com a FGV, sobre o arrefecimento nos preços.

Os bens que tiveram seus preços mais decrescentes foram os videogames, em 9,67% desde o início de 2010, e a televisão, 8,23%. Outro produto intensamente consumido, o celular, teve baque de 5,19%.

Outros produtos, de acordo com a Band Online, não sofreram tanta queda, como é o caso de aparelhos de DVD, de 1,99%, computadores e periféricos, de 2,66%, e aparelhos de som, 3,97%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O setor habitacional brasileiro vive um momento diferenciado. Fontes oficiais e de representantes do segmento indicam altas vendas, ratificando, deste modo, o acesso ao crédito mais amplo do consumidor, o aumento do número de empregos e, por que não, da renda do trabalhador.

Mesmo com o ritmo forte, em agosto a comercialização de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo caiu 48,4% em comparação a julho. De acordo com o Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), foram vendidas 1.638 unidades.

Para Celso Petrucci, economista-chefe do sindicato, os resultados de agosto ocorreram devido a impasses para a viabilidade de projetos, acarretando em diminuição da participação de São Paulo no total de lançamentos para 34,1% do total. Em nota, ressalta que a cidade representava parcela acima de 83% no princípio de 2004.

Em contrapartida, segundo a agência de notícias Reuters, no acumulado anual mais de 21,8 mil unidades foram comercializadas, número superior em 8,9% às vendas realizadas no período análogo do ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


As características atuais da economia brasileira têm incidido positivamente sobre os consumidores tupiniquins. Inúmeros são os segmentos que parecem aproveitar o poder de compra do consumidor em alta e a geração de empregos neste ano. Entretanto, dados antes positivos estão começando a cair.

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), que em setembro bateu na casa de 161,1 pontos, caiu para 154,5 pontos em outubro, decréscimo de 4,1%. De acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), o arrefecimento pode marcar ajuste técnico, pois o indicador se manteve em patamares elevados nos meses anteriores (acima de 155 pontos).

O medidor, compreendido numa escala entre zero e 200 pontos, assinalou alta de 0,2% em comparação a outubro do ano passado de acordo com o portal de notícias G1. O Índice de Condições Econômicas Atuais (ICEA), um dos itens integrantes do ICC, caiu dos 161,9 pontos do mês passado para 153,9 pontos em outubro, baque de 4,9%.

Os consumidores com remuneração mensal superior a 10 salários mínimos (R$ 5,1 mil) foram os maiores responsáveis pelo resultado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma das maiores reclamações da população brasileira é a elevada taxa de juros em vários setores. Mesmo com tal insatisfação, a alíquota média para a pessoa física caiu em setembro, abrangendo 6,74% ao mês. De acordo com a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), esta é a quarta queda seguida, com o menor nível já constatado desde 1995.

Mesmo com os incrementos da Selic, entre agosto e setembro a taxa de juro média à pessoa física arrefeceu 0,01% (ou 0,25% ao ano). Segundo o portal de Economia Terra, em relação à pessoa jurídica a diminuição foi de 0,04% no mesmo período comparativo (ou 0,72% ao ano).

Para Miguel Ribeiro de Oliveira, responsável pela pesquisa e conselheiro da Anefac, a contração nos juros deve-se ao bom cenário enfrentado pela economia brasileira, à queda do número de inadimplentes e à normalização do mercado externo e do crédito global depois do colapso mundial nas nações europeias.

Por Luiz Felipe T. Erdei


No universo da economia brasileira existem “N” índices e indicadores que apuram os mais variados números para traçar as bases e os perfis da economia nacional. Desde os inúmeros índices inflacionários até os indicadores de tendência e comportamento que visam definir as tendências de administração de cada setor. E dentre os inúmeros indicadores existentes está o ICSÍndice de Confiança de Serviços – pesquisado e calculado pela Fundação Getúlio Vargas e que dá uma amostragem do nível de confiança dos empresários do setor de serviços.

Utilizando-se de uma escala que vai de 0 a 200 pontos e baseando-se em pesquisas feitas diretamente com empresas do setor e sendo composto por dois subindicadores, o ICS pretende dar uma amostra do nível de confiança do setor na economia e nos negócios e na apuração realizada para o mês de Setembro apresentou uma queda de 1,1% na confiança e bom humor dos empresários. De acordo com a metodologia utilizada resultados apurados abaixo dos 100 pontos são considerados negativos e resultados próximos dos 200 pontos são positivos. Em Agosto o resultado atingiu os 134,8 pontos e no mês de Setembro caiu para 133,3 pontos.

A pesquisa abrangeu 2.165 empresas que avaliaram a demanda atual da seguinte forma: 22,9% avaliaram a demanda de negócios forte e 12,1% a consideraram fraca. Outro dado interessante foi à perspectiva para o futuro nos próximos seis meses. Aqueles que acreditavam na melhora dos negócios neste período caíram de 52,1% para 49,7%.

Por Mauro Câmara

Fonte: Economia IG


Costumeiramente, este espaço a vós dirigido ressalta inúmeros pontos para relacionar o atual ambiente econômico brasileiro, tais como maior poder de compra da população, acesso ao crédito menos restrito e demanda interna em crescente avanço a partir de inúmeros setores. Certamente, cada qual possui seu grau de responsabilidade, mas todos, de alguma maneira, acabam por influenciar o otimismo das pessoas.

Levantamento realizado em conjunto entre a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e o Ipsos revelou que a confiança do consumidor caiu serenamente no mês passado, para 153 pontos, abaixo em dois pontos do cálculo realizado em agosto, porém bem acima dos 135 pontos vistos em setembro de 2009.

Para Alencar Burti, presidente da ACSP, o comércio está satisfeito com o resultado, ilustrando, mais uma vez, que o nível de confiança dos brasileiros cresceu saudavelmente em comparação a 2009, algo que continuará, acredita, em 2010. Segundo ele, o Natal deverá ser um dos melhores da atual década.

A população do Centro Oeste e do Norte, de acordo com o Estadão, são as mais otimistas, com 181 pontos numa escala entre zero e 200. A classe C, representante de 50,5% da população do ano passado, atingiu 164 em setembro, mesmo resultado percebido em agosto.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os países desenvolvidos têm enfrentado dificuldades para lidar com o atual momento econômico mundial. As nações emergentes, na contramão, mostram maior eficiência em alguns conjuntos de análise, denotando, portanto, preocupação de superaquecimento e perda de competitividade no âmbito externo.

Avaliação emitida na quarta-feira passada, 6 de outubro, pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) indica que o bloco latinoamericano precisa assumir mais medidas para enfrentar o aumento dos ingressos de dólar. No mesmo relatório divulgado pelo órgão, a estimativa de crescimento brasileiro voltou a subir, desta vez para 7,5%, similar ao diagnosticado por outras autoridades do Brasil.

O FMI pondera que os recentes controles de capital ostentados em muitas nações da América Latina podem ter contribuído para modificar a composição, porém não o volume dos dólares ingressantes na economia. De acordo com a agência de notícias Reuters, a possível utilização desses domínios deve ser lidado por meio de outras medidas, tais como a ininterrupção da flexibilidade cambial para desencorajar fluxos especulativos, monitoração do setor de finanças e a solidificação fiscal.

A América Latina, na visão do FMI, deverá crescer 5,7% em 2010 e outros 4% em 2011, com destaque ao Brasil e a Argentina, o segundo, que deverá também apresentar avanço de 7,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Após quatro meses de sucessivos aumentos, o Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (Inec) continua alto mas, apresentou uma queda de 0,8% no último mês de setembro, em comparação com o mês anterior, de acordo com dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) informados nesta quarta-feira, 06 de outubro de 2010.

O Inec no mês de setembro chegou a 118,3 pontos, contra 119,3 pontos no mês de agosto deste ano. Valores acima de 100 pontos indicam otimismo por parte dos consumidores.

Segundo a CNI, a queda na pontuação aconteceu em função de um declínio nas expectativas em relação à inflação e ao emprego. Já com relação a renda pessoal, a expectativa dos consumidores permanece estável em setembro, em relação a agosto.

Por Elizabeth Preático

Fonte: Folha UOL


O mercado brasileiro apresentou-se bastante movimentado na última terça-feira devido aos ajustes emitidos pelo país sobre as taxas de ingresso de capitais, ou seja, Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) – de 2% para 4%. Na medida em que a iniciativa pouco surtiu efeito – o dólar voltou a cair –, outros temas vieram à tona, pelo menos referente ao Brasil.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI ) revelou que a utilização da capacidade instalada na indústria arrefeceu 0,2%, para 82,3% entre julho e agosto (com dados dessazonalizados), configurando, portanto, o quarto mês consecutivo de queda. Além dessa contração, houve diminuição no faturamento real das empresas de um mês para o outro, de 0,3%.

Diferentemente dessa tendência, segundo a agência de notícias Reuters o emprego pelo setor aumento 0,8% em agosto, o quarto mês consecutivo de avanço. Mesmo com esse diagnóstico em mãos, a CNI pondera que a massa salarial apresentou contração de 3%, ilustrando que apesar do ambiente de forte dinamismo no mercado de trabalho, não há pressões salariais na indústria.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A crise financeira mundial foi um recente marco à contemporaneidade, tanto que as economias mais desenvolvidas do planeta, antes seguras até certo ponto, custam para retomar suas atividades observadas antes do colapso. Países como Brasil, por exemplo, conseguem nos dias atuais melhores resultados, sobretudo na criação de empregos e nos cálculos do Produto Interno Bruto (PIB).

O final de 2009 e inicio de 2010 ficaram marcados aos brasileiros pelas medidas de incentivo adotadas pelo governo, talvez a mais importante a exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a diversos setores, tais como linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar), veículos automotores e materiais de construção.

O último setor, em particular, conseguiu ampliação no benefício. Altamente atrelado a tal conceito figura o Custo Unitário Básico (CUB) da construção civil, que no Estado de São Paulo, em setembro, caiu 0,15% em comparação a agosto, totalizando R$ 904,63 a cada metro quadrado.

De acordo com o Estadão, esse medidor conjetura a variação dos gastos do setor para usabilidade nos rearranjos dos contratos de obras, então avaliado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP). Para o veículo de comunicação o arrefecimento ocorreu devido à deflação média de 0,33% dos materiais de construção. Mesmo assim, os custos administrativos e da mão de obra não sofreram qualquer modificação.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Apesar da tendência que vem se verificando nas últimas semanas de aceleração de alguns índices inflacionários, principalmente puxados pelo preço dos alimentos, o Banco Central reduziu a previsão de inflação para o ano de 2010 em seu Relatório Trimestral de Inflação. Pelas projeções do BC o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) teve sua estimativa para este ano reduzida de 5,4% para 5%.

O Relatório Trimestral do BC contempla uma série de projeções sobre a inflação para os próximos dois anos levando em conta a manutenção da taxa de câmbio na faixa de R$ 1,75. Atualmente esta é uma grande preocupação do governo em face da queda de valor do dólar que vem ocorrendo nos últimos dias e também da permanência da taxa de juros básicos da economia (taxa Selic) em 10,75% ao ano.

Com o centro da meta inflacionária prevista para os anos de 2010, 2011 e 2012 em 4,50%, podendo ocorrer à variação tanto para cima ou para baixo de dois pontos, as previsões para o acumulado de doze meses para o primeiro trimestre de 2011 ficou em 4,4% assim como para os doze meses a se encerrarem no segundo trimestre. Já para ao terceiro trimestre de 2011 a projeção ficou em 4,7%. Para o ano de 2011 a estimativa do IPCA caiu da faixa de 5% para 4,6%.

Projeções feitas dentro de um cenário favorável de controle dos níveis inflacionários que deverão manter a atual tendência de aceleração em patamares razoáveis dentro da meta oficial estabelecida e que com certeza dependerá também da evolução do câmbio nos próximos meses.

Por Mauro Câmara

Fonte: Economia IG


O cenário atual do país é de otimismo e por vezes euforia. O crescimento contabilizado por meio de números, sobretudo pelo Produto Interno Bruto (PIB), tem propiciado novos ares à nação, a qual, diagnosticada como emergente, tem aproveitado para atrair mensalmente novos investidores. O dólar em baixa ante o real, o aumento do número de empregos e o acesso ao crédito em evidência são outros fatores que, somados a uma série de outras diretrizes, encorajam empresários.

No último dia 14, terça-feira, a Câmara de Comércio Exterior (Camex) anunciou redução das alíquotas para 116 itens de autopeças não fabricadas no Brasil, dos anteriores 14% a 18% para novos 2%. As regras recém-acordadas são voltadas a componentes destinados à produção e dentro de considerações acertadas com a Argentina em relação à Política Automotiva Comum (PAC).

Paulo Butori, presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças), parece ter recebido bem a redução da alíquota de importação. Segundo ele, o arrefecimento das taxas melhora, inclusive, a competitividade do veículo produzido no Brasil, principalmente se considerados os modelos que aportam no país inteiramente desmembrados.

Mesmo assim, de acordo com o portal de notícias G1, Butori avalia que a medida adotada pela Camex é um pequeno passo no intuito de conferir proteção à indústria automobilística do país.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A inadimplência dos consumidores apresentou queda de 0,3% em julho deste ano sobre seu mês imediatamente anterior. A tendência, avaliam especialistas, deverá perdurar até o final de 2010 em virtude de vários fatores colaborativos. A mesma convergência deverá acontecer às empresas, segundo a Serasa Experian.

Pelo índice de expectativas enunciada pela empresa de análise de crédito, o número de inadimplentes entre as companhias baqueou 2,2% em julho ante junho, assinalando, pois, o 15º arrefecimento mensal seguido. Até o início de 2011, diz a Serasa, isso continuará a acontecer.

A retomada de um nível de crescimento mais ligeiro da economia do país depois da desaceleração observada entre abril e junho e a intervenção do avanço da Selic (taxa básica de juros da economia) proposta pelo Banco Central deverão propiciar bons benefícios às empresas pelos próximos meses.

Somente no primeiro semestre de 2010, indica o portal R7, a inadimplência entre as empresas da nação conquistaram o menor coeficiente para os seis meses iniciais desde 2004, ocasião em que o recuo chegou em 9% ante o período similar de 2009.

De acordo com a Serasa, os dados ressonaram as melhores condições de crédito à pessoa jurídica e à procura de financiamento por meio do mercado de capitais.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O aumento da inadimplência é uma situação já há muito aguardada pelos especialistas quando o esperado arrefecimento da economia, no segundo semestre deste ano, viesse à tona. Em compensação, o volume de cheques sem fundo diminuiu 4,17% em agosto ante julho.

A Equifax, processadora de informações utilizadas na apreciação de risco de crédito, informou que 1,536 milhão de cheques foram devolvidos no oitavo mês de 2010, 22,79% inferior ao volume contabilizado no período similar de 2009. Além dessa constatação, a empresa abaliza que o número desses documentos sem fundo, de agosto, é o mais raso desde janeiro de 2004, situação a qual a série histórica teve início.

Alcides Leite, consultor da empresa, confere o desenvolvimento da atividade econômica brasileira como fator incisivo ao baque nos cheques devolvidos, juntamente ao aumento do volume de crédito disponível ao consumo e o incremento da renda familiar.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), atual e diretamente presente na vida da população em virtude do Censo 2010, também atribui dados aos antenados à economia para salientar o bom crescimento do Brasil, ou melhor, como o país se comporta mês a mês, mesmo que existam baixas.

O consumo dos lares brasileiros no segundo trimestre deste ano em 6,7% em comparação ao período igual do ano passado ficou abaixo dos primeiros três meses de 2010 ante a ocasião similar do ano passado, quando o IBGE registrou alta de 9,3%. Segundo Rebeca Palis, gerente de Contas Nacionais do órgão, a fraca base de comparação devido à crise financeira mundial e a retirada dos incentivos fiscais foram os dois pontos que contribuíram para o resultado diagnosticado.

Apesar de na comparação trimestral baixa ter sido calculada, segundo o portal de notícias G1, Rebeca avalia que o país continua a observar crescimento no consumo das famílias, principalmente porque a massa salarial real no segundo trimestre de 2010 em relação ao mesmo período de 2009 apresentou alta de 7,3%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


De acordo com dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas nesta terça-feira, 31 de agosto de 2010, a confiança da indústria diminuiu no mês de agosto deste ano.

Esta é a terceira vez seguida em que o Índice de Confiança da Indústria (ICI) tem um decréscimo, passando de 113,6 pontos para 112,9 em agosto, o que corresponde a uma queda de 0,6%. A metodologia da pesquisa indica que um índice acima de cem deve ser considerado com otimismo mas, o declínio vem se apresentando já desde o último mês de março, onde foram obtidos 116,5 pontos, chegando em agosto deste ano ao menor valor desde novembro do ano passado.

Os resultados mostram que os empresários já não estão mais tão esperançosos diante da situação econômica do país, além de terem níveis de estoques preocupantes.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Band, O Globo


Especialistas já previam desaceleração do crescimento da economia entre abril e junho deste ano em relação aos dados conquistados no primeiro trimestre, quando o Produto Interno Bruto (PIB) reteve expansão de 2,7% em comparação ao período anterior (referente entre novembro e dezembro de 2009).

Guido Mantega, ministro da Fazenda, reafirmou no início desta semana que a economia brasileira manterá a tendência anteriormente diagnosticada e deverá apresentar arrefecimento no segundo trimestre, com ascensão de 0,5% a 1% do PIB ante o princípio de 2010. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançará os números oficiais na próxima sexta-feira, 3 de setembro.

Mesmo com essa já aguardada queda, em reportagem da agência de notícias Reuters Mantega acredita que o crescimento do país em comparação ao período similar do ano passado chegará em até 7%, o melhor resultado dos últimos 24 anos, conforme emitida ao portal Terra, conjeturando percentual acima da média cogitada de 5,8% a 6% ao período 2011-2014.

Questionado por jornalistas sobre o atual ambiente vivido pelos Estados Unidos, o ministro prevê que os norte-americanos não deverão regressar à recessão.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A FGV (Fundação Getúlio Vargas) liberou os índices apurados do IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) referente a segunda semana de Agosto e esta apuração confirmou uma tendência de queda que vem se repetindo já há oito semanas seguidas: houve deflação no índice apurado mesmo com um ritmo menor na queda dos preços do grupo alimentação, assim como houve queda do grupo vestuário e diminuição de alta de preços em diversos outros grupos.

Na primeira prévia da primeira semana do mês o índice apurado demonstrou queda de 0,18%. Nesta segunda semana, de acordo com a FGV, a redução foi em torno de 0,19% com o grupo habitação demonstrando mais uma vez queda nesta pesquisa, pois há primeira semana havia atingido o patamar de 0,27% e nesta segunda semana foi registrado em 0,20%.

Comparando as duas prévias o grupo despesas pessoais teve um decréscimo de alta passando de 0,91% para 0,73%. Já o grupo saúde e cuidados pessoais passou da primeira semana de 0,49% para 0,35% nesta segunda semana. Os preços dos alimentos, importante na composição do índice, tiveram uma redução menor de uma prévia para outra, principalmente em função das altas dos itens laticínios e carnes bovinas. Na primeira semana foi registrada uma queda de 1,09% e nesta segunda semana a queda ficou no patamar de 1,20%.

Por Mauro Câmara

Fonte: IG


As bolsas ao redor do mundo andam dando dor de cabeça e medo aos seus acionistas. Na verdade em todo o mercado. A última deste assunto foi a bolsa principal de Wall Street , a Dow Jones Industrial, que fechou com o,69% em baixa.

Apenas 8 empresas se safaram e saíram em alta: a Walt Disney, Merck, Caterpillar, Boeing, Pfizer, General Eletric, Home Depot e a Kraft. O choque  ficou com a notícia da gigante Microsoft que fechou o dia com 4,07% negativo. Mas não ficou por aí, outras grandes potências estão a perigo: Mc Donalds, IBM e Johnson & Johnson também estão no grupo negativo. Lastimável e perigoso essa queda das bolsas que estão um verdadeiro filme…de horror!

Por Teresa Cecília Almeida

Fonte Portal G1


Novamente rumores não confirmados sobre a frágil saúde de Steve Jobs fizeram com que as ações da Apple caíssem até 2 % em relação ao seu valor real.

Um cancelamento de uma palestra fez tomar corpo um boato que a saúde do gênio da informática estivesse muito debilitado, e como a sua cara e suas idéias são a Apple, nada mais normal.

Como a informação não foi comentada pelo departamento de comunicação da companhia norte americana, as ações devem cair um pouco mais, até que Jobs venha à imprensa acabar com estes rumores.

Por José Alberi Fortes Junior


Embora os altos e baixos do mercado financeiro, pelo cenário de crise mundial que se arrasta, a BOVESPA tem apresentado resultados equilibrados. Embora isso, ainda é cedo para se falar em uma retomada definitiva do crescimento econômico.

Na última sexta-feira, 04/09, o pregão fechou com alta significativa de 1,70%, com soma de 56.652 pontos. Crescimento importante que afastou o fantasma de queda consecutiva nas últimas três semanas.

Mesmo com boas expectativas para a próxima semana, é bom prestar atenção no mercado externo que não anda muito estável e pode influenciar os resultados aqui.

Vale salientar que os bons resultados do pregão de sexta-feira não impediram que no fechamento da semana se contabilizasse uma queda de 1,82%.

É bom ficar com os olhos bem abertos na hora de investir o seu dinheiro!





CONTINUE NAVEGANDO: